[INTERATIVO] Cidade de Ligny

[center]Cidade de Ligny[/align]

[size=140][font=Times New Roman][justify]Prédios Públicos:

  • Escola de Educação Básica
  • Posto de Atendimento Médico
  • Sistema de Saneamento Básico

Efetivos Policiais e Militares:

  • Gendarmeria: 20 Soldados[/align][/font][/size]

[justify][tab=30]Já era noite quando George Murray finalmente chegou a Ligny. Já fatigado e indisposto pela longa viagem, ordenou ao cocheiro que o levasse até um pequeno hotel que localizava-se no centro da cidade. Ali, no Hotel Victoria, hospedou-se. Antes de dormir, porém, jantou um bife acompanhado por ensopado de batatas, que lhe fora servida no próprio quarto. Na manhã seguinte, encontraria um contato, uma amigo na verdade, que o conduziria até algumas fazendas que encontram-se à venda.[/align]

Ainda no dia 12 de abril de 1893…

[justify][tab=30]Era cedo da manhã quando o advogado George Murray deixou o hotel onde houvera pernoitado. Conforme combinado, tomou um coche de aluguel e seguiu para a propriedade, já no interior da cidade, de um amigo dos tempos de faculdade. Lá chegando, sem rodeios, ambos logo partiram para visitar algumas fazendas que encontravam-se a venda, o que ocupou todo o tempo da manhã.
[tab=30]Após visitar cerca de 5 fazendas, na sexta, Murray pareceu finalmente encontrar o que precisava. A propriedade não era muito grande, nada mais do que 100 hectares, porém, sua capacidade produtiva era de 90% das terras, excluindo-se apenas as àreas ocupadas pelo grande casarão e pelos galpões. No entanto, o que fez a fazenda ser ser escolhida, fora o fato da mesma já produzir algodão e encontrar-se, ainda, com algumas centenas de arrobas estocadas.
[tab=30]Sem titubear, Murray fez a proposta de compra. Uma contra-proposta veio e, após alguns ajustes, a negociação fora concluída. As tratativas de pagamento e alteração do registro seriam feitas na capital ducal, sendo que o, agora, ex-proprietário da fazenda, acompanharia Murray na viagem de volta, que iniciara na tarde do mesmo dia.[/align]