[INTERATIVO] Fronteira Central de Gesébia - região de Firgen

[center]Fronteira Central com Gesébia - região de Firgen

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[justify][tab=30]Antigamente a região do Grande Deserto próxima a Firgen era vigiada para que se evitasse que os “bárbaros” do deserto atacassem o povo gesebiano. Com o passar do tempo, Firgen cresceu e passou a ser a segunda maior cidade do Império e, agora, se tornou o local de maior convivência entre os sunerianos, o povo do deserto, e os gesebianos.

[tab=30]Com o contato pacífico entre esses dois povos começou-se uma incipiente relação comercial, o que manifesta-se por algumas caravanas sunerianas que trafegavam pela região, bem como os ainda presentes patrulheiros.[/align]

Richard, Lucas e Douglas e seus companheiros sunerianos seguem pelo deserto, margeando dunas, até que são surpreendidos por uma tempestade de areia mais intensa. O que os fará atrasarem um pouco a viagem até Midsunrise, a primeira cidade da Sunéria a partir de Firgen. Douglas tenta manter um mapa atualizado do caminho percorrido.

A caminhada da comitiva foi longa, eu precisava fiscalizar todos os preparativos, e assim seguimos nossa trajetória;

Passamos por Khoyor Ëgch Naraa e lá pude perceber que todo o planejamento se encontrava em sua fase final de lá seguimos para Qian recebi as reivindicações das poucas pessoas que ali se encontravam e assim prosseguimos margeando as montanhas, passamos pela construção dos muros de Myrce aproveitei para fazer as devidas anotações.

Dois dias depois de viagem seguindo ao sul alcançamos nosso objetivo, a fronteira com Firgen.

Em todo nosso trajeto duas bandeiras acompanhavam sempre hasteadas, a bandeira da Sunerias Unidas e uma bandeira branca simbolizando que a comitiva vinha e missão de paz.

Não tardou muito e uma patrulha nos avistou…

[offtopic]Desculpem a demora, tava corrido aqui no serviço, agora a ação segue com quem faz as ações das patrulhas.

To no aguardo.[/offtopic]

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[size=150][tab=30][font=Garamond Bold]A cerca de meio caminho entre Firgen e SunneGod, um cavaleiro solitário em vestes sunerianas parou sobre uma duna, observando o horizonte. Vendo uma grande nuvem de poeira vinda da direção da capital suneriana, tapou seu rosto e avançou, sabendo ter encontrado seu objetivo.

[tab=30]- Aestandan, gyst! Hwæt wilt þū?
(Alto, estranho! O que procuras?)
[tab=30]- Ic becuman be cweþan of Cyng Alexander of Draceard! Ic beþearf to ācweþan tō Sir Caçador!
(Eu venho em nome do Rei Alexander da Dracônia! Preciso falar com Sir Caçador!)

[tab=30]Ouvindo falar do Rei da Dracônia e de seu superior, os soldados que o interpelaram o fazem apear, e após revistá-lo, o levam até Sir Caçador.

[tab=30]- Sir Caçador… Tenho uma mensagem do Rei Alexander para vós. - e o estranho faz o sinal da garra no ombro, entregando a carta escrita pelo soberano da Dracônia.[/font]

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Devolvendo o sinal de garra, Sir Caçador escreve rapidamente uma resposta, a sela e entrega ao mensageiro:

  • Coma, beba e se reabasteça e logo volte ao seu comandante. Enquanto isso me conte algumas novidades…

[justify][tab=30]O estranho contou sobre a militarização da Romania, e como isso preocupava os membros da Garra. Contou sobre os preparativos feitos pela Dracônia para a guerra. Contou casualidades e notícias triviais. Após comer, foi-lhe cedido um espaço no acampamento para dormir e, ainda antes de raiar o sol, agradeceu a hospitalidade e partiu.[/align]

Sir Caçador ouve atentamente as novidades, sendo que poucas o surpreenderam.

Quase todos os exércitos reunem-se para a Batalha de Etssin, até terça-feira todas as tropas devem ter chegado, inclusive a do Grande Rei.

O Exército Draconiano finalmente chega à planície agora convertida em Quartel-General das Forças Aliadas.

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[tab=30]A II Legião monta acampamento no ponto de encontro das forças aliadas, assim que o acampamento fora montado todos se prepararam para uma inspeção.

[tab=30]Após verificar o estado das suas forças, o General Maseratti e alguns dos seus oficiais foram ao encontro dos comandantes draconianos e sunerianos.

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Com a reunião de todos os exércitos. Reuniões repassando o plano de batalha: os Sonis cuidarão da parte oeste do cerco. A Suneria da parte norte e o leste e sudeste com a Romania e a Draconia.

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[tab=30]O General Maseratti e o seu Estado-maior, com a ajuda de tradutores, sugerem o uso conjunto da artilharia Romaniana e Draconiana afim de enfraquecer as defesas rebeldes, resultando assim em menos baixas para as forças aliadas.

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  • Nós nos preocuparemos em manter o cerco, portanto vossa artilharia será importantíssima. Também precisaremos saber os números de vossos exércitos. - diz o Grande Rei.

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  • Majestade temos 5.000 soldados de infantaria, 250 engenheiros, 250 caçadores, 500 Cavaleiros Ulanos e 500 Hussardos, também possuímos 40 metralhadoras, 60 peças de artilharia e 10 morteiros pesados.

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[justify][tab=30]- A Dracônia manteve parte do II Exército em Ömnöd Salkhi - responde, por sua vez, o Coronel Robert Stone, segundo em comando do II Exército Real Draconiano - , mas o restante está aqui, Majestade: 9.000 Rangers, 1.000 Patrulheiros, 1.200 Engenheiros, 50 Gatling Guns e 100 Canhões.[/align]

  • Muito bem. Então temos cerca de 7.600 romanianos, 12.700 draconianos, 33.200 sonis (23.000 cavaleiros e 10.200 infantaria) e 23.400 sunerianos (7.400 camelídeos, 4.000 cavaleiros e 12.000 infantaria). Num total de 76.900 homens treinados. - o Grande rei para de falar e faz sinal para seu filho e general continuar.

  • Nossos espiões, e os da Draconia e Dugardenha (que é a única força daquela nação) levantaram que os números de rebeldes em Etssin estão em torno de 140.000. Podendo ter uma força de 14.000 camelídeos, 6.500 cavaleiros, 31.000 na infantaria, e uns 45 canhões. O que daria um total de 56.000 homens treinados. Contudo parte da população, umas 35.000 pessoas não treinadas, poderão entrar em combate dependendo das circunstâncias da batalha. Além de que eles devem possuir suprimentos para mais uns seis meses de cerco.

  • Já possuímos dados parciais também das forças rebeldes em Sunne: 40.000 habitantes, 12.000 de infantaria, 6.000 cavaleiros, e uns 28 canhões, num total de aproximadamente 20.800 homens treinados.

[justify][tab=30]- Nosso número superior de artilharia deve ser nossa principal vantagem então, Majestade. Danificar ao máximo a cidade, enfraquecendo assim as forças rebeldes e minando o apoio da população.[/align]

  • Nosso maior problema é que parte da cidade é uma acrópole.

[justify][tab=30]- Então provavelmente é onde estarão estocando água, comida e armamentos… realmente, isso complica um pouco as coisas, Majestade…[/align]

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  • Temos 160 canhões além dos morteiros da minha Legião, se realizarmos um bombardeio em larga escala minaremos a moral deles por completo, afinal Sunne não conseguirá ajudá-los deixando os sem esperanças de ajuda.

  • A existência dessa Acrópole é uma informação que não possuíamos, mas talvez ela esteja ao alcance da nossa artilharia, ela está a quantos quilômetros dos muros?

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