[INTERATIVO] Distrito Real de Áquila

[center]Distrito Real de Áquila[/align]

[font=Times New Roman][size=150][i][justify][tab=30]Como forma de melhorar a administração no interior do Reino, aprovou-se, com base no Decreto 29/1892 do Poder Executivo, a divisão das Províncias Reais em Estados Administrativos.
[tab=30]O Distrito Real de Áquila, cuja capital é também a capital do Reino, a Cidade de Áquila, localiza-se no território banhado pelo Oceano Pacífico, e tem como principal atividade econômica, o setor de serviços, até por conta da capital real ser o principal pólo financeiro do Reino, sediando diversas companhias, bancos e demais empresas.
[tab=30]Fazem parte do Estado as Cidades de Augusta, Latina, Macerata e Áquila, com uma população, segundo o Censo de 12/1892 IRPER, 2.026.493 habitantes.[/align]

Governador
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Cidades e Seus Intendentes
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Edifícios e Prédios Públicos
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[tab=30]Logo após a criação do Estado, uma junta governativa, indicada diretamente por altos funcionários públicos assumem a administração local. Até a escolha de um governador, o estado será governado por esta junta.

Deixando Latina, as forças draconianas se preparam para cercar a capital romaniana. Informes dão conta de que a cidade está um caos, com várias facções dominando partes da cidade, e o governo provisório mal conseguindo manter a ordem nos arredores dos prédios públicos. Reforços do norte são esperados para colocar o cerco em prática.
Enquanto isso, parte do exército segue para as cidades de Macerata e Reggio, para cortar as comunicações terrestres de Áquila.

Recebendo os informes do Tigre da Dracônia, Yama decide iniciar logo o cerco à Áquila, enviando um comunicado de que todos os que aceitarem a proteção draconiana contra os rebeldes estarão seguros e nada lhes acontecerá. As forças, entretanto, aguardam a chegadas dos exércitos do sul e do norte para iniciarem uma possível invasão da cidade.

O cerco à cidade é mantido, enquanto comunicações precárias são mantidas com a resistência dos governo provisório. A expectativa agora é pela chegada da I Frota, para iniciar a invasão da cidade.

Com a chegada da I Frota e dos reforços do Norte e do Sul, um ultimato é enviado aos rebeldes que dominam quase toda a capital romaniana. Enquanto isso, tratativas secretas com o governo provisório e a Garra procuram uma oportunidade de intervir internamente no caso de uma invasão à cidade.

Ouvindo as explosões e vendo os incêndios que começam a se alastrar pela cidade, o exército draconiano entende que este é o sinal da garra e inicia a invasão da cidade. Os rebeldes, sem saber qual região defender, se entrincheiram nas ruas e nas casas, enquanto começam a ser atacados por todos os lados.