[INTERATIVO] Cidade de Hrimsceald

[font=French Script MT][size=250][center]Cidade de Hrimsceald[/align]

[justify][tab=30]Após a fundação de Myrce, iniciou-se a colonização efetiva da região norte das Montanhas Dracônia. Um desses primeiros assentamentos foi Hrimsceald (água congelante, em draconiano antigo).

[tab=30]A região da foz do rio Norþ Draca mostrou-se rica em muitas espécies de peixes, tanto de água doce quanto salgada, e a vila logo progrediu, utilizando o rio para transportar parte da produção às demais cidades da região.

[tab=30]Apesar da origem do nome da cidade não sugerir, no verão a água atinge temperatura mais amenas, devido à correnteza marinha, tornando a cidade um destino não-usual para que muitas pessoas da região e do restante do Império aproveitarem os dias de verão.

[tab=30]Apesar de sua importância localizacional, pesqueira e turística, Hrimsceald é a segunda cidade menos populosa das Highlands. Pelo Censo 06/1891, Hrimsceald conta com 127.632 habitantes.[/font][/size][/align]

Hrimsceald no mapa do Império:
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[justify][tab=30]Uma equipe de geólogos e engenheiros da Montanha de Ferro chega a Hrimsceald e começa a estudar a costa para definir onde o novo porto deverá ser construído.[/align]


[justify][tab=30]Com a análise concluída, finalmente o local é escolhido e as obras de construção do porto estão para serem iniciadas.[/align]

Hrimsceald não dispunha de um porto que suporta-se o atracamento de grandes embarcações, a Fragata FH01 conseguiu chegar nas proximidades da costa com muita dificuldade, as duas Brigues capturadas foram rebocadas pelos encouraçados até o mesmo ponto.

Alcançando o limite possível próximo a costa e temendo um novo ataque, posiciono os dois encouraçados com a proa voltada ao mar aberto vigiando qualquer proximidade suspeita, em seguida solicito que os feridos, tanto gesebianos quanto não, fosse levados até a costa pelos botes salva-vidas das embarcações. Os mais graves foram levados primeiro, seguidos dos menos graves e dos prisioneiros.

Enquanto o desembarque era feito, e após receber alguns pontos e curativo no corte na testa, aproveitei o tempo para fazer o relatório, 42 feridos graves e leves entre todas as embarcações da frota e 12 mortos, a fragata tinha avarias na lateral e convés, fazia agua em seu compartimento de munição que por sorte não explodiu com um disparo acertado ali, além de duas velas danificadas.

Sou informado que todos foram desembarcados, separo um contingente para ficar a bordo e realizar a vigia e segurança e desembarco.

Chegando em terra, vejo que os feridos já começam a receber auxilio dos moradores do povoado, vejo os prisioneiros ajoelhados e acorrentados em um canto.

  • Senhor já informei as forças regionais que fazem a segurança da província, me informaram que o comandante da mesma se encontra em Myrce e já solicitei que o chamem para comparecer.

  • Sabe me dizer quem é o mesmo?

  • Comandante Hoken Lokisson av Göteborg.

  • Bom vamos esperar que o mesmo compareça então, verifique a possibilidade de enviar um telegrama e transmita essa mensagem. - Digo entregando um papel ao sargento.

Enquanto aguardava presto auxilio aos feridos e converso com alguns moradores.

chegando na cidade, vou diretamente aonde estava o comandante da primeira frota. indo no pequeno acampamento que os marinheiros montaram, desmonto do cavalo e colocou as redeas em um poste, chegando no comandante. -Boa Tarde.

  • Comandante Lokisson! - Me levanto prestando a devida continência. - Por favor sente-se, aceita um café os marinheiros acabaram de coar?

Dou uma pausa enquanto sirvo uma caneca.

  • Bom comandante, creio que as noticias não são as melhores, creio que o senhor não deva saber mas recebemos ordens confidenciais para patrulhar o mar ao norte, tendo em vista os ataques piratas na região…

Prossigo mencionando todo o ocorrido, desde o encontro com o barco suspeito ao ataque do amanhecer do dia anterior;

  • Creio comandante que o navio que liberei foi o que repassou nossa posição a esse ataque, nossa fragata a hélice sofreu grandes avarias necessitando de reparos, bem como capturamos duas Brigues a Vela que também precisaram passar por reparos antes de enviarmos elas a Dunord. As baixas foram altas contando com vários feridos e mortos.

Dou uma pausa para que o comandante absorva as palavras enquanto tomo um gole de café;

  • Bom senhor Lokisson, o que precisarei de sua brigada seria auxilio tanto em cuidados e suprimentos, bem como segurança territorial, fizemos prisioneiros e precisamos da segurança dos mesmos até que tenha ordens do Almirantado, já enviei um telegrama e um relatório completo deve estar por chegar amanha. Podemos contar com a colaboração de seu batalhão?

-Sem problemas, iremos ajuda no que for preciso mas no nosso alcance, ah, na base existe algumas celas, poucas, mas existe, o problema é que nem foram poucas utilizadas mas reforma resolve, na questão dos piratas, eles foram capturados?

  • Seria ótimo se estas celas estiverem a disposição, o senhor teria capacidade de escoltar e manter esse prisioneiros por lá?

Dou mais um gole na caneca.

  • Não tenho como afirmar se estes são os piratas comandante, nem mesmo posso afirmar que são sunerianos ou de onde são, eles não possuíam nenhuma bandeira ou identificação, suas características físicas levam a crer serem povo do deserto, mas não sou especialista para falar. Os barcos utilizados no ataque foram Brigues, não se assemelha aos barcos que obtive informação. O senhor sabe algo mais?

-São quantos prisioneiros?

  • São 272 prisioneiros comandante.

-Bem, acho terei levar esses prisioneiros a Firgem, pensei que fosse 50 ou 60. O senhor tem informação, se alguma brigada irá vir ate Mryce?

  • Não possuo essa informação comandante, mas creio que deva haver um reforço nas fronteiras do grande deserto de um modo geral.

-Entao, temos um problema, a base da Patrulha nao tem capacidade para tantos priosioneiros. Unica solucâo é que terei que levar no maximo 100.

  • Bom comandante, creio que não haja problema, improvisamos umas celas feitas com bambus e buracos, se o senhor conseguir mantiver um contingente de 40 50 homens para realizar a vigia dos mesmos acredito que podemos mantê-los aqui até ordens do Almirantado.

-Ótimo, mas acho cabível move todos ate Firgem. O que senhor acha?

  • Seria uma opção até plausível se tivéssemos condições de mover todos de uma única vez.

Dou uma pausa terminando minha caneca.

  • Se bem que analisando mais friamente, seria melhor mantermos eles aqui, vai que as ordens do Almirantado são para leva-los para outro ponto do império, aqui estaremos preparados para embarca-los nos navios e leva-los até onde for solicitado. Acha que seu batalhão pode dar conta da segurança dos mesmos?

-Até podemos, mas teríamos interromper todas patrulhas, posso move eles ate Firgem, mas em duas viagem ou no máximo três em menos de uma semana. Não podemos esquecer que Firgem é ligada na linha ferroviária

  • Então está decidido, eles ficam, e sua patrulha, junto com alguns marinheiros farão a vigia dos mesmos. Acredito que em breve o Almirantado se pronunciará e então vemos o que fazemos. Precisarei de mais um favor se puder, a vila não possui suporte de suprimentos para abastecermos as embarcações. Poderia providenciar o envio de agua e alimentos vindos de outras partes?

-Certo. Irei levar 40 Patrulheiros. Na questão do suprimentos, verei o que posso fazer quando chegar em Mryce.

Percebo um liquido escorrendo por minha testa nas proximidades do corte, ao posicionar a mão verifico que os pontos abriram.

  • Comandante se me permite a licença precisarei refazer esse curativo, por favor fique a vontade e me procure se precisar de algo mais.

Ao dizer essas palavras me dirijo até a tenda medica para os devidos procedimentos.