[INTERATIVO] Hospital da Santa Misericórdia

[center]
Fachada do Hospital

[size=125][justify]Fundada por membros do extinto partido Murista, que fora o berço político de vários líderes de Gesébia até seu fim, quando seu líderes tiveram que, enfim, tomar uma posição concreta, o Hospital Pilatiano é uma famosa instituição de cura de Gesébia, com profissionais formados na Universidade de Monte Bello, nas áureas épocas em que o Conde René von Biller lecionava a arte da cura, antes de sua fatídica viagem à outros continentes. Antigamente uma pequena casa, restrita à poucos pacientes, o hospital fora expandido durante a Intentona Odinista, quando o enorme número de feridos exigiu um aumento no número de leitos e de profissionais. O Hospital é bastante equipado, e é um sonho de todo estudante de Medicina conseguir uma residência no hospital, onde apenas os melhores alunos da turma a conseguem.

Após assumir o cargo, o novo Chanceler, Aidan Medeiros von Valeyard, decretou a estatização da Casa Murista da Misericórdia Pilatiniana que passou a se chamar Hospital da Santa Misericórdia, a base do sistema de saúde pública do Império, gerida com os recurso financeiros regionais.[/align][/size]


Ala leste


Ala Oeste[/align]

[offtopic]Tomei a iniciativa se fiz mal desculpem ai, e se quiserem melhorar fiquem a vontade[/offtopic]

Um cavalo para bruscamente, logo um homem é abaixado do mesmo, era nítido que a situação era grave pois seu terno preto estava voltado à tonalidade do carmesim de tanto sangue, sem demoras o homem é levado as pressas para a sala de cirurgia, assim que colocado na mesa de cirurgia, suas roupas foram cortadas deixando a mostra 5 orifícios causados por projeteis balísticos, um no braço esquerdo, um lado direito do tórax, dois no abdômen e um na coxa direita, os ferimentos do braço e da perna não causavam tanta preocupação, o do tórax precisava de um certo cuidado mas nada muito sério visto que a bala adentrou pelas costas e saiu pela parte da frente de seu corpo, o que deixava os médicos e enfermeiras aflitos era os dois do abdômen, pois os projéteis ainda se encontravam alojados e sem demora iniciaram a abertura de seu abdômen tentando encontrar os mesmos.

[offtopic]Não deveria ter sido eu que ia levar o Biller até aqui? :confused:[/offtopic]

Após largar o Visconde nas mãos dos enfermeiros, Tiberius agradece e pensa em voltar para a Praça Hans, quem sabe o que pode estar acontecendo por lá? Tomando fôlego, parte para a Praça Hans com seu peito empapado pelo sangue do Visconde.

Um mensageiro chega ao Hospital e deixa uma carta na recepção endereçada a Sua Graça, o Visconde Biller.

[justify][size=150][font=Palatino Linotype]Dias após os últimos eventos da Revolta, o Visconde Biller abre seus olhos novamente… A última coisa que se lembrava foi de ser amparado por seu mordomo e amigo mais paterno após o tiroteio.
Não reconheceu a sala onde estava, mas a branquidão do ambiente o remetia a um leito de hospital. Virando o rosto viu um gendarme próximo à porta. Já sabia que estava em um regime de prisão hospitalar.

Sentiu que estava enfaixado na altura do tórax e abdômen. O mesmo em uma de suas coxas. Provavelmente não deveria estar muito diferente de uma múmia, tal qual as que vira nos museus da Europa.

Virando o rosto para o lado da janela, viu seu companheiro mais pessoal descansando em uma cadeira. Ele recebera autorização para ficar “guardando” seu amo. Movendo seu braço direito, a armação metálica da cama rangeu e Alfred acordou no mesmo instante.

  • Visconde, meu filho… Bem vindo de volta! - falou o mordomo

Biller tentou falar, mas as dores no peito o impediram. Pedindo para que não falasse, Alfred contou-lhe os acontecimentos dos últimos dias. E entregou ainda a breve carta de préstimos do Barão de Madeiros.
Um pequeno sorriso surgiu na face do nobre naquele leito… Com certeza devido à situação inusitada proporcionada pelas palavras daquele que fora um oponente durante seus momentos de liderança das massas revolucionárias.[/font][/size][/align]

Um carruagem antiga preta para na frente do Hospital, Lucky desse da mesma e se dirigi até o leito do Visconde Biller. Enquanto caminhava em direção ao Visconde Luky ia cumprimentando enfermeiras e medicos com seu ar simpatico e jovial.

Ao chegar ao leito do Visconde, Lucky puxa uma cadeira e começa a falar:

  • Visconde Biller, Signore mexeu com muita gente nesse império. - Lucky da um pausa, ascende um cigarro e continua - O que já recebi de proposta para lhe matare me deixaria rico, mas creio termos uma boa oportuinidade para negociarmos.

Lucky se levanta e se aproxima um pouco mais da cabeça do Visconde.

  • I non pense o signore que me agrada fazer fazer negocio com uste, va bene, não existe raça pior que comunista. - Lucky gospe no chão. - Mas creio que a oportunidade surgiu e tenho que aproveita-la. Va bene Va bene, no mi olhe assim. - Diz Lucky se sentando denovo e dando uma tragada no cigarro. Minha proposta é o seguinte, tenho um carregamento chegando poucos dias de Whiskys importados da Irlanda e preciso escoar esse carregamento rapidamente, agor me responda signore visconde, existe lugar melhor para vender bebida rapidamente do que em um cabaret? Então como o signore irá ficar fora de ação por um bom tempo, proponho me deixar dirigir seu cabaret, eu coloco minha bebida lá vendo e nos dos ganhamos, seu cabaret não fecha as portas e eu tenho meu lucro. E então singnore Biller podemos fechar tal acordo? Não gostaria de ter que fechar acordo com algum inimigo seu.

Vendo espanto no olhar do Visconde, Lucky tenta acalmar as coisas:

  • Signore, non me interprete mal, estou aqui para fazere uno bono negocio entre noi due capisce? Pense a respeito, seu cabaret esta de portas fechadas deixando de ganhar dinheiro, preciso me ausentar para tratar de outros negocios, volto mais tarde para ver se aceita tal proposta.

Lucky apaga o cigarro no chão poe seu chapeu e sai.

[offtopic]Então… Não faz muito sentido você acender cigarros em hospitais e apagá-los cigarros no chão do mesmo, mas enfim…

E saiba que os italianos que vieram para o Brasil em sua maioria eram versados em um pensamento mais anarquista e sindical. Não odiavam tanto o comunismo, mas de enfim também.

E outra coisa, não precisava ter dado double post. ¬¬|[/offtopic]

[size=150][font=Palatino Linotype]O Visconde, que se recuperava a cada dia de seus ferimentos, pensou o que teria levado um homem como Lucky a procurá-lo. De qualquer forma, não teve muitas reações à audácia do jovem estrangeiro que o importunara. Seu tom arrogante era um pouco jocoso, mas um homem em seu leito de recuperação não poderia fazer muito.

De qualquer forma, quando este retornasse diria o óbvio: “Não poderia fazer negócio em virtude do bloqueio de bens promovido pela Justiça. Até que fosse julgado, não poderia fazer qualquer estabelecimento funcionar e nem menos colocar pessoas para gerenciá-los”.[/font][/size]

Tiberius seguido de dois Gendarmes entra na Casa de Misericórdia, pedindo à uma enfermeira a onde o Visconde Biller repousava. Após as devidas orientações, Tiberius segue para a ala que o Visconde estava. Os dois gendarmes tomam posição do outro que fazia a guarda provisória na porta enquanto o Capitão da Patrulha aproxima-se do leito, onde o mordomo do Visconde ampara-o. Tiberius fala:

  • Senhor, se não incomodo-o, gostaria de dizer que seu amo está oficialmente em Prisão Hospitalar, emitida pelo decreto Nº 7 de nosso Juiz Imperial, o Sr. Julio Cesar. Deixo aqui a mensagem que o mesmo mandara-me. Aproveito para desejar ao Visconde melhoras, e que sorte, hein? Sobreviveu a cinco disparos! Isso é que é um homem de aço!

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[/spoil]

O mensageiro da Suprema Corte adentra e entrega ao Visconde Biller uma mensagem e uma pasta:

PASTA - Processo nº 3
[spoil]

[center]IMPÉRIO GESEBIANO

Poder Judiciário
Gabinete do Juiz da Suprema Corte
Município Neutro de Gardenne, 14 de Junho de 2014 (1890)

Processo Penal nº 3 - Réu: Biller[/align]

Prova 1 - Declarações do Senhor Biller na Praça Hans

Biller então subiu em uma parte mais alta de um monumento central e começou a falar ao povo:

[i]- Povo de Gardenne! Povo de Gesébia! - iniciou o Visconde. Nosso amado Imperador deixou seu trono… Bem sabemos que as forças que dizem agir em seu nome depressa querem corroer os alicerces da estrutura social. Neste momento Exército e Armada Imperial, a Gendarmerie e capatazes estão em alerta para reprimir quaisquer justas reivindicações! Se o Augusto Imperador Stephano I não retornar ao trono que é seu de direito, que o povo faça a revolução antes de que a decrépita elite imperial que visa a si própria a faça! Declaremos a Primeira República de Gesébia enquanto os dentes e garras da opressão se armam! Muni-vos agora das armas de nossa ação e direito de mudança!

Então Biller prosseguiu:

  • Não penseis que a velha oligarquia saíra do poder sem luta… Precisaremos convencê-los ou obrigá-los! Aqueles que agora discutem naquele prédio… - disse ele apontando ao Prédio do Senado - não estão preocupados em o que é melhor para todos… Estão preocupados apenas no que é melhor para si! Surpreendemo-os pois agora! Erguei barricadas! Avançai sobre os prédios da antiga Monarquia! Viva a República!
    [/i]

Prova - 2 - Conclusões da primeira investigação

[i]Finalizo este relatório deixando claro…

1-Que o livro vermelho encontrado na Mansão do Visconde contem os mesmos textos usados no panfleto subversivo.

2- A tinta usada no Panfleto é a mesma usada pela gráfica do Visconde.

3- O visconde se beneficiou publicamente com a “Revolta Popular”.

4- Que o Visconde tem se mostrado simpatizante do comunismo desde seu retorno.

5- Que não cabe ao Grupo de investigação efetuar prisões e sim a unidade de patrulha (salvo em caso de emergencia).

6- Que o Panfleto contribui e muito para a Revolta popular.
[/i]

Diante das provas apresentadas a minha pessoa, Juiz Julio Cesar Prudente de Morais, e com os poderes e prerrogativas a mim investido, indicio Sua Graça o Visconde Biller no artigo 39º da Constituição Imperial em seus incisos I, II, V e VI.

Art. 39° - Definem-se como crimes maiores, em ordem decrescente, os crimes de:
I - Lesa Majestade
II - Alta Traição
III - Crimes de Guerra
IV - Corrupção
V - Atentado aos servidores públicos
VI - Crimes contra a ordem pública

Bem como os artigos 11 e 12 do Código Penal Gesebiano.

[i]
Art. 11 - Difamar alguém, imputando-lhe fato ofensivo à sua reputação:
Pena - detenção, de 1 a 4 meses, e multa

Art. 12 - Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro:
Pena - detenção, de 1 a 4 meses, e multa[/i]

E conforme o artigo 40º da Constituição Imperial esta Suprema Corte instaura julgamento marcado para 16/06/2014 (1890) contra Sua Graça Visconde Biller.

Fica convidado a compor a banca acusadora Sua Senhoria Henry II d’Athennie, o mesmo deverá apresentar aceitação no prazo de até 15/06/2014(1890) as 15:00 horas.

Fica intimado Sua Graça Visconde Biller a se representar ou nomear um representante para a banca de defesa.

São intimados por ordem dessa Suprema Corte os senadores Sua Graça Barão Wellington Antonius e senhor Sir Supah a compor a banca de decisão.

[i]Art. 40° - Em crimes maiores, o Juiz Imperial deverá:

I - Montar uma banca de juízes, presidida por ele mesmo, composta de:
a - Dois senadores, escolhidos pelo Juiz Imperial, para auxiliá-lo na decisão
b - Um auxiliar, que deve redigir todos os acontecimentos da sessão.
II - Deve-se convidar a ser criada a banca acusadora, representando o lado acusador.
III - Deve-se convidar a ser criada a banca de defesa, representando o réu.
IV - Durante o julgamento, o lado acusador terá direito a duas acusações, sendo a primeira com direito à tréplica.
V - O lado do réu terá, em ambas as acusações, o direito de réplica.
VI - Após ambos os lados terminarem, a banca de Juízes deverá chegar a um veredicto.
[/i]

O Julgamento se iniciará as 08:00 do dia 16/06/2014(1890), no Palácio da Justiça.

Fica instituído o prazo de 24 horas do inicio do julgamento para apresentação dos argumentos acusatórios da banca de acusação.

Após as argumentações da acusação ou findado seu prazo de 24 horas, a banca de defesa terá 24 horas para apresentar seus argumentos de defesa.

Após as argumentações da defesa, a banca de acusação tem direito a réplica em um prazo de 24 horas, caso abdique de seu direito a replica a mesma deve se manifestar.

Apresentada a replica, a banca de defesa te direito a tréplica em um prazo de 24 horas, caso abdique de seu direito a treplica a mesma deve se manifestar.

Após deliberações o Juiz apresentará os questionamentos para que os senadores respondam se consideram o réu culpado ou inocente.

Após veredicto o Juiz apresentará a sentença.

[left]CUMPRA-SE, PUBLIQUE-SE, REGISTRE-SE.[/align]

[right]Sua Excelência,

Julio Cesar Prudente de Morais
Juiz da Suprema Corte Imperial Gesebiana[/align]
Anexo I

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[font=Palatino Linotype][size=150]Em virtude da pressa que muitos homens tinham para julgar e se vingar daquele que representara os interesses populares durante a chamada Conjuração Republicana, o Visconde, mesmo com muitos ferimentos não cicatrizados, preparou-se fisicamente e emocionalmente para enfrentar a maratona que corresponderia ao seu julgamento.

Respondeu ao mensageiro da Suprema Corte que iria pessoalmente ao julgamento e que dispensaria o apoio de qualquer advogado. Queria ter ele mesmo a liberdade de se representar e argumentar a favor de si próprio.

Com a ajuda de seu mordomo, Alfred, o Visconde se levantou de sua cama. Banhou-se e vestiu roupas limpas. Suas roupas eram um pouco largas para que não comprimissem seus ferimentos ainda não totalmente cicatrizados. Comeu alguma coisa de fácil mastigação, mas diferente da comida do Hospital, que já lhe era quase intragável. Então, escoltado pelos dois gendarmes que faziam sua prisão hospitalar, seria encaminhado para sua devida destinação.[/size][/font]

[font=Palatino Linotype][size=150]Depois de todos os acontecimentos dos últimos tempos, o Visconde finalmente pode retornar a Gardenne e acertar sua vida. Após a abertura de contas de suas empresas e colocá-las à ativa, René von Biller voltou à Casa Murista de Misericórdia Pilatiana a fim de procurar a direção do Hospital.

Ao encontrar o diretor, saudo-lhe efusivamente contando tudo o que se passara. Assim avisoou-lhe que a partir daquele dia estaria transferindo G$s 100.000 até o fim daquela gestão orçamentária como pagamento de multa e como reconhecimento pelos valorosos serviços prestados à recuperação dele, o Visconde.[/size][/font]

O Visconde chega em um hansom e sendo auxiliado pelo cocheiro ele adentra ao Hospital, logo que entra uma enfermeira e o médico de plantão o ajudam a sentar na cadeira de rodas e o levam a uma sala de cirurgias, ao chegar lá o médico identifica o ferimento como um ferimento a bala e preocupado pergunta ao Visconde como aquilo acontecera, de forma serena o Visconde responde.

Meu caro doutor creio em alguns dias você saberá tudo, basta ficar de olho na Folha.

O Médico consente e após retirar a bala, limpar e fechar a ferida ele dispensa o Visconde.

Um mensageiro chega e deixa uma carta oficial ao Diretor da Casa:

Forman ao terminar de ler, se vira para o medico legista e fala:

  • Viu por que precisamos sempre fazer autopsia mesmo de indigentes, nos livramos de duas exumação, encaminhe copias dos laudos para a Suprema Corte.

Assim que recebeu o telegrama o diretor Forman rapidamente reuniu um conselho de médicos, logo que apresentou o diagnostico preliminar um medico que aparentemente conhecia tais sintomas juntos mandou que o diretor responde-se com a seguinte mensagem:

“Observe se aparecem manchas rosadas pelo corpo”

E o telegrama foi respondido ao Dr. Hans.

Após receber o telegrama do Dr. Hans, Forman reuni novamente seu conselho de saúde, após passar os acontecimentos, Dr. Javier, medico espanhol, fala:

  • Senhores, temos o inicio de uma epidemia de Febre Tifoide, que seu sintomas são; Febre alta, Forte diarreia, Mal estar, Tosse seca, Dor de cabeça, Dor de barriga. Já na segunda semana da doença temos; Abdômen sensível, Agitação motora, Manchas rosadas pelo corpo, Fezes com sangue, Calafrios, Confusão mental, Delirium, Humor instável, Sangramento do nariz, Exaustão, Fraqueza muscular. Até aqui na segunda semana, o risco de morte é quase zero, como o Marques ainda não apresenta muitos sintomas da segunda semana creio que deva esta no inicio da mesma, então precisamos levar o tratamento logo até ele.

  • E qual seria o tratamento? - Questiona Forman.

  • Bom basicamente apenas com isolamento, soro, reidratação, ou seja fazer o marques tome muita agua, e se alimentar de frutas e verduras bem lavadas.

  • E por que o senhor acredita que seja uma epidemia?

  • Bom pela forma de transmissão da doença. Geralmente é transmitida através da ingestão de alimentos ou água contaminada ou então pelo contato direto com a saliva do portador em um espirro, beijo ou pela partilha de talheres e copos.

  • E o que propõem?

  • O período de incubação é entre 1 a 3 semanas, geralmente 2. Levando em conta isso, uma pessoa pode se contaminar em Firgen viajar para qualquer parte do império e contaminar outras pessoas, não existe nem sequer sinal de que o Marques tenha pegado a mesma em Firgen, mas levando em conta os outros casos me leva a crer que o inicio é lá. Sendo assim creio que o melhor a se fazer seja isolar Firgen, começar os tratamentos como os já confirmados e fazer uma analise das nascentes de água.

  • Não existe outra opção? Estamos as vésperas de uma eleição para o senado.

  • Creio que se não isolarmos Firgen, corremos o risco de essa infecção se espalhar, isso se já não espalhou.

  • Certo vou enviar uma mensagem ao Juiz e deixar que o mesmo decida o que fazer.

Após saber do último decreto da Suprema Corte, o Sr. Aidan se dirige até a Casa Murista onde é recepcinado por uma das enfermeiras.

Boa tarde, por gentileza, o Dr. Forman está?

Doutor Forman, na correria de seus afazeres para enviar o Doutor Javier, chega apressado a recepção.

  • Sou doutor Forman, o que deseja?

Boa Tarde, me chamo Aidan Valeyard, creio que o senhor não me conhece mas eu gostaria de ajudar no combate a essa doença, infelizmente eu não posso ir para Firgen devido a campanha eleitoral, mas gostaria de doa G$s1.000.000 para ajudar a combater essa doença.