[Interativo] Patio do Presidio

[center]Pátio do Presídio[/align]

O Pátio do presídio é o local onde os internos, após o horário de almoço, podem fazer qualquer atividade da qual têm direito, sob a vigia constante dos Gendarmes Prisionais, que interromperão à punhos de ferro qualquer atividade julgada suspeita por eles. Os internos podem interagir entre si, descansar ao sol durante os constantes e imperdoáveis dias frios, ou abrigar-se na sombra gélida do pátio interno, durante os dias quentes, algo incomum para a região da península, ou nos de chuva, fato que ocorre praticamente toda semana na região. Prisioneiros vistos fazendo qualquer atividade suspeita serão levados à interrogatório e deixados nas celas inferiores, reservadas para o pior tipo de seres possíveis, cujos crimes impronunciáveis os deixaram mofando na escuridão mórbida das celas frias, úmidas e sem ventilação para o resto de suas vidas.

[center]Internos descansam no pátio interno, enquanto observam outros trabalhando na roda-esteira.
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[justify][font=Palatino Linotype][size=150]Após uma exaustiva viagem, o Visconde Biller chegou à Prisão Artuniana. Era o principal preso de uma leva de prisões em virtude da Conjuração Republicana, que ocorrera tempos atrás. No primeiro dia, Biller, tratado como um comum, passou pelos procedimentos prisionais. Foi revistado e seus objetos pessoais foram conferidos e separados dele. O Visconde portava apenas um lápis e um punhado de folhas em branco. Em seguida foi encaminhado à higienização.

Tomou banho com um jato de água fria lançado sobre ele e depois com pós químicos para evitar que contraísse piolhos, pulgas ou outras vetores de doenças. Recebendo roupas prisionais adequadas foi devidamente encaminhado para identificação e registro.

O diretor da prisão que estava presenta na sala de finalização de procedimentos olhou o novo detento e pensou - “Espero que este sujeito subversivo não me traga problemas! Caso contrário, ele receberá o que merece”. Biller assinou documentos atestando suas condições de saúde, pertences e outros pormenores. Um número de identificação lhe foi dado: nº 141109.
Sendo encaminhado ao Pátio da Prisão, junto aos demais prisioneiros, instruções lhe foram dadas.[/size][/font][/align]

[center]O Visconde Biller [em destaque no lado direito], durante as instruções no Pátio[/align]

[justify]Após isso sua cela lhe seria apresentada.[/align]

[font=Palatino Linotype][size=150]Após mais um dia na prisão, o Visconde e os demais prisioneiros de sua seção vão para o pátio para ouvirem as instruções do dia…

O Visconde, nesta semana, trabalhará na lavanderia, um serviço pesado, mas que lhe renderá alguma capacidade de locomoção.

Após lavar mudas e mais mudas de roupas dos prisioneiros, Billerpensa que talvez devesse ter gastado suas energias de forma mais proveitosa, enquanto podia usufruir da liberdade.

De qualquer forma, sua longa viagem até a Prisão lhe fez refletir muito sobre algumas coisas. Uma delas é como seria interessante ao Império dispor de uma malha ferroviária de forma agilizar o transporte de mercadorias e pessoais. E junta a esta malha ferroviária, um eficiente sistema de telégrafos…

Talvez quando voltar a sua cela, o Visconde possa planejar um pouco melhor tais empreendimentos futuros…[/size][/font]

[size=150][font=Palatino Linotype]Após uma semana trabalho diuturnamente na Lavanderia da Prisão, o Visconde se vê dispensado dessa função e pode descansar um pouco…

Sua pena estava quase chegando ao fim, pois a cada dia de trabalho, convertia em redução da pena. Antes, porém, os prisioneiros foram chamados ao Pátio para novas instruções.

Biller e um grupo de detentos foram designados para realizar reparações no telhado de um dos blocos de cela. Seria passado piche para vedação de infiltrações que ocorriam na instalação, haja vista o parco orçamento conferido à Prisão Imperial.

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