[Interativo] Quartel Real de Windhelm

[justify][size=150][tab=30]Criado quando da fundação do Corpo de Fuzileiros Imperiais e consecutivamente, da III Brigada de Fuzileiros Imperiais

[tab=30]O Quartel Imperial de Windhelm foi criado para estabelecer os Fuzileiros Imperiais ali loteados.

III Brigada de Fuzileiros Imperiais
Comandante: Almirante Alexander Di Draconi
[tab=30]Efetivo total: 2.600 Fuzileiros
[tab=30]Efetivo fixo: 2.600 Fuzileiros[/size][/align]

  • Sentido!

Começava a cair a noite quando o Comandante da III Brigada de Fuzileiros chegou ao Quartel.

  • Tenente, como têm se seguido os exercícios?
  • Diariamente, conforme as ordens do Comando Central.
  • Ótimo. Prepare uma mobilização total, exercício de marcha forçada em meia hora.
  • Agora?
  • Algum problema, Tenente?
  • Nenhum, senhor! Sargento, convocação geral, estado de alerta, partida em 30 minutos!

Meia hora mais tarde…

  • Senhores, estamos partindo para Marburgo e Rügen. São 120km e quero chegar lá antes do amanhecer, já que à noite iniciaremos a marcha de volta. Então, marchem!

Os fuzileiros chegam de volta da marcha forçada quando o sol já brilhava no céu.

  • Tenente, acho que temos muito o que melhorar. Eu entendo que esta foi uma marcha exagerada, para ver até que ponto os rapazes agüentariam. Fico feliz que nenhum deles desistiu, mas obviamente estão todos acabados. Mude a rotina de treinamento deles, de 10km para 15km diários e 50km uma vez por semana.
  • Perfeitamente, senhor.
  • Qualquer problema, basta me telegrafar. Dispensados!

uma quarta deixada no quartel pelo um mensageiro que esta serviço de Rolf Eyrikrson

  • Tenente, viu as últimas notícias?
  • Sim, Sargento…
  • O que devemos fazer?
  • O que quer dizer?
  • Bem, o Almirante Di Draconi é nosso Comandante, mas com essa decisão da Dracônia…
  • Não vamos fazer nada…
  • Mas, senhor…
  • Veja bem, meu jovem… O Almirantado não enviou nenhuma ordem nova, muito menos o próprio Almirante… Então, a menos que sejamos comunicados de que estamos em guerra, vamos continuar nosso trabalho como sempre… É o que a III Frota vai fazer, segundo fui informado…
  • Senhor!

  • Fale, Sargento…

  • Ordens do chanceler, devemos abandonar o Quartel de Cisalpe e nos juntarmos às forças em Piemonte.

  • Até que não demorou. Qual o motivo?

  • O Chanceler demoveu o Comandante Di Draconi do posto de Almirante.

  • Hahahahaha!!!

  • T-Tenente…?

  • Esse riquinho metido só pode estar de brincadeira! Demover uns dos maiores nomes da Armada Imperial na atualidade? Ele apenas vai conseguir a inimizade da maior parte dos marinheiros…

  • Fale,Sargento.

  • Bem, o que devo dizer aos homens?

  • Eu mesmo irei comunicar dessa decisão sem sentido do Chanceler. Quem desejar, se sinta livre para seguir para Piemonte, mas eu irei ficar aqui.

  • Então Sargento, quantos assinaram a transferência?

  • 81 Fuzileiros, senhor.

  • Exatamente um terço das tropas, não é? Deixe-me adivinhar, em sua maioria os mais novos recrutas, não?

  • Precisamente…

  • Já era de se esperar… Esses últimos recrutas que chegaram após a Guerra da Romania não fazem idéia da importância que o Duque possui… Deixe-os ir…

  • Sim, senhor!

  • Alguma notícia da decisão da III Frota?

  • Não soubemos de nada, senhor.

  • Hum…entendo… Bem, aos que ficarem, diga para prepararem a partida, iremos acampar a 50km ao norte de Cisalpe.

  • Longe do alcance dos canhões da III Frota…

  • Exatamente… dispensado, Sargento.

No final da tarde várias carroças escoltadas por Gendarmes e Patrulheiros chegaram no pátio do quartel, após quase uma hora de extensiva verificação, o oficial comandante assinou a papelada e com a ajuda dos técnicos da IBV, começaram alguns treinamentos de uso e manutenção do equipamento.

Pela noite, era finalizado descarregamento de todos 1012 rifles Eyri-Hansson e muniçoes, eram notável felicedade dos fuzileiros por causa do recebimento de um equimento moderno.

[font=Palatino Linotype][size=110]O Grande-Almirante Medeiros chegou ao quartel e identificou-se.

  • Parado! Quem és tu?
  • Eu sou o Grande-Almirante Victtorio Medei-
  • E eu sou o Almirante D’Arca Perdida em pessoa! Saia daqui, engraçadinho! Já temos problemas demais e não precisamos de mais um!

O Grande-Almirante então retirou retirou de um dos alforges de Dinamite a camisa de seu uniforme de serviço.

  • Isto é o suficiente, cabo?
  • S-s-sim, senhor! Perdão, senhor!

O Grande-Almirante passou pelos portões, banhou-se e trocou suas vestes de modo que todos ali pudessem reconhecê-lo. Os fuzileiros foram postos em formação e o Grande-Almirante Medeiros iniciou um breve discurso.

  • Fuzileiros de Cisalpe! O Império foi abalado pelas forças da natureza em fúria! O povo está a sofrer com os recentes acontecimentos e é nosso dever ajudá-lo! A Brigada será dividida em cinco companhias de 520 homens. Duas em Ponte do Imperador, duas em Monte da Arca e uma no Porto Militar de Cisalpe! Dispensados!

As companhias saíram para os cantos que foram designados e o Grande-Almirante seguiu para o gabinete do comandante do Quartel, donde faria seus despachos e receberia os relatórios.[/size][/font]

[font=Palatino Linotype][size=110]A situação já havia sido normalizada pelos constantes esforços da III Brigada. Os poucos feridos estavam sendo tratados na enfermaria do quartel.

  • Bem, este trabalho está terminado, Comodoro Ackermann.
  • Já vais partir, senhor?
  • Irei checar a Prisão Artuniana. Quem sabe não sobre tempo para decretar a construção de um hospital que dê suporte à Cisalpe e uma força policial que aqui fique. Tenho de agilizar a situação dos telégraphos, nem que seja para nos comunicarmos somente com Firgen. Envie um batedor à Mediolano, precisamos saber com a guarnição de lá se o deserto se moveu. Penso que não poderei sair tão cedo daqui hahahahahaha
  • Lá na capital o senhor também era tão ocupado?
  • Na maioria das vezes o fardo era ainda maior. O extinto senado era muito trabalhoso e tudo ficava ainda mais pesado se somado com o Almirantado, minha esposa grávida, a administração de Baixa Dracônia, e, posteriormente, a intendência de cá.
  • É realmente bastante… difícil. Agora sei o porquê do senhor não aparece por cá tantas vezes…
  • Chega a ser estressante. Bem, Comodoro, mantenha-me informado enquanto estarei fora. O comando é seu por agora.
  • É uma honra, senhor!

O Grande-Almirante Medeiros colocou seu sobretudo da Armada, montou em seu cavalo e partiu para a Imperial Prisão Artuniana.[/size][/font]

[font=Palatino Linotype][size=110]- Tens a certeza de que não queres passar mais uns dias por aqui, Grande-Almirante?

  • Se eu pudesse fazer tudo que quisesse, Comodoro, o Imperador já haveria chutado Valeyard do Executivo meses atrás hahahahahahahaha
  • Ele não é seu primo segundo?
  • E por ser meu primo não pode ser um crápula? É um verdadeiro traste; em contramão com o pai dele, que mesmo traindo ao Império sempre foi um homem honrado e de caráter.
  • Lembrei-me do Duque a dizer algo parecido.
  • Tirando os parasitas de seu partido que, assim como ele, agem como prussos, não há uma pessoa sã em todo o Império que diga que Valeyard é alguém descente. Bem meu amigo, nossa conversa não poderá se alongar. Ainda tenho de passar na sede municipal para despachar alguns decretos. Agora que já não tenho mais obrigação com o Legislativo, farei o possível para passar mais tempo cá. Quem sabe não construo uma outra residência por aqui.
  • Espero que possa fazê-lo, senhor. Irá ajudar muito por aqui.

Após uma revista as tropas, o Comodoro Ackermann e o Grande-Almirante Medeiros despediram-se e seguiram para os seus afazeres.[/size][/font]

[justify][size=150][font=Garamond Bold][tab=30]- Senhores. - cumprimenta o Duque ao entrar no Comando do Quartel.
[tab=30]- Comandante, senhor!
[tab=30]- Descansar. Então, como anda a situação aqui?
[tab=30]- Tudo em ordem, senhor.
[tab=30]- E o treinamento?
[tab=30]- Diariamente, como determinado.
[tab=30]- Muito bom. Cabo!
[tab=30]- Senhor!
[tab=30]- Encontre o Sargento Cervantes e peça que o mesmo esteja em forma com seu Pelotão em 30 minutos.
[tab=30]- Imediatamente, senhor!
[tab=30]- Tenente Robson, quero 3 Pelotões aquartelados em Mediolano a partir de agora.
[tab=30]- Notícias do deserto, senhor?
[tab=30]- Incrivelmente, não. Até parece que estão esperando a Legião Estrangeira se preparar…
[tab=30]- Ordens, senhor?
[tab=30]- 3 Pelotões aquartelados, prontos para combate, substituídos a cada 15 dias para minimizar a baixa na moral e qualquer possibilidade de infiltrados saberem o que está ocorrendo.
[tab=30]- Infiltrados, senhor?!
[tab=30]- Estamos tecnicamente em guerra, Robson. E bem sabes dos atentados realizados dentro do Império. Tanto podem haver quanto não haver rebeldes infiltrados dentro do Império, seja no comércio, nas indústrias, na Gendarmeria ou mesmo na Armada. Se não rebeldes, simpatizantes. É uma possibilidade, e nenhuma possibilidade deve ser descartada.
[tab=30]- Entendo…

[tab=30]Logo depois, no pátio do Quartel:

[tab=30]- Sargento Cervantes, senhores.
[tab=30]- Homens, sentido!
[tab=30]- Descansar. Sargento, vi o relatório sobre o treinamento com os Patrulheiros, muito positivo.
[tab=30]- Obrigado, senhor! Mas o sucesso do treinamento se deve ao empenho individual de cada um dos homens, em benefício do pelotão como um todo.
[tab=30]- Perfeito, é justamente o que eu queria ouvir. Senhores, terão três dias de folga, e o motivo é simples: como sois o único Pelotão dos Fuzileiros Imperiais com treinamento no deserto, irão se juntar à Legião Estrangeira e auxiliar o Comando da mesma no treinamento dos recrutas.
[tab=30]- Senhor, sim senhor!
[tab=30]- Preferentemente, gostaria eu de liderar pessoalmente não somente vós mas toda a força dos Fuzileiros Imperiais sobre estes rebeldes, mas como o Chanceler prefere que fiquem sentados descascando batatas invés de irem a combate…
[tab=30]- UUUUUUUUUUhhhhhh!
[tab=30]- … o Parlamento teve que tomar a iniciativa e criar a Legião Estrangeira. Imagino, inclusive, que vós sereis os únicos militares presentes na mesma. Então, tenham um pouco de paciência com os recrutas.
[tab=30]- Hahaha…
[tab=30]- Então, dispensados! Aproveitem a folga para visitarem suas famílias, e estejam aqui no sábado de manhã para partirem para a Legião. Tenente, um momento.
[tab=30]- Pois não, senhor?
[tab=30]- Apenas um conselho: não se deixe influenciar. Há muitos aspectos dessa Legião Estrangeira que não me agradam, e bem sabes os problemas que ocorrem no Império devido às diferenças étnicas. Aqui, somos uma família, e aprendemos a confiar uns nos outros, sejam gardenhos, draconianos ou romanianos. Caso veja algo do tipo ocorrendo, imponha-se, independente da posição do Comando. Tens minha autorização para tal. Nunca se sabe que tipo de pessoa acaba se alistando…
[tab=30]- Entendido, senhor.[/font][/size][/align]

[font=Palatino Linotype][size=115]Pela manhã, o Visconde chegou ao quartel e foi recebido pelo chefe da guarnição, que informou-lhe que o Duque chegara há pouco. Após saber da notícia, o Grande-Almirante dirigiu-se para o Comando do Quartel.

  • Bom dia, senhores![/size][/font]

[justify][tab=30]- Ah, Victorio! Não sabia que estavas em Cisalpe. Vendo se tudo está em ordem? - cumprimenta o Duque, enquanto organiza alguns papéis que levaria consigo para a capital.[/align]

- Cheguei há três dias e ficarei algum tempo por aqui. Sempre, Alexander! Além de que agora sou o Interventor de Sua Majestade na Cisalpínia hahahahahaha

[justify][tab=30]- Fico feliz com isso. Mesmo quando da criação dos Estados Administrativos aqui na Cisalpínia alguém sempre presente fez falta. Enfim, desculpe deixá-lo assim, Victtorio, mas ainda tenho que retornar à capital. Tenho passado mais tempo viajando que resolvendo os assuntos do Ducado ou da Câmara dos Lordes, aparentemente. Se precisar de algo, basta me chamar.[/align]

- René deveria aproveitar que agora é o Regente Imperial e devolver a Cisalpínia à quem ela pertence por direito. Da última vez que estive por aqui, após os terremotos, vi muitas pessoas descontentes em fazer parte da Gardenha. Bem, já que tens de viajar, não irei alongar a conversa. Tenha a certeza de que chamarei se precisar. Boa viagem, meu amigo!