[INTERATIVO] Hospital Augustiniano

[center]Hospital Augustiniano[/align]

[size=150][font=Garamond][justify][tab=30]Inaugurado no dia 20 de fevereiro de 1891, o Hospital Augustiniano tem por missão, atender todos os cidadãos do Reino da Romania, com foco no habitantes da Real Província do Lazio.
[tab=30]Provido da mais recente tecnologia médica, bem como profissionais capacitados, o hospital possui vários leitos, um necrotério e a primeira ala para indivíduos com distúrbios mentais do Continente.

Histórico Institucional

[spoil][tab=30]Inaugurado no dia 20 de fevereiro de 1891, o Hospital Augustiniano fora concebido para atender a todos os cidadãos gesebianos, o hospital possui a mais recente tecnologia médica bem como profissionais capacitados, o hospital possui vários leitos, um necrotério e a primeira ala para indivíduos com distúrbios mentais.
[tab=30]O hospital fica localizado próximo ao antigo Palácio Real, o terreno que hoje abriga o hospital, no passado fora um depósito de munições da Guarda Romaniana, o hospital fica em uma das melhores localizações da cidade, sendo de fácil acesso para todos os moradores de Áquila ou Piemonte, a maioria de seus funcionários são gesebianos mas não é raro encontrar um ou outro médico estrangeiro, grande parte de seus funcionários se formaram na Europa.
[tab=30]Atualmente o hospital é de responsabilidade do Governo Regional da Romania, apenas sendo financiado pelo Governo Imperial.

Construção:

Durante toda a semana, centenas de operários trouxeram materiais e equipamentos para o local, no final da manhã do dia 29, fora feitos os preparativos para a cerimônia de inicio das obras.

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Após se reunir com líderes políticos regionais e membros da burguesia, o Chanceler e sua Guarda vão para o terreno onde será construído o primeiro Hospital da Romania, antes de chegar lá, o Chanceler recebe um comunicado do partido, sorri e continua em direção ao local.
Ao chegar ele é saudado pelos seus apoiadores, é muito bem recebido pela população que fora avisada alguns dias antes da ocasião e se reunira no loca, lentamente ele vai ao local onde o encarregado da obra estava.

Boa tarde caros compatriotas - diz o Chanceler que recebe um altivo boa tarde dos ali presentes.
Senhoras e senhores, hoje estou nessa bela terra que fora o lar dos meus antepassados, dos nossos antepassados, para dar início a uma grande obra, uma obra pra todo o nosso grande povo, hoje estou aqui para dar inicio as obras de construção do Hospital Augustiniano, ele atenderá toda a população da Romania, esta bela e rica província de nossa Grande Nação.
Meus camaradas, a nação é cada um de nós e por isso devemos ter uma saúde perfeita para servirmos a ela e por ela lutarmos, este, meus irmão, é a primeira de muitas obras que estão por vir, tudo pela pátria e tudo por nossa civilização.

Assim que o discurso termina, o Chanceler pega uma pá, vai até o local indicado pelo encarregado da obra e começa a cavar, dando início as obras, assim que ele entrega a pá ao encarregado, os operários começam a trabalhar e ele é aplaudido pelos ali presentes.


[center]O Chanceler da início as obras enquanto é observado por todo os compatriotas.[/align]

Centenas de operários trabalhavam freneticamente no canteiro de obras e imediações, aquilo parecia um formigueiro, carroças iam e viam, um grande número de máquinas foram trazidas para auxiliar na construção, bem como alguns guindastes montados pelos próprios operários.

Conforme programado, as 22 horas, funcionários do Governo Imperial e Regional chegaram no local para a cerimônia de inauguração do Hospital, a Gendarmeria também estava presente, um pequeno contingente.
Não demorou muito para que os moradores da região chegassem, várias pessoas estavam no local, das mais variadas classes, uma pequena banda também fora organizada para tocar durante o evento, escoltado pelos Legionários que utilizavam o seu terno de gala, o Chanceler chegou ao local, o mesmo fora muito bem recebido pelos ali presentes, era visível o grande número de apoiadores do Partido e do movimento, a prova disso era as várias bandeiras do partido que tremulavam no meio da multidão, várias fotos foram tiradas, o Chanceler entrou rapidamente no prédio, teve uma conversa com a equipe médica e foi para o palanque, após um breve discurso de políticos regionais, o Chanceler se dirigiu ao púlpito.

[font=Garamond][size=150]Boa noite caros compatriotas gesebianos, hoje venho perante vós, romanianos, filhos de Gesébia, para inaugurar mais uma obra pública nesta obra que tanto sofrera a poucos meses, hoje meus compatriotas, venho aqui como seu líder, seu Chanceler, venho aqui mostrar para vocês que a nação não esta em crise, que a nação não passa por nenhum tipo de dificuldade, venho provar para vocês que este governo trabalha e sempre trabalhará, pela Nação e por vocês. Durante minhas breves conversas com os meus caros irmãos romanianos, soube dos temores de alguns sobre uma tal crise, senhoras e senhoras, não existe crise, a paz reina em nossa pátria graças ao trabalho árduo deste governo e deste partido, a nação cresce e progride como nunca graças ao punho forte e justo de nossa pátria.
A Nação cresce a largos passos, estamos mais unidos do que nunca, estamos deixando de lado o nosso provincianismo e individualismo em nome da causa maior, o bem do Grande Império Gesebiano, não somos apenas gardenhanos, romanianaos e draconianos, somos todos GESEBIANOS, os filhos unidos de Gesébia, das gélidas e belas montanhas da dracônia, até as magníficas praias da Romania, estamos todos unidos e o nosso governo é isso, um governo de união e progresso, um governo que esta criando uma nação unida, uma nação onde não somos julgados pela terra onde nascemos mas sim pelo nosso caráter e patriotismo.
Compatriotas, a pátria clama por vocês, a pátria clama por vosso patriotismo, por vosso trabalho, a nação é formada por cada um de vocês, o partido é cada um de vocês, todos lutamos e defendemos Gesébia, hoje além de inaugurar essa grande obra que beneficiará toda a Romania, eu venho aqui agradecer a todos aqueles que lutaram por Gesébia no passado e lutariam de novo se fosse necessário, vocês cumpriram o seu dever para com o Kaiser e para com a nossa GRANDE NAÇÃO.

O Chanceler fez uma breve pausa para tomar um pouco de água, enquanto isso pode se ouvir o povo aplaudindo as palavras de unidade e patriotismo.

Hoje a nação cresce e com ela a economia, a indústria e os empregos, cada dia mais e mais empregos são criados pelo governo e pela nossa burguesia, aliados de nossa pátria, pilares de nossa nação, obras como essa só são feitas graças ao trabalho de homens e mulheres, pessoas que dão o seu suor pela pátria e nada pedem em troca, mas eu lhes garanto, trabalhadores e trabalhadoras de Gesébia, a Pátria não se esqueceu de vocês, o Governo nunca se esquecerá de vocês, por isso iremos criar cada vez mais e mais benefícios para vós, o povo gesebiano. Muito se tem falado sobre uma proposta de aumento de impostos que hoje tramita no senado, uma prova de que aqueles ditos Democratas, desejam explorar o povo, querem que vós, os filhos de gesébia, entreguem mais de si, trabalhem mais ainda, compatriotas, não é assim que as coisas devem ser, não é esse o caminho que o PARTIDO e o GOVERNO querem para vocês, queremos facilitar vossas vidas, tirar tanto peso de vossas costas e ajudá los a progredir e fortalecer nossa pátria, por isso eu digo, digam NÃO as artimanhas do Partido Democrata, Digam NÃO as suas tentativas de explorar vossos bolsos e vossos braços, eu criei o código trabalhista por vocês e lhes garanto que EU e o PARTIDO, lutaremos contra essa proposta, lutaremos por vocês e pela nação, AVE IMPÉRIO

O Chanceler se retirou novamente para beber um pouco de água e novamente ouviu se os aplausos, muito mais fortes do que antes.

Compatriotas, agora iremos abrir as portas desta obra prima de nossa arquitetura, este belo trabalho de nossos trabalhadores e trabalhadoras… Eu declaro aberto o Hospital Augustiniano, centro de saúde e bem estar do povo gesebiano.

Em um gesto simbólico, o Chanceler cortou a fita vermelha que fora amarrada entre as duas colunas em frente ao hospital, instantaneamente, o povo e o próprio Chanceler aplaudiram aquela obra prima.

[BBvideo 560,350]http://youtu.be/Hzi86pf_Zlc[/BBvideo]

[center]Assim que os aplausos cessaram, a pequena banda começou a tocar a marcha que vem sendo cada vez mais associada ao Partido Nacional, o Ave Império.[/align]

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Ivysson caminhava com os seus amigos quando viu que o Chanceler estava fazendo um discurso. Parou, ouviu as palavras do Chanceler e ao terminar vai ao seu encontro

- Mein Fuhrer, como vai ?

Utilizando o seu tradicional uniforme, o Chanceler se vira para o Ministro e diz.

Muito bem Ministro, é bom vê lo aqui, junto de nosso grandioso povo.

- Pois bem Mein Fuhrer, ainda bem que o encontrei, preciso conversar com o senhor, para tratarmos de negócios.

[font=Garamond][size=150]Negócios? aqui não é um bom local para tratamos de negócios, me encontre no Café.
Capitão, irei até o Café Libertà com o nosso compatriota, o Ministro Ivysson.

  • Sim Excelência, dois de meus homens irão lhe acompanhar, se concordares.

Claro, claro, aproveite a festa.[/size][/font]

- Perfeito, vamos até o café.

O primeiro hospital que será visitado por Florence Nightingale e Rudolf Virchow será o Hospital Augustiniano, ambos ajudarão na organização do hospital, e no melhoramento dos procedimentos.

Carroças carregadas com vários remédios chegam ao Hospital. O acordo firmado entre Governo Imperial e Indústria Farmacêutica Imperial fornecerá todos os remédios que os hospitais do Império necessitarem.

Após cuidar de alguns assuntos relacionados as Corporações Valeyard, o Conde se dirigiu ao hospital juntamente de sua guarda, ele fora recebido pelo Diretor da instituição que o acompanhou durante toda a visita.
Durante a sua visita o Conde conversou com crianças, adultos e idosos, recebeu alguns elogios e reclamações sobre a situação do Império e da Romania, o Conde ficou quase uma hora conversando com o Diretor do hospital, ouvindo os seus pedidos e sugestões, ao término da visita ele agradeceu pelos esforços de todos os funcionários do hospital e desejou melhoras à todos os pacientes.

Ainda na tarde de 21 de agosto de 1891…

[size=150][font=Times New Roman]Chegando junto de Anne ao Hospital Augustiniano, fomos diretamente ao bacão da enfermaria e ali solicitamos a consulta com o médico. A enfermeira a nos atender, muito atenciosa, informou-nos que teríamos de aguardar alguns minutos, dado que o médico já estava a terminar sua ronda diária nas alas de internação, mas que em breve seríamos atendidos.

Confirmando o que a enfermeira havia nos dito, esperamos cerca de meia-hora, até que o Doutor Pedro Berdinazzi, viesse até nós, encaminhando-nos para seu consultório. Lá, podemos nós 3 conversarmos sobre as sintomáticas vividas por Anne nos últimos, tendo ela relatado que suas regras estavam atrasadas e que outro dia havia sentido enjoo ao perceber um cheiro provindo da cozinha.

Então, apenas para que pudéssemos enfim nos deleitarmos com a certeza, o Dr. Berdinazzi confirmou a gravidez de Anne. Ali mesmo ambos trataram questões referentes as consultas periódicas que Anne deveria realizar e os cuidados necessários para uma boa gestação. Não que fosse um assunto que eu gostasse, mas para mim, as palavras soavam como música ao saber que tudo aquilo tratava-se do futuro de meu filho, ou filha.
Destarte, deixamos o hospital e partimos para o Quartel da Carabinieri e depois para o cais do Porto, onde o Almirante da I Frota, o Sr. Julio Cesar, aguardava-me para partirmos para o Cisalpe, imaginava eu.[/font][/size]

Após almoçar em sua residência o Conde foi até o hospital. Ele visitou alguns doentes e fez alguns exames para verificar a sua saúde.

Por volta do meio-dia da quarta-feira…

[justify][tab=30][tab=30]Após aproximadamente 12 horas inconsciente, Igor acordou-se. Ao abrir os olhos, ainda embaçados, logo percebeu que encontrava-se internado em um centro médico. Tão logo começou a se movimentar na cama, sentindo dores e ardências no braço esquerdo, uma enfermeira veio até sua cama, repreendendo-o e ordenando-lhe que permanecesse deitado, enquanto ela iria chamar pelo médico responsável.
[tab=30]Instantes depois, o Doutor Pedro Berdinazzi chegou próximo do leito de Igor. Ali o Major da Carabinieri tomou conhecimento do procedimento de suturação realizado em seu ferimento. Também fora informado de que deveria permanecer em repouso até o fim daquela tarde, quando trocaria os curativos e então receberia alta médica.
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[font=Garamond][size=150]
[tab=30]15 de Fevereiro de 1892.

[tab=30]Minutos após o acidente em uma das embarcações da marinha o Lorde Almirante chegou no hospital, durante horas os médicos trabalharam para estabilizar o militar e cuidar de seus ferimentos. Por volta das 23 horas os médicos constataram que ele não corria risco de vida, mas devido à uma forte batida na cabeça os médicos creem que o Lorde-Almirante entrou em coma.

[tab=30]16 de Fevereiro de 1892.

[tab=30]As enfermeiras verificam o estado do paciente de hora em hora, mas não houve mudanças, ele continua desacordado e os médicos não sabem quando ele acordará. Sabendo da gravidade da situação o Diretor do Hospital preparou um relatório e enviou para Sua Majestade. [/size][/font]

15:50, 09 de Março…

[tab=30]Chegando ao Hospital Augustiniano, Ivysson é recepcionado por alguns funcionários do local. Ele permanece vários minutos na sala de espera conversando com pacientes antes de fazer um “tour” pelo hospital.
[tab=30]Indo em direção aos andares superiores, o Cônsul fez questão de passar em cada leito do hospital, ouvindo as reclamações, os elogios e os desabafos dos que ali estavam internados e, em muitos momentos, se emocionando com as histórias que ouvia.
[tab=30]Logo em seguida, conversou com alguns médicos e a Diretoria do Hospital, antes de se retirar junto com a companhia da Carabinieri.

Pela noite, um grande lote de medicamentos e outros instrumentos utilizados em operações cirúrgicas chegam ao hospital, em um comboio de carroças. Alguns funcionários, prontamente, organizam as carroças e começam a descarregar as mesmas, alocando todos os suprimentos em uma pequena sala anexa ao hospital. Posteriormente, tudo seria encaminhando ao seu devido lugar.


[tab=30]Diversos medicamentos chegam pela manhã ao hospital, para completar os estoques do mesmo. Outros artigos necessários para cirurgias e internações fazem parte do pacote solicitado pela administração do mesmo.

[font=Garamond Bold][size=150]
[tab=30]Um pequeno incêndio em uma área residencial da cidade deixa várias pessoas feridas, ao saber disso o Rei resolve visitar o Hospital. Trajando roupas formais e acompanhado pelo seu Secretário Privado ele adentra ao prédio sob os olhares e sorrisos da população.

  • Majestade, é um prazer recebê-lo, espero que esteja tudo bem.

  • Boa tarde, Diretor, estou muito bem, fiquei sabendo daquele incêndio na Rua dos Príncipes, vim visitar os feridos e saber como estão.

  • Ah sim, por favor me acompanhe, eles estão na Ala de Queimaduras… infelizmente alguns morreram, vê aquela criança? os pais morreram no incêndio.

  • Que terrível, alguém sabe o que iniciou o incêndio?

  • Não, mas era um prédio velho, pode ter sido qualquer coisa.

[center]Um dos sobreviventes conversa com o Rei.[/align]

  • Falarei com o Coronel e pedirei que investigue isso a fundo. Diretor, para onde os sobreviventes irão quando se recuperarem? Imagino que eles perderam tudo.

  • Sim Majestade, perderam tudo o que tinham, a maioria não tem um denário se quer. Creio que alguns irão para a casa de parentes, mas o resto…

  • Mande os para o Grand Aquilae quando se recuperarem, aquele hotel é enorme e o que não falta são quartos, também mande aqueles que não se feriram, esses pobres coitados perderam tudo e não merecem ficar ao relento.

  • Majestade… obrigado, irei avisa-los e procurar os outros sobreviventes.
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