[INTERATIVO] Parque Coliseum

[center]Parque Coliseum[/align]

[justify][tab=30][tab=30]Considerado um dos mais belos parques da Romania, o Parque Coliseum foi preparado após a Proclamação da Independência da Romania para servir de espaço público de lazer para a população. Além disto, nele são realizados paradas militares, eventos públicos como feiras de artes, além de eventos privados, quando previamente solicitados ao Governo Nacional.[/align]

[center]O Parque Coliseum é sempre muito movimentado aos domingos, quando se promovem muitos peque-niques familiares.[/align]

Logo depois sair de seu gabinete, Ivysson segue até o recém criado Parque Coliseum, onde ele senta-se em um dos bancos locais para relaxar depois de um extenuante dia de trabalho. Refletindo um pouco sobre sua vida e sobre todos os acontecimentos recentes, o cônsul fica em um estado de transe, enquanto a leve brisa balança seus grisalhos fios de cabelo. Tudo acontecera em uma velocidade incrível, de modo que nem mesmo ele poderia imaginar. Fazendo um balanço positivo dos acontecimentos, Ivysson segue até o antigo Comando Central, onde estava “temporariamente hospedado”… Outra coisa que precisa fazer, construir uma nova residência…

[justify][size=150][font=Times New Roman][tab=30][tab=30]Seguindo os homens desde a imediações do Mercado Público, o Major Igor percebeu que, ao alcançarem a altura do Parque Coliseum, a dupla separou-se. Enquanto um seguiu em direção a Praça Phillipus I, o outro seguiu seu curso em linha reta, pela Avenida da Liberdade.
[tab=30]Quando então, percebendo que vinha sendo seguido, o suspeito resolveu dobrar a esquerda, na Avenida Rei Humberto I, seguindo a passos largos em direção as Praias de Neptuno.

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[justify][tab=30][tab=30]Após o magnifico cerimonial ocorrido na Catedral de São Mercúrio, a berline real seguiu para seu último compromisso, antes do início do Baile Real. De acordo com protocolo, a carruagem do Rei - escoltada da mesma maneira como ocorrida na ida até a Catedral - dirigiu-se até o Parque Coliseum vinda da Avenida Independência.
[tab=30]Juntaram-se ao cortejo, em ordem, os comandantes das Forças Armadas, ambos no mesma coche, seguidos dos representantes do poderes executivo, legislativo e judiciário e, por fim, todas as demais autoridades que se fizeram presentes no ato da coroação.
[tab=30]Ao chegarem ao Parque, aguardava-os uma multidão de populares, que pela primeira vez contemplariam uma Parada Militar de grande pompa. Aguardavam também oficiais do Exército e da Marinha, prontos para dar início a cerimônia de entrega dos Bastonetes Reais.
[tab=30]Eis que então, Sua Majestade, o Rei Humberto I, deu iniciou ao cerimonial. O Marechal de Campo Wilhelm von Steindorff-Bayern e ao Lorde Almirante Stanislau Abramov puseram-se bradando continência ao seu Comandante-em-Chefe.
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[font=Garamond][size=150]
[tab=30]O Rei retribuiu a saudação militar dos seus comandantes e se virou para o seu secretário, Sr. Flavius, que abriu uma pequena caixa revelando uma bastonete, o Rei pegou a bastonete e a entregou para o Lorde Almirante.

[tab=30]Lorde Almirante, lhe confio os bravos homens e belonaves da Marinha Real tendo consciência da sua incontestável lealdade e valiosas capacidades - disse o Rei.

[tab=30]Em seguida o Rei apertou a mão do Lorde Almirante e o dispensou com uma continência que fora retribuída. Novamente ele se virou para o seu secretário que abriu outra caixa, revelando outra bastonete, o Rei pegou a bastonete e a entregou para o Marechal.

[tab=30]Marechal, lhe confio as minhas legiões tendo consciência da sua incontestável lealdade e valiosas capacidades - disse o Rei.
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[justify][size=150][font=Times New Roman][tab=30][tab=30]O Marechal von Steindorff-Bayern, em sua altivez triunfal recebe das mãos do Comandante-em-Chefe seu Bastonete. Destarte, libera uma pequena frase, seguida de uma continência e um aperto de mão.

- Eu juro que não falharei, meu Rei! E que Deus abençoe a nós e ao Exército Real!

[tab=30]Então concluída àquela parte do protocolo, Wilhelm retirou seu sobretudo entregando-no a um oficial auxiliar, enquanto outro soldado lhe alcançava sua montaria.

[tab=30]Já montado e ao lado de Sua Majestade, o Rei Humberto, iniciaram a revista das tropas que aguardavam para desfilar. Percebendo o encantamento do monarca ao deslumbrar a tropa do Exército Real, Wilhelm sentia-se satisfeito pelo que havia feito até o presente e ansioso pelo trabalho que ainda estava por realizar. Sem delongas após a revista, ambos posicionaram-se, ainda montados, para apreciar o Desfile Militar. Ao som do Hino do Exército Real, a tropam iniciaram a esplendorosa parada em homenagem ao César do Povo romaniano.[/font][/size][/align]

[BBvideo 800,700]http://www.youtube.com/watch?v=y-xsA8oYRz8[/BBvideo]

Apreciando a grandiosidade do desfile, Ivysson permanece parado batendo continência as tropas que passavam a sua frente saudando o rei o Cônsul e altos membros do Governo e do Estado Maior Romaniano.

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[tab=30]Após o expediente, o Cônsul dirigiu-se até o Parque Coliseum, onde pode repousar seu corpo cansado e apreciar a beleza da noite, além de, pensar em seu talvez novo amor… Alias, este pensamento consumia seus “miolos” durante vários dias desde que juntos caminharam pela cidade. Em momentos de reuniões ou até mesmo só, Ivysson ficava alheio a tudo, como se seu corpo físico ali estivesse presente, mas em espírito, estivesse em outro lugar, e bem acompanhando por sinal. A cada momento que se passava, acreditava que já era hora de tomar providências quanto a este sentimento que, bem ou mal, deixa-o atordoado.
[tab=30]Minutos após uma reflexão interior, decide retirar-se do local, e defronta-se com o crescimento, a verticalização de Romulus. Pensou consigo mesmo “Os tempos mudam, as coisas crescem, tendem a ficar mais fortes… fortes… isso que devo fazer.”

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Caçador, enquanto aguarda o trem para Gardignon, passeia pelo parque e observa que há mais dois homens o seguindo além dos dois que ele havia reparado antes.

Um homem, sentado num banco, anota criptografadamente, num caderninho, a rotina e quantidade de Carabineris.


[tab=30]As já frequentes patrulhas da Carabinieri se tornam mais comuns devido aos últimos atos do Governo, vários estrangeiros, em grande parte sunerianos e asiáticos, são revistados e tem os seus documentos averiguados.

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[tab=30]Em comemoração ao Natal uma grande árvore fora posicionada no centro da praça e enfeites foram dispostos ao longo de toda a praça. Durante todo o dia, várias pessoas já começam a se juntar na praça, famílias, amigos, colegas, todos aqueles que resolveram passar o natal ao lado dos seus compatriotas.

[tab=30]Alguns destacamentos do Corpo de Músicos da Carabinieri tocam músicas natalinas durante a fria noite, alegrando os visitantes e as crianças, que brincam com seus amigos.
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[font=Garamond Bold][size=150]
[tab=30]Por volta das 14:00 horas a praça já estava lotada, cidadãos de todo o Distrito e da Província se amontoavam para ver o desfile cívico-militar que ocorreria. No palanque montado no centro da praça estavam várias autoridades, civis militares e até membros da igreja católica, o Governador do Distrito estava comandando a cerimônia e fez um pequeno discurso enaltecendo Sua Majestade e o Cônsul por suas lutas contra o infame Império Gesebiano, ele também falou sobre os pérfidos atos de republicanos e rebeldes que ameaçam a Glória da Romania, assim que ele terminou o discurso um destacamento da Carabinieri iniciou o desfile, seguido pela banda da Carabinieri que tocou diversas canções patrióticas e hinos que remontam ao Império Romaniano.

[tab=30]Um grupo de estudantes dos cursos de História e Teatro da Universidade Minerva também participou do desfile, o grupo, que contou com o auxílio de alguns atores profissionais, encenou um pequeno destacamento romano, a perfeição como marchavam e os detalhes de suas roupas demonstraram que o grupo havia praticado aquela pequena marcha inúmeras vezes nos últimos meses.

[tab=30]A marcha dos estudantes, acompanhada pela famosa canção Luz de Roma, causou uma grande comoção no povo, principalmente nos mais velhos que viam naqueles jovens vestindo armaduras reluzentes um glorioso futuro.
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[font=Garamond Bold][size=150]
[tab=30]Noite do dia 05/01.

[tab=30]Funcionários do Governo preparam a praça para as comemorações do Dia da Independência, enquanto isso Carabinieris patrulham a área.[/size][/font]

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[tab=30]Por volta das 9:30.

[tab=30]O parque estava lotado, milhares se amontoavam nas arquibancadas e muitos outros disputavam lugares nas árvores, todos queriam ver o grande desfile e o Rei. Os soldados já estavam posicionados, bem como a cavalaria e as peças de artilharia, as bandas da Carabinieri, do Exército e da Marinha tocavam várias canções patrióticas, inclusive o Hino da Independência, canção escrita pelo Sr. Wladislawsky na ocasião da independência da Romania.

[tab=30]No grande palanque, que fora montado e decorado para receber as autoridades nacionais, estavam o Rei e os seus patrícios, sentado bem ao centro estava o Rei, a sua direita o Cônsul e à esquerda o Presidnete do Senado e o Juiz da Suprema Corte. Em frente ao grande palanque estavam dez aquilíferos, dispostos a cada dois metros esses homens exibiam com orgulho a águia romaniana em seus estandartes com a bandeira real. Bem em frente ao palanque jazia uma pequena fogueira ladeada por dois Dragões Reais.

[tab=30]Eis que por volta das 9:50 três soldados marcham em direção ao grande palanque, a passos de ganço e sob o som rítmico das bandas eles pararam em frente ao Rei, um deles, o que estava à frente do grupo, carregava um estandarte com a bandeira do Império Gesebiano, o porta bandeiras então falou.

  • Vossa Majestade, como os grandes Césares de outrora o senhor nos devolveu a honra e o orgulho, por isso nós renascemos como a Phoenix - disse o homem ao retirar a bandeira e jogá-la no fogo sob fortes aplausos.

  • E como a Phoenix renascida nós enchemos os nossos corações de fogo e glória. Ave César, Ave Áquila - disse o soldado enquanto a bandeira romaniana com o Grande Brasão de Armas era colocada no estandarte para então finca-lo no chão.

[tab=30]O Rei então se levantou e retribuiu a saudação do soldado.

  • Um ano, faz apenas um ano que nos libertamos do julgo de nossos opressores e vejam, somos um dos povos mais avançados da Terra, o progresso se tornou algo comum para nós, fome, pobreza e caos políticos são lembranças de um passado há muito esquecido e renegado. Hoje nós somos uma nação forte, um povo respeitado pelos seus adversários, uma nação digna de nossos antepassados. Hoje, mais do que nunca, eu sei que o sonho de meu pai e dos nossos antepassados foi alcançado, mas agora devemos alcançar os nossos sonhos, agora devemos fazer aquilo que muitos consideram impossível, devemos tornar a Romania maior ainda, devemos torná-la tão grandiosa quanto o Imperium Romanianicus. Vida Longa a Romania.

[tab=30]A fala do Rei revérberou por todo o parque e como um eco o povo bradou vivas a ele, os aplausos eram tão fortes que nada mais se ouvia até que o Rei se sentou.
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Dois homens se olham e comentam:

  • Atraso e pobreza são coisas do passado?

  • Sim, de dois meses atrás. Hahaha

  • Hahaha. Tens razão.

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[tab=30]Após a fala de sua majestade, Ivysson aproxima-se do público e inicia:

- Um ano atrás, trabalhadores da Romania, comemoravamos nossa libertação. Este ano, comemoramos nosso primeiro aniversário desta libertação. Um movimento que emanou do interior de uma província que não era assistida pelo monarca gesebiano, levantou-se contra a tirania e a opressão. Hoje, somos uma nação livre, instruída e, acima de tudo, em pleno desenvolvimento. Deus guarda para nós um futuro brilhante! Viva a Romania!!

[tab=30]Terminado sua breve fala, Ivysson saúda as tropas que passam em sua frente e de sua majestade, bem como de demais autoridades civis e militares.[/i][/size][/font]

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[tab=30]Assim que o Cônsul terminou o seu discurso o Rei, e todos os outros que estavam no palanque, se levantaram enquanto as bandas tomavam as suas posições e davam inicio ao desfile.

[tab=30]Após desfilarem as bandas tomaram os seus lugares próximos ao palanque. O primeiro grupo a desfilar foi a cavalaria liderada pelo seu General e pelo Marechal Di Pacoda que prestaram continência ao Rei e ao Cônsul, em seguida a infantaria, capitaneada pelo General Atano, para então passar a Brigada de Artilharia, os opulentos e brilhantes canhões arrancaram aplausos da população.

[tab=30]O último grupo a desfilar foi o Regimento dos Dragões Reais, a Guarda Real encerrou o desfile carregando a bandeira e o estandarte real, encerrando assim as celebrações da independência.
[BBvideo 640,400]http://youtu.be/-ISASnNpoiY[/BBvideo]

[tab=30]Em seguida o Rei foi para a residência de um nobre no Quartieri para um banquete em sua homenagem, lá ele encontrou vários dos seus patrícios e alguns burgueses que se mostraram preocupados com o movimento constitucional.
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Um agente da ACI disfarçado como violinista participa de uma serenata para uma donzela no Parque Coliseum e observa atenta e discretamente as estruturas governamentais próximas.


[tab=30]Calmaria e paz reinam na noite chuvosa no Parque Coliseum, local de muita atividade, mesmo a noite.