[INTERATIVO] Grande Teatro de Windhelm

[font=Times New Roman][center]GRANDE TEATRO DE WINDHELM[/align]


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[tab=30]Construído ao final do ano de 1892 e finalizado no terceiro mês de 1893, o imponente Grande Teatro de Windhelm é considerado uma das obras primas da arquitetura neoclássica do continente gesebiano. Arquitetado pelo renomado arquiteto windhelmino Michael Ouroussoff, o teatro neoclássico contém inúmeras pinturas, bustos e esculturas que vão de momentos históricos à retratos de famosas figuras da rica e heróica história draconiana.
[tab=30]O Swīþlic Palendse é também a casa da Orquestra Sinfônica e do Coral Sinfônico de Windhelm.
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[center]O grande e suntuoso salão principal.[/align]
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[tab=30]Com aspectos das escadas e colunas em madeira ornada ao ouro e pisos em finíssimas madeiras draconianas ou mármore, o Swīþlic Palendse é uma das mais belíssimas jóias de Windhelm. O grande salão principal do teatro comporta um total de dois milhares de pessoas em suas cadeiras e camarotes altamente ricos e ornamentos em esculturas de madeira à ouro, sendo o Camarote da Montanha o mais ornamentado e com a melhor localização de todos eles.
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[center]O Camarote da Montanha[/align]

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[justify][tab=30]Chegando ao Grande Teatro, a comitiva se reúne com alguns políticos e nobres locais, mantendo uma conversa agradável no Hall de Entrada enquanto aguardam a a chegada do anfitrião.[/align]

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[tab=30]Pouco antes das 19 horas, o Casal Marquesal chegou em sua suntuosa carruagem preta com detalhes durados e com o brasão dos Medeiros em suas laterais. Ao chegar, o cocheiro abriu a porta e primeiro desceu o Marquês em seu uniforme de gala vermelho dos Guardas de Drake com as tradicionais dragonas e detalhes em dourado no colarinho e nos pulsos e calças pretas com listras vermelhas e com uma faixa azul claro que ia do ombro à cintura coberta por medalhas honorárias e de campanhas militares, o colar da Grã-Cruz da Ordem de Drake e abaixo da faixa a insígnia do mesmo nível da ordem. E logo após desceu graciosamente a Marquesa em vestido bege com detalhes em brilhante que o davam uma aparência dourada e a fazia a mais estonteante e bela presença na inauguração, e enquanto descia, o Marquês segurava sua mão.

[tab=30]A Guarda de Honra do Departamento de Polícia de Windhelm fazia a segurança interna do Grande Teatro e soldados do Exército Real faziam a segurança externa. Na chegada do anfitrião, a multidão que já se acumulava na rua bradava gritos de “Viva a Dracônia! Viva o Rei! Viva o Marquês!”, e algumas comitivas convidadas pasmavam com o carinho do povo.

[tab=30]O Marquês ao lado de sua esposa cumprimentou as presentes comitivas nacionais e estrangeiras e seguiu para a entrada, onde cortou a faixa vermelha na entrada e ordenou que as grandes e grossas portas de madeira fossem abertas e as comitivas e demais convidados entraram no Swīþlic Palendse.[/size][/font]

O nobre casal de Saint-Depoux discretamente participava do festejo. Partiriam amanhã pela manhã rumo à Europa.

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[tab=30]A Comitiva Real chegou pouco antes dos anfitriões, o Rei acompanhado pelo Secretário dos Negócios Estrangeiros, o seu Secretário Privado e por quatro Dragões. O Rei trajava o uniforme de gala da Marinha Real com as tradicionais dragonas, e com uma faixa roxa que ia do seu ombro esquerdo até a cintura, logo abaixo da faixa, no lado esquerdo de seu peito, estava a Grão Cruz da Ordem dos Cavaleiros da Romania.

[tab=30]Quando as portas que davam para as grandes câmaras foram abertas o Rei ficou admirado, a arquitetura era bela e rica em detalhes, quase rivalizava com o Grande Theatro de Áquila. Já no interior do prédio o Rei dispensou a sua guarda.

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[font=Times New Roman][justify][tab=30]A noite havia apenas começado. Primeiro houve uma pequena tour por dentro do Grande Teatro, e o Marquês fez questão de apresentar a todos os dois salões menores do Grande Teatro, o Salão Wintergeweorp e o Salão Heofonfȳr.[/align]

[center][size=110]O Salão Wintergeweorp


O Salão Heofonfȳr[/size][/align]

[justify]As comitivas já tinham entrado no majestoso salão principal, o Salão Swīþlic Goldsele e todos se encantavam com a belíssima arquitetura e iconografia que estava em todos os lugares do Swīþlic Palendse. Os convidados se acomodaram de acordo com as indicativas que haviam sido postas e pouco após o Marquês subiu ao palco.[/align]

[center]O Salão Principal Swīþlic Goldsele[/align]

[size=150][justify]- Uma bela noite esta, não acham? Cumprimento e agradeço a todos os convidados que aqui estão esta noite, em especial as Suas Majestades o Rei Alexander da Dracônia - estrondosos aplausos foram executados pelos presentes - e o Rei Humberto da Romania que saíram em viagens longas até nossa Fortaleza da Ventania, e também ao Conde e a Condessa de Saint-Depoux que representam neste momento a Sua Alteza a Arquiduquesa Selma da Dugardenha, que não pôde estar aqui em virtude das preparações para sua coroação. Agradeço também aos demais nobres e comitivas, aos meus presente amigos o Visconde de Oxenaforda e o Barão de Halle, que me ajudaram no planejamento desta cerimônia. E agora, sem mais delongas, até porque eu preferiria estar sentado como vocês, - e todos caíram na gargalhada - apresento-vos o Coral e a Orquestra Sinfônica de Windhelm!

As vastas cortinas vermelhas por detrás do Marquês abriram-se e os cantores do coral caminharam para frente e logo atrás numa estrutura montada atrás estavam os músicos da orquestra, que logo começaram o concerto. O Marquês subiu para o Camarote da Montanha, onde estava sua esposa e os convidados mais importantes, os Reis e o casal Condal de Saint-Depoux, além do Barão de Halle com seus dois filhos e do casal Viscondal de Oxenaforda.

[BBvideo 250,100]http://www.youtube.com/watch?v=V92OBNsQgxU[/BBvideo][BBvideo 250,100]http://www.youtube.com/watch?v=XFX8S9aAgvw[/BBvideo]
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Ao fim, todos estavam absolutamente maravilhados com a performance de ambos coral e orquestra. O Marquês então virou-se aos Reis e ao Conde de Saint-Depoux.

  • Agradeço-lhes que tenham vindo de longe para participar deste belo momento. É uma honra tê-los aqui como nossos convidados.[/align][/size][/font]

[justify][tab=30]- O prazer é todo nosso, meu caro. A construção está belíssima, e a programação deveras interessante, não deixando nada em haver quando comparada com os melhores teatros europeus. Confesso - continuou Alexander, voltando-se ao Rei da Romania - que surpreendeu-me um pouco que Vossa Majestade tenha deixado as ensolaradas planícies da Romania em troca da fria Dracônia… mas alegro-me, a amizade entre duas nações depende mais dos atos de seus líderes que de uma resma de papéis.[/align]

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  • Realmente, é uma bela construção e a programação fora simplesmente sublinhe, mas Alexander - diz o Rei ao se virar para o Monarca Draconiano - vamos deixar os tratamentos de lado. Lhe garanto que você não foi o único que se surpreendeu, metade do Senado ficou boquiaberto quando lhes informei sobre a minha visita - diz o Rei em tom jocoso.

  • A verdade é que eu pretendia visitar a Dracônia e a Dugardenha no ano passado, mas acabei doente e isso acabou se tornando uma possibilidade distante em minha agenda cada vez mais apertada.

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[justify][size=150][font=Garamond Bold][tab=30]- Entendo muito bem isso, meu caro Humberto… estar {a frente de uma nação recém-formada, por mais que já houvesse uma regionalidade estabelecida durante o Império, nos toma todo o tempo disponível… mesmo na questão da Kaiser, quase enviei um emissário, mas decidi eu mesmo participar… felizmente a Cisalpínia está em boas mãos - diz,voltando-se ao Marquês - o que me deixa um pouco mais aliviado em relação ao sul do Reino.

[tab=30]Nesse momento a conversa foi interrompida pelo aplausos do público, ao final do ato que acabara de ocorrer.

[tab=30]- Mas não devemos deixar que as desavenças que tivemos no passado impeçam que nossas nações prosperem, em conjunto. Somos todos gesebianos, afinal, draconianos, dugardenhos - diz, meneando em sinal aos representantes da Dugardenha - e romanianos, mas a Ilha é nossa terra, e há metade dela que deseja nos ver desunidos.[/font][/size][/align]

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  • Bem, então temos meia ilha para subjugar. Quanto a cooperar, isso é o que mais temos feito, afinal as minhas tropas atravessaram o seu território e em troca estão garantindo que os rebeldes não avancem até Choyr, os meus navios atravessaram os vossos mares e em troca vão destruir a marinha rebelde, garantindo assim a segurança de vossos navios no sul, todos saímos ganhando, concordam?

[tab=30]Quando o Rei termina de falar o seu secretário se aproxima e cochicha algo em seu ouvido.

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- De fato, Humberto. Como dizem em terras brasileiras: uma mão lava a outra.

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  • Verdade Victtorio, Verdade - o Rei faz um leve sinal com a mão e um serviçal enche uma taça com vinho e lhe entrega.

  • Temos mais um motivo para comemorar meus caros, Khulten… Khad caiu e a essa hora Shüürga já deve estar cercada, esses rebeldes não terão onde se esconder.[/size][/font]

[justify][tab=30]- Ótimas notícias, ótimas notícias… Se os planos a oeste se mantiveram conforme acordado, em pouco os rebeldes terão que abandonar as armas… e poderemos nos voltar a outro inimigo…[/align]

O Conde de Saint-Depoux agradece o Marquês e elogia o quão bela é a construção, que mesmo menor que outros teatros da Ilha talvez fosse o mais belo de todos. No restante do tempo mais preocupou-se em ouvir a conversa entre os monarcas do que qualquer outra coisa.

Ao ouvir o elogio do Conde, o Marquês teve estranheza ao ouvir que o teatro é o menor da Ilha justamente por ser o maior de todos eles, mas não disse nada.

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  • O Império Vermelho, devo dizer que ele me surpreendeu, desde o começo não houve nenhum relato da participação ativa dele, a única participação deles na guerra tem sido através do fornecimento de armamentos.

[tab=30]Enquanto o Rei falava o seu secretário prestava atenção em todos os presentes, após algum tempo ele estranhou o silêncio do Conde, ele era supostamente o representante da Dugardenha, mas nada de relevante fora dito por ele.

  • Sabemos que o Império possui uma vasta capacidade militar é uma frota de grandes proporções, isso me faz imaginar que a verdadeira guerra será travada no norte, eles devem estar fortalecendo os nortenhos e se preparando para a guerra com nós.

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[justify][tab=30]- O cessar-fogo com os nortistas não foi uma opção, devo dizer, tentadora, mas uma guerra em dois fronts seria deveras complicada. Era o que devia ser feito. Pelo que soubemos através dos sunerianos, o foco do Império Vermelho está a oeste, mas logo devem sevoltar ao leste. Isso certamente acontecerá, muito provavelmente os rebeldes não são nada mais que uma forma de testar nossa capacidade.[/align]

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  • Um teste muito desagradável, mas deixemos essa conversa para outra hora e aproveitar esse magnífico espetáculo.

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[tab=30]Com o findar das apresentações o Rei e sua comitiva se despedem de todos, o Rei e sua comitiva partem para o hotel.

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[justify][tab=30]As apresentações continuam a chamar atenção, com todos as sessões tendo sua lotação esgotada.[/align]