[INTERATIVO] Ruínas do Mosteiro São Nicolai

[font=Times New Roman][size=150][center]Ruínas do Mosteiro São Nicolai[/align]

[tab=30]As Ruinas Colossos já foram um dos mais importantes mosteiros da Romania, até sofrer um ataque misterioso que levou seus antigos ocupantes a abandonarem o local. As dependências nunca mais voltaram a ser utilizadas com objetivos religiosos.

[tab=30]Atualmente um grupo de voluntários da Vila Nova Vladivostok, fazem a manutenção do local. O Acesso ao local é restrito, sendo alguns moradores da vila, seus fiéis guardiões.[/size][/font]

[tab=30]Iluminado pela lua, um jovem subia devagar a escadaria do mosteiro. Logo abaixo seu cavalo, amarrado em uma arvore, deitou-se sobre a relva. Apesar de tentar ignorar o cansaço, o sono também começava a incomoda-lo.
[tab=30]Após subir os inúmeros degraus, o estranho jovem encapuçado cruzou os escuros portais, rumo ao casebre de entrada do mosteiro. Embora na parte exterior só fosse possível observar algumas poucas janelas e o casebre colado na rocha da montanha, a construção continuava montanha a dentro, interligada por uma série de tuneis e cavernas, criadas pelos monges, utilizadas pelos mesmos. Draco se perdia em seus pensamentos quando se deparou com o capitão escorado no batente, com os braços cruzados na porta do casebre.

— Boa noite jovem Draco! Teve sucesso em sua jornada?

— Felizmente sim, capitão Alexander. Embora esteja Exausto, nunca pensei que este país fosse tão grande… — respondeu o jovem retirando o capuz, enquanto sua coruja dava um rasante e pousava em seu ombro.

— Deixou que alguém o seguisse? — Perguntou Alexander
— Não senhor. Na verdade passei despercebido, embora o recado que o senhor mandou eu por na vila dos exilados tenha deixado o povoado um pouco atordoado… Por que colocar ali?
— Porque ali o recado chegara a quem é de interesse…

[tab=30]Draco retirou a coruja do ombro com cuidado e sentou em um banco, de costas para o precipício.

— O senhor nunca nos contou quem era o seu contato nesta ilha… Então…
— Então você acha que tem autoridade para saber de quem me enviou aqui?
— Sei quem é a Familia Salazar… Assim como sei que a irmandade sempre trabalha com um contato… Se não for incomodo?
— Anibal, Anibal Romanov!
— O senhor só pode tá brincando…

[tab=30]Ainda sentado, Draco coloca as mãos no rosto e parece prender uma gargalhada.

— Ele não tinha se aposentado… Virado um mercador ou algo do tipo. Dizem até que ele perdeu seus dois navios na alfandega desse país, e depois teve a guerra…
— Se sabe quem é ele… Sabe porque ele não esta mais nesta ilha.
— E agora, oque nós faremos? — perguntou o jovem apoiando os cotovelos nos joelhos.

[tab=30] Alexander saiu da porta e se dirigiu até o muro que fazia a divisão entre a entrada e o abismo. Apoiando as mãos na mureta de pedras o capitão observou as estrelas atentamente.

— Eu vou reler as ordens do General e me preparar para visitar o Rei após a reunião de amanhã. — o capitão olhou para o jovem com um sorriso — Quanto a você… Acho que um banho deve ser sua prioridade, afinal você esta fedendo a cachorro molhado.

[tab=30]Draco sorriu e levantou, caminhando em direção a porta do casebre e desaparecendo na escuridão da sala de acesso. Por segurança qualquer vela ou tocha só poderia ser acesas já dentro das dependências do mosteiro, sempre isoladas por algo que pudesse manter o sigilo do local.

Não havendo encontrado resistência em Padova além de meia dúzia de rebeldes, que logo foram forçados a deporem armas, o Exército comandado pelo Herdeiro do Dragão se divide, e as tropas que chegam à cidade logo fazer o mesmo pronunciamento. Novamente, a população os recebe de braços abertos, dado o clima de insegurança causado pelos rebeldes fiéis ao rei deposto.