[INTERATIVO] Cidade de Puy

[center]Cidade de Puy[/align]

[size=140][font=Times New Roman][justify][tab=30]Quando de sua fundação, na virada do século XIX, Puy fora um assentamento de pescadores que tiravam o seu sustento do Rio Nery, afluente do Rio Gardennay. Sua história encontra-se intimamente ligada ao passado bélico do Arquiducado, uma vez que durante a Guerra da Independência e, posteriormente, no Império, Puy loteou a II Tropa dos Caçadores da Gardenha, força regional que fora responsável pela segurança militar do Arquiducado durante muitos anos.
[tab=30]Atualmente, após uma série de reformas na estrutura das forças armadas, a cidade passou a sediar o II Quartel do Exército Arquiducal, onde encontra-se loteada a 2ª Brigada de Infantaria. Além disso, contando com uma população de aproximadamente 150 mil habitantes, Puy vêm vivenciando um crescimento econômico vertiginoso com a instalação de pequenas e médias indústrias, além da expansão levada a cabo no setor de serviços turísticos.[/align]

Prédios Publicos

  • Escola Técnica
  • Escola de Educação Básica
  • Posto de Atendimento Médico
  • II Quartel do Exército Arquiducal

Efetivos:

  • Exército Arquiducal: 2.900 Soldados / 20 Metralhadoras
  • Gendarmeria: 75 Soldados[/font][/size]

Entre as vielas do centro de Puy, flanqueadas por tendas dos mais diversos comerciantes rurais, transita um coche habitual, guiado por um senhor de aparência pouco excepcional em relação aos que se encontra no interior. Abanando a mão e rugindo, ele esclarece o caminho pelo qual crianças e campesinos esbaforidos atravessam com caixotes de verduras, tecidos e tubérculos. O cavalo, magro e caído, admira pela resistência à tentação, repudiando morder uma ou outra cenoura deixada no chão; trata-se, talvez, da urgência em chegar ao destino.

Avizinhando-se de um casa próxima a um sítio abandonado às margens do rio, o cocheiro para e assovia com fadiga. Dois passageiros bem trajados em sobretudos descem e, com ajuda de um novo personagem que surge da fachada, tomam a pesada caixa que levavam consigo.

[size=125] Olaf,Emilio e terceiro, retira o sobretudo que jogaram dentro da carruagem, ambos foi cumprimentar o terceiro que era Jacques

-A quanto tempo Jacques

-Sim, é bom vê de novo - Ambos se cumpriementa e volta fala. trouxe comendador?

-Sim.

Em seguida chegam três cavaleiros chega, Olaf conversa com eles. Ainda o corpo dentro da caixa, leva dentro do casa grande, fecha cortinas, abre a caixa espera acorda mas mesmo Olaf pediu empregado que um balde de água.
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O Comendador eriça-se imediatamente com a rajada de água, ainda mais fria naquele cômodo mal iluminado e parcamente aquecido. Seus olhos lhe transmitem imagens turvas, duplicadas: não se lembra dos últimos momentos, mas tem certeza de que, tonto como está, algo o acertara.

-Pelas águas do batismo de Miecislau! Onde estou?! -ele exclama ao recuperar a regularidade dos sentidos, embora seu arquejar lhe impeça de notar os malfeitores.

[size=125] -Em lugar distante da capital, Jacques tem como roupas secas?

-Sim, afina ele não é inimigo.

-Afinal amanha teremos que partir para Norþ Særima.[/size]

Divilly, de pé, analisa, Introspectivo e impassível, a situação na qual está inserido. Os homens à sua volta não lhe tiram os olhos, mantém as mãos cruzadas sobre o colo. Ele pressente a má natureza deles: mafiosos, diria hipoteticamente. As portas que vislumbra estão distantes demais para oferecerem sucesso a uma abrupta fuga. As janelas, cobertas, impossibilitam averiguar a existência de outros inimigos fora da casa. Poderia ele abandonar seu estilo rebuscado e tentar uma pugna suja e baixa? Ele não está em má forma, mas os cavalheiros provavelmente estão armados.

Após meio minuto silencioso e absorto, Jacques chega com trajes secos e uma toalha; o Comendador toma-os e, inexpressivo, dirige-se para uma câmara mais privativa. Os sequestradores se entreolham, e um segue-o, tomando a precaução de trancafiar qualquer saída do quarto onde o polaco haveria de se trocar. Por fim, ele volta.

-Monsieurs?

[size=125] Emilio com testa franzida, responde.

-Sim.
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-Deem-me um bom motivo para tudo isso… Antes que os que, certamente, já estão à minha procura cheguem.

-Se estão a procura de vossa pessoa, boa sorte para quem tenta. - junto com Olaf e outros deram gargalhada. -Mas antes de fala porque tudo isso, quero saber se tem contatos vossos parentes, como irmãos, tios, primos?

O Comendador tenta decifrar-lhe o porquê do interesse, mas falha e responde-o hesitante:

-Não, não tenho contato com parentes desde que deixei Danzigue na primavera de quatro anos atrás. Embora… Sim, tio Miroslaw há algum tempo surpreendeu-me em minha antiga residência… Mas hoje provavelmente está longe, em suas viagens mundo afora…

-E relações amorosas?

-Relações amorosas? -Divilly levanta a sobrancelha com um meio sorriso desdenhoso.- Não.

[size=100] Emilio e Olaf olha um para outro com olhar de decepção, passando mão na cabeça, então, pergunta novamente, mas de forma direta.

-Comandador ter algum ponto ‘fraco’?[/size]

Fadigado e confuso, o Comendador estoura.

-Que raios! Digam logo o que querem comigo!

-Se acalma, acalma, por hoje chega e irei enviar janta para quarto na noite, talvez bolacha e se quiser vou deixa um vinho da região. Houve mudanças de planos, mas amanha iremos para Myrce, vou deixa 2 homens te olhando. Dois começaram acompanham para quarto que foi destinado ao polaco, mas antes Olaf grita. -Ei, Sei tenta fugir, Boas coisas não vai acontece. Depois continuaram, Olaf, Jacques e Emilio conversaram em seguida.

Um grupo de 5 carruagens passa pelo Centro da Cidade Comercial, ambas levam um grupo de homens, as carruagens param em frente a um prédio, então eis que os homens saem de suas carruagens, os homens vestiam uma espécie de capa preta com certo símbolo maçonico em seus ombros direitos, ambos entram rapidamente no prédio. Logo depois uma carruagem dourada chega ao local, dela sai o Comendador Willian, ao chegar e recebido pelos outros Senhores, e é cumprimentado pelo Grão-Mestre, que conversa algo rapidamente por com ele, então os dois entram no prédio, onde iriam ser realizadas umas palestras e mais tarde haveria o Ritual de Iniciação do Comendador e de seus Colegas.

No final daquela tarde, já ao cair da noite, depois de varias palestras e debates, finalmente chega a hora tão esperada por ambos, o Ritual de Iniciação dos novos membros, inclusive do Comendador, então todos os presentes vão a uma grande sala onde em seu chão de Piso liso, estava desenhada uma grande Cruz Templária, em frente ao Salão havia uma espécie de Altar-Mor e três cadeiras atrás da mesma, parecido a um altar de Igreja, ambos os novatos se formam em frente ao Altar-Mor, então o Grão-Mestre se aproxima dos mesmos e diz:

- Senhores, hoje os Senhores estão prestes a entrar para a Fraternidade Templária, e para confirmar sua Fidelidade, Confiabilidade e principalmente Sigilo Total do que e Conversado entre essas Paredes, os Senhores precisam fazer um rápido Juramento de Sangue, onde os Senhores provarão ser dignos de serem Cavaleiros Templários desta filial Gesebiana. Então, Senhores, se ajoelhem, para assim eu começar o Ritual de Iniciação.

Ambos os oito homens, inclusive o Comendador se ajoelham, então o Grão-Mestre começa seus dizeres:

- Senhores, juram ter Fidelidade, Confiabilidade, Fraternidade com seus novos Irmãos de Sangue, prometendo ajuda-los e serem ajudados pelos mesmos em uma só União de Sangue?

Ambos os homens juram e repetem em juramento as Perguntas, e o Grão-Mestre continua:

- Senhores, juram defender o Conhecimento, Ciência e Razão, em defesa do Povo Gesebiano e a População de toda a Terra em que Viveis, a partir deste Celebre Momento?

Ambos confirmam seu Juramento e o Grão-Mestre continua suas palavras de Juramento:

- E por ultimo, Senhores, agora a parte mais Importante, os Senhores juram Defender as Sagradas Escrituras até seu ultimo suspiro nesta vida Terrena e Mundana, sendo assim, juram morrer em nome de Deus, Jesus Cristo e o Espírito Santo que os abençoa neste Celebre Momento, alem de Combater com todas suas Forças qualquer resquício de Heresia e Paganismo dentro de sua Santa Igreja, e com isso Defender a Nova Ordem do Mundo?

Todos com uma Grande e fumegante resposta, respondem que Sim, então o Grão-Mestre chama um de seus auxiliares que traz um prato com uma agulha, água e umas toalhas de papel, então o Grão-Mestre diz – “Juram ter Sigilo Total com tudo que e discutido entre essas Paredes?” – Ambos respondem que Sim, então um por um o Auxiliar retira uma gota de sangue do dedão de Cada um e as junta em um frasco de vidro, todas juntas, e o Grão-mestre diz – “Agora os Senhores são Irmãos de Sangue, e nada pode os separar, somente a Morte, Sejam Bem-Vindos, Senhores!” – Então depois do Ritual de Iniciação, os membros mais antigos cumprimentam os novos membros da Ordem e uma pequena confraternização e feita no local.

Depois da Confraternização, o Comendador William se despediu dos Presentes e do Grão-Mestre e junto a um Homem da Ordem Templária, parte para a Estrada em sua Viagem de Volta a Gardignon.

[offtopic][spoil]Então galera, eu decidi abrir uma Ordem Secreta, ela será uma Ordem baseada principalmente no Conhecimento e Ciência, então daqui poderão sair muitas Mentes Brilhantes, caso alguém queira fazer seu Personagem um membro da Ordem me Mande um MP, ou queira fazer um RP na mesma, também me Mande um MP, espero que gostem da ideia, ou simplesmente, tenha gostado da ideia de RP, Grato pela atenção.

[/spoil][/offtopic]

[font=Palatino Linotype][size=125]Ainda durante a manhã do dia 25, a I Brigada de Fuzileiros Imperiais chegou à Puy após a caminhada intensa que se estendia de Gardignon à Puy. Após 1 hora de descanso, os fuzileiros começaram a montar o acampamento nos arredores da cidade, terminando pouco antes do meio-dia. Após o almoço, todos os fuzileiros sem exceção foram reunidos no pátio central do acampamento e após o Capitão Hart perfilar os soldados e mantê-los em forma, o Grande-Almirante seguiu para lá.

  • Senhores, a partir de hoje daremos início à um intensivo treinamento de sobrevivência, tiro, combate corporal e algumas táticas. Começaremos à noite, até lá, descansem o máximo que puderem! Dispensados!

Após isso, o Grande-Almirante partiu para o seu alojamento.[/size][/font]

[font=Garamond][size=150]- Onde diabos deve estar Alexander? Será que ele não recebeu o telegrama?

  • Acho que não foi informado, senhor - disse o Capitão Hart.
  • Envie outro telegrama. Desta vez diretamente para o Palácio dos Dragões.
  • Sim, senhor.

O Capitão Hart então partiu para a estação telegráfica de Puy para enviar o telegrama ao Duque.[/size][/font]

O treinamento dos homens havia sido concluído. As tropas, tanto os veteranos quanto os recrutas recém-chegados estavam retornando para o Quartel em Gardignon.