Jogos bons que pouca gente conhece

Bem turma esse tópico aqui vai servir pra vc’s postarem jogos que na opinião de vc’s são muito bons e que pouca gnt conhece. A next-gen ta ai, mas essa geração de jogos ainda não esta saturada, tem muito titulo bom que não caiu na boca do povão. Quem quiser tmbm pode postar old-games, tanto faz a plataforma fiquem a vontade ai galera!

Eu vou abrir o tópico postando esse aqui:

[center]Dark Void[/align]

* Capcom

* Airtight Games

* Ação

* Lançamento: 21 Jan, 2010

* ESRB: Jovens

* Plataformas: PC X360 PS3

Dark Void é um jogo eletrônico desenvolvido pela Airtight Games usando o motor Unreal Engine 3 e publicado pela Capcom para a PlayStation 3, Xbox 360 e Microsoft Windows. No jogo os jogadores devem enfrentar uma ameaça alienígena que a humanidade já havia banido. O jogo mistura combate terrestres e aéreos. Foi lançado na América do Norte em 19 de janeiro de 2010, e lançado na Europa em 22 de janeiro de 2010.

A versão de Dark Void para Games for Windows – Live foi lançada em 21 de abril de 2010, que está disponível exclusivamente para jogos da Microsoft’s Games for Windows - Live On Demand marketplace.

Review de Dark Void para PC de Eurogamer

[spoil]Sempre tive o desejo de voar. Penso que seja um sonho recorrente em todos nós, onde apenas no imaginário dos nossos sonhos isso se torna real. A ideia de poder voar, pelo menos no meu caso, é a sensação de liberdade, a sensação de não existir limites ou barreiras para nos bloquear. Esta liberdade é sentida em Dark Void, mas claro, com ajuda de artefactos tecnológicos.

Este início de ano, é um dos mais forte de sempre, e Dark Void é um dos primeiros a pisar a nova década. A liberdade é a palavra de ordem em Dark Void, principalmente na sua vertente de voo. Mas já lá vou.

Dark Void foi produzido pela software House Airtight Games, onde se incluem na equipa membros da produção de Crimson Skies: High Road to Revenge, um jogo original para a Xbox. Não sendo assim estranho vermos algumas características de voo em Dark Void, principalmente nos combates aéreos.

Em Dark Void, um jogo na terceira pessoa, encarnamos o piloto William Augustus Grey (voz de Nolan North), que em conjunto com os seus amigos, se despenha em pleno Triângulo das Bermudas. Mas em vez de ser um acidente normal, dão por si presos num universo paralelo, chamado de The Void, onde não conseguem sair. Mas Will e Eva (sim existe um passado amoroso) não são os únicos presos neste mundo paralelo, e em conjunto com os Survivors, os nativos e o famoso cientista Nicola Tesla, irão tentar encontrar a saída.

Mas esta trama não estaria completa sem os inimigos, que são uma raça extraterrestre, chamada de The Watchers, onde no início apenas se apresentam como robôs, mas no decorrer da história se descobrirá mais sobre eles. O jogo tem como pano de fundo os anos 40, altura onde a alta tecnologia estava a dar os seus primeiros passos, tendo Nicola Tesla dado o seu contributo. Mas não é desculpa para não haver avanços tecnológicos, e é isso que o cientista Nicola Tesla faz, em transformar a tecnologia extraterrestre em armas, dispositivos, e principalmente na criação do Jet Pack e o capacete de Will. ?? impossível, como já referimos na antevisão, não levar a nossa mente a pensar no ???The Rocketeer???, um super herói de banda desenhada, que teve um filme com o mesmo nome em 1991. Embora a história não seja a mesma, o ambiente, as personagens, e até mesmo o guarda roupa e forma de voo é extremamente parecido. Vale sempre a pena ver.

O jogo tem um sistema de cobertura interessante, tanto na forma clássica, onde nos encostamos a muros, paredes, caixotes, ou apenas pedras, isto na batalha e progressão horizontal, bem como quando passamos a um sistema de cobertura na vertical, ascendente bem como descendente.

A opção de bloqueio, ou de ficarmos presos nas plataformas verticais, foi uma boa decisão por parte da Airtight Games. Embora pareça que estejamos sem movimentos, esta opção permite uma maior calma e assertividade na acção, embora por vezes a câmara nos pregue partidas, principalmente quando passamos de uma jogabilidade vertical para horizontal. Isto tudo quando jogamos com Will em solo firme. Com o JetPack esta liberdade ainda é maior.

O JetPack traz uma maior liberdade e formas de abordar cada combate. Em zonas apertadas, podemos saltar, dando pequenos impulsos com o jacto, sendo possível voar na vertical, de frente para a acção, ou deitados em pleno voo a jacto. Podemos também planar ficando suspensos para uma melhor vista de ataque.

O uso do Jetpack nas suas diversas vertentes é o expoente máximo em Dark Void, sendo fantástico o seu uso, a agilidade e facilidade com que saltamos para um abismo e começamos a voar é muito recompensadora. ?? um prazer sentir que podemos voar de forma real, pois as subtilezas das mudanças de direcção, voar de costas e ter a sensação de olharmos para algo distante, como por exemplo uma plataforma, ou uma rocha, e saber que podemos chegar lá e percorrer a zona a pé. Existe uma liberdade tremenda ao usarmos o JetPack, sendo que podemos escolher a forma de ataque. Tudo corre de forma fluída e com muita acção.

Posso dizer que Dark Void vive muito da sua jogabilidade, sendo ela muito intuitiva, fácil como um todo, mas que precisa de se aprender a tirar proveito e desfrutar do que o pessoal da Airtight Games produziu para nós.

Graficamente o jogo não compromete, mas não é nada que não tenhamos visto no ano passado. Existem zonas com bons efeitos de luz, nomeadamente nas zonas de voo e lutas contra as naves extraterrestres. Mas por outro lado os cenários são um pouco básicos, e comparando com a oferta actual, as confrontações seriam demasiado penosas para o jogo. Os movimentos das personagens são um pouco à cartoon, com passos largos e movimentos rápidos, interessante no início mas irritante passado algum tempo. Embora as animações das faces em termos de voice acting sejam razoáveis, os textos e enredo são perfeitamente banais, nunca nos conseguindo agarrar ao jogo nesse aspecto. O suposto romance com Eva é cativante.

Os níveis são lineares, não que isso seja em si algo de mau, mas juntando a isso inimigos que se comportam sempre da mesma forma, onde as instruções de movimentos se baseiam unicamente em ir de um ponto X a ponto Y, não traz novidade nenhuma nos níveis seguintes. Varia um pouco nas lutas contras os bosses de grande porte, mas os mesmos são também demasiado estáticos, bastando um pouco de paciência para os poder derrotar. Saliento, e voltando a glorificar o sistema de jogo em termos de passagem de vertical de voo para horizontal no terreno, algumas batalhas são muito interessantes, pois teremos que lutar no ar e após completarmos alguns objectivos temos que lutar contra os bosses em terra em pequenas sequências de QTE. Tudo bastante simples e intuitivo, mas ao mesmo tempo muito pouco desafiador.

Nem tudo são rosas em Dark Void. A sensação que fiquei é que existe aqui um potencial imenso, um jogo que poderia ser muito mais que umas horas de divertimento. O jogo é extremamente simples na sua concepção, parecendo que os produtores não quiseram arriscar em nada, nem ir mais longe do que o que já se tem feito há três anos para cá. O sistema de voo está interessante, mas não passa disso, deixando uma angústia no jogador, pois sei que existe potencial para muito mais.[/spoil]

Imagens:



Gameplay do jogo:

[BBvideo 560,350]http://www.youtube.com/watch?v=QkRgD7wGegc[/BBvideo]

Então é isso… pra abrir os trabalhos estou postando esse, em breve e aos poucos vou trazendo mais alguns :wink:

Ixi, se eu for postar os desconhecidos q eu gosto ñ faço mais nada o resto do ano xD
Belo tópico CK, e Dark Void é mesmo bem legal (quem aí jogou Rocketeer de SNES, baseado no filme de mesmo nome?).

vai postando uns ai… tipo os que vc acha mais interessantes, como um saudosista tu deve ter um set bacana hehehe ;/

Sim ele é massa, vou adicionar a minha lista na Steam… ele é baratinho, qndo aparecer numa promo deve ficar por uns 4 ou 5 reais.

Aqui vai mais um para o tópico ir ganhando corpo, em homenagem ao Hiryuu vou postar esse:

[center]Vampire Hunter D[/align]

Review de Vampire Hunter D pela GameSpot:

[spoil]Vampire Hunter D is an action-adventure game based on the novel written by Hideyuki Kikuchi, and the anime that followed. You take the role of a vampire hunter named D who is the offspring of a human and a vampire, who is hired to rescue a girl who’s been kidnapped. The game is similar to Resident Evil, using polygons for the characters and prerendered graphics for the backgrounds. Gameplay and control are also quite similar, with the addition of a few extra moves. The main character can jump, guard, and strafe, which would seem like an advantage. But is it?

One of the main problems with the game is the control. The addition of jump, guard, and strafe functions may sound like a good idea, but it’s actually the cause of the problem. First of all, you will come across places where you are required to jump. Since the background is a flat graphic, you’ll have a hard time judging distances properly and may end up falling into a pit. You’ll also meet enemies that fly, so naturally you will want your character to jump and attack them. Sometimes, you may want to be more aggressive and risk getting hit while attacking, but you’ll find your character will often accidentally perform a backflip when you jump and you’ll get hit. When you’re not wielding a weapon, the control is exactly the same as in Resident Evil, but when you are wielding a weapon, the control changes, letting you strafe and circle strafe. Pressing the D-pad in battle causes you to face the enemy. So let’s say you have your back turned to a monster. You would think you’d press forward to run away from him, but instead, hitting forward will cause you to turn and run at the enemy. The game’s backgrounds get confusing easily, particularly when you’re in a room with doors on all sides. This is more pronounced when you’re fighting an enemy, as the camera angle might shift midfight, leaving you reeling. The running could also use some work. When you stop running, the character slides forward, which can mean the difference between life and death in certain situations.

The graphics in VHD are merely average. The CG movies are pretty amazing, although they don’t stand up to the movies found in other PlayStation titles. The only detailed character is D himself, while the other characters and the enemies look a little blocky. The motion of D drawing and putting away his sword is good, but many other animations are poor. Likewise, the sounds are quite quirky. Some effects are really great, while others are just awful. The music department is really lacking, failing to set the mood and atmosphere properly. Even worse, the music actually suffers from slowdown in certain cutscenes. The game gives you the ability to skip some cutscenes, while others are required viewing. Strange.

Although the back of the box says the game has multiple scenarios, it really doesn’t. The game has a linear plot and three endings, each of which is triggered by certain criteria met during your game. If you want to take a look at the different endings, all you have to do is start from a certain save point and just fulfill the criteria as you see fit. The game also says you can control another character named Leila, but you only get to do so for a very short while, sort of like when you controlled Ada or Carlos in the Resident Evil series. The gameplay time spent totals about ten hours - quite shorter time than you’d expect.

Overall, much like most other Resident Evil clones, the game just doesn’t capture the magic of the Resident Evil series. Die-hard fans of the genre or the novel may find some value here, but not enough to warrant a purchase.[/spoil]

Imagens:



Gameplay do jogo:

[BBvideo 560,350]http://www.youtube.com/watch?v=JnrB-xZutu0[/BBvideo]

Jogo super phoda esse! conheci qndo estava na fissura por survival horror’s na época do PS1, realmente um jogo espetacular, conseguia prender a atenção do jogador numa época dominada por títulos como: RE, DC e SH. Era uma boa alternativa a esses jogos, contudo não deixava a desejar em nada em comparação a eles, fora o belo ensejo oferecido pelo Anime de mesmo nome.

The Movies, o Hiryuu pode postar com uma explicação e sinopse melhor dele. Ainda acho que ele deveria ter uma segunda versão, pra deixar as coisas nos gráficos atuais, tentar deixar ainda melhor a incrível jogabilidade que tem, etc…

Bem já que ninguém mais postou nada vou adicionar mais um…

[center]Dark Sector

[/align]

  • Aspyr Media

  • Digital Extremes

  • Tiro em 1ª Pessoa / Ficção Científica

  • Lançamento: 24 Mar, 2009

  • ESRB: Adulto

  • Plataformas: PC X360 PS3

Dark Sector é um jogo de aventura em terceira pessoa desenvolvido pela Digital Extremes para as plataformas de XBOX 360, Playstation 3 e Microsoft Windows, o jogo foi lançado em 25 de março de 2008, o principal personagem do jogo é um homem chamado Hayden Tenno (dublado por Michael Rosenbaum) que é o anti-herói e protagonista do jogo.

Revew Dark Sector GameVicio:

[spoil]Enredo

Você é Hayden, agente do governo americano que possue uma doença chamada *CIPA ou melhor insensibilidade congênita à dor com anidrose, acaba de ser mandado para atacar uma nação Soviética fictícia de Lasria. Ele queria deixar a missão no começo dela, antes de completar, porém seu superior o avisa que ele já está longe da ‘drop zone’. O objetivo de Hayden é salvar Viktor, quando o encontra após enfretar alguns terroristas, ele acha que irá salva-lo, porém consegue a informação que queria é de matá-lo.

Hayden continua com sua missão, andando, matando vários terroristas inclusive um Helicóptero. Após a queda do Helicóptero, uma criatura metálica aparece na frente e o força a cair de uma construção, um pouco atordado escuta algumas coisas intrigrantes e essa criatura metálica o atinge no braço, e na hora que vai matá-lo, Hayden ativa um C4 e explode tudo.

Após a explosão, percebe que seu braço está infectado, e começa a procurar um lugar para pedir para evacuar, no entanto foi requisitado para prosseguir com sua missão. Logo um inimigo se aproxima, você se esconde, e tentar pegá-lo por trás. Após uma luta, quando menos espera seu braço metálico cria um tipo de estrela e acaba de matar o inimigo.

Sem saber o que é esse poder, você começa sua jornada.

Gameplay

A jogabilidade do Dark Sector se basea no uso de um tipo de “Glaive”, basicamente um boomerang com três lâminas. A Glaive pode ser usada tanto para atacar, seja cortando os inimigos em pedaços ou usando-a como uma poderosa arma corpo-a-corpo como também é usada para resolver quebra-cabeças.

Em cada mapa diferente pode enconrtar um ou mais de uma coisa que vamos chamar ‘origem de elemento’, se tiver um carro em chamas, você pode atirar sua Glaive e ela ira começar a pegar fogo, tendo assim o elemento fogo. Hayden com o tempo começa a aprimorar suas habilidades apesar de isso ser de forma bem linear é de uma forma bastante comun, após derrotar um certo chefe libera certa habilidade nova. Mais tarde Hayden poderá criar um escudo para defender contra projéteis, ficar camfuflado temporiaramente e controlar com o mouse a Glaive.

Outra parte do jogo, segue em fogo das armas, Hayden sempre usará uma arma de pequeno porte em uma mão e sua Glaive na outra, porém ao usar armas de 2 mãos (rifles de assalto) a Glaive é desativada, vale ressaltar também que armas dos inimigos quebram facilmente em suas mãos.

O jogo também tem um sistema para proteger do tiros a mesma fórmula de Gears of Wars, Rainbown Six Vegas 2, contudo o jogo não tem “Blind Fire” (aquela função de atirar sem poder ver).

Ao avançar no jogo, é liberado a loja de armas que é similar ao Resident Evil 4 e Deadspace, aonde poderá comprar armas e colocar upgrades para aumentar o dano, taxa de tiros, velocidade de carregamento…

Gráficos

Os gráficos são bons, cumprem seu trabalho com texturas de alto nível. Os ricos detalhes adicionais no mapa realmente dão um clima a mais ao jogo, todas as tecnologias já existentes está presente nesse jogo como Blur, Deph of Field, Shaders 3.0.

Apesar que depois de um certo tempo começar a ter aquele pequeno efeito “Déjà vu”, o jogo ainda irá te impressionar com os efeitos de explosões, água, tiros, detalhes.

Tirando que não tem suporte para AA, fica praticamente bem parecido com os de console. Apesar da engine relativamente leve, em algumas áreas abertas o FPS pode cair de 5~10 fps.

Som

A música do jogo é algo descartavél, as mudanças de música entre os mapas e os eventos especiais quase são pouco notadas.

Os efeitos sonoros dos jogos está realmente bem trabalhado, com a dublagem do Hayden feita por nada mais e nada menos que Michael Rosenbaum (Lex Luthor em Smallville), praticamente nota o nível de profissionalismo em alguns diálogos.

Os sons dos tiros, explosões, estão lá apenas fazendo seu trabalho, aonde o jogo realmente se destaca é na sonoplastia da Glaive e dos elementos quando estão na mesma. Você pode escutar claramente um som de eletricidade quando ela está eletrocutada ou até de gelo sendo formado e amassado.

Parece que realmente a desenvolvedora quis dar um toque a mais, pois por mais que seja fictício realmente fizeram um trabalho sensacional.

IA

Não há muito o que esperar da IA do jogo. Nota-se que em alguns casos eles realmente te impressionam, mas na maior parte você apenas os vêem saindo da posição e indo na sua direção, depois simplesmente voltando para a mesma posição.

Porém os inimigos reagem a sua Glaive e tentam até desviar dela na medida do possível, os mais díficeis parecem que quanto mais grande mais ‘burro’ ficam, pois simplesmente ficam lerdos para acompanhar a movimentação de Hayden.

Multiplayer

A versão para XBOX 360/PS3 vem com um modo multiplayer ONLINE, já a versão de Computador veio apenas com modo ‘LAN’ e são dívidos em 2 modos.

Infection

Um jogador controla o Hayden o resto é humano, o objetivo? Matar o máximo de humanos que puder, por mais que soe legal, e realmente frustante jogar esse modo com menos de 6 jogadores.

Ele simplesmente consegue matar 2~3 de uma vez, parece que eles nem se esforçaram o bastante para fazer o jogo de alguma forma balanceado.

Epidemic

Uma forma de “Protect the V.I.P” porém os V.I.P são nada mais e nada mesmo que Infectados, ou seja pessoas com os mesmos poderes que Hayden, cada time tem o seu infectado para proteger, o objetivo e destruir o infectado do outro; o primeiro time a fazer isso ganha.

Esse modo é um pouco mais divertido, pois requer mais estratégia e é voltada para ataque e defesa dinâmica.

Para o modo Infection, o jogo possui bots.

Todos os modos foram testado com: 6-8 jogadores, o máximo de jogadores de 14.[/spoil]

Imagens:

[center]



[/align]

Gameplay do jogo:

[BBvideo 560,350]http://www.youtube.com/watch?v=y7ziIRlTi2U[/BBvideo]

Confesso q ñ gostei mto de Dark Sector, embora a premissa seja boa…
Postar, talvez poste algo só amanhã…

Eu gostei, contudo joguei pouco o game…

Mais um pro’cês
uma mistura de HoI e TW hehehe :smiley:

[center]War Leaders: Clash of Nations[/align]

[center][/align]

Depois de lançar títulos de guerra como “Codename: Panzers”, a produtora CDV prepara “War Leaders: Clash of Nations”, um novo simulador histórico de estratégia que tem uma abordadem um pouco diferente. Nele, jogadores devem atuar como diplomata, estrategista e comandante no meio da Europa da Segunda Guerra Mundial.

Em “War Leaders: Clash of Nations”, jogadores terão uma experiência única, assumindo o papel de líderes políticos como Roosevelt, Churchill e Stalin.

Mediante os eventos apresentados, você será forçado a tomar decisões políticas, diplomáticas e econômicas que podem definir sua derrota ou vitória e mudar o rumo da história. Mas isso só será possível conseguindo também mostrar sua superioridade no campo de batalha.

Gerenciar os fundos nacionais e definir políticas, porém, terá impacto direto na sua estratégia. Isso definirá os recursos que você terá para investir na sua máquina de guerra - mostrando que boa parte da luta acontece também com uma gravata e cartola.

Review Clash of Nations StrategyInformer:

[spoil]War Leaders: Clash of Nations Review (PC)
The goal is simple, select your nation and lead them to glorious victory over tyrannical oppression or in fact, be the one to stomp your empires righteous boot over your enemies and rule unopposed. For any gamer familiar with the Total War series from Creative Assembly, or Pyro Studios’ Imperial Glory, then you’ll find adjustment to War Leaders that much faster than a fresh faced grunt.

You can select the degree of historical accuracy before kick-starting the global conflict; so if you prefer a little rewrite then you could always keep it low and delay the European ruckus. In any case one thing will remain a constant and crucial thing to bear in mind and that’s your war leader. Should you manage to leave your nation’s unifying figure - Winston Churchill, Joseph Stalin, Adolf Hitler, Harry Truman, etc – exposed to the enemy then your legacy and war effort could end before it’s really even begun; this principle applies to your opponents too of course.

To help you acclimate to War Leaders there are a number of tutorial videos you can watch that covers all the games aspects. In case you missed anything Enigma attach some basic pause, rewind and play functions to each of the videos. The games turn-based campaign is the easiest half with real-time battles proving to be a little tougher to comfortably fall into, and it could have been eased a little more if they had included interactive tutorial scenarios.

Once you’ve selected a nation you’ll be brought to the campaign map, which much like Total War and Imperial Glory, runs in a turn-based fashion. Only when your forces engage an opposing army will you have the option to get down on the battlefield and experience real-time combat. Whilst Total War has armies move through territories gradually and can take a few game turns as they traverse the very landscape itself before moving on, War Leaders takes a differing approach. Much like Imperial Glory, each nation has their sovereign lands carved into a few slithers and armies simply ‘jump’ into the next within one turn. This helps keep the campaign strategy simple but does of course leave little room for deep tactics as it becomes a race to stack the most units.

Aside from commanding your nation’s armed forces you’ll also be casting your eye on tax levels, building development, research priorities and diplomacy. You don’t need to worry too much about managing taxes, what structures to focus on or even what forces to build as you can opt to have the game AI handle those automatically; though you’ll likely want to handle some of that yourself. Tax will affect happiness so it requires you to strike a balance between feeding the war machine and making sure you don’t become despised by your own people. Research and development will prove essential for getting an upper hand and when significant discoveries are reached a small black and white flick plays and describes a little about it. Diplomatic relations are rather simple and presented in the style of a web showing you quickly and clearly who is and isn’t impressed with your antics.

Visually the game is rather beautiful to look at with the world map very sharp and colourful with easy going UI to help you get around. Load issues annoy though with the campaign taking its sweet time to finally boot up with it taking around a minute and 35 seconds on average, this game shouldn’t be outbidding the time it takes something like GTA IV to load. The voiceover for the narration is very good and makes it feel very late 1940’s, while generic unit voices can begin to grate after a while and seem a tad insulting when Japanese troops bark good wholesome American accents and phrases. What, no Banzai?

Eventually war is going to spark and then the game finally gets underway. Playing as Japan at one moment I was suddenly informed the Third Reich of Germany saw fit to wipe me from the world, followed shortly by the Red Army of the Soviet Union – to be topped only by the military interference of the United States, and I hadn’t even glanced at Pearl Harbour yet, honest! When your forces come into contact with an enemy position you can either have the computer resolve the battle by calculating the units involved, their strengths and weaknesses etc, or not leave the fate of your armies at the hands of number crunching and take to field command yourself. The real-time battles start paused allowing you to position where you’d like to start with you forces, and then you click the start battle icon at the top of the screen. Its best you view the tutorial videos before taking your tanks for a stroll to make sense of the control panel.

The battles themselves are a little underwhelming when it comes to detail, with soldiers looking cloned and again weak unit voice over work. The action can heat up at moments but for the most part it felt like a huge wasted opportunity for some real gritty WWII action, but I guess RTS games like Company of Heroes may have spoiled us rotten by now. Conflicts will take place in valleys, fields and urban towns which all alter the effectiveness of offensive and defensive tactics. Your units can be ordered to assume three different types of formation which are march, defence and offense with each carrying bonuses to attributes like speed, precision and attack. Infantry can be told to walk, kneel or go prone to boost their performance on the field but at the cost of movement. You’ll have a generous number of units to build and enlist from infantry and tanks to ships and aircraft to wage your way to the enemies’ capital. Ships and aircraft inject some flair to the duel of armies with the ability to follow the pilots whizzing around above.

War Leader’s Clash of Nations is good for an armchair general who likes his history rewritten in biro, but for someone who enjoys a fancy quill then you’ll likely get bored with the lack of strategic depth through the campaign world. Battles can be fierce and lively with bombing runs, aerial dogfights, naval bombardments and tanks squaring off, which is probably the better half of the game. It’s a good effort from team Enigma, not great but it doesn’t stink up the desktop either – just don’t expect it to be winning any Purple Hearts or Victoria Crosses.

Top Game Moment: Crushing Paris in the name of, er, peace, liberty and more affordable wine for all Europeans.[/spoil]

Imagens:

[center]




[/align]

Gameplay War Leaders: Clash of Nations

[BBvideo 560,350]http://www.youtube.com/watch?v=dO_e26AKYZ0[/BBvideo]

Ah, esse é classico, ñ lembro se fui eu ou o Philippus qm falou primeiro nele…

Foi o Phil… eu sempre falei nele por aqui tmbm hehehe.
E ai não vai postar nada?

[center]Airline Tycoon 2[/align]

[justify][size=150][font=Kristen ITC]* Gênero: Estratégia/Simulação/Tycoon

  • Produtora: b-Alive
  • Distribuidora: Kalypso Media Digital
  • Lançamento: 24 de Outubro de 2011
    [/font][/size][/align]

[justify][size=150][font=Kristen ITC][tab=30]Uma década depois de Airline Tycoon, chega a tão aguardada sequência da série que coloca os jogadores no papel de diretor de uma companhia aérea internacional. Airline Tycoon 2 vai desafiar os jogadores a gerirem uma moderna empresa de linhas aéreas, desenhar aeronaves únicas e expandir a sua pequena companhia para uma companhia globalmente conhecida e de preferência da maioria dos passageiros.

[tab=30]Por todo o mundo existem aeroportos para serem explorados, mas há que ter cuidado com a concorrência. Adversários ambiciosos estão também a trabalhar para dominar os céus… e eles vão fazer tudo para conseguir alcançar o seu objectivo!

[tab=30]Principais características de Airline Tycoon 2:

  • Crie a frota de aviões ideal - utilize o editor do jogo para criar enormes aviões de transporte ou aviões de passageiros a jato de luxo únicos.
  • Salte para a ação no papel de um dos avatares jogáveis, cada um com as suas próprias virtudes e fraquezas.
  • Explore o seu aeroporto em 3D, enquanto gerencia os seus funcionários e expande a oferta da sua companhia aérea, ou até chegar a conhecer VIPs.
  • Eventos aleatórios trazem variedade ao jogo - O Papa quer um vôo especial? Desacatos civis numa localização importante? Cinzas vulcânicas nos céus da Europa? Se agir depressa, pode tirar proveito destes eventos inesperados!
    [/font][/size][/align]




[BBvideo 640,400]http://www.youtube.com/watch?v=mdAI4rJkT6M[/BBvideo]
[BBvideo 640,400]http://www.youtube.com/watch?v=8cVwc_Zhhhk[/BBvideo]

[center]Majesty 2: The Fantasy Kingdom Sim[/align]

[justify][size=150][font=Kristen ITC]* Gênero: Estratégia/Simulação/RPG

  • Produtora: 1C: InoCo
  • Distribuidora: Paradox Interactive
  • Lançamento: 17 de Setembro de 2009
    [/font][/size][/align]

[justify][size=150][font=Kristen ITC][tab=30]Na maioria dos jogos do gênero, a fórmula básica é a mesma: controlar a extração de recursos para manter e expandir uma base de operações, que é responsável pelo treinamento, manutenção e melhoria de tropas. As tropas, por sua vez, são responsáveis pela total e completa aniquilação do inimigo – o que frequentemente é a condição essencial para a vitória.

[tab=30]Na série Majesty, no entanto, a relação de causalidade exposta acima é cortada no meio. As tropas não são controladas diretamente pelo jogador, elas possuem inteligência artificial própria e agem independentemente. Isto não significa que elas fazem o que bem entenderem a qualquer hora, no entanto. Existem vários mecanismos para fazer com que os seus heróis completem objetivos que você quer, como por exemplo a possibilidade de se estipular recompensas para determinadas tarefas – o que resulta nas tropas indo atrás da grana.

[tab=30]Os sinais de ataque e exploração presentes no título anterior ganham dois novos companheiros desta vez, a de defesa e de perigo. A primeira serve para que os exércitos protejam partes específicas de sua “cidade”, enquanto a segunda previne que unidades ainda fracas tentem subjugar inimigos fortes demais para sua experiência.

[tab=30]Algo peculiar é que, apesar de o título não permitir o controle direto das unidades, o foco é principalmente nos heróis. É possível recrutar diversos tipos diferentes destes: guerreiros, ladrões, magos, clérigos e caçadores. Cada um deles possui características diferenciadas e comportamento único. Através de melhorias nos edifícios, também pode-se permitir que estas classes evoluam para outras, como de guerreiros para paladinos.[/list][/font][/size][/align]




[BBvideo 640,400]http://www.youtube.com/watch?v=NZ4y-_JV0tQ[/BBvideo]
[BBvideo 640,400]http://www.youtube.com/watch?v=uQ3gqqaIb04[/BBvideo]

O Majesty é muito legal… já assisti alguns vídeos dele pela net e parece ser bem divertido :smiley:

Eu gosto de jogos meio “caricatos”, mas com profundidade.

Se o Hiryuu for postar aqui todos os jogos que ele conhece, isso aqui vira um livro de tamanho comparável ao da Bíblia.

Nem. Já disse q minha fase “consolista” morreu com o PS2, conheço mto poucos jogos de consoles depois disso.

Tu conhece mais ou menos [Está mas para mais xD ] 1 bilhão de jogos. Meio bilhão para consoles, outros meio bilhão para computador.

Mais um…
Esse é tipo um híbrido do Mass Effect

[center]Binary Domain[/align]

[center][/align]

  • SEGA

  • SEGA

  • Aventura / Ficção Científica

  • Lançamento: 27 Abr, 2012

  • ESRB: Adulto

  • Plataformas: PC X360 PS3

Review Binary Domain BaixakiJogos:

[spoil][web 100%,700]http://www.baixakijogos.com.br/binary-domain/analise.htm[/web][/spoil]

Imagens:



Gameplay do jogo:

[BBvideo 560,350]http://www.youtube.com/watch?v=s-eUc8_Mdug[/BBvideo]

Opa, esse eu joguei! Um pouco…

Realmente é muito bom o jogo, até pq essa temática é muito phoda tmbm… antes de se falar em apocalipse zumbi era essa a modinha hehehe.

Outro que aposto que quase ninguém conhece…

[center]The Saboteur[/align]

  • Electronic Arts

  • Pandemic Studios

  • Ação / Aventura / Histórica

  • Lançamento: 08 Dez, 2009

  • ESRB: Adulto

  • Plataformas: PC X360 PS3 CEL

The Saboteur é um jogo de ação-aventura em terceira pessoa na França, durante a ocupação nazista na Segunda Guerra Mundial. Foi publicado pela Eletronic Arts e produzido pela Pandemic Studios, liquidada após a finalização do jogo. Foi lançado em 4 de dezembro de 2009 na Europa e em 8 de dezembro na América do Norte para Xbox 360, PlayStation 3 e Microsoft Windows.1 2

No jogo, é muito usada a Cruz de Lorena, como emblema da resistência Francesa.

Analise do Jogo baixakiJogos:

[spoil][web 100%,700]http://www.baixakijogos.com.br/the-saboteur/analise.htm[/web][/spoil]

Imagens:



Gameplay do jogo:

[BBvideo 560,350]http://www.youtube.com/watch?v=buj7dR5AdKY[/BBvideo]

Gostei da temática e do estilo do jogo. Vou ver se está no Steam pra compra.