Israel expulsará 400 crianças filhas de imigrantes por não serem judias

SÃO PAULO- O governo de Israel confirmou a expulsão de 400 crianças filhas de imigrantes que estão no país, informou uma reportagem do canal Telesur nesta terça-feira, 7. Como justificativa, o Estado judeu afirma que “essas crianças não são judias”.

As expulsões devem começar assim que acabarem as festas em comemoração do ano novo judaico, que começam nesta quarta.

A decisão foi aprovada em agosto pelo gabinete do premiê Benjamin Netanyahu e em princípio envolvia 200 filhos de trabalhadores estrangeiros não judeus, procedentes em sua maioria das Filipinas, Tailândia e países da África, como Sudão ou Egito.

Depois de várias revisões e apelações, foi estabelecido que 400 crianças serão repatriadas aos países de origem de suas famílias, sem importar que elas tenham sido nascido em Israel, pois não são judias.

O ministro do Interior e líder do ultrareligioso partido Shas, Eli Yishai, foi o principal promotor da medida ao considerar que a presença dessas crianças “ameaça a totalidade da empreitada sionista”.

O Ministério do Interior deu um prazo de 30 dias para “dar tempo” para que os menores saiam do país e, uma vez acabado o período estimado, o governo recorrerá a métodos “mais drásticos”, como a Unidade Oz, braço armado da Polícia de Imigração que tem ordens de usar a força para retirar as crianças do país.

Fonte: PLANO BRASIL


“Eu vejo o futuro repetir o passado”- cazuza

Arianos às reversas…

Só faltou mencionarem “pureza racial”.

Isso me enoja.

Isso me enjoa
Que todos esses ditadores morram!

Realmente uma vergonha, se ocorrer a concretização. Porém eu estou em dúvida de algo, Israel considera nascidos no solo como naturalizados? Existem dois critérios, descendentes do povo e nascidos em território nacional, nem todos os países aplicam os dois, acho de bom grado que ao menos se satisfaça a questões: eram cidadãos israelenses pela lei? Tinham o direito a cidadania?

Tedesco, ai eu vejo aquela afirmação apressada, eu lhe pergunto, você conhece a lei israelense? Afinal, os propósitos políticos podem ser claros nesse discurso, mas a lei autoriza ou não?

Mesmo sem conhecer. Se existisse uma lei que discrimina oficialmente pessoas de religiões diferentes…

Depois enchem a boca para falar dos extremistas mulçumanos… tudo farinha do mesmo saco.

Não Tedesco, por isso afirmei que não deviam ser feitas aquelas declarações no “furor”, mas se você disse aparentemente, foi mal, acho que li na pressa. De qualquer forma, sem saber como um cidadão pode ou não ser naturalizado israelense, fica difícil julgar tal postura, afinal podem ser imigrantes ilegais e toda nação trata dessa postura de uma forma ou outra.

Sem comentários.

Gente, preconceito existe em todo lugar.
Em Israel, no Irã, nos EUA ou nas Ilhas Cayman. Menos no Acre.

Porém, se você se julga vítima ou filhos daqueles sobreviventes do Holocausto Judaico [É, Holocausto tem vários], não deveria operar nessa forma com ou sem legislação que outorgue este direito. Acho que é ética.

Interessante que agora eles que querem fazer uma limpeza, e para quem não sabe, o voto de Minerva para se enfiar no estado de Israel na Palestina foi de um brasileiro.