[INTERATIVO] Trajeto Ferroviário de Windhelm

[justify][size=150][font=fantasy][tab=30]Como todos sabem, Windhelm é uma região muito úmida. Alguns dizem que é porque as correntes marítimas não conseguem ultrapassar as Montanhas Azuis e ficam represadas pelo Deserto da Perdição, outros culpam o terreno quase todo plano por não possibilitar um bom escoamento das águas das chuvas…

[tab=30]O caso é que, independente da razão, muitas áreas tornam-se alagadiças nos meses chuvosos. Essas áreas, conhecidas em draconiano antigo por fenn, também chamadas de marsh em alguns locais, apesar de extremamente férteis (quantos cultivadas adequadamente), são um empecilho natural para a construção de estradas. Que dirá, de ferrovias…

[tab=30]Portanto, o Duque da Dracônia, esperando que a chegada da ferrovia traga progresso e trabalho para a região mais pobre do Império, resolveu bancar do próprio bolso - embora seja acionista da Kaiser F&L - a contratação de trabalhadores para, seguindo a rota marcada pelos especialistas da empresa, prover o aterro necessário para que, quando os trabalhos oficiais da ferrovia iniciarem, já encontrem um solo firme e preparado, procurando, assim, economizar tempo e, simultaneamente, dar um trabalho digno para parte da população cisalpina. Não se sabe a quantia exata investida pelo Duque, mas, a contar pela quantidade de trabalhadores, acredita-se que o montante possa chegar a G$s2.000.000 ou mesmo G$s3.000.000.

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[justify][tab=30]Após alguns dias, os trabalhos já se aproximavam da Vila de Essen, onde o terreno era mais favorável, mas não menos complicado. Na maior parte do trecho tinham de ser construídos canais, usando grandes tábuas de madeira, para escoar o excesso de água e facilitar o aterro. Apesar do serviço pesado, os trabalhadores estão contentes por terem conseguido um emprego, depois de vários meses sem nenhuma perspectiva para Cisalpe.[/align]

As obras em Draco seguiam a todo vapor, Bohannon alcançou, junto com a equipe que fazia o corte da ferrovia, o funcionários contratados pelo Duque e assim todos começaram a fazer a terraplanagem junto com o corte da ferrovia.

A madrugada ia alta quando a carruagem do Duque, vindo de Piemonte, chegou a Nova Röstoc, na divisa com a Romania. Nas cercanias da vila, os trabalhos de aterro para a ferrovia já podiam ser vistos. Detendo-se alguns momentos, o Duque resolveu dar uma olhada nos trabalhos, ficando feliz com o resultado até então. após, seguiu o caminho para Straubingen, próxima à qual localizasse a Vinícola.

Com a ajuda dos trabalhadores da Draconia efetuando o aterro a fixação dos trilhos não demora a ser concluída levando assim uma linha ferroviária até Cisalpe.

[font=Palatino Linotype][size=150][justify]Após um longo dia de viagem, René von Biller e a escolta de patrulheiros da Dracônia que o acompanhavam chegaram à cidade de Essen. Dali, embarcariam de trem para Firgen.

Em virtude do horário de passagem do expresso ser após a meia noite, os homens ali procurariam fazer uma refeição em alguma dos pequenos estabelecimentos da cidade. Pela manhã deveriam chegar à Estação de Firgen.[/align][/size][/font]

Sir Richard e seus companheiros partem rumo a Firgen, para depois rumarem a Sunnegod.

[justify][tab=30]Com diversos atrasos causados pela incessante chuva, a construção da linha ferroviária para Mediolano finalmente é iniciada.[/align]

[spoil]Conclusão:
XIII - Linha Ferroviária Essen-Mediolano, extensão total 95km, custo estimado D$s285.000, 10 dias[/spoil]

[justify][tab=30]Finalmente a construção é concluída, e a equipe segue iniciar a construção da Estação.[/align]