[INTERATIVO] Loja Romaniana do Mortuus Rex

[center]Mortuus Rex[/align]

Ao entrar na loja da Mortus Rex, ou já se esta ciente de nosso propósito divino, ou sabendo de nossos propósitos e não concordando com estes só nos resta eliminar-vos, somos aqueles que sabem que o futuro deve ser melhor, que a ordem atual deve ser mudada, que o tempo dos reis se foi, e tudo que destes provém é pérfido e deve ser eliminado.

[center][/align]

[center]Tatuagem dos membros do Mortuus Rex[/align]

Nosso único objetivo é eliminar todo e qualquer verme humano que rasteje neste mundo que auto-denomine-se nobre, e que entenda-se como superior a outro de seus semelhantes humanos pelo simples fato de ser o escolhido entre aqueles que dizem-se ser leais a um Império e não a sua Pátria. Nós, os não agraciados por um porco maior e ainda mais vil, auto denominado, rei ou imperador, somos movidos pela missão natural de fazer dos homens homens, e de enviar estes que chamam a si mesmos de sang bleu ao inferno que lhes é digno.

PS> O texto ta péssimo, biller, nero, well ou henry, dem um jeito pra mim please!!! só postei pra dar seguimento ao RP
PS2> Como sociedade secreta, qualquer um pode participar da mortus, sem ser identificado dentro do RP como membro desta.
PS3> É a mesma sociedade secreta da coroa invertida.

Após passarem o dia inteiro de vigia no endereço mencionado, Beny e seus homens esperam o cair da noite para agirem, assim que percebem que apenas 4 homens estavam no predio eles decidem entrar.

Beny é o primeiro a entrar ja com arma em punho, e avisando para que ficassem onde estavam.

Assim que os demais adentram e dominam os homens Beny começa:

  • Vocês me fazem rir, acreditavam mesmo que atentariam contra um ex-senador e ficaria tudo numa boa?

Um dos homens fala:

  • E quem são vocês.

O segundo mais alterado fala:

  • Quem pensam que são para entrarem dando ordens, vocês não sabem com quem mexe…

Este é calado por uma coronhada na cabeça. Beny se aproxima de um terceiro e fala:

  • Aquele é o mais velho, esse machudo o irratadinho, você parece ser o inteligente, irei falar com você. Não viemos aqui para discutir o que fazem, pouco nos importa, mas não podemos deixar passar que atentaram contra um ex-senador. Isso não pode ficar assim, deixaremos você vivo para que passe o recado. Sir Supah D’Mil-Margaridas manda lembranças.

E fazendo um sinal todos começam a atirar nos outros 3 homens deixando apenas um vivo.

Assim que terminam os cinco saem correndo, aproveitando a escuridão da noite para sumirem.

[justify][tab=30]Os dois Praetorius discretamente conseguem seguir a pessoa que buscou a jóia de caveira. Após essa entregar o pacote para outra pessoa, esta se dirige a uma loja comum e discreta, mais uma entre tantas em Áquila.[/align]

[font=Palatino Linotype][size=150]A sala estava na plena penumbra, apenas iluminada por poucas velas. Vários homens, cobertos por uma longa túnica completamente negra, formavam um círculo ao redor da mesa. Sobre ela, estava um pergaminho velho, uma caveira e uma vela quase em seu fim. Em uníssono, todos os homens, cuja face era desconhecida, devido ao capuz, disseram, em tom solene, as palavras-guia da Ordem.

- Mort aux tirants. Liberté pour l’homme.

E o que trajava a túnica com detalhes vermelhos acrescentou:

- Morte à Gesébia, vida longa à Romania Livre. Podem sentar-se

Após todos os irmãos estarem assentados em seus devidos lugares, o Grão-Mestre da Irmandade da Libertação dos Homens, conhecida pela sociedade como Mortuus Rex, devido à frase latina, presente no antebraço de todos os membros, logo acima da caveira coroada, começou a explanação:

- Meus irmãos, há muito tempo esperamos por uma oportunidade como essa. Ano passado, os tolos militares quiseram iniciar uma revolução no período em que Gesébia estava mais forte. Tolos. O seu imperador era forte, respeitado. Mas aquele velho decrépito está morto - ao ouvirem, todos os outros exclamaram rex mortuus est - e o novo rei de Gesébia é um moleque, desrespeitado tanto na Romania quanto na Dracônia. Além disso, o imundo é tuberculoso. A doença devastará o seu espírito, assim como faz com o seu corpo, e, assim, o último rei morrerá, e o homem finalmente será livre - disseram, juntos ipsum est verbuum tuum, et sic fiat - quando o último rei morrer, a sublevação ocorrerá. Quando Gesébia estiver mais despreparada, a sublevação ocorrerá. Quando Gesébia estiver atacada, quando os exércitos estiverem ocupados, quando o desespero estiver correndo as ruas daquele imundo país, a sublevação ocorrerá. Essa é a palavra do seu Grão Mestre. Meus irmãos, espalhem a minha palavra pelos cantos da Romania. Digam que o homem há de ser livre, que nas trevas, haverá de nascer a luz. Ipso facto.

[i]- Mort aux tirants. Liberté pour l’homme

  • Morte à Gesébia, vida longa à Romania Livre. Podem se retirar. [/i]

O Grão Mestre apagou a luz sobre a mesa.[/size][/font]

Pedro Vargas ficou feliz ao sair da reunião: finalmente foi aceito na sociedade e compareceu à primeira reunião importante. Embora tivesse que comunicar o fato ao Comissário, sabia que estaria sendo observado durante um tempo e não poderia dar margem a erros.

Após semanas de longas conversas e testes finalmente o jovem Augusto Silva conseguiu entrar para a ordem. No inicio ele ficara com medo, mas após as longas conversas que tivera com o seu tutor ele acabou perdendo o medo e abraçando o ideal de liberdade e igualdade da Irmandade.

[justify][font=Palatino Linotype][size=150]Todos aguardavam ansiosamente o Grão-Mestre. Os neófitos, entre eles os jovens Augusto Silva e Pedro Vargas, estavam completamente aterrorizados. Os irmãos graduados, denominados “Comendadores”, estavam todos com as vestes da Ordem, a túnica negra, e seguravam em uma das mãos uma espada cada. O silêncio era o que prevalecia. Pouco sabiam os neófitos sobre o que ocorreria no rito, apenas de que, após completo o teste, seriam admitidos como irmãos Libertadores dos Homens, e poderiam participar de todas as reuniões. A Porta da antessala se abriu, e todos os Comendadores viraram-se para o posto do Grão-Mestre, embainhando, todos juntos, as suas espadas. Após um aceno de cabeça, dividem-se em dois grupos, cada um indo em direção a uma parede da sala. O Grão-Mestre fitou a todos por alguns instantes, e logo pôs-se a falar:

- Meus irmãos, meus compatriotas, é com muita felicidade que vejo o rosto de cada um de vocês. Se estão aqui, é porque abraçaram os nossos ideais. Se estão aqui, é porque desejam um futuro justo para todos. Vou ser-lhes bastante sincero: nunca houve tempo melhor para a Libertação dos Homens. O Imperador não é visto há meses, e o Governo se preocupa com afazeres externos. Os tolos militares se anteciparam, e pagaram o preço por isso. Contudo, o coração de cada mãe de Romania que teve seu filho morto pelos Imperiais bate dolorido, espera pela reparação. Por que o Chanceler dá autonomia à Dracônia, e massacrou, erradicou, aniquilou a Romania quando a mesma procurou a Liberdade. Meus irmãos, nós sempre fomos desprezados, sempre fomos chutados para debaixo da mesa, sempre fomos “colocados para nosso devido lugar”. Pois mostrar-lhes-emos que o nosso devido lugar é livres, sendo senhores de nosso próprio destino, e não governados por um Tirano, um jovem metido a alemão que não sabe como seu povo vive, enquanto dá bailes e jantares suntuosos em seu palácio. Pois digo-lhes: a Romania deve ser independente, mas, para isso, é necessário que Gesébia seja livre. E essa liberdade há de vir pela República. Não mais nos ajoelharemos perante homens que governam somente pelo mérito do sangue. A Liberdade abrirá suas asas, e cobrirá o povo com suas dádivas.

  • Contudo, antes de aceitarmos-vos como irmãos, deverão passar por um teste - nesse momento, todos os Comendadores vendam os neófitos - Repitam depois de mim

Eu juro lutar pela Liberdade dos Povos, de todos os Povos,
Juro lutar contra a tirania dos Reis e a injustiça dos Poderosos.
Juro que darei a minha vida pela causa,
e que não descansarei nem em meu túmulo
até que nenhum autodenominado Monarca caminhe
sobre o sagrado solo da Romania
e sobre as terras de Gesébia.
Mort aux tirants.
Liberté pour l’homme.

- Levem-nos para o teste.

Rapidamente, a sala é esvaziada. Somente três pessoas permanecem nela. Os neófitos prosseguem seu caminho pelas ruas de Áquila, para o local onde cada um realizará o Último Teste.[/size][/font][/align]

  • Então irmãos? Essa é a situação, o que devo fazer?

Pensativo um dos irmãos mais experientes da Loja, fala:

  • Demonstrastes lealdade a nós e à nossa causa, embora deverias ter-nos contado isso antes. Mas quanto ao que deves fazer é mencionar que fostes aceito por nós, mas sem contar o ritual, apenas que lhe foi pedido uma declaração de lealdade. E depois vá contando que fostes à uma ou outra reunião mas que pouco lhe falamos algo pois talvez desconfiamos de ti. Talvez consigamos enganar a Gendarmeria por tempo suficiente até termos força suficiente para atacar.

[tab=30]Vários homens e algumas mulheres estavam sentados num círculo, à meia luz. A maioria dos presentes usava capuzes, embora os membros mais notórios não fizessem uso de tal vestimenta.

  • Então senhores, viram que o estado moribundo do quase falecido Imperador está fomentado novamente ideias de independência na Romania? Estamos alcançando nossos objetivos. - alguns aplausos se ouviram.

  • Discordo irmão Estamos perdendo a guerra isso sim, quem está conseguindo a separação não somos nós mas sim monarquistas Romanianos, que desejam por como seu rei o pivete do Chanceler. - as últimas palavras saem de sua boca como se fossem cusparadas. - O desejo de independência dos Romanianos é basicamente nato, mas a população está abrançando aquelas mãos hipócritas e corruptas.

  • Contudo, podemos derrubar este novo governo. - interrompeu um dos mestres. - Temos que atacar o, porventura, novo governante da România e seus apoiadores. Alguém tem alguma ideia? - pergunta o mestre já sabendo da resposta para testar os membros.

  • Acabaremos com os senhores Hohenzollern e Steindorff. - falou Pedro - Se conseguirmos colocar alguém infiltrado nos voluntários da Romania podemos fazer com que ele se sacrifique e mate o empresário Ivysson. Logo depois atacaremos todas as empresas dele, especialmente a S&H Confecções. Penso que não devemos atacar o comandante da Legião Estrangeira pois este morrerá no deserto mesmo e, se voltar estará tão desmoralizado pela sua eminente derrota que não nos fará oposição, ainda mais depois que sua esposa receber uma carinhosa carta suneriana. - respirando um pouco, Pedro continua.

  • Para o caso de nos perseguirem devemos ter como aliados os socialistas, até para por a culpa neles. E se tivermos problemas maiores e fomos presos ou algo do tipo, os que estiverem livres deverão atuar como células autônomas, atacando qualquer prédio governamental, bem como as residências de todo opositor da causa republicana. Contudo as máfias podem ser um obstáculo para nós, devemos tentar manter algum acordo com eles. E penso que devemos ter alguns atiradores de elite que usarão rifles de precisão quando necessitarmos.

[tab=30]Admirados, os presentes esperam a fala do grão-mestre:

  • Pedro, mostraste valor e grande capacidade estratégica. Por isso te ponho à frente deste projeto. Os demais irmãos te ajudarão e no que for preciso.

  • Agradeço, irmão!

[tab=30]Aplausos são ouvidos em toda sala.

Pedro que retornara de uma reunião aparentemente infrutífera com os Sindicalistas de Piemonte vê a cidade em burburinho e planeja um ataque a algum órgão Imperial, fingindo-se passar pelos rebeldes. Contudo após uma ronda na cidade percebem que a mesma está demasiadamente vigiada.

  • Conseguiu as informações?

  • Sim, sim. Creio que alguns irmãos terão que se sacrificar pela libertação da Romania.

  • Infelizmente são preços que devemos pagar. Fale com os mais confiáveis e vejas se alguém se habilita.

  • Farei. Mortuus Rex!

  • Mortuus Rex!

[justify][size=150][font=Times New Roman][tab=30][tab=30]Já era noite escura, as ruas jaziam apenas iluminas por postes de luz muitos esparsos uns dos outros, quando, após cerca de dois meses observando a região, o Major Igor Piovanni notou uma movimentação vinda de um pavilhão abandonado, cercado por altos muros que pouco permitiam a observação interna, tanto do pátio, quando do prédio.
[tab=30]Durante cerca de uma hora 6 homens permaneceram dentro do prédio e nada se ouvia do lado de fora. De repente, Igor ouviu o rangir dos altos portões de ferro se abrindo, de dentro apenas um homem saiu, andou cerca de um metro para a frente, fazendo uma varredura ocular. Ao não encontrar ninguém, já que o investigador escondera-se na dobra de um prédio da esquina. Ao ouvir o barulho do portão se mexendo, Igor novamente espiou, percebendo que os homens despediam-se mostrando os antebraços uns aos outros, ele rapidamente voltou a uma posição discreta, fumando um cigarro.


[tab=30]Esperando os 2 homens que por ele passaram distanciarem-se cerca de 30 metros, ele partiu atrás da dupla, esgueirando-se pelas penumbras fornecidas por prédios e arvores.[/font][/size][/align]

[size=150][font=Times New Roman][justify][tab=30]Mesmo tendo sido atacado, há algumas semanas, o investigador da Carabinieri, Major Piovanni, não havia deixado de continuar suas investigações. Após uma semana de observação daquele local, Igor pensava ter provas suficientes para montar seu relatório. Assim, por voltas das 23 horas da terça, o major deixou as imediações do pavilhão, seguindo por becos escuros até desaparecer dali.

[/align][/font][/size]

[tab=30]Com as investigações sobre a Mortuus esfriadas. Os cabeças da organização armam um plano de treinamento, contudo há severos debates se os mesmos deverão ser feitos somente em Piemonte ou se também no Lazio.

[font=Garamond Bold][size=150]
[tab=30]Agentes da CIR que atuaram como agitadores na Frente Consticionalista acabam se unindo ao grupo.

[/size][/font]

[font=Garamond Bold][size=150]
[tab=30]Os últimos meses foram repletos de testes e pequenas missões para os agentes disfarçados, eles conseguem passar por tudo sem comprometer o disfarce, assim eles conseguem conquistar a confiança de alguns círculos do grupo e obtém informações valiosas.

[/size][/font]

Manifestações centradas no ainda monarca Valeyard são realizadas com uma leve vantagem aos descontentes.