[INTERATIVO] Trajeto Ferroviário do Lazio

Após a paz voltar reinar e com empenho nos serviços da construção da ferrovia, era possível começar a ver a proximidade da ferrovia em Áquila.

A movimentação de famílias dos ferroviários começavam a construir acampamentos nas proximidades da cidade. A ferrovia estava à aproximadamente 60 km de Áquila.

O comércio local estava precário por causa da guerra, e sua reconstrução estava deveras parada por falta de recursos. Logo o encarregado Bohanon escreve para Julio relatando a situação.

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[tab=30]Esta linha liga a Cidade de Áquila às cidades de Monte Bello, Gardignon e Firgen.

Um mensagem vinda da capital é entregue ao Sr. Bohannon.

Após dias de trabalho puxado, finalmente a ferrovia chega a Áquila.

A reconstrução da cidade ainda andava a passos lentos, mas os operários da ferrovia haviam conseguido erguer uma bela estação ferroviária.

Tudo está finalizado para a inauguração da ferrovia Firgen x Áquila.

Após os dias de folgas dados aos operários Sr. Bohannon começa, ordenado por Julio Cesar, as duas próximas fases da construção da malha ferroviária.

Sr. Bohannon recepcionando os 500 funcionários enviados pela Valeyard Industries e divide a empreitada em duas, uma parte iniciaria a ferrovia que ligava Áquila para Piemonte descendo ao sul do império. Essa parte ficou com maior numero de funcionários pois o trajeto era mais longo e havia um rio a ser transpassado logo no inicio das obras.


Equipe de Dormentes e trilho, na saída sul de Áquila.


Equipe de fixação de trilhos.


Equipe de escavação, próximo ao rio ao sudeste.

Uma segunda equipe seguia para o Norte realizando a escavação do corte onde seriam colocados os trilhos.

Um mensageiro chega até o local de construção da linha Aquila-Piemonte e entrega um telegrama ao responsável.

O projeto rumo a Gardignon continua a todo vapor a equipe de escavação conseguem um rapidez esplêndida no corte da ferrovia, mais da metade do trajeto já havia sido cortado.

Na parte do projeto que se dirigia a Piemonte o engenheiro encontra um problema, o rio é muito largo e fundo e uma ponte de madeira não seria suficiente, e o mesmo chega a conclusão de que precisaria de uma ponte de ferro.

Algumas carroças chegam ao local onde os trabalhadores da Kaiser e da Valeyard Industries estavam se preparando para construir a ponte, carregados com a encomenda para a construção da ponte, as carroças são descarregadas e o material é levado até o devido local.

[center]Os primeiros passos para a construção da ponte.[/align]

As obras em Áquila seguem a todo vapor, esquecendo-se da crise financeira que abate sobre o império.

Na parte norte das obras, que iam rumo a Gardignon os operário chegaram ao primeiro rio e começaram a construir a primeira ponte do trajeto.

Já na parte sul que rumava para Piemonte, com a chegada da peças para a ponte de ferro, os operários começam por construir a ponte.

Após deixar Padova, o trem de Firgen inicia a aproximação da cidade de Áquila, enquanto atravessa diversas fazendas e pomares, banhados pelo sol nascente.

Conforme ordenado pelo Chanceler, o Capitão e os soldados ficaram no banco de trás, enquanto o Chanceler, o Sr. Ivysson e os seus colegas, ficaram conversando.

Por favor, um pouco de vinho romaniano - disse o Chanceler á uma das tripulantes que logo trouxe o solicitado.
Compatriota, é com grande alegria que lhe informo que agora sou oficialmente o primeiro Fuhrer de nosso Grande Partido, a sua proposta fora aprovada meu caro.

- Fico muito feliz de ouvir isto, mas já era de se esperar, afinal nos nacionalistas merecemos um destaque e o compatriota mais ainda. Nossos membros são conscientes e sabem o que fazem.

Verdade meu caro, somos o partido do progresso, o grande partido que fortalecerá o nosso Grande Império, um dia o Reich Gesebiano brilhará entre as mais poderosas nações e nós viveremos para ver isso, mas me diga quem são os vossos colegas?

- Eles são George, Franz e MacGregor. George trabalha na American Telephone and Telegraph, MacGregor é engenheiro e trabalha na Inglaterra e Franz lutou comigo na Guerra Franco-Prussiana. Eles irão auxiliar-me em alguns projetos aqui em Gesébia.

Serviram na Guera? incrível, eu me lembro do furor que a declaração de guerra da frança causou em Berlim, na época eu ainda era criança e estava de passagem com o meu pai, mas jamais esquecerei do furor e do sentimento nacionalista que tomou conta de Berlim.

[font=Times New Roman][size=150]- Sim Mein Fuhrer, servimos na Guerra. Meu pai era General-de-Brigada do Exército Prussiano. Quando se inicou a Guerra Austro-Prussiana ele voltou para a Prússia. Eu fui em 1868 após concluir o Doutorado. Fui condecorado após a batalha com a Pour lé Mérite, com a Medalha do Combatente da Guerra e com a Cruz de Ferro de Primeira Classe. Conheci Fraz algumas semanas antes da Batalha de Sedan, não foi Franz ?

  • Foi mais ou menos isso. Lembro-me que o Coronel Hohenzollern chegou mandando em todo mundo e colocando nossa unidade nos eixos. Nos o chamava-o de Coronel Imperador por cota do sobrenome, que é o mesmo do Imperador. Depois comecei a conversar mais com o Coronel e acabamos virando grandes amigos.

  • Pois é. Franz sente dores até hoje nos braços Mein Fuhrer. Durante a Batalha de Sedan, ele foi atingido por um estilhaço no braço. [/size][/font]

[font=Garamond][size=150]Muito bom - disse o “Fuhrer,” em seguida ele ascendeu um dos seus charutos cubanos, deu uma tragada e voltou a falar.

Senhores, eu nasci nas terras da Grande Rainha Victoria, meu pai, adotivo devo ressaltar, como bom alemão, adorava ir a Berlim, uma vez ou outra íamos a Hannover, ficávamos na casa de minha tia, era um bom tempo, Bismarck foi um grande homem, um grande Líder, eu gostaria de ter o conhecido durante o seu governo, aquilo sim era ordem acima de tudo senhores.[/size][/font]

[justify]Haviam se passado algumas horas desde meu embarque na capital, rumo ao Condado de Áquila. Durante a primeira hora e meia eu havia me dedicado à leitura da Obra Vom Kriege do grande teórico militar e estrategista General Carl Phillip Gottlieb von Clausewitz, um prussiano de valor sem dúvida. No entanto, devido ao cansaço ocasionado dos compromissos dos últimos dias, acabei por cair em sono profundo. De repente, ouvi o ruído de abertura da porta de minha cabine, e percebendo que se tratava de uma serviçal me tranquilizei. Então fui abordado pela jovem moça:[/align]
- Senhor, gostaria de comer alguma coisa?

Então, olhando em meu relógio e verificando que me ocorreriam apenas mais alguns minutos de viagem, lhe respondi:
Claro, podes me trazer uma caneca de cerveja Pilsen. Traga-me para comer duas salsichas bock, um pedaço de pão de ló e uma pequena porção de batata doce, por gentileza.

[justify]Anotando os pedidos, a moça apenas acenou positivamente com a cabeça e dez minutos depois voltou empurrando uma mesinha com bandejas sobre a mesma. Serviu-me e retirou-se. Após eu ingerir saborosíssima refeição, acendi meu cachimbo, abri um pequeno vitral da janela e pus-me a fumar e pensar sobre os exercícios a serem realizados pelos Carabinieri os quais, eu aspirava, tornariam-se a força armada mais bem preparada dentro do Império, tanto urbana como para combate em campo.[/align]

[justify]Após ter cochilado por cerca de 2 horas, acordei-me abruptamente após sentir um solavanco no vagão. Mesmo espantado, levanto e lavo meu rosto em uma bacia com água que jazia numa mesa próxima a janela. Então, visto minha gandola e me dirijo ao vagão restaurante a fim de jantar. [/align]

[size=150][font=Times New Roman]Chegando ali, sentei-me e fui atendido por uma jovem garçonete:

  • Boa noite senhor, gostaria de beber ou comer alguma coisa. Então ela me entrega o Menu.
    - Boa noite senhorita, deixe-me ver hãmm… Traga-me um prato com sopa de ervilhas, dois pães franceses e bom vinho tinto romaniano.
  • E para sobremesa senhor, há algo de seu interesse?
    - Ah sim, traga-me um petit gateau, por gentileza.
  • Certo senhor, com sua licença. A jovem retira-se e em 15 minutos eu sou servido pela mesma.

Assim sendo, realizo minha refeição na santa paz e ao terminar, vou até a intersecção entre um vagão e outro. Ali, sentindo uma brisa gelada puxo meu cachimbo, acendo-o e fumo durante alguns minutos. Depois, retorno a minha cabina onde permaneceria até o final da viagem.[/font][/size]

O Trem que ia para Firgen acabou se atrasando e deixou a estação alguns minutos após o horário programado.

[font=Garamond][size=150]O Chanceler e a sua guarda estavam no vagão nobre, ele e o Sr. Lavoisier se sentaram em algumas poltronas próximas as janelas, os outros três legionários ficarão nas poltronas próximas, o Chanceler observou a bela Áquila desaparecer e dar lugar aos campos verdejantes do oeste.

Lavoisier, sabes para onde vamos?

  • Excelência? o legionário olhou com certa surpresa, creio que vamos para Firgen.

Sim, esse trem vai para Firgen, mas não é apenas a Cidade de Firgen, essa cidade é o coração da oposição e nós vamos para lá, afinal, a toca do lobo tende a ser acolhedora.

  • Compreendo excelência - disse o homem com um certo ar de incompreensão.

Não meu caro, você não entende, mas vai entender.
Esteja atento pois vocês farão valer o título de legionários e membros da minha guarda.
Bem, creio que faremos uma visita magnifica.

O legionário assentiu com a cabeça, se levantou e foi verificar a bagagem, enquanto isso o Chanceler retirou um charuto do bolso interno de seu paletó e o ascendeu.[/size][/font]