[INTERATIVO] Museu Palácio dos Inválidos

[center]Palácio dos Invalidos[/align]

Antiga residência oficial dos Fuhrers, hoje raramente utilizada, chamado palácio, porem não passa de um palacete, de arquitetura e acomodações menores e mais modernas que as do Palácio Imperial ou o Palácio Nacional dos Marqueses, esta residência é mantida pelo governo de sua majestade, embora sua posse seja reivindicada até hoje pelo Marechal Odin.
Em raríssimas ocasiões é utilizado, somente quando o Imperador ou o Chanceler visitam o Condado de Piemonte.
O Imperador costumava utilizar tal residência nos cálidos verões de Gardignon, neste palacete, o ar bucólico e a leve elevação do Condado de Piemonte, colaboram com um clima mais ameno.
Durante boa parte do ano de 1891 o Palácio fora usado como Sede do Governo Romaniano, mas com a mudança da capital para a Cidade de Áquila ele acabou sendo transformado em um museu da História Romaniana.

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Vista Externa do Palacete[/align]

[font=Century Gothic]Romania

Breve História da Romania:

Em terras distantes, que hoje fazem parte do grande Império Gesebiano, ao sudeste da capital Imperial, onde o Imperador reina constitucionalmente, é possível encontrar um lugar antigo, de antigas glórias e intensas disputas, onde o drama humano se desenrolou com toda força, por séculos!

Neste local, entre colinas e vales verdejantes, cortados por rios caudalosos, onde montanhas têm seu cume além da capacidade de nossos olhos, ficam as terras de Romania, antigas terras, que são o centro de um antigo Império a muito extinto. O povo que nestas terras vive e onde a muito viviam seus antepassados, se reconhecem como romanos.

Da antiga civilização dos romanos, pouco restou, alem de sua força moral e cultural.

O maior líder destas terras fora Lord Philippus, suserano de Romania, que reinou sobre a região com altivez e de forma absoluta, preservando as tradições, a cultura e a linhagem local. Philippus descendia da antiga linhagem, que ancestralmente governou estas terras. A muito Philippus abandonou as principais disputas políticas nos centros do Império, tanto na capital da região da Romania, como também na capital Imperial, preferindo uma vida no campo, cuidando de suas diversas propriedades, como sua amada Villa Augusta, uma de suas “casas” de verão. Com a elevação da então província á reino, a Villa Augusta se transformou em Palácio Real, após a queda do Reino, o Palácio Real de Villa Augusta se transformou no primeiro museu do Império.

[center]Algumas das terras cultiváveis de Phillipus, pertencentes a uma de suas Villas.[/align]

[center]Imagem dos jardins da Villa Augusta.[/align]

No entanto Phillipus fora um súdito fiel do Imperador Stephano I, tendo sido chanceler de seu governo e entre outros cargos.

Philippus I fora Rei da Romania, e vassalo do Império Gesebiano e durante o seu reinado a Romania fora conhecida como Reino da Romania.

O único Rei da Romania fora Sua Majestade, Philippus I o Magnânimo, ele foi responsável pelo fortalecimento da Romania e a criação do Reino, ele fora o servo mais fiel do falecido Imperador Steffàn I, além de ser o Primeiro Chanceler do Segundo Império Gesebiano.
Atualmente a Romania possui dois Condes, o Conde do Piemonte, Sir Knight, e o Conde de Áquila, Sir Valeyard.

Regiões, instalações e etc, pertencentes a Província da Romania:

Condado de Áquila
A província de Áquila fora uma das primeiras a ser colonizada, a principal cidade é a cidade de Áquila, também conhecida como Condado de Áquila, a maior cidade da província e capital da mesma, ela abriga um pujante centro industrial, a cidade é dividida em dois bairros, o bairro de romulus que é o centro da cidade e também a parte mais antiga da mesma, o bairro dos Immigrati que é conhecido por ser uma área densamente rural e afastada do centro, as Praias de Neptuno é o bairro portuário mas também é conhecido por ser o coração da indústria romaniana, as praias de neptuno abrigam várias fábricas e estaleiros.

Condado do Piemonte
A província do Piemonte é uma das áreas mais “mistas” da província, ela possui em seu seio cisalpinos e romanianos, isto fica visível na sua arquitetura.
A cidade do Piemonte é o pólo intelectual do Império, ela abriga a aclamada Universidade de Monte Bello, a cidade do piemonte é dividida em dois bairros, o bairro de Monte Bello, antigo nome da cidade e um dos locais mais belos da província, o bairro de monte bello abriga várias esculturas e prédios antigos, o segundo bairro é o bairro de Límoges, um bairro puramente intelectual, abriga a Universidade Imperial, algumas praças e casarões.

Instalações Militares
A Região da Romania abriga a II Brigada de Fuzileiros Imperiais, a sede deles fica na Cidade de Áquila. A Romania também possui uma pequena Força Regional cuja missão é patrulhar a fronteira e manter a ordem quando a Gendarmeria não o consegue fazer, a sua sede fica em Áquila mas ela possui um quartel na Cidade do Piemonte, região frequentemente usada para exercícios.

[center]Brasão de armas do antigo Reino da Romania[/align][/font]

Vamos Leandro, preciso ficar longe da capital por um bom tempo, embora esta residência seja oficial, é a unica opção que temos no momento longe da capital, por favor leve as coisas para dentro, pegaste somente roupas e pertences pessoais como te disse não é?

Ahhh . . . acho que aqui poderei descansar!

Com a chegada da noticia que o imperador estava na Romania e com as recentes noticias de crise no senado Sir Allan I decide enviar 50 homens da GR da Romania para aos arredores do Palácio dos Inválidos com o intuito de proteger o imperador de atentados feitos por rebeldes contra sua vida.

Logo após a chegada dos homens ao Palácio um tenente adentra na mansão com uma carta do capitão para o imperador.

‘‘Meu imperador,sinto que tempos sombrios estão chegando mais uma vez sob nossa pátria, talvez mais sombrios que os dias da intetona odinista onde lutamos bravamente pelo nosso país, todos os gesebianos sabem que a sua pessoa nos mantem unidos é de extrema importância zelar por sua pessoa. Entendo os seus motivos de se afastar da capital, creio que sejam os mesmos que me levaram a abdicar do Senado e procurar uma nova vida aqui na Romania, porém creio que mesmo longe não irá fugir da responsabilidade e nem descansar das perseguições por isso é muito importante que fique seguro,pelo bem na nossa pátria! Sendo assim esses 50 soldados lhe protegeram durante toda sua estadia nesse Palácio.’’

[right]Sir Allan I
Comandante da GR e Protetor da Romania[/align]

Vejam Só! Sir Allan, então é aqui que tens vos escondido por todo este tempo?

Agradeço o fato de ainda me reconheceres como Imperador, porem por enquanto ostento somente os titulos de Arquiduque da Gardennia e Conde de Gardenne, isto se a nobreza não for abolida, se não, chame-me somente de Stéphano D’Gardenne.

Creio que não sejam necessários 50 homens para minha segurança, porem agradeço se deixares 5 visto que realmente não sei o que me espera, porem tambem não quero onerar os cofres da romania.

Aceita um vinho da draconia?

Sir Allan havia chegado ao Palácio no exato momento que o seu tenente entregou a carta.

Sendo assim decide tomar um vinho com Stephano.

Após sentar-se com o diz:

‘‘Creio que para muitos você ainda é o nosso imperador, eu ainda não me conformo com o que está acontecendo, independente do que venha, para mim, sempre , você será o imperador, o legitimo governante de Gesebia. Quanto a questão dos homens, 10 ficaram para a sua proteção, realmente precisamos de todos os homens possíveis nesses tempos difíceis.’’

Sir Allan que havia passado apenas para verificar o estado do imperador e como estava a proteção do palácio após o termino do seu vinho monta no seu cavalo e retorna para suas funções na cidade de Roma

Que sujeito audacioso Alteza! Esbraveja o fiel mordomo Leandro!

  • Por que dizes isto do nobre Cavaleiro?

Mas é claro, basta vossa alteza deixar o trono do Império que até os Cavaleiros o chamam por ‘você’ . . . vossa alteza ainda é o Arquiduque da Gardennia detentor da coroa real deste Arquiducado e portanto ainda Majestade!!!

  • hahahaa, é isto então Leandro, é, eu notei, mas o homem é valoroso, e eu nunca dei muita atenção pra este tipo de protocolos mesmo.

hahaha, Majestade, Majestade até um junker exige melhores tratamentos que o próprio Imperador.

Um mensageiro chega exausto aos portões do “Palazzo dei Invalidi”, e após ser atendido pelos empregados do mesmo e beber um copo de água, entrega uma missiva de Gardennia:

Um emissário chega com uma carta de Sir Allan I

‘‘Nobre imperador,suplico por sua volta a Gardennia,crendo na sua volta envio um destacamento de 50 homens para vossa escolta até a cidade.’’

Um mensageiro chega ao palácio, descendo de seu cavalo ele entrega uma carta ao mordomo de Sua Majestade.

Uma carta chega até o Arquiduque de Gardennia, escrita por um certo Henry d’Athennie

Estranho não é Leandro?

  • O que majestade?

Nada de notícias da capital . . .

  • Majestade, tenho evitado lhe comunicar, porem creio ser de interesse publico agora, embora tenha pedido para não ser estorvado, todas estas cartas foram recebidas desde que vossa alteza retirou-se à romania.

O Conde de Gardenne observa boquiaberto a grande quantidade de cartas que Leandro havia escondido dele e diz, COMO PODE FAZER ISSO LEANDRO??? e segue lendo, devorando as missivas, quase rasgando-as!!!

  • Mas majestade, foi um pedido vosso!

Eu sei eu sei, você sempre tem desculpas!!! Será que pode não me ouvir pelo menos quando for de interesse público???

O orgulho do até então ex imperador, não fazia com que se comovesse com muitas das cartas vindas, porem havia uma, que leu parecendo sentir um golpe no coração e na consciência, a carta do senador Henry, que temerariamente fora rude com o Conde de Gardenne, porem chamandoo à responsabilidade assumida.

O conde que estava lendo sentado no gabinete do palácio, retirou as lentes que posavam sobre seu nariz olhou pela janela o crepúsculo romano, observando aquele céu rosáceo pensou, será que banharei de sangue minha amada terra?

  • Não, não não e não . . . Leandro!!! Guardas!!! encilhem o cavalo! Partimos agora!!!

Assim que o Imperador montou no seu cavalo um emissário foi despachado até a base da Guarda da Romania avisando das boas novas.

E por fim a comitiva Imperial chega ao Piemonte, o Palácio dos Inválidos já estava preparado para a recepção dos nobres hospedes.

A Carruagem de Nero de Bragança chegava ao Palácio dos Inválidos acompanhada como de costume por cavalheiros da Guarda Imperial, tal se estacionava a frente da entrada do Palácio e Nero desembarcava com sua cartola em mãos e sua bolsa de documentos, sem declarações, boas vindas, e outros assuntos ele entrava no Palácio com sua face fechada e rapidamente sem olhar para trás.
Um Guarda Imperial que o acompanhara durante a viagem ao vê-lo desembarcar sem dizer uma palavra, fechava a porta da carruagem e dizia aos outros integrantes da comitiva fazendo que as palavras se espalhassem a todos: - O Sr. Nero, esteve preocupado a viagem toda e não pregou os olhos… ouvi ele dizer quando acompanhava a carruagem de meu cavalo que: " Isso não ia ficar assim ".

A carruagem do Visconde chega ao pátio do Palácio, o Visconde desce da mesma junto de seu secretário, utilizando a sua cartola e a bengala ele saúda os empregados que o receberam e mande que o soldado da GR que o escoltou volte para a base.
Após uma rápida conversa com o seu secretário que carregava uma pasta abarrotada de papéis, o Visconde adentra ao Palácio.

Após responder alguns telegramas o Visconde se dirige a sacada do Palácio donde avista uma das mais belas paisagens.

Veja Sr. Archer, uma bela terra, parte de nosso grande Reino, eu já lhe disse como fora a minha infância no Brasil? creio que não mas não há muito o que contar, os meus pais eram pessoas da terra, viemos para esta nação após a morte de meu muy amado avô, pegamos a pequena herança que ele deixara e criamos uma fazenda, na verdade a Mansão Medeiros fica quase no mesmo local da antiga fazenda.
Meu amigo o que eu quero lhe dizer é que esta é uma terra de imprevistos, quem diria que um camponês com pouco estudo se tornaria Presidente do Parlamento, Líder dos Conservadores, Senador por mais de 4 mandatos ou então que se tornaria um Visconde e estaria aqui junto de Sua Majestade.
Mas eu aprendi que esses infortúnios não possuem moral, em momentos de sorte somos agraciados pelos Deuses e em outros somos abarroados pela desgraça, se lembras de minha última visita ao Brasil e depois a minha viagem para Londres? Bem meu caro no caminho eu fiquei sabendo da quartelada que retirara o muy amado D. Pedro II do trono, grande homem aquele, um homem a frente de seu tempo que foi destituído por escravocratas e militares ingratos.
Pois bem agora sabes o por que de eu ter as minhas desconfianças com os liberais e odiar os republicanos, muitos dizem que mudei, que me tornei um liberal mas meu amigo eu lhe digo que me tornei um futurista, não permitirei que a desgraça que agora aflige o Grande Imperador aflija nosso monarca, ele é o soberano dessa nação que eu chamo de lar e tem a minha lealdade, sou e sempre serei leal a Romania meu amigo.

Em silêncio o Visconde fuma o seu cachimbo na sacada junto de seu secretário que atentamente observa o local.

Já começava a anoitecer, quando o Imperador avista o Sr. Archer e o Visconde Wellington na sacada, e então decide juntar-se a estes, sendo saudado protocolarmente pelo visconde, o Imperador senta-se em uma das confortáveis poltronas que ali estavam, e pergunta ao Visconde:

  • Então Visconde, cansativa a viagem, creio que voltaremos de navio, não sei se resisto a uma viagem tão longa novamente ho ho ho, mas vimos belas paisagens ao menos. Mas sabe, esta ideia de uma câmara alta tem me intrigado muito, vossa mercê pensou em como poderíamos organizar o funcionamento de tal?

Nero andando pelos corredores do Palácio com uma carta em mãos de autoria da Chancelaria a procura do imperador, finalmente o acha juntamente ao Visconde de Medeiros em uma das sacadas sentados nas poltronas confortáveis e conversando altivamente, Então ele que não estava em seus melhores dias… com sua pequena pasta em mãos anotando algumas coisas se aproxima faz as devidas reverencias e diz: - Majestade, tenho uma carta para vós.
Após entregar,ele virava-se e saia lentamente do recinto sem dizer mais nada.