[INTERATIVO] Quartel da III Legião do Exército Real

[center][font=Times New Roman]Quartel da III Legião do Exército Real[/font][/align]


[tab=30]A III Legião, também conhecida como Legio Auxiliare, é responsável pela proteção da Zona Sul, região que compreende todo o Piemonte. As suas fileiras atualmente são compostas por reservistas que foram convocados devido à Guerra no Oeste.

[center]Uniformes[/align]

[font=Times New Roman][size=150][tab=30]Comandante: General de Brigada Giuseppe Pontello
[tab=30]Estratégia: 6
[tab=30]Lealdade: 7

[tab=30]Efetivo:
[spoil]1.500 Soldados de Infantaria Reservista.[/spoil]

[tab=30]Equipamentos:
[spoil]20 Metralhadoras.
40 Peças de Artilharia.[/spoil]

[tab=30]Organização:
[spoil]I Brigada de Reservistas;
[tab=30]I Batalhão de Infantaria Reservista - 1.000 Soldados;
[tab=30]II Batalhão de Infantaria Reservista - 500 Soldados.[/spoil]
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No início da noite o Comandante Aurélio recebera um telegrama do Comando Central, o telegrama informava que o contingente do Piemonte deveria se deslocar para o Comando Central, afim de participar da Cerimônia da Reativação, conforme fora ordenado, a infantaria e os ulanos pegaram os seus respectivos equipamentos bem como o uniforme de gala e partiram para Áquila.

Após alguns dias de treinamento e reorganização das forças, são organizadas algumas patrulhas que irão atuar na Cidade do Piemonte e nas vilas próximas.

Acompanhado de sua guarda e trajando o uniforme de Comandante-Geral, o Conde Aidan chega no pátio do quartel.

[font=Garamond][size=150]- Comandante - bradou o oficial ao bater continência.

Coronel - o Conde retribuiu o gesto.
Onde está o Comandante Aurélio?

  • Senhor, o Comandante Aurélio foi com uma patrulha até a Vila de Corleone, os moradores reportaram estranhas movimentações no local.

Movimentações? interessante, me mantenha informado, Capitão, aguarde aqui com os seus homens, não demorarei muito.

  • Sim Excelência - respondeu o Capitão Leonard Françoise.

Coronel, me leve até os aposentos dos cadetes e oficiais, quero conhecê los.

  • Sim senhor.

Após quase meia hora e longas conversas, finalmente o Conde Aidan retornou ao pátio do quartel, lá ele fora recebido pelos oficiais da guarnição do Piemonte, eles fizeram um breve relatório das atividades da guarnição e obedeceram os protocolos.[/size][/font]

Após receberem uma ordem do Comando Central, a guarnição do Piemonte é reunida, ordens são dadas e o equipamento é preparado, depois de algumas horas todos os oficiais e soldados que não estavam de plantão se dirigem para Áquila em carroças, cavalos ou de trem.

[justify]De acordo com o despacho recebido do Comando Central, no sábado último, todo o contingente fora mobilizado a fim de participar dos exercícios militares que seriam realizados por toda a Província. Os 200 soldados de infantaria e os 50 cavaleiros ulanos foram agrupados ao domingo pela manhã, dirigindo-se em marcha até a estação ferroviária. Ainda que não se tratasse de um estado de guerra, a convocação do efetivo pelo Comando Central foi considerado um grande evento para a região, arregimentando populares que acompanhavam a marcha em direção a estação ferroviária. Despedidas de jovens casais surgiram aos montes. Apenas um frontispício da nova era que a questão militar vivenciaria na Imperial Província da Romania.[/align]

Passara-se dois dias, desde o início do treinamento, em um exercício de defesa da foz do Rio Pó. Então, ao final do segundo dia, tudo começou a ser preparado para a partida. Trincheiras desfeitas, equipamento agrupado. Assim, tomamos uma balsa que transportou primeiro a unidade de infantaria que estava na margem esquerda do rio. Depois veio a cavalaria, de forma que logo no inicio da tarde já tínhamos tudo para partir definitivamente e assim o fizemos.
Nosso último trecho de marcha daquele duradouro exercício militar ocupou toda a noite, pois aos homens e animais, todos cansados, fora concedido o direito de fazer-se uma pausa durante a madrugada para uma “segunda ceia”. O sol despontava no horizonte quando chegamos à entrada da grande cidade do Piemonte.

O movimento de populares ainda era parco, resumindo-se a alguns leiteiros, feirantes e alguns outros trabalhadores da industria piemontina. No entanto, quando atingimos a Praça Dom Marco Mandela. Saudações da mais diversas e “Vivas” para a Carabinieri foram proferidos por vários cidadãos.

Então, ainda em marcha, o 1º Regimento da Carabinieri dividiu-se, sendo que a 1ª brigada dirigiu-se a Estação Ferroviária e a 2ª Brigada, dirigiu-se para seu quartel de origem. Eu e o Major di Pavoda e o Primeiro-Tenente Bianco seguimos com a 1º Bda., enquanto o Capitão Maserati e o Primeiro-Tenente di Caspari conduziram a 2ª Bda.
Ao chegar no quartel da 2ª Brigada, Capitão Maserati pôs os homens em formação.

Então, destarte pôs-se a falar:

-Homens! Quero, em nome do Coronel von Steindorff-Bayern e do Comando da Carabinieri parabenizá-los. Todos vocês mostraram ser homens de valor, de fibra. Homens agora preparados para defender de qualquer maneira as fronteiras desta Província.
-Quero informar que, em virtude do desempenho e das exigências que vos foram feitas neste treinamento, vocês receberão 2 dias de folga. Portanto, todos deverão apresentar-se novamente na manhã da sexta-feira. Um bom descanso a todos.
Então, Maserati fez sinal de continência, que fora retribuído instantaneamente por todos os homens ali presentes. Após o gesto, a Brigada dispersou-se.

[justify]Após ter passado a manhã ocupado pela rua, retornei ao meio dia para o Quartel e ali permaneci durante a tarde e a noite, tendo me dedicado à leitura do Relatório dos Exercícios Militares realizadas recentemente. A noite, jantei com alguns sentinelas e fui para o alojamento, onde pernoitei.[/align]

Após ter passado a manhã e um pedaço da tarde ainda debruçado a leitura do Relatório dos Exercícios Militares, olho em meu relógio de bolso e vejo que marcava 16h15min. Desço até o saguão e ordeno a um sentinela que mande preparar a carruagem e carregue minhas coisas na mesma. Após alguns minutos, despeço-me do Capitão Maserati e do Primeiro-Tenente di Caspari e subo na carruagem, rumando à estação de trem.

Durante o tremor várias paredes do quartel apresentaram rachaduras, mas não houve nenhum desabamento e alguns soldados tiveram ferimentos leves.
Assim que o sismo terminou o Capitão Aurélio reuniu os soldados e verificou a integridade da base, em seguida ele tentou contactar Áquila, sem sucesso, reuniu os seus oficiais e chegou a conclusão de que as linhas de telefonia devem ter sido danificadas pelo sismo.
Após reunir toda a tropa, o Capitão e os soldados se dirigiram para o centro da cidade onde ajudaram no resgate dos sobreviventes e no controle da situação. Assim que todos foram resgatados, os soldados montaram postos de controle nas redondezas da cidade e em pontos estratégicos, assim evitaram distúrbios e saques generalizados.

[tab=30][font=Century Gothic]3 homens,aparentemente marinheiros da III Frota,chegam ao Quartel da Carabinieri procurando o Capitão,assim um dos soldados foi chamá-lo.

-Senhores,sou o Capitão Aurélio,o que desejam?

Um dos soldados,chamado de Carlos,começa a falar,mas e rapidamente cortado pelo oficial,que diz:

-Se importa de irmos a algum lugar mais privado?
-…certo,vamos ao meu escritório.

Assim os 4 vão ao escritório do capitão,aonde o oficial entrega uma carta com o emblema da armada.

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-Entendo,irei providenciar ajuda agora mesmo,me esperem lá fora que tenho que fazer alguns telefonemas.
-Sim senhor,marinheiros,vamos.

[tab=30]Assim os marinheiros da III Frota esperarão na recepção o Capitão Aurélio para conseguir ajuda para seus colegas.[/font]

[size=150][font=Times New Roman]Como o Capitão Aurélio não conseguiu comunicação direta com o quartel do Comando Central da Carabinieri via telefonema e, estando na condição de Comandante em Exercício do 2º Batalhão, visto que o Capitão Maserati encontrava-se em Áquila, em reunião com o Comandante Geral, o Coronel Wilhelm von Steindorff-Bayern, Aurélio viu-se obrigado a tomar uma decisão. Ao retornar ao encontro dos 3 marinheiros, Aurélio dirigiu-se ao soldado:

  • Pois bem Soldado, vou organizar um pelotão com médicos e padioleiros, 40 homens devem bastar para lhe auxiliar. Dê-me 30 minutos para organizarmos algumas carroças para o transporte de feridos.[/font][/size]

[font=Century Gothic]-Obrigado Capitão,nos iremos fazer um rápido lanche na cafeteria do outro lado da rua e já nos juntamos a você,obrigado novamente pela ajuda,até daqui a pouco.

Assim os 3 soldados se despediram do capitão e se dirigiram a cafeteria.[/font]

Conforme o combinado, 30 minutos tudo se fazia pronto, sendo que 5 oficiais médicos haviam sido destacados para a missão além padioleiros e demais praças que auxiliariam na remoção dos feridos. Então, os 3 marinheiros retornaram como haviam prometido e o comboio partiu rumo a Aosta. As ordens eram para que oficiais feridos fossem trazidos para a enfermaria do quartel do 2º Batalhão e o restante de enfermos encaminhados ao Hospital da Divina Providência.

[justify]Conforme havia-se procedido, os 18 oficiais da III Frota que haviam sido resgatados em Aosta, ainda no dia 30 de julho de 1891, foram instalados na enfermaria do quartel do 2º Batalhão. A maioria do grupo necessitava apenas de cuidados com curativos para que os ferimentos não infeccionassem e também da administração de drogas analgésicas.[/align]

[justify]No entanto, um caso recebeu especial tratamento, o Capitão de Fragata Pedro van Zielf. Este necessitou passar por cirurgia a fim de corrigir sua fratura de fêmur, o que lhe causara grande hemorragia, obrigando ao Oficial Médico Tenente Castellini providenciar a transfusão de 3 litros de sangue, o que preocupou muito a equipe médica, dado que havia uma grande probabilidade de coagulação do sangue transfuso.[/align]

[justify]Após 19 horas de cirurgia, finalmente os médicos conseguiram estancar a hemorragia e reposicionar o fêmur fraturado, evitando assim a amputação da perna direita de van Zielf. Porém, o que era visto como certo pela equipe médica era que o jovem Capitão de Fragata jamais retomaria sua marcha normalmente, necessitando de muletas e posteriormente bengala para locomoção.
Enfim, ao passo que alguns dos oficiais iam tendo alta, aconselhava-se que procurassem o Quartel Imperial em Áquila e se apresentassem ao seu respectivo comandante.
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Tendo retornado da reunião do oficialato, ocorrida no Quartel do Comando Central, em Áquila, o Capitão Maserati reassumiu o comando do 2º Batalhão. Tendo inteirado-se da missão de regate realizada pela Carabinieri em auxílio a III Frota, através de um reporte do Capitão Aurélio, Comandante em Exercício à época, o velho Capitão resolveu começar seu próprio reporte, escrevendo um relatório que enviaria ao seu superior, o Coronel von Steindorff-Bayern.

[size=150][font=Times New Roman]Quase todos os oficiais da III Frota que haviam sido internado na enfermaria do Quartel já haviam recebido alta e deixado o local. Restava apenas, ainda em recuperação, o Capitão de Fragata Pedro van Zielf. Este que havia passado por cirurgia para corrigir uma fratura na perna direita, ainda jazia em uma cama, com dita perna engessada por completo. Um correspondência seria remetida a sede do Almirantado, a fim de estabelecer uma discussão a respeito de uma transferência do marinheiro, dado que sua queixa era que por sua família ser de Dunnord, estes não poderiam visitá-lo e ele sentia-se muito só, requisitando então, transferência para La Luna.

Ainda sobre a operação de resgate da III Frota, o Capitão Maserati já havia completado seu relatório e enviado o mesmo através do correio ferroviário para o Comando Central, em Áquila.[/font][/size]

No início da tarde, era entregue por um oficial da EGCT um telegrama que trazia grafado em seu envelope, em letras vermelhas e garrafais a palavra “URGENTE”. O mesmo é entregue ao Comandante do 2º Batalhão, Capitão Maserati.

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Após ler o telegrama, Capitão Maserati prepararia-se para tomar o trem das 17h00, rumo ao Condado de Áquila.

Mesmo com um novo homem no Comando, o Capitão Aurélio, velho conhecido da tropa, as coisas prosseguiam normalmente. Conforme a ordem emitida pelo Comando Central, o 2º Batalhão passava a atuar de forma ostensiva em auxílio a Gendarmeria, dado que imigrantes sunerianos também começam a aparecer, paulatinamente, nas imediações de Monte Bello e mais bairros da capital piemontesa.


[center]Capitão Aurélio[/align]

Novas denúncias de contrabando de armamentos para o CTR chegam no quartel. O Capitão Aurélio começa a suspeitar que essas denúncias estão partindo do próprio CTR, para averiguar a situação ele acaba decidindo convocar uma reunião com os seus oficiais.