[INTERATIVO] Cidade de Tarviso

[center]Cidade de Tarviso[/align]

[font=Garamond][size=150][center]Vista panorâmica da região central da Cidade.[/align]

[justify][tab=30]Tarviso é mais uma das antigas “colonias” do Reino da Romania. A cidade fora fundada por um pequeno grupo de pioneiros romanianos que para cá vieram, com o intuito de encontrar minerais preciosos e estabelecer as suas fazendas. A cultura da cidade é uma mistura das influências cisalpinas e romanianas, tendo a última prevalecido como se pode notar na arquitetura de suas residências e no comportamento de seus cidadãos.

[tab=30]Até o inicio de 1891, Tarviso era administrada pelo Governo Central, porém, isso mudou quando a mesma recebera o direito de eleger um Intendente - quando da sua elevação de vila para cidade - que assegurou os seus laços com a “Cultura Mãe”. Apesar disso, a cidade mantem uma relação amistosa com os seus vizinhos draconianos, o preconceito contra os draconianos não é tão acentuado como no resto da Romania, mas mesmo assim ele ainda é visível nos rostos dos jovens e ex-combatentes da cidade.

[tab=30]A economia da cidade é puramente agrária. Alguns dos seus habitantes ainda tentam a sorte nas montanhas do norte, mas a maioria retira o seu sustento do comércio e da terra. A cidade possui um posto médico e, também, Posto de Fronteira que é responsável pela fiscalização da fronteira com o Reino da Dracônia.[/align]


[center]Intendente Gaius Claudius Publius.[/align]

Prédios:
Posto Médico
Posto de Fronteira
Escola Primária

Efetivos:
Carabinieri: 70 Soldados.
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[font=Garamond][size=150]Com o posto concluído os cinco soldados da Carabinieri se instalaram na sua nova “casa,” o oficial leu novamente as suas ordens e as repassou aos seus colegas, eles chegaram as suas armas e se prepararam para iniciar a inspeção aleatória de veículos e pessoas que entrassem na cidade.

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[center]Posto de Fronteira[/align]

[tab=30][tab=30]Com a intensificação nas vistorias realizadas nos Postos de Fronteira, percebe-se uma ligeira diminuição nas apreensões de armamentos e munições consideradas contrabandeadas. Indagava-se quais outras rotas estariam tomando os contrabandistas que não a fronteira entre Windhelm e Áquila.

No começo do dia alguns operários do Governo Romaniano iniciaram a construção de uma Escola Pública no centro da cidade.

Pouco antes do final da tarde uma cerimônia fora realizada no centro da cidade para inaugurar o mais novo prédio da cidade. Centenas de moradores participaram da reunião onde a Canção dos Guerreiros, popularmente chamada de Hino da Independência, fora cantada, muitos boatos sobre o futuro da recente nação fora comprovados ou desmentidos, mas era geral a sensação de anseio pela coroação do Rei Aclamado.

Muitos equipamentos chegam para serem agregados à Escola Pública. Diversos livros, cadernos e lápis chegam à unidade, bem como instrumentos para laboratório.

[center]Escola Primária de Tarviso[/align]
[justify][tab=30]Conforme se previa no Calendário Escolar, teve início na manhã da segunda-feira, 22 de fevereiro de 1892, o ano letivo na Escola Primária de Tarviso.[/align]


[center]Turma da 3ª Série, em seu primeiro dia de aula.[/align]


[tab=30]Durante a tarde do último dia, funcionários do Governo Real estiveram presentes na cidade para fazerem um relatório e entregá-los ao Poder Executivo. Tal relatório conterá dados acerca de prédios de serviços públicos e as atividades econômicas realizadas no local.
[tab=30]Após analise minuciosa, estes agentes do Governo vão até a sede dos Governos Locais, onde conversam com as autoridades e ouvem suas propostas e criticas. Tudo foi relatado e será encaminhado ao Gabinete do Cônsul, para que este tome as devidas medidas para desenvolvimento local.

Em uma área afastada do centro pulsante da cidade, novas moradias são construídas, para atender as necessidades da crescente população local. Apoiados por populares e algumas pequenas casas de créditos locais, que financiam as construções, as residências, de madeira, são construídas rapidamente.

[justify][tab=30]Para acomodar tantos imigrantes que veem para o Reino da Romania, pequenos edifícios são construídos em parceria com os governos municipais e alguns empresários locais.[/align]


[tab=30]Com a aproximação do Natal, populares iniciam os preparativos para grandes comemorações, passeatas religiosas e decorações da cidade. Com isso, o comércio tem um leve crescimento em relação aos meses anteriores, devido a intensa atividade no período.


[tab=30]Ex-membros dos extintos Punhos Nacionais se reúnem em uma tradicional taverna da cidade, jovens e velhos discutem o quão prejudicial é permitir a estada de sunerianos e outros “bárbaros” na cidade e na Romania em si, é quase um consenso que os povos do oeste nada mais são do que ameaças ao Reino e à cultura romaniana.


[tab=30]Um pequeno destacamento da Carabinieri faz exercícios na praça central de Tarviso, simulando possíveis ações de combate com manifestantes. As recentes turbulências vividas no Reino, vem causando enorme histeria e medo por parte da população.

[font=Garamond Bold][size=150]

  • Senhor, os novos carabinieris chegaram.

  • Ótimo Sargento, quantos são mesmo?

  • 35 soldados prontos para servir , senhor.

  • Perfeito, apresente os alojamentos e depois mande-os para as ruas, concentre as patrulhas no centro, quero ficar de olho naqueles “constitucionalistas.”

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Alguns cidadãos debatem sob as relações com a cidade vizinha, Nova Rostöck, em uma taverna da cidade, alguns defendem que eles deveriam ser integrados ao Reino, outros defendem a criação de um muro para separar as duas cidades definitivamente… outros acham que a cerveja está muito cara.[tab=30]

Um telegrama é entregue a um jovem.


[tab=30]Em vista dos recentes acontecimentos diplomáticos, populares vão as ruas da cidade em protesto contra o país vizinho, acusando-os de afronta a neutralidade romaniana, bem como a paz e a moral dos mesmos. Os cartazes exibidos por todos os lados das manifestações demonstram o apoio do povo à Sua Majestade e às Forças Armadas

Durante a noite, 50 homens realizam o bloqueio dos trilhos ferroviários. Os demais 1450 começam a se espalhar pela cidade, sendo que destes, 50 fariam rondas pela cidade, aplicando toque de recolher.

Como não houve qualquer resistência por parte da população local, talvez pelo fato de não serem xenófobos como algumas outras cidades, a cidade é tomada. Todo armamento da população é temporariamente confiscada.
E com a ferrovia bloqueada em 3 pontos com entulhos, especialmente pedras e árvores, os 50 soldados retornam à cidade.


[tab=30]Os Carabinieris se abrigam na estação policial ao lado dos soldados do posto de fronteira. Eles bloqueiam todas as entradas e das janelas disparam contra os rebeldes que tentem avançar contra o local.