[INTERATIVO] Praça Pilatus

[center]Estátua de Pontius Pilatus.[/align]

Semelhante a muitas outras praças e locais de lazer que existem por todo o Império, a Praça Pilatus fora construída durante os primeiros anos do reinado do Imperador Steffàn I, mas durante o governo do Chanceler Philippus ela passou por algumas reformas.
A Praça em si não é muito esplendorosa mas em seu centro se encontra uma estátua do famoso filosofo e político gesebiano, Pontius Pilatus, fundador da ideologia conhecida como Murista e principal líder do antigo Partido Murista.
Hoje o nobre e inspirador filósofo que gerou inúmeros políticos e salvou o Império de uma guerra civil, caiu no esquecimento, o mesmo foi dado como desaparecido há muito tempo mas resquícios de sua lendária ideologia persistem até hoje em muitos dos políticos do Império.

Após uma longa e cansativa viagem de carruagem o presidente do senado Carlos Magno chega surpreendentemente uma hora adiantado de seu prazo inicia passa pela praça central vendo a bela cidade que nunca havia visto antes l , olha e vê a região quieta com o calar da noite, ele se dirigia a um lugar próximo onde poderia dormir e se hospedar pro aquela noite.

[offtopic]Bom pessoal , resolvi disser q tou indo dormir em um lugar n especificado pra n dizer q to durmindo em banco de praça como se fosse um mendigo ok[/offtopic]

Carlos observava a cidade que iria deixando para trás em uma viagem muito longa até gardenha , cansado iria viajar a noite toda para adentrar gardenha de manhã

[font=Palatino Linotype][size=150][justify]Organizadas pelo Governo-Geral da Gardenha, as festividades de Natal em Porto Dunord foram marcadas pela grande árvore decorada no meio da Praça Pilatus.
Milhares de pessoas viriam admirar as luzes piscando, os belos enfeites colocados e o clima de fraternidade por toda a região central da Capital de Dunord.

Representantes do Governo estiveram durante o dia e estão presentes nesta noite da véspera natalina, para representar as mensagens de boas festas do Governador-Geral René von Biller.

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O jovem Courfeyrac chega, finalmente, a La Luna, e, não encontrando local para se hospedar, como estava extremamente cansado, resolve passar a noite em um dos bancos da praça, deitando sua cabeça sobre a maleta.

Panfletos são entregues por apoiadores do Partido Democrata:

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[justify][tab=30]Caía a noite na cidade, e boa parte da população se perguntava porque as lâmpadas elétricas da iluminação pública ainda não haviam sido ligadas. E não somente nas ruas, nos prédios públicos, nas lojas comerciais, nas indústrias, nas residências… não se via uma única lâmpada elétrica ligada, nem uma única máquina elétrica a funcionar. O que estaria havendo?
[tab=30]Aos poucos, as notícias começaram a se espalhar. Sobre o Decreto do Chanceler, do Estado de Emergência, da proibição da venda de alimentos e matéria-prima para a Dracônia, do Duque da Dracônia - ou seria Lorde Protetor? - retaliando ao fechar todas as suas empresas e levar todos os técnicos e especialistas das unidades da CEDR para a Dracônia, além de suspender o envio de toda e qualquer carga da Dracônia para o Império.
[tab=30]Enquanto alguns reclamavam da comodidade perdida, tendo agora que voltar a usar velas e lampiões a óleo, outros se perguntavam o impacto que tal medida teria na economia, pois nos últimos meses muitas empresas haviam trocado seus velhos maquinários manuais por modernas versões elétricas. O que essas empresas fariam se tal crise não fosse resolvida logo? E, além disso, muitas empresas e fábricas dependiam da matéria-prima extraída nas minas da Dracônia…
[tab=30]Alguns diziam, em alto e bom tom, que o Império estava entrando em uma nova Era das Trevas…
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Alguns cidadãos mostravam estar confusos com aquilo tudo, alguns sabiam que a Chancelaria não havia congelado nenhuma conta até aquele momento, a maioria das pessoas começaram a pensar no por que daquela atitude do Duque, o decreto solicitou o congelamento das contas mas a Suprema Corte não o fez, ela concedeu o direito ao Chanceler, mas depois de quase um dia, o Chanceler não havia feito nada.

[justify][size=150][font=fantasy][tab=30]Foram chegando aos poucos, alguns ainda tímidos, outros carregando cartazes. Mas, conforme se reuniam, o sentimento de desejo de mudança aumentava. Apesar do crescente número de militares na cidade, não tinham medo, pois sabiam que sua causa era justa.

[tab=30]Chegando ao ponto mais conhecido no centro da cidade, o grupo, não contava com mais do que 200 pessoas, direta e indiretamente afetadas pelos últimos acontecimentos, mas logo mais pessoas foram se juntando, até que aproximadamente 1.000 pessoas começaram com gritos de ordem:

[tab=30]- Queremos nossa eletricidade de volta!
[tab=30]- Queremos trabalhar! Queremos trabalhar!
[tab=30]- Contra os abusos do governo central!
[tab=30]- O povo sofre quando poder sobe à cabeça dos políticos!
[tab=30]- Onde está o Imperador para nos proteger?

[tab=30]Apesar de pacífica, a manifestação era acompanhada de perto pela Gendarmeria e por alguns militares.[/font][/size][/align]

Cartazes foram afixados na Praça Pilatus.

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Um funcionário da Companhia Elétrica Denki-Ryu cola um panfleto na praça:

Um grupo de 153 pessoas membras do movimento “Liberdade para Todos” inicia uma manifestação pacifica, dentre as reivindicações estão, maiores direitos civis, impostos mais baixos e a agilização da política Nacional. Outra reivindicação e que o Conde de Dunnord não permita que Dunnord seja afetada pela crise econômica e não sofra com qualquer tipo de invasão por meio de Sunerianos. A manifestação continuará pacífica e irá acabar as 17:00 horas.

Os gendarmes acompanham tudo ao longe, sem interferirem.

Na praça e arredores é fixado cópias do edital da Gendarmeria:

Um cartaz com o orçamento regional é fixado na praça central, por funcionários do Governo da Gardenha.

[mod=“Biller”][center]EVENTO SÍSMICO NO IMPÉRIO GESEBIANO[/align][/mod]

[font=Palatino Linotype][size=150][justify][i]Nenhum gesebiano poderia acreditar que, nos últimos anos do Século XIX, suas vidas poderiam ser impactadas daquela forma.

Aqueles homens e mulheres preocupados com seus afazeres e cotidianos agitados, pensavam-se como donos de si próprios… Donos das armas, donos da política e da economia…

Mal poderiam imaginar que suas míseras existências estariam à mercê do mais acachapante caos e da fúria destrutiva da natureza.

Às 16:56 do dia 13 de julho de 1891, um abalo sísmico de grandes proporções ocorreu sobre as terras do Império Gesebiano, de modo poucas vezes contemplado na História de Gesébia.

Atingindo desde as montanhas da Dracônia, embora em menor grau, até Gardignon, em considerável impacto, o terremoto ocasionou pânico generalizado sobre as populações das capitais provinciais até os menores vilarejos. Muito embora as grandes e médias construções de alvenaria tenham permanecido de pé, muitas sofreram danos consideráveis e algumas ficaram totalmente comprometidas.

Após o primeiro grande abalo, os incêndios começaram a surgiram nestas grandes cidades.


O terremoto fora decisivamente impactante sobre a população civil gesébia. Redes elétricas e de iluminação pública foram destruídas por centenas de quilômetros. Conjuntamente à eletricidade, o sistema de comunicações em todo o Império falhou. Com postes ao chão e nos lugares mais remotos, ninguém conseguiria mandar um recado sequer de Piemonte à Àquila, de Dunnord à Gardignon.

Completando o caos, os caminhos de ferro foram destruídos de norte ao sul, impossibilitando o envio de ajuda ou o trânsito das tropas, em socorro aos civis. O caminho pelas estradas seria o único meio.

Durante a madrugada do dia 14, outros abalos de menor intensidade, mas de considerável impacto apenas pioraram a situação. Na manhã do dia seguinte, a destruição parecia completa. Milhares de mortos. Centenas de milhares de feridos. Inúmeros desabrigados. Nas ruas, animais mortos tornavam-se a marca de uma nação desolada.

Os dias posteriores foram terríveis para o Império. Às escuras, mudo e imóvel.[/i][/align][/size][/font]

[justify][tab=30]Plenamente aturdidos pela catástrofe que abatera toda Gesébia, a população busca socorrer seus entes próximos ou alguns vizinhos. Infortunamente os mais afetados pelo terremoto foram os mais pobres. Vários perderam tudo o que possuíam e foram abrigados em alguns prédios públicos ou até galpões particulares que resistiram ao terremoto. O trabalho de salvamento foi coordenado pelos bombeiros e subsidiariamente pelos gendarmes, embora nem esses sabiam exatamente o que fazer.

[tab=30]Alguns dias depois à catástrofe algumas empresas retomaram suas atividades, visando, primeiramente, o atendimento às necessidades básicas da população. Os Dragões-Caçadores serviam de mensageiros entre as cidades afetadas e tentavam restabelecer alguma logística administrativa. Os últimos focos de incêndio eram apagados e começava-se a remoção dos entulhos das ruas.

[tab=30]Passada uma semana do terremoto as ruas encontravam-se transitáveis e as áreas e cidades menos afetadas retomavam um ritmo próximo ao normal. Várias celebrações religiosas em homenagem aos mortos eram feitas, mesmo àqueles que não faleceram no dia do[/align]terremoto.

[justify][tab=30]Passava pouco das 15h quando a equipe da CEDR chegara com as novas linhas de energia até a Praça Pilatus. Após verificarem as fiações internas e realizarem pequenos consertos, fizeram a ligação aos prédios públicos que estão no entorno da Praça. Outra equipe também chegara até o Hospital e fizera a ligação. O único gerador ainda funcional fora, então, ligado na unidade, fornecendo energia para as redes. O próximo passo seria utilizar os postes telegráphicos sendo reerguidos pela equipe da EGCT e possibilitar energia para a comunicação telegráphica.[/align]

Pedro e Jose finalmente chegam em Dunnord, depois de mais de 24 horas de viagem sem muito descanso, ao chegarem não percebem muito nos desastres locais e decidem dormir em um hotel e no próximo dia iram buscar por informações de João.

Pedro e Jose depois de procurarem João por vários pontos a cidade e não o encontrar, ficam meio sem noção do que fazer, e decidem descansar um pouco na Praça, onde então decidem, se separar e procurar pelo primo do Comendador em outros pontos.