[INTERATIVO] Praça Phillipus I

[size=150][font=Century Gothic][center]
Grande Theatro de Áquila a esquerda.[/align]
[tab=30]Um dos locais mais antigos e icônicos de Áquila, a Praça Phillipus I recebeu esse nome em homenagem ao último monarca da dinastia Phillipina, o Rei Phillipus I, o Sábio, mas a sua construção remonta ao Imperium Romanianicus, sendo conhecida antigamente como Praça de Aurelius, lendário Imperador Romaniano. A Praça é o local de encontro da população da Capital Real e centro de debates e discursos importantes como os hora já feitos por Sua Majestade, o Rei.

[center]Fonte de Dionísio.[/align]
[tab=30]Um dos monumentos mais antigos da praça e da cidade, a Fonte de Dionísio, também conhecida como Fonte de Bacchus. Estudos realizados no começo de 1890 indicavam que esse monumento possui no mínimo 4 séculos, mas estudos realizados logos após a independência da Rimania indicaram que esta peça da história romaniana pode ter quase 1 milênio, sendo assim uma obra da era romana. Segundo a lenda a fonte foi criada por um dos primeiros Imperadores Romanianos em homenagem ao Deus do Vinho, Bacchus, ainda segundo a lenda a fonte vertia vinho, mas devido aos muitos casos de embriaguez ela fora reformada e passou a jorrar apenas água.

[tab=30]Existem muitas estátuas e bustos na praça, muitos deles contam a história da Romania, suas muitas batalhas e conquistas, mas nenhum é tão imponente quanto o monumento da Glória Romana, um grandioso obelisco que possui ao longos do seus 6 metros de altura a história da Romania e em seu topo uma águia de ouro maciço.

[tab=30]A Praça também é conhecida como Praça da Aclamação, ela também é conhecida por este nome pois fora aqui que em uníssono os Romanianos aclamaram o então Conde Humberto como seu Rei e César.[/font][/size]

Sir Allan chega na praça que como de costume estava abarrotada de pessoas da Romania. Logo sobe em um caixote,retira seu chapéu e inicia um discurso

‘’[i]Povo da Romania,creio que muitos de vós se lembrem de mim, travamos importantes batalhas lado a lado na intetona odinista,defendemos o império de porcos sujos que só buscavam o poder e usaram do nosso povo para tentar alcançar esse objetivo,mas nós cidadãos desse grandioso reino lutamos pela verdade e alcançamos a vitória! Porem como todos sabem novamente forças obscuras tentam nos assolar,pregando uma república que só existe no papel,escondendo seus verdadeiros objetivos que são os de nos controlar. Senhores,jovens,povo da Romania! Talvez alguns não me conheçam,sou Sir Allan I da casa Athaide, regente da Romania devido a idade avançada do nosso rei, e que recebi dele a missão de proteger o nosso reino desses interesseiros, sendo assim neste momento minhas tropas estão se armando e se preparando para a marcha,tomaremos Gardenne,aniquilaremos os líderes republicanos e protegeremos a pátria Romania e a pátria Gesébia desse mau. Todos os que quiserem por favor se apresentem a base da Guarda da Romania,em breve marcharemos para a glória,pela pátria!

VIVA O IMPÉRIO!,VIVA O IMPERADOR!,VIVA A ROMANIA!,VIVA O REI[/i]!’’

Em um mesmo som todos presentes na praça repetem :

VIVA O IMPÉRIO!,VIVA O IMPERADOR!,VIVA A ROMANIA!,VIVA O REI!

Depois do discurso cerca de 500 homens começaram a se dirigir para a base da guarda para o armamento e treinamento,alguns deles nunca haviam pegado em armas mas outros eram veteranos da intetona odinista.

A comitiva Imperial que já havia chegado pela manhã a Áquila e após alguns compromissos oficiais preparava-se para partir pro ultimo trecho de sua viagem, rumo ao Piemonte, deteve-se por mais algumas horas na Praça Philippus I, tendo o Imperador pedido que montassem seu escritório de campanha ali mesmo, para que fizesse alguns despachos, enquanto os nobres, oficiais e soldados que o acompanhavam aproveitavam para conhecer melhor a capital da Romania.

A Carruagem de Sua Graça chega a praça sendo escoltada por um soldado da GR, o Visconde desce da carruagem e após bater continência dispensa o soldado.

Majestade, Excelência, estou pronto para partir, irei para a minha carruagem e aguardarei.

Visconde, ja estamos partindo, só responderei a um telegrama que recebi.

O Imperador escreve sua resposta em um papel e entrega a um Ulano para que este leve à agencia da EGCT, para que seja enviado o telegrama a Firgen.

A carruagem de Nero è a última a chegar, estacionando-se junto às demais., Ninguém sai da carruagem apenas um cavalheiro que estava em seu cavalo escoltando - a, faz os devidos preparativos para o prosseguimento.
A não saída de Nero, claramente representava sua indisposição perante o trajeto.

O Imperador que já embarcava na sua carruagem vê a do Sr. Nero chegar, dada a aglomeração de populares para saudar sua majestade, este evita aproximar-se á carruagem do Sr. Nero, mas perguntava-se, onde teria estado o mesmo nas ultimas horas.

E então a comitiva segue viagem para o Piemonte.

[justify]Diversas Forças Romanas movimentam-se convulsivadoramente através de Áquila. Diversos pelotões são vistos na Praça Phillipus I organizando-se para “visitar” endereços de lealistas residentes na Capital Romana e em outras adjacências do Reino da România.
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[justify][size=135][font=Palatino Linotype]Os homens pouco falavam enquanto recebiam cada um a sua “encomenda”. Carrinhos de mão e carroças deixavam rapidamente o cais, indo para o coração da cidade de Áquila. Obviamente, todas as cargas eram cuidadosamente inspecionadas pelos Guardas de Romania, ainda mais durante a situação de revolta em que a província/nação se encontrava. Mas era conhecimento comum que, molhando-se a mão de alguns certos chefes, poder-se-ia obter um certo alívio na inspeção dos produtos. E foi o que aconteceu. As caixas de madeira lacradas eram levadas até pontos-chave da cidade. Não muito bem guardados, pois havia a falsa sensação de segurança entre os guardas da capital, depois que a maioria dos legalistas que habitavam a cidade foram executados, e um pouco por confiança no sistema de monitoramento das cargas que saíam do movimentado porto de Áquila. De qualquer forma, o que importava era que as caixas eram entregues, e os homens estavam prontos, posicionados em porões e vielas escuras, com a carga ajustada.

Diatomito embebido em nitroglicerina, e envolto por papel. Uma invenção de um químico Sueco, Alfred Nobel, que conseguiu transformar a instável nitroglicerina em um explosivo de ação controlada, e extremamente forte. Vigas de sustentação de edifícios, paredes e quaisquer pontos fracos das construções designadas eram envoltos em enormes cargas deste material, e os homens aguardavam, a uma distância dita como segura, com os detonadores prontos para espalhar caos e terror pelas ruas da capital de Romania. E grande parte da população da cidade estava aglomerada na Praça Phillipus I, aguardando o grande discurso, programado para ocorrer a tarde. Cidadãos ansiosos conversavam alto sobre o que o discurso trataria. Seria da emancipação de Romania? Da morte do Arquiduque? De que as tropas Gesebianas foram derrotadas, por fim? Dúvida enchia o ar, e as horas passavam devagar, antecipando um fato que, querendo ou não, mudaria a paisagem política de Gesébia e de Romania para sempre.

Por fim, um orador postou-se perante o púlpito, limpou a garganta, e começou seu discurso:

“Cavalheiros e Damas, compatriotas de Roma! Hoje estamos aqui para um dia histórico em nossa nação! Não mais nos prostraremos diante dos outros povos de Gesébia como submissos vassalos à um Imperador tirano e sua corte corrupta! A partir de hoje, caminharemos juntos, unidos e seremos vitoriosos por Romania! Romania não mais obedecerá a ordens provindas de Gardignon, nem de qualquer outro local. Áquila reinará soberana! Romania será, por fim, livre! E o po…”

O discurso fora subitamente interrompido por uma enorme explosão. O barulho seco reverberou por toda a área, quebrando o silêncio paciente do povo e gerando, instantaneamente, caos puro. Após observação mais calma, notou-se que o prédio da base da Guarda de Romania estava em chamas, com o local onde era uma vez o arsenal completamente varrido do mapa. Guardas de Romania corriam para a direção de sua base, movidos por desespero e ódio. Neste meio tempo, outra explosão aconteceu. O prédio onde estava o púlpito, o Gloria Romana, estava lentamente desabando. Poeira levantava das fundações, onde provavelmente estavam instalados os explosivos, e grandes pedaços de mármore caíam do prédio, transformando a população aglomerada em uma turba desesperada pela própria sobrevivência. O orador, preso no púlpito, fez uma última prece antes de atirar-se da sacada. Pouco tempo depois, o prédio estaria completamente destruído. Contudo, a procissão de destruição não terminara. Explosões começaram a serem ouvidas dos mais distantes e próximos pontos da cidade. Prédios de negócios, prédios culturais, e até o portão leste da cidade desmoronaram perante o ataque súbito e impiedoso dos explosivos. Quinze minutos após a explosão inicial, os ataques cessaram. Contudo, era o fogo, agora, o verdadeiro inimigo de Áquila, com as brigadas de incêndio sendo acionadas para conter os mais perigosos casos do fogo, que ocorriam em todas as regiões da cidade. Estranhamente, o Palácio de Vila Augusta fora poupado, e escapara incólume dos atentados a bomba. A população estava completamente horrorizada. Quem, e por quê, faria isto?[/size][/align][/font]

[font=Century Gothic]A Noite se aproximava quando diversas populares começaram a se aproximar da Praça, em todas as ruas se viam pessoas usando uma espécie de uniforme preto, carregavam consigo uma bandeira pouco conhecida.

Muitos gritavam coisas como, “VIDA LONGA A ROMANIA” e “MORTE AOS TRAIDORES DO ESTADO.”
Os populares presentes estranharam tal movimento mas após alguns minutos muitos começaram erguer as mãos com os punhos cerrados e em uníssono se juntavam ao grupo.
Alguns membros desse grupo faziam uma saudação que só fora vista antes nos livros de história, a antiga saudação romana, um símbolo do passado de Glórias e conquistas do povo da Romania.

Em meio ao protesto dois homens se encontrando e se saudando dizem.

  • Salve Áquila

  • Salve Áquila, meu irmão.

  • Grande dia, hoje os nossos irmãos abriram os olhos e se uniram a nós nesse ato de amor á pátria.

  • Verdade irmão, nunca estivemos tão perto de realizar o grande sonho, finalmente seremos livre, finalmente Áquila será Suprema.

  • Salve Áquila

  • Salve Áquila


Após conversarem brevemente, ambos os homens volta até a multidão que continua a gritar frases de patriotismo nacionalismo, muitos tremulam a bandeira negra e carregam faixas.[/font]

As tropas se posicionavam na praça, grande parte da população da cidade se encontrava ali, bandeiras tremulavam por toda a parte, se ouvia aplausos e canções misturados aos gritos de Vida Longa a Romania e Salve Áquila.
Após algum tempo o Regimento já estava em posição e o Coronel Flavius aguardava a chegada do General.
Eis que o General se aproxima em uma carroça junto de quatro soldados e a velha erika.

Salve Áquila, General Wellington.

[font=Century Gothic]Salve Áquila, Coronel Flavius.

Vejo que as tropas estão em posição, fui informado que as nossas forças já se posicionaram no porto, mas a Armada não fez um único movimento, os Deuses estão conosco coronel.
Avise o Regimento que iremos partir em alguns minutos, prepare a Erika… a metralhadora para ser utilizada.
Irei falar á tropa.[/font]

Sim senhor, levem a metralhadora e cuidem dela, quero ela pronta para o combate.

Após dar as ordens o coronel se posiciona junto ao Regimento e aguarda o discurso do General que se aproximava da mesma usando uma bengala.

[font=Century Gothic]Filhos de Áquila, o dia que aguardamos há tanto tempo finalmente chegou, a hora de mostrarmos aos Gardenhanos e Draconianos a nossa força chegou.
O Nosso muy amado Rei e o seu Regente foram mortos por forças ligadas ao Império, sim senhores, eles começaram essa guerra e agora vão pagar com suas vidas. Após anos de submissão ao trono Gardenhano finalmente temos a chance de nos ver livres, os gardenhanos contam com sua confiança e glórias do passado mas não enxergam que essa guerra já fora decidida, os deuses decretaram a nossa vitória e não á nada, absolutamente nada que os nossos inimigos possam fazer.
Soldados de Áquila, lutem com honra, garra e fé, saibam que estão lutando pela Pátria, por suas famílias e por nossos antepassados, honrem a nossa bandeira e vossas armas.
Mostrem a eles que não teremos piedade, não façam prisioneiros, não poupem ninguém, conquistem a nossa liberdade, pois é chegada a hora de libertarmos a nossa terra e alimentaremos os deuses da guerra com o sangue de nossos inimigos.
Não sobrará pedra sobre pedra, alma viva que possa testemunhar a queda de Gardenha pois não permitiremos que um só soldado sobreviva, não permitiremos dúvidas quanto a nossa vitória, plantaremos o medo e o terror nos corações de nossos inimigos e tornaremos a Romania Livre.

SALVE ÁQUILA.[/font]

Após erguer o seu braço direito e gritar a antiga saudação, o ato do General é seguido por todo o Regimento que em uníssono conclama a saudação dos antepassados e decreta a vitória Romana, então o regimento começa a marchar para a fronteira, em direção a Gardignon, o General se dirige a carruagem que vai levá lo, o Coronel Flavius monta em seu cavalo e marcha ao lado da carruagem do General que da algumas ordens a ele.

Coronel, quero os seus melhores homens nessa missão, quero que envie cinco batedores para o Condado de Saint Depoux e envie mais cinco para a estrada secundária que leva a Gardignon, eles não devem ser vistos pelas forças Imperiais, de a eles alguns cavalos e faça com que eles corram o mais rápido possível.

General, considere feito.

[center]O 1º Regimento marcha em direção a fronteira.[/align]

Certos panfletos são espalhados pela praça e colados nas paredes dos prédios locais:

A praça estava cheia, uma multidão de pessoas se reunirão ao redor da praça, a guarda local especula que havia mais de 5 mil pessoas, muitos eram trabalhadores que acabaram de sair de seus empregos e vieram ver o discurso, também haviam curiosos e desempregados que vieram ver o discurso que tinha como assunto a reconstrução da Romania. Um palco havia sido erguido no centro da praça nele haviam 3 bandeiras uma do partido liberal, outra da Romania e uma grandiosa do Império Gesebiano, em cima do palco havia uma enorme faixa com uma frase escrita: “Per Libertas! Per Pax!”, importantes comerciantes, economistas, donos de terras locais e representantes do Partido Liberal estavam em cima do palco, ambos esperando a chegada do Comendador.

Eis que a carruagem que levava o Comendador e Jose Karl havia chegado a praça, dela descem Supah e Jose que são ovacionados pela população ali reunida, depois de certa dificuldade para chegarem ao palco, eles sobem no palco e Supah diz aos que estavam presentes no palco:

- Me desculpem amigos, o navio meio que…atrasou…mas creio que meu atraso nao modificou o animo da multidão, hahaha.

Ambos que estavam em cima do palco riem, então Supah decidi começar seu discurso e percebe que havia muitas mais pessoas do que em seu primeiro discurso na capital do império, mas ele nao intimida e começa a falar em voz alta:

- Carissimo povo Romaniano! Hoje eu Sir Supah D’Mil-Margaridas venho perante vos mostrar minhas ideias para o futuro da Romania!

O povo eufórico começar a ovacionar Sir Supah, e Supah continua:

- Amigos, povo de bem, hoje venho-lhes com o apelo para esquecerem a guerra, a mesma nao trouxe nenhum beneficio a nenhum dos lados, o único que realmente perdeu com esta guerra fora o Império e seu povo! E infelizmente nesse momento o governo imperial iniciou uma politica de segregação e preconceito a Romania e a seu povo, isto e algo inaceitável! A Romania já foi por muito tempo um dos pilares do Império! Ela nao pode ser abandonada assim, sem mais nem menos, por isso companheiros, irei mostrar minhas propostas para com a Romania!

Sir Supah pega um papel com Jose Karl e continua:

- Caríssimos, agora apesento a vocês meu plano de reconstrução da Romania:

- Criação do projeto de reconstrução da Romania: Um projeto econômico-social de reconstrução da Romania para que assim esta querida região volte aos seus tempos de gloria, por meio do envio de uma verba de 15 milhões de gesebos, que irão servir para a reconstrução de industrias e prédios públicos, e construção de uma escola, que servira para a alfabetização das crianças da Romania. O projeto também conta com a ideia de estatizar as empresas e industrias abandonadas locais., para que assim o povo tenha seu emprego de volta e garantido.

Depois de apresentar o projeto o Comendador volta a discursar:

- Então Caríssimos, espero que com esse projeto a Romania volte aos seus tempos de gloria! Mas creio que isso nao e suficiente, a Romania detêm de uma população bem forte de idosos e por isso apresento~lhes essa projeto:

- Criação da lei da Aposentadoria Imperial: Uma lei ampla e respeitosa a todos os cidadães do império que contribuirão para a economia do Império para que quando deixarem de trabalhar possam viver com uma aposentadoria forte, estável e digna.

Depois da apresentação o Comendador volta a sua fala:

- Então Caríssimos, este projeto ira servir para auxiliar os idosos que nao tem mais condições de trabalhar a poderem descansar depois de anos de serviço. Mas eu penso que a Romania ainda precisa de mais ajuda! Eu tenho a ideia de fazer uma certaReforma Agraria, ou seja as terras agrarias que pertencem a poderosos fazendeiros, e que estão a tempos abandonadas, irão agora serem administradas pelos camponeses que nela trabalham!

A multidão estava eufórica e ouvia-se palmas e assobios vindos da praça, e Supah continua a dizer sua fala:

- Então Caros companheiros, espero que eu possa contar com vocês! Pois juntos faremos uma Romania melhor! Um pais melhor! Um Império melhor! Muitíssimo obrigado a todos os presentes e boa noite!

O Comendador acaba seu discurso sendo ovacionado pela população, muitos ainda pareciam estar um pouco desconfiados, pois nao era sempre que alguém que vive na Gardenha trata tao bem os Romanianos, mas mesmo assim muitos acreditam nele e batem palmas e assobiam, depois do fim do discurso a equipe de campanha politica de Supah organizou uma parada social, que conta com doações aos mais necessitados, entre comida e roupas, alem de uma grande janta social aos presentes e varias brincadeiras para as crianças.

Quando estava saindo da praça, os senhores que estavam no palco, parabenizam Sir Supah pelo seu discuso e perguntam para que hotel ele e Jose irão, mas Supah diz que eles nao vão para o hotel agora, ele diz que eles pretendem fazerem uma visita a região rural de Aquila, então assim ele sobem em sua carruagem e partem para a região rural.

Um oficial do Governo Central chega ao centro da cidade, logo ele se dirige á um dos murais que é utilizado pelo Governo Regional para postar informes e afixa nele uma lista de Decretos.

Caros Gesebianos, eis os decretos do Governo Imperial dentre o dia 18 de novembro e o dia 30 de novembro.

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Deixando a estação, o Duque rapidamente cruza a praça principal em direção ao Porto.

Durante todo o dia, vários trabalhadores se encarregaram de erguer uma enorme pira e colocar a Bandeira Imperial por toda a praça.

Tudo estava pronto, centenas de cidadãos ansiosos se amontoavam na praça, a frente da Coluna da Vitória estava um palanque, iluminado por várias tochas e tendo nele várias bandeiras, logo o Chanceler chegou, trajava uma roupa bege e ostentava em seu peito o broche do partido.

[font=Garamond][size=150]Boa noite caros compatriotas, hoje, nesta bela noite que abrange todo o nosso glorioso império, venho aqui, perante todos vocês, compatriotas gesebianos, homenagear todos os nossos grandiosos heróis que lutaram na Sublevação Romaniana, mas não estou aqui para homenagear romanianos, gardenhanos ou draconianos, estou aqui para homenagear todos os GESEBIANOS, é isso o que somos, antes de romanianos, somos e sempre seremos GESEBIANOS, muitos morreram naquele infeliz conflito, aquele que fora a grande prova de a que ponto o individualismo nos leva, um conflito que fora criado por traidores que só se preocuparam consigo mesmo, covardes que não tiveram a honra de proteger a pátria e se voltaram contra ela, hoje vamos homenagear todos os bravos e corajosos soldados de nossa pátria que lutaram contra as influências externas e internas do individualismo e separatismo, que protegeram o que nos é mais sagrado, a nossa GRANDE PÁTRIA.
Muitos dos que aqui estão, perderam parentes próximos, amigos, colegas, eu entendo vossa dor, perdi o meu pai para este conflito, um homem que sacrificou a própria vida e se rendeu para evitar que centenas de compatriotas fossem mortos, muitas vidas foram salvas naquele dia e hoje honraremos as que não foram.
Todos os que morreram naquele conflito, honraram os nossos antepassados, honraram os antigos legionários romanos que nesta terra fundaram as bases de nossa nação, honraram os sonhos e conquistas de toda a nossa civilização, eles honraram a PÁTRIA e hoje meus camaradas, estamos aqui para honrar a eles.


Assim que terminou de falar, o Chanceler pegou uma tocha e jogou na pira que acendeu de forma magnífica, iluminando toda a praça, assim que ele se virou para continuar a falar, fora aplaudido pela população que até aquele momento sentira que o sacrifício de seus irmãos tinha sido por nada.

Compatriotas, obrigado, muito obrigado, faço isso pela Pátria e por Vocês, a pátria repousa dentro de cada um de nós e é nosso dever proteger e honrá la, devemos honrar aqueles que levaram um pouco de nossa nação para os céus, devemos honrar o sagrado sangue de nossos soldados que por essa GLORIOSA PÁTRIA tombaram, sem a pátria somos nada, devemos garantir a nossa soberania, defender Gesébia até o último instante, rechaçar as hordas expansionistas e bárbaras, proteger esta sagrada bandeira e lava la com o sangue de nossos inimigos, que a honra e a glória sejam as nossas armas contra o terror daqueles que defendem um sistema falho e individualista, que defendem uma nação pequena, fraca, sem honra ou glória, que lutemos e aniquilemos todos os inimigos da Pátria, TUDO PELA PÁTRIA E PELA VITÓRIA TOTAL.

AVE IMPÉRIO - bradou o Chanceler ao fazer a saudação dos antigos romanos e primeiros gesebianos.
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Vários apoiadores do Partido chegaram a praça, utilizando broches com o símbolo do partido e braçadeiras, eles distribuíram panfletos e colaram cartazes com os seguintes disseres.

Panfletos são entregues por apoiadores do Partido Democrata:

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Após passar a noite a caminhar pela cidade com seus amigos, Ivysson pela manhã vai até sua fazenda para descansar. Pela tarde, ele aparece na Praça Phillipus I, sobe em uma mesa que continha um tabuleiro de xadrez e começa a falar:

[font=Times New Roman][size=150]

  • Cidadãos da Romania, cidadãos Gesebianos, estou aqui hoje com o imenso orgulho de estar rodeado por pessoas como vocês. Admiro a coragem e a bravura dos senhores e sei que apesar do que tenha acontecido no passado, todos nos estamos integrados sob uma mesma unidade, a unidade Gesebiana. Sei que existe alguns pequenos sentimentos separatistas no fundo de vossos seios, mas esse sentimento deve cessar, pois todos somos gesebianos, acima de tudo somos gesebianos. E porque que falo isso ? Porque somente com a colaboração e união dos senhores, podemos fazer um bom trabalho na administração de nosso Império. Essa questão de unidade é amplamente defendida pelo Nacional Gesebianismo, ideologia difundida pelo Partido Nacional, que apesar de ser duramente atacado por adversários políticos que visam o regresso do progresso que está sendo conquistado aos poucos e ao custo de muito suor e trabalho, está aqui para defender os interesses de vocês romanianos e o interesse de toda a nação. Por isso conta com a colaboração dos senhores para que possamos derrotar os adversários e para que possamos também avançar a passos longos rumo a glória, prosperidade e progresso. Ave Império.[/size][/font]


Ao terminar seu pronunciamento, Ivysson faz a famosa saudação romana e é seguido pelas massas, que durante todo o seu discurso, ouviu atentamente a cada palavra proferida pelo Ministro. Ele então sai da praça, e retorna a sua Fazenda, onde seus amigos o aguardam e, enquanto isso, o povo que estava na Praça volta a sua rotina, mas pensando em tudo aquilo que havia sido dito. Outros cidadãos colocam várias bandeiras do Partido Nacional e do Império Gesebiano na Praça, mostrando que estão ao lado das forças do bem.