[INTERATIVO] Cidade de Porto Real - Romania [DESTRUÍDA]

[font=Garamond Bold][size=150][center]CIDADE DE PORTO REAL
DOMINIUM DE NOVA PIEMONTE
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[tab=30]Fundada por volta de 1850, Porto Real, então Khülten-Khad, nasceu com o objetivo de servir como um entreposto comercial entre Shüürga (atual Spem) e Omnod Salkhi, com o passar dos anos a cidade prosperou, alcançando em pouco tempo uma população maior que a dos seus vizinhos, isso graças ao fato de estar localizada em uma região que permite a navegação marítima, servindo assim como principal porto da região.

[tab=30]Porto Real foi conquistada pelo Reino da Romania no início de 1893, durante a Operação Rubicon. Além de ser a única cidade de Nova Piemonte capaz de abrigar um porto, Porto Real também é a Capital do Dominium de Nova Piemonte.

População aproximada: 800[/size][/font]

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[tab=30]Acampamento.
[tab=30]Usando Madeira dos escombros e outros materiais, o Batalhão de Engenharia consegue construir um posto avançado, após concluírem o trabalho eles começaram a ajudar na procura por poços de água potável, depois de alguns fracassos encontraram alguns nos arredores da cidade, apesar da região não ser um verdadeiro deserto, o calor e a falta de árvores tornavam a cede muito pior.

[tab=30]O II Regimento e o III Regimento expandiram a área de patrulha, tanto no oeste quanto no norte, enquanto isso o a III Legião continua as suas patrulhas nos arredores do acampamento.

[tab=30]Ruínas de Khülten.
[tab=30]A Brigada de Artilharia consegue desativar a maior parte das minas encontradas, aquelas que se mostraram um verdadeiro desafio foram detonadas, mesmo assim a busca por armadilhas e qualquer coisa que seja útil continua.

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[tab=30]O Batalhão de Engenharia, com o auxílio da Brigada de Artilharia e do Batalhão de Caçadores, consegue recuperar pedaços de madeira e pedras dos escombros. Esses materiais serão usados para fortalecer o depósito de munições e construir algumas paliçadas ao redor do acampamento.

[tab=30]O General Masserati decide enviar batedores para Shüürga, alguns irão a cavalo e outros iram a pé, pela costa.

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25/03.
[tab=30]Os batedores retornam para o acampamento e informam o General sobre a existência de defesas naturais, eles também relatam que avistaram poucas tropas, mas o General decide ignorar tal informação dada as táticas utilizadas pelo inimigo, mais um grupo de batedores é enviado.

26/03.
[tab=30]O NSM Defensor e o NSM Vigilante finalmente retornam, eles entregam os suprimentos destinados ao Exército e novas ordens, em seguida eles partem para o Pacífico em busca da I Frota. A II Legião começa os preparativos para marchar.

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[tab=30]Com o desaparecimento da ameaça de um contra-ataque rebelde a III Legião retorna para Khulten Khad, os soldados montam o acampamento nos arredores das ruínas da velha cidade, patrulhas são realizadas constantemente e equipes são formadas para buscar suprimentos para o acampamento.

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[tab=30]Tendo chegado na tarde de Domingo, a I Frota iniciou o descarregamento dos suprimentos e materiais para os colonos, enquanto isso os colonos foram levados em botes até a praia, a operação de desembarque teve fim apenas no início da segunda feira quando os últimos colonos foram desembarcados e a frota retornou para Áquila.

[tab=30]Os soldados da III Legião auxiliaram no desembarque e no estabelecimento dos colonos, tendo os colonos se estabelecido no acampamento criado pela Legião, acampamento este que passou por uma constante expansão feita pelos soldados ociosos.

[tab=30]O General Pontello e o líder dos colonos, Cícero Lucretius, conversaram durante boa parte da manhã sobre o plano de colonização e a região, enquanto isso os colonos iniciaram a conversão do acampamento em um devido assentamento, já as tropas da III Legião expandiram a sua área de patrulha e testaram as novas metralhadoras enviadas pelo QG.

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[tab=30]Instalando-se na região, os primeiros colonos montam pequenos acampamentos para poderem pernoitar. No inicio da manhã do dia seguinte, iniciam alguns planos, juntos com as autoridades militares presentes e alguns engenheiros e arquitetos para construção de casas e um depósito central, para armazenarem todos os seus suprimentos.

[tab=30]Utilizando-se de alguns instrumentos que trouxeram consigo e os vários materiais que a região oferece, começam os primeiros trabalhos de fixação de vigas no solo para servirem de sustentação às suas casas.[/i][/size][/font]

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[tab=30]Mais um grupo de colonos chega nas praias de Porto Real, trazidos por uma empresa de navegação Romaniana, eles rapidamente desembarcam todos os seus pertences e se juntam aos outros colonos. Durante as próximas horas eles se estabelecerão em abrigos improvisados e ajudarão no desenvolvimento da colonia.

[tab=30]Com a chegada do segundo grupo a III Legião inicia o seu retorno para a Romania, em breve uma força de segurança será enviada para garantir a defesa da região.

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[tab=30]Algumas casas e um pequeno prédio para servir de sede administrativa são construídos, alguns colonos iniciam a construção de pequenos barcos para a pesca costeira, enquanto isso os mais religiosos iniciam a construção de uma pequena capela sob a liderança de Sir. Cícero Lucretius.

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Sem mais uma força de defesa, a cidade romaniana que estava sendo reerguida é completamente destruída por 5 mil soldados rebeldes. Não havendo mais nada que pudesse ser chamado de cidade os soldados começam uma caminhada rumo ao nordeste.