[INTERATIVO] Via Appia - Trecho do Lazio

[center]Via Appia
Trecho de Áquila
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[font=Garamond][size=150][justify][tab=30]A mais antiga estrada da Romania que fora construída pelos Romanos, a Via Appia, foi também a primeira estrada do Império a receber uma base de pedras, facilitando assim o transporte tanto de pessoas quanto de produtos.

[tab=30]Partindo do centro de Áquila e chegando até as portas de Gardignon, a Via ostenta até hoje, apesar de sua longeva idade, um grande e constante fluxo, sendo também a principal via para quem vem tanto do norte quanto do sul e pretende seguir para as montanhas ao oeste. A Via também se estende até a Cidade do Piemonte, estendo assim os braços de Áquila ao Norte e ao Sul. Em meados de 1891 a via fora restaurada e ampliada, melhorando assim a viagem de todos que por ela passam.[/align][/size][/font]

[font=fantasy]Assim que a carruagem para Lucky agradece a companhia e a conversa dos dois senhores e salta seguindo em direção a cidade de Roma. Ele fica admirado com a tranquilidade daquela via, com um bom fluxo mas maneira organizada.

Lucky vê uma barraca vendendo frutas, estas devem ser uma cidade com boa terras para o plantio, Luky compra uma maçã ao olhar pro lado ve uma garoto olhando para as maçãs com a nítida intenção de roubar, Lucky arremessa uma para o garoto que pega no ar, agradece e sai correndo em disparada, a dona da barraca fica a olhar para Lucky e sem conseguir pronunciar direito o idioma, aponta para o dinheiro na mão da senhora e faz o sinal com as mãos levantando dois dedos, a mulher entende e cobra as duas.

Ela começa a falar sem parar e Lucky consegue captar apenas algumas palavras que dão sentido a que a crise tem afetado principalmente Roma, desde que o rei deixou as terras.

Luky segue seu caminho e mais a frente ve um senhor com problema em sua carroça, Lucky decide-se por ajudar, tira seu paletó e ajuda o homem a colocar a roda, o senhor fica todo grato e oferece uma carona para até mais adiante.

Lucky sabe que uma cidade agricultora não poderá lhe servir a seus interesses, então decide por ir ate o porto e tomar um navio que partia em direção a Capital[/font]

Seguindo ordens de Sir Allan I,homens da Guarda Real da Romania iniciam o patrulhamento ostensivo com o objetivo de proteger o fluxo de cargas na Via Appia e evitar possíveis tumultos

A noite já caia quando 4 carroças foram carregadas no porto de Roma com varias caixas de madeiras, tudo sempre suporvisionado por 3 homens bem vestidos em seus ternos e chapeus.

Logo após serem carregadas as 4 carroças partem em direção a capital.

[font=Palatino Linotype][size=150]Após uma viagem quase ininterrupta ao longo da imensidão de Gesébia, o Visconde finalmente alcança a cidade de Roma. Mas, apesar de seus empreendimentos lá estarem em uma situação complicada, carentes de uma revisão contábil, Biller só teve tempo de ir até uma de suas fazendas e tomar um de seus mais fortes cavalos de montaria.

Rapidamente se dirige à Via Appia, rumo a Gardenne.[/size][/font]

Supah e Jose chegam a estrada escoltados por membros da guarda, ao chegarem Supah agradece a escolta que os guardas fizeram e se despedi e pega sua mala e entra em uma carruagem que Jose alugou que os levara a Piemont, onde Supah terá uma reunião com universitários e professores da Universidade de Piemont.

[offtopic]Esse evento aconteceu ontem a noite, então o tempo de viagem já esta correndo.[/offtopic]

Wilhelm Möhnke entra em uma carruagem não tão suntuosa em direção Gardignon, com cavalos bem resistentes para viagem. Ambos, carruagem e cavalos foram alugados de um comerciante local que mandou um de seus subordinados levarem o Barão para a Capital. Ele realmente não gostava de ser chamado pelo título.

Divilly, seguido de gendarmes montados, sobe numa carruagem que o esperava às margens da Via e parti para Piemonte.

[justify][tab=30]Mesmo com a ferrovia, o trânsito de carroças continua intenso na Via Appia. Assim sendo a Gendarmeria mantem o efetivo para a manutenção da segurança dos viajantes, inclusive com a vistoria de algumas carroças e pessoas tidas por suspeitas.[/align]

Durante o final da tarde, vários Ulanos da Guarda patrulharam a Via, alguns comerciantes foram parados e suas cargas vistoriadas, nada demais, durante a patrulha fora encontrado um grande carregamento de ópio, um dos crescentes problemas no bairro portuário, após solicitarem instruções aos seus superiores, os Ulanos apreenderam o carregamento e o homem que o levava fora levado para o Comando Central, para prestar esclarecimentos.
Mesmo o povo tendo péssimas lembranças da Sublevação, era inexpressível a sensação de alegria de alguns dos transeuntes ao verem as faixas vermelhas nas lanças dos Ulanos.

Após alguns contratempos, a equipe de instalação de linhas telephonicas finalmente chega à Áquila. Ainda falta um pouco para chegare, de fato, a cidade, mas isso é somente uma questão de tempo.

Sentado com um cantil e uma alforja improvisada sobre um trecho abundante em braquiárias de uma elevação às margens da via, o Comendador supõe que talvez deveria ter seguido com a carruagem de seu patrão até uma passagem mais próxima do destino, Áquila. Mas isso feriria seus planos; tem de sacrificar-se nestes cuidados, ninguém pode desconfiar. Felizmente, seu humor está aquecido pelos vários goles de seu vinho preferido, e ele não se incomoda em perder alguns minutos deitado sobre a vegetação, a fitar o céu.

Certo tempo depois, surge na estrada uma caravana, de curtidores. Divilly avizinha-se das carroças e cavalos, procurando o superior dos produtores. Explica-lhe que foi deixado, de forma incógnita, em um terreno ali perto, e quer ir até a cidade grande. O homem, um sujeito de feições duras e agitadas, mas marejadas de uma simpatia provinciana, lhe pergunta quem é, pasmando ao receber a resposta.

-Qual, signore! Toda a gente vos procura!

Dá-lhe, então, carona, alardeando sua identidade a todos que passam.

[font=Garamond][size=150]Em uma pequena rua não muito distante da estrada principal havia uma carruagem estacionada, após alguns minutos um cabrolet parou atrás dessa carruagem e dois homens vestindo ternos pretos desceram e pagaram o cocheiro que voltou para Gardignon, em seguida eles entraram na carruagem.

Confrades, entrem - disse o mais velho com um sotaque britânico.

  • Olá confrades - disse um dos homens que acabaram de chegar.
  • A missão fora cumprida, até onde sabemos o objetivo fora alcançado e a raposa deixou o galinheiro.

Muito bom, o Lorde ficará feliz ao saber disso - disse o mais velho do grupo ao bater com a sua bengala no tero da carruagem.

Em seguida a carruagem partiu para Áquila.
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Algumas horas após o Conde ter publicado um decreto regional determinando a reforma da Via Appia, vários trabalhadores são reunidos e enviados para o local. O mais experiente receber a tarefa de conduzir as obras, assim que os trabalhadores chegam no local pré-determinado, eles mondam uma pequena cabana e organizam os equipamentos, uma placa singela é colocada no local informando que obras serão feitas na via.

[font=Garamond][size=150]No final da tarde do dia 24 os trabalhadores que estavam reformando a via receberam um comunicado do Governo Romaniano, ele ordenava que todos os operários se concentrasse na desobstrução e reconstrução da estrade. Os operários já estavam fazendo isso desde que o tremor acabou.

Mas agora eles tinham a ajuda de mais 25 trabalhadores que foram enviados pelo Governo Romaniano para acelerar as obras de desobstrução e reconstrução das estradas. [/size][/font]

Já havia amanhecido quando entramos em território romaniano, dado que levamos a noite inteira para poder sair do Município Neutro de Gardignon, Capital do Império. Nem em meus piores pesadelos poderia imaginar que a estrada estaria no estado em que a encontramos, pois havíamos passado uma noite horrível, sacolejando dentro da carruagem com sardinhas em uma lata. Minha esposa Anne, trazia um semblante profundamente de desagrado em seu rosto. Eu também não estava nenhum pouco contente, pois era certo que iria perder meu dia e com ele todos os meus planos para aquela segunda. O alívio veio quando, aos nos aproximarmos mais do Condado, a estrada parecia estar em melhores condições, com pouco buracos e alguns pequenos galhos que obstruíam a via, mas que foram paulatinamente sendo removidos pelo cocheiro auxiliar com a ajuda do Sr. Jäeger. Ainda assim a viagem, me parecia, tomaria toda a manhã e um pedaço grande da tarde.

[center]Alguns Gendarmes fazem suas rondas pela estrada, auxiliando na desobstrução dos trechos mais complicados, a fim de permitir o mínimo de locomoção entre Áquila e Saint-Depoux.[/align]

[size=150][font=Times New Roman]Levando cerca de 30 minutos no deslocamento à cavalo, adentramos nas cercanias de Quartieri de Immigrati, através da Via Appia, quando logo avistei 3 homens trabalhando na remoção de galhos que obstruíam parcialmente a estrada.

Abordando o trio, perguntei:

- Bom dia senhores, eu sou o Coronel Wilhelm von Steindorff-Bayern. Estou procurando propriedades rurais… fazendas que estejam a venda, os senhores sabem de alguma aqui pela redondeza?

Todos os 3 deram-me igualmente bom dia e o mais velho deles - pela sua aparência, respondeu-me:

-Olha Sr. Coronel, estávamos falando disso agora. Semana passada morreu o Conde di Vastogirardi, antigo membro da Corte Romaniana. Pelo que sei, ele deixou uma viúva e uma única filha, que já casada e mora na Europa. Ouvi rumores que esta filha veio para acompanhar os últimos momentos do pai e que planeja retornar a Europa levando consigo a viúva Condessa di Vastogirardi. Talvez eles queiram vender a propriedade, o Sr. poderia dar uma olhada por lá.

Agradecendo ao grupo, pergunto como faria para chegar ao local e eles me informam que eu deveria seguir 200 metros a frente que eu veria uma estrada vicinal, que ligava a casa da propriedade à Via Appia. Então, seguimos o caminho a frente e em poucos minutos alcançamos o casario que ali jazia. Mui linda era a propriedade embora fosse visível que necessitava de reformas e uma pintura. Assim sendo, caminhei até a porta, sendo atendido pelo mordomo, apresentei-me e solicitei para ter com a Condessa, então o mesmo fez-me entrar, enquanto os ulanos aguardavam do lado fora.
Por conseguinte, sentei-me em uma poltrona na biblioteca e eis que despontou na porta uma velha senhora, vestida de preto, apoiava-se em uma bengala com o cabo esculpido em marfim, que dirigiu-se a mim:

  • A que devo esta honra, Coronel Steindorff-Bayern?

- Bom dia Condessa - respondi. Primeiramente eu gostaria de lhe prestar minhas condolências. Pois bem, não quero por demais me delongar, então vou direto ao ponto. Estive a saber que com a partida do seu estimado marido, vós intenciona vender esta propriedade. Essa informação procede?

  • Bem, Coronel - respondeu-me com a voz meio embargada. Após a morte de Giullo, não vejo mais futuro na Gesébia. Temos apenas uma filha, a Marie, que quer que eu vá para a Europa, viver junto dela e do esposo. Eu sinto muito em dizer isso, mas desejo sim vender esta propriedade.

- Entendo. Talvez nas atuais circunstâncias seja melhor que a senhora respire novos ares mesmo. Então Condessa, a senhora estaria disposta a vendê-la para mim? - Casei recentemente com uma alemã e estou procurando um bom lugar para me estabelecer com ela. Um lugar onde eu possa criar nossos filhos tranquilamente e onde eu possa receber meus amigos.

  • Pois bem Coronel, creio que por uma quantia justa, esta propriedade poderia sim ser sua. Creio que o senhor deve ter notado que a ação do tempo recaiu sobre este palacete. No entanto, com uma rápida reforma, tudo poderá ficar como novo.

- Compreendo perfeitamente e creio que isso não será nenhum problema. E quanto a extensão de campo. A Sra. saberia me precisar quantos acres abrangem esta propriedade por inteiro?

  • A medida exata eu não sei, mas lembro de ouvir recentemente o Giullo comentar algo entre 3 mil e 3100 acres.

Surpreso com aquele número, pergunto:

- Toda essa quantia? Tens certeza? Como vocês fazem pra manter tudo isso?

  • Pelo que sei, há muito tempo temos parcerias com famílias de agricultores que cultivam pequenas extensões de terra. Em troca do arrendamento, elas nos fornecem víveres e uma participação anual em seus lucros, os quais eu não sei bem a porcentagem, mas é algo irrisório.

- Entendo. Bom Sra. Condessa, como tenho pressa quero aproveitar e lhe fazer uma proposta. Posso lhe pagar G$s 750.000,00, em dinheiro, numa transferência imediata.

  • Ora, Sr. Coronel, o Sr. me pegou desarmada, eu não esperava por isso. Me parece uma boa quantia, mas eu preciso conversar com minha filha. O Sr. se importaria?

- Claro que não. Quando a senhora consegue me dar uma resposta?

  • Bem, se o Sr. puder esperar, eu devo demorar alguns minutos, deixe-me ir até o quarto onde está Marie. Enquanto isso, Alfredo - chamou o Mordomo, mostre a casa para o Coronel, que eu já volto.

Assim sendo, fiz uma espécie de tur pelo palacete. Vi a sala de estar, o restante da biblioteca, a sala de jantar e a cozinha. Também conheci uma sala de reuniões e fui até um salão em anexo ao prédio principal, utilizado para reuniões de maiores portes. Passaram-se 30 minutos ou mais até que a velha Condessa por mim chamou:

  • Coronel Steindorff, venha até aqui por gentileza - Dirigi-me então até a biblioteca, onde estávamos anteriormente. Por favor quero que conheça Marie, minha filha.

- Encantado - disse ao beijar a mão da dita mulher.

  • Então Coronel - disse a jovem mulher, estive a conversar com a mamãe e decidimos vender esta casa ao senhor. No entanto, o Sr. deve prometer que não expulsará as famílias que aqui vivem e que também não fatiará a propriedade, vendendo-a em pequenas migalhas. Se aceitares essas condições, então a fazenda será sua.

- Mas é claro que eu aceito-as. De forma alguma pretendo por ao léu estas famílias. Se elas só beneficiam a propriedade e geram renda, não o porque de tal injustiça. Além disse, como sisse a sua mãe, pretendo viver os anos que ainda tenho pela frente aqui, então fique sossegada, pois não retalharei esta propriedade.

  • Ótimo então. Amanhã nosso advogado procurará o senhor, basta que nos deixe seu endereço.

- Certamente - tomei um papel que me entregaram e com uma caneta escrevi ali o endereço do Hotel Lupus. Estou hospedado neste hotel, diga ao seu advogado para me procurar as 8h da manhã de amanhã. Foi um prazer conhecê-las.

Então levantei-me, despedi-me de ambas e fui conduzido a saída, onde os ulanos me aguardavam. Montamos em nossos cavalos e partimos de volta à Áquila, tendo em vista que já estava quase no horário do almoço.[/font][/size]

[font=Palatino Linotype][size=150][justify]Após mais de uma semana de trabalhos intensos, as equipes da EGCT, da CEDR e voluntários começavam a realizar novo cabeamento dos setores danificados das linhas elétricas e telegráficas. Diferente do trabalho urbano, o trabalho nas rotas de acesso era imensamente facilitado pela contiguidade das fiações.

Acreditava-se que em dois dias, a comunicação entre Áquila e Gardignon estaria totalmente restabelecida, quando as equipes ao norte e ao sul se encontrassem.[/align][/size][/font]

[font=Georgia]- Alberto, como anda o 2º Pelotão?

  • Todos em forma senhor.

  • Entendi, mande-os se posicionar, a carruagem passará logo.

  • Sim senhor

" Se tivermos que lutar no deserto, estamos todos é lascados. Rodeados por floresta, como fazer uma preparação adequada? Mas nunca que conseguiríamos"

  • Senhor, alvo avistado á 7 horas! - avisou um cabo

  • Rocha, você pegará seus homens e atacará o flanco esquerdo. Castro ataque o direito, e o restante virá comigo.

A carruagem se aproximava.

“Espero que Alberto saiba o que está fazendo”

  • Agora, ataquem!

Rapidamente, cercamos a carruagem, nenhuma baixa e ferido. A linha de suprimentos estava sobre nosso controle.
Alberto com seus homens desempenharam a função esperada e a ação inteira foi de rápida e precisa.

“Depois de uma tarde de treinos”

  • Ótimo homens, excelente trabalho, mas precisamos melhorar. Volte a carruagem, faremos mais uma vez.

  • Senhor, isso é realmente necessário - disse Castro

  • Não sei ao certo, mas precisamos nos preparar de alguma forma. Mais uma vez, depois passaremos a outros treinamentos.


[center]Foto de toda a companhia[/align][/font]