[INTERATIVO] Praça da Vitória

[font=Palatino Linotype][size=140]Construída alguns anos após a fundação de Windhelm, a Praça da Vitória sempre fora vista como um monumento das vitórias dos exploradores contra os bárbaros que antes dominavam essas terras. Segundo algumas lendas locais, a praça fora construída sob as ruínas de um antigo acampamento bárbaro como uma espécie de ato simbólico da vitória dos exploradores e da civilização sob os bárbaros.

A praça possui monumentos como um busto dos falecidos Imperador Stéffan I de Gardenne e do Marquês da Arca Perdida e está localizada no coração da cidade de Windhelm, tendo como arredores, locais como o histórico Palácio dos Reis, a Catedral de São Jorge e o Colégio Atheneu.[/size][/font]

No começo da tarde alguns apoiadores do partido nacional chegaram na praça, colaram alguns cartazes e distribuíram alguns panfletos, os cartazes anunciavam a visita do Chanceler e os panfletos divulgavam as ideiasl nacionalista e militarista dos Gesebianistas.

A praça estava mais cheia do que o comum, a bandeira imperial era vista em cada poste de iluminação da praça e arredores, alguns cidadãos se destacavam devido a cor de suas roupas, os conhecidos Punhos Nacionais, defensores pacíficos do Nacional Gesebianismo.
Por volta das 20:10 da uma carruagem parou na frente da praça, dela saíram quatro legionários e o capitão françoise, com ajuda de alguns membros dos punhos nacionais eles abriram caminho para o Chanceler. O Chanceler caminhou lentamente ao palanque que fora improvisado para o seu discurso, ele acenou para a multidão e sorriu para os fotógrafos e repórteres que ali estavam. Quando chegou ao topo do palanque, o Chanceler fora recebido por alguns apoiadores do partido e empresários, tomou um gole de água e se dirigiu para o povo.

[font=Garamond][size=150]Boa noite filhos e filhas de Gesébia, é um prazer está aqui hoje, apenas lamento não ter vindo antes à esta bela cidade, este lugar que um dia fora o símbolo pujante de nosso poderio militar.
Sim senhoras e senhores, está grande cidade não é mais a mesma e os senhores sabem disso, - neste momento pôde se observar alguns gestos de concordância por parte do povo - no passado o grande porto do Cisalpe recebia diariamente embarcações comerciais e principalmente militares, estas ruas que por onde passeamos no passado viram tropas marchar em homenagem ao Imperador e ao Império, hoje elas veem atos de subversão e crimes contra os bons cidadãos.
Cisalpe já fora o lar de grandes militares, defensores da ordem e da paz, mas hoje ela se restringe á mais uma de tantas cidades de nosso Império, por isso eu lhes digo, CHEGA, Cisalpe deve se reerguer, este porto deve ver novamente o poderio de nossas belonaves, os nossos soldados devem marchar alegremente por essas ruas e demonstrar aos povos do oeste que estamos mais fortes do que nunca, devemos varrer os criminosos dessas ruas, devemos trazer a ordem e a estabilidade á todo o Império e isso começará aqui. Eu como Chanceler lhes digo, vamos reerguer o Cisalpe, vamos devolver ao Cisalpe o direito de se declarar o baluarte militar do Império.

Cidadãos Cisalpinos, eu reconheço que vós sois parte importante do Ducado da Dracônia, vós possuis um longo histórico de amizade e colaboração com os habitantes das gélidas montanhas da Dracônia, por isto irei solicitar a Sua Majestade, o Imperador, a reintegração do Cisalpe á Dracônia, vocês possuem o direito de ter um membro do Governo Draconiano a frente do executivo regional de vossa terra e isto deve ser reconhecido.

O Chanceler fez uma breve pausa e tomou um pouco de água.

Gesebianos, como sabem, eu e o meu partido apresentamos e defendemos a ideia da reinstituição do Exército Imperial, esse é um grande e importante passo para o Império. Finalmente teremos uma organização cujo o principal dever será defender as nossas terras, lutar pela nossa soberania e garantir a paz. No passado as tropas do Exército Imperial libertaram esta região das garras dos bárbaros que aqui haviam se estabelecido, novamente as tropas imperiais libertarão esta região, mas não será dos bárbaros, libertaremos o Cisalpe da letargia e do medo, o medo do separatismo, o medo de um ataque dos povos do leste, povos estes que descendem dos antigos bárbaros que aqui viveram e por isto eu lhes garanto, as Forças Armadas Imperiais e o Governo estão de olhos abertos, assumimos o compromisso de reerguer a tradição militarista do Cisalpe e proteger as nossas fronteiras e é isto que eu irei fazer.
Pelo Cisalpe e por Gesébia… Ave Império.[/size][/font]

Assim que o Chanceler terminou o seu discurso, os seus apoiadores e alguns simpatizantes o aplaudiram, uma considerável parcela dos ali presentes não demonstraram muita empolgação com o que fora dito, mas foram para suas casas tendo em mente que algo poderia acontecer, talvez o Cisalpe não se tornaria o centro militar do Império mas talvez ele se recuperasse da perda do Marquês da Arca Perdida.

OS quatro senhores que haviam partido de Áquila, se encontravam sentados ao banco da praça quando avistaram um homem alto, com porte fisico forte, carregando uma trouxa, se aproximar.

  • A quanto tempo velho amigo? - Cumprimenta Capataz. - Esses são Geovane, Wodds e Salazar, novos entusiastas a causa.

  • Mele… - O homem para a pronuncia que ia fazer. - Capataz, foi dura o cumprimento de minha pena, o tempo não passa dentro dessa merda de prisão. E como anda os preparativos?

  • Aqui não. - responde Capataz - Vamos caminhar pela praça.

  • Capataz. - Indaga Salazar. - Não vai nos apresentar vosso amigo?

  • Podem lhe chamar de Chacal, foi um grande soldado das forças revolucionarias Romanias. Terão tempo para o conhecerem melhor, agora iremos caminhar.

Os dois homens se distanciam e a certa distancia param e começam a conversar;

  • Melendez, acredita mesmo que teremos sucesso?

  • Sem nomes por favor, creio que sim, temos alguém forte nos dando apoio agora. Se vamos conseguir ir até o fim não temos como prever, mas até onde pudermos faze-los sangrar iremos fazer.

  • Quem é esse novo apoiador?

  • Chamaremos ele de Odisseu. Ele tem recursos e melhorou e muito todo nosso planejamento. Apenas eu terei contato com ele e representarei suas ordens.

  • Olhar para seu rosto só aumenta meu ódio, aquelas explosões, minha irmã.

  • Calma meu caro, nossa vingança está chegando.

  • Vamos nos organizar na Romania?

  • Não, a Romania virou reduto nacionalista, o filho do Presidente Wellington é totalmente diferente, ele não pode nos ajudar.

  • Mas seu pai foi morto por esse covardes, ele precisa nos ajudar?

  • Ele não nutria nenhuma afeição por seu pai, está preocupado com seu proprio umbigo apenas.

  • E como faremos?

  • Nossos companheiros que lutaram pela causa na Romania estão todos espalhados pelo Império, sofrendo preconceitos de todas as formas, vivem escondidos e não conseguem trabalho. Por mais que o governo tente buscar uma certa igualdade a sociedade não os aceita…

  • Mas isso será um grande problema, todos espalhados.

  • Odisseu disse que isso será um trunfo, se conseguirmos contactar todos teremos homens por todo o imperio.

  • E quantos homens já aderiram?

  • Apenas aqueles 3, mas estamos só começando.

  • Já perdemos tempo de mais conversando, chegou a hora do primeiro passo.

  • Calma, esperamos muito por isso, não vamos nos precipitar. Com calma e paciência poderemos conseguir. Mas vamos sair daqui que a temperatura está caindo.

Ao se juntarem com os demais;

  • Woods, vá com o chacal para Firgen e aguardem, ele saberá a hora de agir. O resto virá comigo para capital.

Um funcionário da Companhia Elétrica Denki-Ryu cola um panfleto na praça:

[font=Times New Roman][size=150]A noite chegava e alguns indivíduos reúnem-se na Praça da Vitória e começam a conversar:

  • Já está tudo pronto?

  • Quase tudo. Estou recrutando homens ainda para o ato, mas temos um número até que relativamente expressivo para um local onde existe tanta descrença com a causa.

  • Ótimo. E os aparatos, já foram encomendados?

  • Sim, chegaram a tempo de montarmos e deixarmos tudo pronto.

  • Perfeito. Lembrem-se, descrição é tudo, entenderam senhores?

  • Perfeitamente.

  • Ótimo. Agora vão, depois encontramo-nos, neste mesmo local.[/size][/font]
    [hr]
    [right]Ivysson Luz Von Hohenzollern[/align]

Algumas cópias de editais são fixadas na praça.

[justify]Visitando um dos cafés nos entornos da Praça da Vitória, o Governador-Geral da Gardenha era quase um desconhecido naquelas paragens.[/align]

[mod=“Biller”][center]EVENTO SÍSMICO NO IMPÉRIO GESEBIANO[/align][/mod]

[font=Palatino Linotype][size=150][justify][i]Nenhum gesebiano poderia acreditar que, nos últimos anos do Século XIX, suas vidas poderiam ser impactadas daquela forma.

Aqueles homens e mulheres preocupados com seus afazeres e cotidianos agitados, pensavam-se como donos de si próprios… Donos das armas, donos da política e da economia…

Mal poderiam imaginar que suas míseras existências estariam à mercê do mais acachapante caos e da fúria destrutiva da natureza.

Às 16:56 do dia 13 de julho de 1891, um abalo sísmico de grandes proporções ocorreu sobre as terras do Império Gesebiano, de modo poucas vezes contemplado na História de Gesébia.

Atingindo a região do exclave gardenho de Porto Cisalpe, o tremor foi fortemente sentido. Muito embora as grandes e médias construções de alvenaria tenham permanecido de pé, muitas sofreram danos consideráveis. Após o primeiro grande abalo, alguns incêndios começaram a surgiram nestas grandes cidades.


O terremoto fora impactante sobre a população civil gesébia. Redes elétricas e de iluminação pública foram destruídas por centenas de quilômetros. Conjuntamente à eletricidade, o sistema de comunicações em todo o Império falhou. Com postes ao chão e nos lugares mais remotos, ninguém conseguiria mandar um recado sequer de Cisalpe à Gardignon, ou pouco se sabia sobre a situação na Capital.

Completando o caos, os caminhos de ferro foram destruídos de norte ao sul, impossibilitando o envio de ajuda ou o trânsito das tropas, em socorro aos civis. O caminho pelas estradas seria o único meio.

Durante a madrugada do dia 14, outros abalos de menor intensidade, mas de considerável impacto apenas pioraram a situação. Na manhã do dia seguinte, a destruição parecia completa. Centenas de mortos. Milhares de feridos. Inúmeros desabrigados. Nas ruas, animais mortos tornavam-se a marca de uma nação desolada.

Os dias posteriores foram terríveis para o Império. Às escuras, mudo e imóvel.[/i][/align][/size][/font]

[justify][tab=30]Plenamente aturdidos pela catástrofe que abatera toda Gesébia, a população busca socorrer seus entes próximos ou alguns vizinhos. Infortunamente os mais afetados pelo terremoto foram os mais pobres. Vários perderam tudo o que possuíam e foram abrigados em alguns prédios públicos ou até galpões particulares que resistiram ao terremoto. O trabalho de salvamento foi coordenado pelos bombeiros e subsidiariamente pelos gendarmes, embora nem esses sabiam exatamente o que fazer.

[tab=30]Alguns dias depois à catástrofe algumas empresas retomaram suas atividades, visando, primeiramente, o atendimento às necessidades básicas da população. Os Dragões-Caçadores serviam de mensageiros entre as cidades afetadas e tentavam restabelecer alguma logística administrativa. Os últimos focos de incêndio eram apagados e começava-se a remoção dos entulhos das ruas.

[tab=30]Passada uma semana do terremoto as ruas encontravam-se transitáveis e as áreas e cidades menos afetadas retomavam um ritmo próximo ao normal. Várias celebrações religiosas em homenagem aos mortos eram feitas, mesmo àqueles que não faleceram no dia do[/align]terremoto.

[justify][tab=30]Passava pouco das 15h quando a equipe da CEDR chegara com as novas linhas de energia até a Praça da Vitória. Após verificarem as fiações internas e realizarem pequenos consertos, fizeram a ligação aos prédios públicos que estão no entorno da Praça. Outra equipe também chegara até o Hospital e fizera a ligação. O único gerador ainda funcional fora, então, ligado na unidade, fornecendo energia para as redes. O próximo passo seria utilizar os postes telegráphicos sendo reerguidos pela equipe da EGCT e possibilitar energia para a comunicação telegráphica.[/align]

Já era à tarde quando o Visconde de Firgen finalmente chegou em Cisalpe. A viagem havia sido árdua pelas dificuldades enfrentadas ao longo da estrada em virtude dos desabamentos que haviam acontecido. Apesar de ter sofrido tanto um terremoto como um maremoto, a única parte da cidade que parecia ter sido realmente abalada era o porto. A mobilização popular era forte, mas mesmo assim, o Visconde seguiu para o Quartel Imperial de Cisalpe.

[font=Palatino Linotype][size=110]Em um belo dia na Praça da Vitória.

  • Todo este caos que ocorreu e o nosso suposto “intendente” nem sequer aqui apareceu… - Disse Adalbert.
  • O novo Imperador deve ser um verdadeiro louco para nos separar do governo draconiano. - Disse Berthold.
  • Do que estão falando? Nosso intendente, o Grande-Almirante Medeiros está aqui sim! - Disse Klaus.
  • Só podes estar a brincar; se ele está aqui porque ninguém o viu ainda? - Disse Adalbert.
  • Meu amigo fuzileiro que responde diretamente ao Comodoro Ackermann, ele… disse que o Grande-Almirante está aqui desde o dia 22 ou 25 do mês passado. Foi ele que coordenou os esforços de resgate e reconstrução das áreas afetadas. - Disse Klaus.
  • Tens certeza disso? - Disse Adalbert.
  • Tenho! Ele contou-me também que a pessoa importante que nós soubemos e que esteve na Prisão Artuniana, foi o próprio Grande-Almirante. - Disse Klaus.
  • E por que raios ele não se mostra para o povo? - Disse Berthold.
  • Talvez não faça isso por soberba ou prestígio, e sim… somente para nos ajudar. - Disse Klaus.
  • Se isso for mesmo verdade, mesmo que ele não queira, nós devemos isso a ele! Espalhem isso que o amigo de Klaus disse pela cidade! Este homem tem de ser conhecido e reconhecido pelo povo! - Disse Adalbert.[/size][/font]

[font=Palatino Linotype][size=110]Em um belo dia na Praça da Vitória.

  • Então o rumor de que o Visconde de Firgen está aqui é mesmo verdadeiro. - Disse Adalbert.
  • Não está mais. Meu amigo me disse que ele saiu ontem ao final da tarde para a sede da Intendência Imperial; eu fui checar se ele ainda estava lá mas a secretária disse que ele saiu pouco antes da meia-noite. - Disse Klaus.
  • Ele parece ser mesmo um grande homem. - Disse Berthold.
  • E pelo que andei a pesquisar, um dos poucos homens que investiram na região, junto do Duque e do Comissário da Gendarmeria. - Disse Klaus.
  • Parece que o que falta ao nosso povo é informação sobre nosso Intendente, e pelo que pude perceber ele é um homem discreto. Nossos agradecimentos à ele terão de ficar para sua próxima visita. - Disse Adalbert.[/size][/font]

Alguns panfletos são colados em diversos pontos da praça:

Gendarmes fixam cartazes em postes e muros ao entorno da Praça da Vitória, bem como em outros vários pontos da capital cisalpina.

[font=Palatino Linotype][size=150][i]A noite estava fria e movimentada no centro de Cisalpe quando, discretamente, o Visconde de Firgen, após caminhar pela cidade, sentou-se em um banco da Praça da Vitória e retirou de um dos bolsos de seu sobretudo um pequeno cantil de whisky de prata que havia ganhado na Escócia, bebericou o Solitude contido dentro do cantil, guardou o mesmo e retirou uma caixa de charutos dominicanos e junto um isqueiro, também de prata, com um tigre pintado em ambos os lados, acendeu o charuto e começou a fumar.

Ao outro lado da praça, o grupo de amigos que sempre ali conversava se reunira mais uma vez.[/i]

  • Veja, os oficiais da polícia já estão em atuação! - Disse Adalbert.
  • Sim! Tenho certeza que agora a violência diminuirá significativamente com a atuação do DPC e do Chefe Armstrong! - Exaltou Klaus.
  • É verdade. E em breve nosso hospital será inaugurado, já que estão somente a transferir os equipamentos médicos. - Disse Berthold.
  • Fico imaginando o que o Visconde fará agora… - Disse Klaus.
  • Por falar nele, não é ele que está sentado sozinho naquele banco? - Disse Adalbert.
  • É o que parece. Vamos falar com ele? - Perguntou Berthold aos amigos.
  • Vamos lá. Eu nos apresento. - Disse Adalbert.

Os homens levantaram-se do banco em que estavam e foram ao banco em que se encontrava o Visconde. Ao ver o grupo de homens se aproximarem, o Visconde rapidamente levou à mão ao seu coldre axilar e abaixou a cabeça, como se estivesse procurando por algo.

  • Boa noite, vossa Graça! Meu nome é Adalbert e estes são Klaus e Berthold. É um prazer conhecê-lo.
  • Boa noite, cavalheiros! O prazer é meu! Aceitam charuto?

Após ouvir os nomes e perceber que não havia nenhum instinto assassino emanado daqueles homens, o Visconde retirou a mão de dentro do sobretudo, trazendo nela a caixa de charutos dominicanos que portava.

  • Não queremos incomodá-lo! Viemos somente agradecer pelo trabalho de reconstrução e ajuda aos feridos da cidade e pela instituição do DPC e do futuro Hospital-Geral Marquês D’Arca Perdida.
  • Agradeço-lhes, senhores. É um prazer ajudar aos meus irmãos cisalpinos! Podem ter a certeza de que isso foi somente o começo de uma nova era para Cisalpe.

O Visconde de Firgen conversou algum tempo com os jovens e, pouco depois das 22 horas, recolheu-se no Quartel Imperial de Cisalpe.[/size][/font]

[font=Palatino Linotype][size=150]Após ver um homem saindo de um beco próximo a Praça da Vitória e gritando por socorro, um oficial do DPW chegou ao local e encontrou um homem morto. Com a chegada do médico legista Malcolm ‘Mal’ Carruthers, ele constatou que a vítima havia sido assassinada com os mesmos traços do assassinato na Pousada Resiliência: Uma única perfuração na aorta e a mão direita decepada, com uma marca de mão na parede feita com o sangue da vítima. Os Detetives da Homicídios chegaram logo em seguida.

  • Parece que este maldito não veio aqui para perder tempo, primeiro matou um figurão do Piemonte e, agora, este que ainda não sabemos quem é… Acho que há algo por trás disso. - Resmungou o detetive Colton White.
  • O que quer dizer, Colt? - Perguntou o detetive Jack Kelso.
  • Há alguns meses atrás eu ouvi rumores de que há uma organização de assassinos altamente treinados no extremo norte do Ducado. - Respondeu White.
  • E o que ela tem a ver com tudo isso? - Perguntou novamente Kelso.
  • Eu estranhei no último assassinato as marcas serem tão idênticas ao que ouvi nos rumores, achei que fosse uma mera coincidência, mas agora… Eu tenho a certeza de que são eles! - Respondeu White.
  • Ou pode ser somente algum assassino em série louco… - Retrucou Kelso.
  • De qualquer forma, vamos ficar atentos há tudo e seguir nossa investigação, que aliás, começou a ficar mais quente. - Disse White.
  • Ao menos dessa vez alguém conseguiu ver o assassino para descrevê-lo. - Disse Kelso.

Algum tempo após a coleta de evidência e interrogação ao homem que viu o assassino, os detetives retornaram à Central para atualizar o mapa do caso e entrar em contato com a identificação regional e nacional para saber quem era a nova vítima e tentar descobrir quem era o assassino através de seu retrato falado.[/size][/font]

O movimento na cidade aumentava cada vez mais pela chegada de imigrantes do interior da Dracônia e da Grã-Bretanha.

No dia 10 de Dezembro, cerca de 30 mil pessoas se reuniram na Praça da Vitória e arredores e pacificamente protestaram pela reivindicação de sua identidade como parte da Dracônia.