[INTERATIVO] Vila de Solitude

[justify][size=150][font=fantasy][tab=30]Situada próximo à nascente do rio Isceald, Solitude é apenas mais uma das diversas vilas existentes em toda Gesébia. Fundada por Sir Ian Willer Medeiros durante a conquista da Dracônia, Solitude têm em suas raízes ascendência escocesa e irlandesa. A mesma recentemente ganhou notoriedade, por ser a terra natal do notório antigo Grande-Almirante do Império e Marquês da Cisalpínia, Victtorio Medeiros.

[tab=30]Sendo uma vila pacata, seus moradores trabalham principalmente na mineração, plantio de culturas de subsistência, pesca e em algumas manufaturas.

[tab=30]Com a criação recente do Estado da Baixa Dracônia, acreditava-se que o centro administrativo do mesmo seria em Coritani, mas o Marquês preferiu Solitude. Tal ato, espera-se, deve ajudar no crescimento da vila que, de acordo com o Censo 03/1891, conta com 55.530 habitantes.[/font][/size][/align]

Solitude no mapa do Império
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Após alguns dias de uma lenta e proveitosa viagem ao longo da Cordilheira da Dracônia, a comitiva do Barão de Firgen finalmente chegou em sua terra natal, Solitude. Ao chegar, o Barão foi saudado por seus conterrâneos que consideram-no um herói. Saudado pelo cada vez mais conhecido cognome de Tigre da Dracônia, o Barão acenou para todos os ali presentes e dirigiu-se a antiga mansão de seu pai, Ian, o Fundador da vila de Solitude.

[font=Garamond][size=150]Após uma boa noite de sono, Victtorio levantou-se cedo e partiu para caçar nos arredores da vila junto de alguns velhos amigos. Próximo do meio-dia, retornou a vila.

  • Colin, diga para Énna que teremos carne de veado para o banquete. - Disse o Barão ordenando que entregassem o veado no local apontado.
  • Fá-lo-ei. Vais demorar para chegar ao Palacete Azul? - Perguntou Colin.
  • Não muito, podes ficar tranquilo quanto à isso. Seon þu! - Respondeu o Barão.
  • Seon þu! - Disse Colin partindo para o Palacete Azul.

O Tigre da Dracônia partiu em seu cavalo Dinamite para a Mansão da Vista Lacustre, para preparar-se para o banquete em sua homenagem.[/size][/font]

Após um farto banquete em sua homenagem no Palacete Azul, o Barão de Firgen cumprimentou à todos presentes e dirigiu-se ao local de uma velha promessa.

[font=Garamond][size=150]Após algumas horas de cavalgada, Victtorio chegou a Cachoeira de Holt, que dava início ao rio Isceald, lugar onde uma antiga promessa havia sido feita.

  • Eu sabia que a encontraria aqui… Faz muito tempo, Katheryn. - Disse Victtorio com sua firme voz.

Após as palavras ditas por Victtorio, a mulher virou-se surpreendida por aquela voz. Ao ver quem havia as dito, ela levantou-se e correu em direção à Victtorio, abraçando-o.

  • Senti sua falta, Victtorio… - Disse Katheryn em tom meloso.
  • Também senti sua falta, Katheryn… - Respondeu Victtorio.
  • O que… o trouxe até aqui, depois de tanto… tempo? Vós… - Perguntou Katheryn.
  • Sim! A promessa… Eu a cumpri! I lufian þu, Katheryn! It came cierr to marry heo! þu accept marry me? - Perguntou um emocionado Victtorio, em draconiano.

A partir daquele momento, o ar pesado que sempre acompanhou Victtorio sumiu, e uma gentil e apaixonada imagem surgiu no homem conhecido por sua fúria.

  • Gea! Gea! - Respondeu Katheryn também em draconiano.

O Barão e a futura Baronesa de Firgen beijaram-se, o Barão colocou-a na sela de seu cavalo Dinamite, subiu no mesmo e partiu para a vila de Solitude.[/size][/font]

[font=Garamond][size=150]O Barão de Firgen já estava a arrumar suas coisas junto de sua comitiva. A Comitiva Baronal partiria pela tarde para Firgen.

  • Katheryn, eu… quero levar-te comigo para Firgen… Gostarias de vir comigo? - Disse o Barão.
  • Claro que vou! Esperei bastante por este dia, Victor. - Respondeu Katheryn.
  • Espere um pouco… Colin, diga para trazerem a melhor carruagem da vila, eu a comprarei… - Dizia Victtorio.
  • Não precisa. Para mim, um cavalo estará de bom tamanho. - Retrucou Katheryn.
  • Katheryn, Eu faço questão. - Respondeu Victtorio.
  • Sendo assim… Somente se vieres comigo. - Retrucou Katheryn
  • Será um prazer, mi Hlæfdige! - Respondeu Victtorio.

A melhor carruagem da cidade fora trazida sob as ordens do Barão, ambos subiram na mesma e a Comitiva Baronal partiu em direção à Firgen.[/size][/font]

[justify]Após cerca de cinco horas de viagem, o Administrador-Geral Interino Ródion Desslock-Yefimov, chegou à vila de Solitude. Sua companhia era composta de cerca de dez pessoas. Ele passou horas conversando com moradores da região e avaliando a infraestrutura local. Sempre andando com um bloco de anotações. É a primeira vez em tempos que Ródion aparece em público; ele foi atacado pela tísica, e ficou semanas de cama. Ele parece bem mais velho, com barba e cabelos brancos, mas mantém a postura altiva e orgulhosa, se bem que sua face não demonstra entusiasmo ou alegria. Terminando a coleta de dados metodicamente, ele se recolhe à sede da administração regional, onde vai passar a noite. Lá, ele começa a escrever o Plano de Administração da Baixa Dracônia.[/align]

[justify]Terminada a visitação à Solitude e imediações, Ródion se organiza e inicia a viagem de retorno à Firgen.[/align]

[justify][tab=30]A Vila de Solitude estava agitada. Pela manhã um grupo de Rangers Draconianos chegou à cidade, se reunindo com o Intendente da Vila. Após muita conversa, se dirigiram à uma construção abandonada nos limites da vila. Uma antiga casa de campo com uma bela área gramada, que começaria a ser reformada e viria a ser uma Base dos Rangers Draconianos.
[tab=30]Apesar da demora, a população estava feliz pelo governo não haver esquecido deles neste momento de ansiedade e preocupação.
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[justify][tab=30]Com a conclusão da construção da Base dos Rangers em Solitude, 50 Rangers Draconianos passam a fazer a segurança dos cidadãos, agindo em conjunto com as forças da Gendarmeria.[/align]

[font=Palatino Linotype][size=150]Ao final da tarde, o coche que transportava os Medeiros chegou a Solitude, e rapidamente eles foram instalados na Mansão da Vista Lacustre.

  • Após tanto tempo… Como é bom estar de volta!
  • Pois é, Ed. Já diz o ditado que o bom filho a casa torna. Vês aquele coche? - Disse Victtorio apontando para um coche na rua. - Vai lá e diga-os para virem que a área é segura. Eu levarei Kate para o nosso quarto.
  • Certo. Irei visitar alguns velhos amigos e trarei Énna para nos fazer um pequeno banquete.

Logo após, o Visconde de Firgen subiu as escadas com a Viscondessa e seu irmão fora chamar os homens do coche, como instruído e logo após foi para a cidade.[/size][/font]

[font=Palatino Linotype][size=150]Logo pelo começo da tarde, a Viscondessa de Firgen havia começado a ter contrações e logo uma parteira local fora chamada, um dos quartos da Mansão da Vista Lacustre preparado, e próximo do fim da tarde o trabalho de parto fora iniciado. Às exatas 18:07, o trabalho de parto fora concluído e, rapidamente, Victtorio, que havia ficado em uma sala de espera, entrou na sala e viu sua esposa a segurar dois bebês em seus braços, e sorrindo de alegria, ela olhou para o marido e lhe disse:

  • São gêmeos, meu amor! São gêmeos! Venha! Segure um deles!

Victtorio aproximou-se lentamente, e ficou observando, deslumbrado com os recém nascidos.

  • Venha, segure-os. São um menino e uma menina.
  • Eu não posso… N-não tenho jeito, além do mais, minhas mãos estão sujas…
  • Vamos segure…
  • Está bem… mas lavarei as mãos primeiro.

Logo o Visconde lavou as mãos e retornou ao quarto.

  • Venha cá, garotão. - Disse o Visconde pegando o menino dos braços da esposa. - E então, meu amor, já decidistes os nomes?
  • Sim. Nossa filha se chamará Christina, em homenagem a minha mãe, além do belo significado que tem o próprio nome. Nosso filho, quero que se chame Ian, em homenagem ao seu grande avô paterno.
  • São dois belos nome, Kate.

O casal permaneceu no quarto e após algum tempo, o tio dos bebês entrou no mesmo para ver os sobrinhos recém-nascidos.[/size][/font]

[font=Palatino Linotype][size=150]Logo pela manhã, o Visconde arrumou algumas coisas para partir para Firgen.

  • Meu amor, irei para Firgen. A coroação de Di Draconi deverá ser realizada hoje e eu necessito estar lá. Quando terminar, retornarei para cá.
  • Certo. Não demore.

Logo após, o Visconde de Firgen partiu para Firgen.[/size][/font]

Após alguns dias na Mansão da Vista Lacustre, a família do Conde de Windhelm adentrou o coche e iniciaram a viagem de retorno à Firgen.

Jose Karl arruma os documentos pertinentes a troca de Governo do Estado Administrativo, tudo sera preparado para a chegada Oficial do Novo Governador-Geral.

- Senhor, creio que deves esperar um pouco para pormos em pratica nossos planos, devemos esperar a situação do Reino e sua economia se estabilizar. - Diz Jose no Gabinete do governador enquanto o mesmo trabalhava.

- Verdade Jose, então creio que devo atualizar minhas próprias contas no momento … e reabrir minha empresa … também irei falar com algumas pessoas sobre as futuras escolas e determinar salários.

- Ótimo, Senhor.

- Enfim … alguma noticia do “Fronte”?

- Nenhuma, Senhor …

- Ok … Voltemos ao trabalho.

[justify][tab=30]A equipe da Montanha de Ferro inicia os trabalhos de construção para o governo da Baixa Dracônia, esperando concluí-lo antes do final do mês ainda.[/align]

[spoil]Construção: Posto de Saúde
Custo: D$s100.000
Prazo: 3 dias[/spoil]

O Comendador junto de seus assessores, trabalham para o bem do Povo, criando novos projetos.