[JORNAL] Tribuna de Gesébia

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CIRCULAÇÃO IMPERIAL - ANO I - Nº 1 - 27/11/1888 - 1g = G$s 60[/align]

Um novo jornal
Por Couto

Os meios de comunicação sempre foram muito valorizados por Sua Majestade Imperial, Stephano I. O mesm concedeu a reabertura do Jornal Gesebiano, renomeando-lhe , como a Gazeta Imperial e nomeando, este que vos escreve, como Editor Chefe.

Porém na história do Império nem sempre foi assim. Durante a República do Proletariado, do camarada Yandeara a liberdade de imprensa foi seriamente caçada e condenada pelo próprio, vindo a ser fechada por determinado tempo, pelo fato de a imprensa sempre vir a dizer a verdade sobre a República e suas barbaridades.

Com a sede na Capital Imperial, Gardenne, a Gazeta Imperial é vizinha da mais tradicional confeitaria do Império, a Confeitaria Les Amis de Sange. Tendo como seus fregueses assíduos os jornalistas e o próprio editor da Gazeta Imperial, o Sr.Couto, Vice-Presidente do Partido Conservador, mas claro, sempre mantendo a neutralidade em suas publicações jornalísticas.

Editor-Chefe, Couto.[/font]

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CIRCULAÇÃO IMPERIAL - ANO I - Nº 2 - 27/11/1888 - 1g = G$s 60[/align]

[center]DECRETOS IMPERIAIS CAUSAM REVOLTA EM GRUPO LUZIA[/align]

[justify]No dia 26/11/11 o Imperador Stephano I, lançou uma onda de decretos imperiais, nomeando e titulando os cidadãos do império que ao seu ver tinham feito muito pelo mesmo, em projetos e diversas outras atividades, ou até pelo seu histórico.
Títulos de Cavaleiro, Barão, Visconde, Conde, Marques, Duque e Grão-Duque foram decretados pelo Imperador Stephano I, causando um descontentamento em um grupo Liberal, provavelmente por inveja de não terem conseguido tais títulos.
Os mesmos pregam que tais títulos são injustos e desiguais, criando a Ala Burguesa Liberal que tem como lema a Liberdade, a Igualdade e Fraternidade, muito estranho para uma Ala Liberal e ainda mais burguesa, não acham?
Porém algo ainda mais surpreendente sobre esta Ala, é que até o Presidente do Partido Liberal, o Conde Lost Ark repreendeu o cidadão Kaliptra, o criador de tal falácia, após o mesmo perder as estribeiras sendo refutado por minha pessoa e o Presidente do Senado, Conde de Mandela, recusando-se a tratar o mesmo com as devidas honarias e prerrogativas concedidas pelo próprio Imperador, demonstrando um vocabulário xulu e impróprio para as pessoas ali presentes. Uma ótima demonstração de postura e maturidade por parte do mesmo.
Após tanto escarcel, acabou que tal Ala não conseguiu modificar em nada os decretos Imperiais, que continuam valendo e agradando e muito aos atuais detentores, inclusive os Liberais, tendo a Ala Burguesa Liberal quase que um completo desapoio dos integrantes do Partido Liberal, afinal, qual burguês ainda mais Liberal, quer igualdade?
Diferentemente o Partido Conservador demonstrou completo apoio aos decretos Imperiais, demonstrando de grande agrado aos que foram concedido os títulos de nobreza, mostrando cada vez mais a lealde que estes tem para com o Império e o Imperador. Mostrando ser um partido unido, forte, e composto por colunas estáveis de tradição, boa postura e conduta, aparentemente diferente de seus adversários.
E agora lhes pergunto meus assíduos leitores, qual partido lhe parece ser realmente o melhor? O Partido Conservador, com seus ideais fortes e estáveis, com membros de seriedade inigualável e de histórico honroso nos anais do Império? Ou o Partido Liberal, e seus membros sem classe ou postura, tratando com desdém e sem respeito algum as tradições Gesebianas, trazendo a discórdia e a revolta para dentro de suas casas? Decida meu amigo, o que realmente queres para vosso Império? um Império forte, apoiado nas colunas da honra, da tradição e da ordem, ou um Império de discordia, anarquia e revoltas?[/align]

Editor-Chefe, Couto.

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CIRCULAÇÃO IMPERIAL - ANO I - Nº 3 - 28/11/1888 - 1g = G$s 60[/align]

[center]CONSERVADORISMO: A LINHA PARA O DESENVOLVIMENTO![/align]

[justify]É notório que o Império tem sede de desenvolvimento que por muito tempo vinha estagnado, desde a República do Ploretariado Yandera, não dando espaço para a evolução, permanecendo com suas ativadades agrárias e precárias que por muito prendeu a população gesebiana à pobreza, fome e maus cuidados.
Entretanto este tempo de escuridão já pertence aos anais imperiais e com toda a certeza não irá voltar nunca mais, pois com a figura estável do Imperador Stephano I, apoiado pelo Partido Conservador na busca insasiável de desenvolvimento e evolução sem perder a tradição e os bons custumes, permancendo na ordem e sempre repudiando a Anarquia que os Liberais insistem em impor guela abaixo, o Partido Conservador e seus integrantes vem sendo os responsáveis pelos maiores e até agora os melhores planos de desenvolvimento apresentados para Sua Majestade, que muitos já viraram realidade e estão a disposição de todos os cidadãos do Império.
Como por exemplo:
O IIGH, que no qual é o Imperial Instituto de Genealogia e Heráldica, criado por meio do Decreto Imperial nº 28/2011 de 27 de Novembro de 2011, com a função de nada mais e nada menos de aprimorar a questão burocrática do Império. Catalogando, organizando e padronizando a heráldica da nobreza do Império Gesebiano, tendo logicamente como Diretor, Sua Senhoria o Cavaleiro Imperial Luan Miguel e como Vice-Diretor, Sua Senhoria o Cavaleiro Imperial Crusader Knight, ambos membros ativos e de ideologia inabalável conservadora, provando para os profanos liberais que conservadorismo não é estagnação, mas sim, desenvolvimento.
E é claro meus caros amigos que o Partido Conservador não para somente aí junto com seus integrantes, há muitas outras realidades que no qual os Conservadores encabeçaram e estão fazendo para o bem do Império como por exemplo:
A Sociedade de Indústrias do Império, criada em sociedade pelos cidadãos Jonathan e Arthur, ambos os principais industriários do Império, pussindo diversas industrias nos mais diversos ramos de matéria-prima, contando sempre com o apoio do Partido Conservador. Ambos cidadãos já partiram para as negociações com os Duques da Romania, Sua Alteza Philippus, no interesse de criar uma mineradora em seu ducado, atualmente as negociações estão em estado final, acredito que todos esparamos anciosamente a decisão do Duque e dos Sócios Industriais.
Mas não é somente no Ducado da Romania que há espaço para o desenvolvimento, mas sim também no Ducado de La Luna, tendo como sua proprietária, Sua Alteza a Duquesa Juuh Cid. Os industriais após nogociarem com a Duquesa conseguiram um bom contrato para uma Vinícula em seu ducado, trazendo bons empregos aos cidadãos imperiais, e outro contrato já em estado de finalização para uma madereira que tem como compromisso com Sua Alteza e para com o seu ducado de reflorestar toda a mata que for derrubada, trazendo assim o desenvolvimento sustentável. Uma marca do ideal Conservador.
E por fim meus caros leitores, termino esta matéria mostrando mais uma obra do fruto conservador, que buscando nas raízes de nosso Império a cultura e arte, abrindo a Imperial Academia de Belas Artes, tendo como seu diretor o Conde de Mandela, já tendo seu primeiro trabalho para a Coroa Imperial de atualizar as já antigas patentes e uniformes da Reischmarine do período Republicano Parlamentar do Chanceler Odin. E atualmente organizando uma exposição para a inauguração da casa para todo o Império.
Isso mostra mais uma vez meus amigos, o que realmente vale a pena? O conservadorismo trazendo emprego, organização, desenvolvimento sustentável e cultura para nosso Império ou o Liberalismo, trazendo… bem, eles irão trazer algo de bom.
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Editor-Chefe, Couto.

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CIRCULAÇÃO IMPERIAL - ANO I - Nº 4 - 27/11/1888 - 1g = G$s 60[/align]

[center]CRISE ABALA PARTIDO LIBERAL![/align]

[font=Palatino Linotype][justify]Após a publicação do Decreto Imperial nº 31/2011, publicado por Sua Majestade Stephano I, abordando o assunto dos Senadores Rotativos de ambos os partidos que no qual dizia que ambas as partes haviam ultrapassado a data estipulada para a escolha de seus representantes no Senado, houve uma certa tumultuação por parte dos liberais.
Com Partido Conservador já ter havido realizado o pleito e escolhido pela maioria de votos o cidadão Arthur como terceiro representante no Senado, e ter apenas se atrazado para a entrega oficial do novo senador, Sua Majestade em sua eterna compreensão anistiou tal quebra de regras do Partido, indicando o mesmo cidadão para ocupar o cargo.
Porém de acordo com o Decreto Imperial, e aos olhos de Sua Majestade, o Partido Liberal havia cometido algo bem pior. Para não haver dúvidas, transmitirei as palavras usadas por Sua Majestade: “O Partido Liberal, não só atrasado, como também totalmente desorganizado, permanece ainda com pleito aberto de maneira totalmente ilegal, por tanto fica decretado que o Senador Rotativo do Partido Liberal será Uhtred Ragnarson.
Fica decretado também o prazo de 48hs para que o Partido se reorganize e eleja novo Presidente e Vice-Presidente, ficando o atual presidente ainda como Senador Vitalício no Senado, mas inelegível para a presidência do Partido por incapacidade de gestão do mesmo, e por arbitrariedades dentro do partido, vistas pelo imperador como altamente prejudiciais para o processo democrático deste império.”
Ou seja meus caros leitores, não só aos olhos do Partido Conservador, mas como também aos olhos de nada mais, nada menos que Sua Majestade Imperial, que o Partido Liberal é completamente desorganizado, não tendo em qualquer momento uma liderança firme e estável, chegando à confundir-se com o anarquismo.
Isso gerou um grande tumulto dentro da Sede do Partido, tendo sérias discussões sobre o futuro do mesmo e em que mãos ficaria a liderança e a vice-liderança, chegando ao cúmulo dos próprios membros do partido trocarem ofensas e perderem a compustura deixando de chamarem um ao outro com as devidas prerrogativas, nada mais do que o esperado de um liberal, não acham?
Mas por incrível que pareça meus caros amigos, não para somente aí, após tamanha confusão, dando a aparência da Sede Liberal como uma taverna repleta de bêbados acusando um ao outro de mais incapaz para assumir a presidência do partido, acabou que com a eleição imposta pelo Imperador, muitos revogaram de ocupar o cargo, tendo apenas um aceitado, porém de mau grado, mas sendo o mais capacitado para tal.
Resumindo meus assíduos leitores, o Partido Liberal está atualmente passando por uma série crise, tendo cortado as próprias pernas, perdendo completamente sua dignidade e seu respeito perando o Imperador, seu partido rival e perante a população em geral gesebiana, mostrando cada vez mais a imcapacidade de tal idealismo ser soberano neste Império.
Enquanto isso o Partido Conservador continua prosperando democraticamente sem perder a compustura, tendo uma liderança forte e estável, guiando os partidários e o partido para o rumo certo.
A primeira e mais nova proposta do Senado de ninguém mais poderia vir além do Partido Conservador, que no qual apresenta a proposta de Lei de Terras, propondo que ninguém com menores títulos de nobreza de que: Condes, Marqueses, Duques e Grão-Duques poderão abrir novas terras no Império. Tendo assim maiores domínios e controle sob as terras imperiais, impedindo que as mesmas caiam em mãos erradas e levianas, encaminhando uma terra fértil e produtiva para uma terra devastada e mau administrada, ou seja, uma proposta que faz com que o Império Gesebiano tenha uma segurança em relação à suas terras, tendo com a certeza de que as mesmas serão administradas propriamente por uma pessoa qualificada.[/align]

Editor-Chefe, Couto.[/font]

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CIRCULAÇÃO IMPERIAL - ANO I - Nº 5 - 22/12/1888 - 1g = G$s 60[/align]

[justify]REESTRUTURAÇÃO DO PARTIDO CONSERVADOR

[font=Courier New]Depois de Alguns Dias sem uma Cadeia de Comando Definida o Partido Conservador Volta a ser oque era pois no dia 18/12 a Sua, Vossa, Graça o Conde Mandela Empossou o Cidadão Wellington como Novo Presidente do Partido. O Novo Presidente do Partido Tem uma Ideologia mais Nacionalista e Conservadora e Busca Sempre a Expansão e o Desenvolvimento de Nosso Amado Império.
Em uma Entrevista a Folha Imperial o Presidente Wellington declarou que de Inicio ele vai Priorizar a Estabilização do Partido Conservador para sua Conseguente Expansão e Quando Questionado Sobre a Atual Situação do Partido ele disse que o Partido Conservador está se Reerguendo e Renascendo como uma Phoenix.
O Presidente Disse que Continua a sua Busca por um Editor Chefe para sua Amada Gazeta Imperial e que enquanto não Encontrasse alguém Digno o Suficiente ele seria o Editor Chefe da Mesma.
A Gazeta Imperial teve Informações dadas pelo Presidente que nas quais falavam que ele Está Tentando entrar em Contato com o Cidadão Guilherme Silva pois Quer que ele seja o Novo Secretário Geral do Partido Conservador e que ele Deseja que o Senhor Guilherme assuma tal Posto pois ele foi um dos Poucos que Tentou apoiar o Partido para a Escolha da Nova Cadeia de Comando.
E Segundo o Presidente no Momento o Partido Conservador não Apresentará Nenhuma Proposta no Senado mas não Deixará de Votar Contra Toda e Qualquer Proposta dos Liberais que forem Contra os Interesses do Império ele Também Disse que tem a Confirmação dos Senadores do Partido de que eles Atuaram Firmemente no Senado.
O Presidente Disse que tem Grandes Planos para o Futuro do Partido mas que no Momento não Contará a Ninguém pois quer Manter Segredo para que sejam Belas Surpresas para os Membros do Magnifico Partido Conservador e do Grandioso Império Gesebiano.


Chegada do Novo Presidente a Sede do Partido Conservador.[/align]

Editor-Chefe, Couto.[/font]

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CIRCULAÇÃO IMPERIAL - ANO I - Nº 6 - 25/12/1888 - 1g = G$s 60[/align]

Feliz Natal
Por Couto

Hoje, caros leitores da Gazeta Imperial, é certamente um dos dias mais importantes para todos nós e por isso eu quero desejar um feliz natal, para todos cidadãos e cidadãs do nosso amado Império.

Seja conservador ou liberal eu lhe desejo um feliz natal.

Da Gazeta Imperial e do Partido Conservador para todos os cidadãos do Império.

Editor-Chefe, Couto.[/font]

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CIRCULAÇÃO IMPERIAL - ANO III - Nº 1 - 22/01/1889 - 1g = G$s 60[/align]

Liberdade de Expressão: Direito ou Dever?
Por Spartacus

Desde os primórdios da natureza humana, a liberdade de expressão foi sempre um assunto muito debatido, até mesmo na sociedade dos nossos antepassados, os australopitecos, havia um tipo de hierarquia, e que não poderia ser questionada, cada um tinha seu papel na sociedade. Hoje, ao contrário do que muitos pensam, as coisas não mudaram muito. As pessoas vivem pensando que podem fazer o que bem quiser, quando quiser e que as outras pessoas irão ouvi-la quando tiver algo para dizer. Pois bem, partindo do momento em que essa pessoa, que tem algo a dizer, não é ouvida e simplesmente não tem direito de opinar no futuro do império, a liberdade de expressão já acabou e passa ser uma opressão disfarçada.

Como é do conhecimento geral da nação, o Império é dividido em dois partidos que nunca sedem, o Partido Conservador e o Partido Liberal. Os dois sempre estão em conflito, sobre o que fazer, quando fazer e porque fazer. A partir deste momento, é que o cidadão entra e se não tiver nenhum partido, não pode opinar o que acha correto. O Império, acima de tudo, é composto por cidadãos, e não pelos partidos, que são somente sub-divisões mostrando o interesse de cada um. A pessoa pode muito bem estar no Partido Liberal, mas em algum momento, apoiar a causa do Partido Conservador, mas acaba ficando preso ao seu partido e não consegue dizer realmente o que pensa. Partindo deste ponto de vista, as pessoas são para o Partido, quando na verdade era para ser o contrário. Quando este Império foi fundado, ele tinha o intuito de fazer com que as pessoas tivessem total liberdade de opinar, todavia isto nem sempre vem acontecendo, deixando as primazias gesebianas de lado e colocando interesses próprios em jogo.

Esta matéria, é para você, cidadão de Gesebia, não tenha medo de opinar e dizer o que acha certo, o Império conta com a sua participação, seja ativo e diga o que pensa para poder cada vez mais melhorar nossa nação, ficando cada vez mais forte. Sejam quem são, a vida é curta e não foi feita para ficar quieto e deixar as coisas que mereciam atenção em segundo plano, repense, é o seu dever como cidadão.

Editor-Chefe, Spartacus.[/font]

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CIRCULAÇÃO IMPERIAL - ANO III - Nº 2 - 11/03/1889 - 1g = G$s 60[/align]

Um novo partido
Por Wellington

O Partido Conservador recebe novos membros, que trazem com sigo, ideias revolucionárias que são bem recebidas. Nos últimos dois meses o Império recebera novos ideais, liderados por Sua, Excelência Hitler, idéias de igualdade e nacionalismo, que com apoio considerável de membros do Partido Conservador, pedira a fundação de um novo partido, que até aquele momento se chamaria Partido Revolucionário. Porém, enquanto tal proposta ainda estava sendo avaliada por Sua Majestade, o Imperador Stephano I, Sua, Excelência Wellington, contatará Hitler diversas vezes até que chegaram em um acordo.

No mesmo dia, fora anunciada a saída de Sua, Excelência Hitler e de seus aliados do Partido Liberal, que consequentemente começou a ruir, tendo após esses acontecimentos o presidente do mesmo anunciado sua renuncia. Seguindo os acontecimentos, vimos o anuncio da entrada de Sua, Excelência Hitler e seus companheiros de ideais, ao Partido Conservador.

Após grande alvoroço na politica gesebiana se deflagrou uma campanha de reestruturação do Partido Conservador que se iniciou com a escolha dos dois novos senadores conservadores que após votação foram anunciados como sendo os Senhores Hitler e Wellington. Mas o partido ainda necessitava de um novo presidente afinal Sua, Excelência Winchester teve diversos problemas com a Gendarmeria Imperial e teve que se afastar temporariamente da politica do Império. Então fora anunciado que o novo Presidente seria o Senhor Templário companheiro de luta de Hitler, que receberia posteriormente o cargo de vice-presidente, e também seria o novo Editor Chefe da Gazeta Imperial.

Então, agora você cidadão gesebiano sabe sobre as grandes mudanças na Politica do Império,as reformas no Partido Conservador e para maior esclarecimento sobre essas reformas na Ala Conservadora de nosso Império estarei trazendo na próxima edição uma entrevista exclusiva com o Senhor Templário.

Editor-Chefe, Welligton.[/font]

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CIRCULAÇÃO IMPERIAL - ANO III - Nº 3 - 03/06/1889 - 1g = G$s 60

O IMPERADOR OVACIONADO


Multidão reunida para ver o discurso do Imperador.[/align]

[font=Palatino Linotype][justify]Desavisados nós cidadãos do Reino de Gesébia fomos surpreendidos no começo desta semana na Praça Hans pela grande movimentação de forças paramilitares popularmente conhecidas como os Camisas Rosés, liderados pelo Grão-Duque Odin, antigo Fuhrer da Republica Nacional de Gesébia, regime que antecede ao atual Segundo Império.[/align]

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O Velho Junker, como é chamado pelo Imperador, Grão-Duque Odin, diversas vezes governou a nação gesebiana e embora tenha grande rivalidade política com Sua Majestade, conservam grande amizade, dizem que abandonou a política mediante acordo com o Imperador.[/align]

[size=150][justify]O Grão-Duque, recentemente amnistiado pelo Imperador, liderou ato criminoso de sedição pública, o mesmo esteve reunindo forças e recursos para montar uma força para-militar intitulada popularmente de Camisas Rosés, pelo tom rosáceo de seu fardamento.

As forças do Duque são compostas por jovens republicanos saudosos do regime Nacionalista de Odin, atualmente os Camisas Rosés são comumente vistos reunidos perto da sede do Partido Nacionalista, embora o Duque nunca tenha se afiliado a nenhum partido e o Partido Nacionalista nunca tenha se posicionado como Odinista, é clara a herança política deixada naturalmente a Hitler, grande liderança do Partido Nacionalista, que apoiou abertamente em armas a Intentona Odinista, mesmo tendo jurado lealdade ao Imperador após a Gendarmeria suprimir a revolta.

Após ouvir os boatos pelas ruas da queda do Imperador, o povo se reuniu na Praça Hans para ver a movimentação no Palácio, os Camisas Rosés esperançosos de que o povo tomasse as ruas e ajuda-se a derrubar o regime de Stephano I, viu-se surpreso quando viu senhoras chorando nos muros do palácio enquanto aguardavam ver o Imperador, seja algemado, à cavalo, ou mesmo morto.

Para a alegria da nação, tivemos um pronunciamento público de Sua Majestade que provocou uma rápida resolução à Intentona Odinista, que provocou atos de agressão por parte dos Camisas Rosés aos populares, tentando impedir que os mesmos tivessem acesso á Praça Hans para ver o discurso do Imperador.[/align][/size]

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Camisas Rosés em desespero tentando impedir a multidão acessar a Praça Hans[/align]

Deixamos aqui a integra do discurso do Imperador que fez com que a Intentona Odinista fracassasse.

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[justify]Nesta primeira edição da Tribuna de Gesébia convidamos o leitor a abandonar suas assinaturas mensais da Gazeta Imperial e da Folha do Império, pois antigos assinantes destes periódicos tem 20% de desconto na Tribuna visto que edições destes periódicos em formato Standart são caras e ultimamente também raras, sofrendo o leitor o risco de pagar antecipadamente pelos periódicos o os mesmos serem fechados pela Casa Imperial por não cumprimento de seu dever para com a liberdade de expressão.[/align]

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Ano 1 - Edição N° 1

[font=Courier New]A Revolução no Império

O povo liderado pelo Grão-Duque Odin sai as ruas para pedir a saída do atual Chanceler do Império, o Grão-Duque Philippus um tirano que ameaça a liberdade de expressão e persegue os jornais que mostram a verdadeira realidade ao povo! A Revolução chamada de “Intentona Odinista” tem o objetivo de acabar com o tiranismo e opressão ao povo do Chanceler e Grão-Duque Philippus que abusa de seus poderes e utiliza o Império como se fosse seu parquinho privado.

A Opressão!

O Imperador a mando do Chanceler Philippus e de seus aliados que suspeitam de conspirações por parte do Contra-Almirante Flavio antigo Chefe do Estado-Maior da Armada e Grande Almirante logo tratou de o destituir de seu cargo e lá colocaram o Barão Hiryuu, um dos que mais apoiadores do atual Chanceler Philippus. O Poder Moderador do fórum constituído totalmente por membros de uma corja que apoia um governo tirano vive oprimindo os Revoltantes e apagando as verdades por eles postadas durante o silêncio da madrugada, é isso mesmo caros leitores, o atual governo vem oprimindo e acabando com a liberdade de expressão do povo.

As Mentiras Proferidas

Dia após dia o Chanceler tenta ludibriar os cidadães proferindo mentiras e mais mentiras sobre os revoltantes, e seu líder o Grão-Duque ODIN, mas a unica coisa em que temos certeza da verdade é que o Alto Escalão de Gesébia quer somente manter seus títulos e regalias, somente continuar com seus privilégios.

A Luta do Povo

Dia após dia o tirano Chanceler Philippus junto com seus aliados, mandam mais e mais tropas para conter a multidão que pede desesperadamente a entrada de um novo Chanceler, e para o mesmo cargo, o povo quer que o Grão-Duque Odin assuma o cargo. Regras e mais regras são criadas para ferir a liberdade de expressão.

A Deposição de Sir Flávio

Após uma reunião com a Moderação, o Chanceler manda o Imperador retirar Sir Flávio do comando da Armada Imperial por suspeitas de conspiração contra o Chanceler, o Imperador imediatamente corre para seu Gabinete para escrever os seguintes decretos assim manipulando até mesmo o Almirantado, e só para ressaltar, a Moderação não tem nada a ver com o Almirantado, sendo assim feita total MANIPULAÇÃO no Almirantado.[/font][/align]


[font=Century Gothic]Equipe

Editor-Chefe: Lord Victor[/font]

[center]TRIBUNA DE GESÉBIA
ANO I, Nº 2

SENADO CONTINUARA CONSERVADOR [/align]

[font=Palatino Linotype][size=150]Relato de um repórter da Tribuna de Gesébia:

[justify]Como deveria ser em todos os anos antes da posse do Presidente do Senado, após a definição da nova legislatura, os senadores que estão prestes a escolher seu Presidente devem enfrentar o parecer pesado da Fala do Trono,
Em meio a posse dos senadores, eis que abrem-se as portas do plenário, onde todos desferem um olhar rude para a porta, surpresos pela interrupção, e vem que na verdade é o próprio monarca que ali esta, quebrando todos os protocolos de etiqueta, democracia e os próprios protocolos de recebimento do Imperador, visto que a fala do trono era considerada uma prática arcaica e não mais executada.
O mesmo sentou-se no trono que ali estava, usado somente nas assembléias de abertura dos trabalhos no começo de cada ano, e desde este mesmo local o Imperador manifestou claramente a sua opinião referente aos futuros da casa, sem deixar duvidas, todos ali souberam, do interesse da coroa em manter uma presidência conservadora no Senado, e a aversão da casa Imperial à posse de um Presidente Nacionalista, quando o imperador disse[/align]

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Imperador a fazer a escolha da Presidência do Senado[/align]

Ao falar dos liberais, o Imperador falou o que sempre pensou sobre os mesmos, de sua valorosa oposição, aguerrida e sábia, sem falar mal deles, porem avesso a uma presidência liberal, e quanto aos conservadores, aproveitou para fazer graça de quão trágico seria ver um conservador na oposição, passivo e sem argumentos, pois afinal, é conservador.

[center][/align]
Tentamos entrevistar o atual Presidente do Senado, o conservador e nobre Cavaleiro Wellington, disse que as manifestações de Sua Majestade dizem respeito ao próprio, tendo após isto entrado em seu gabinete onde reuniu-se com o Grande Almirante Hyriuu para planejar inestimentos e apoio ao projeto de mapeamento do Império.

Embora o Imperador tenha sido mais eloqüente em seu discurso do que o que traduz este relato , sabemos senhores que a coroa quer manter o senado como sempre foi, conservador, pelo bem do império, e pelo bem dos cidadãos![/font]

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[font=Palatino Linotype][center]CIRCULAÇÃO IMPERIAL - ANO 03 - NÚMERO 03[/align]

Curtas
Por Wellington

Após grande reboliço na política imperial vimos a volta de um grupo extremista e isolacionista comandado pelo rebelde Odin, que em outras épocas fora o Chanceler, mão de ferro e autoritário, que governará o Império. Com a volta dos extremistas de Odin, vimos a exigência de que o Chanceler abdicasse, e um novo Governo, que claro, seria encabeçado por Odin e seus golpistas, como Luis, Lost e Mandela, assumisse o controle. Como o Imperador é justo e segue as leis de nosso amado Império, o mesmo negou-se a atender as exigências dos camisas rosé de Odin. Após muitas reviravoltas e a declaração de sitio, feita por Sua Majestade, para tentar manter a ordem, após brigas e arruaças, feitas pelos extremistas de Odin, vimos o ataque dos camisas rosé a capital, mas vamos deixar que o nosso colega o Sr. Jord Fox, fale mais sobre a Batalha de Gardennia.

A Batalha de Gardennia
Por Jord Fox

A Intentona Odinista, liderada pelo revoltoso Ondin, que um dia já fora Chanceler do Império, mas abandonou seu cargo sem maiores explicações, radicaliza e declara guerra total ao Império, alguns cidadãos de Gardenne, aderem ao movimento insurgente e vão para as ruas, armados, exigindo a deposição do Chanceler Philippus e seu governo. A maioria das forças rebeldes são constituídas de jovens, que foram ludibriados por promessas falsas e mal sabem, porque realmente estão lutando.

[center]Soldados que serviam na capital, foram pegos totalmente desprevenidos, pela covardia dos rebeldes e lutam, bravamente, como podem.[/align]

Sua Majestade o Imperador Stephano I, de forma heroica, liderou a frente de batalha, no início das hostilidades, mas após ser atingido de raspão, foi obrigado a se retirar, ferido, para o palácio, onde o Comissário Wellington era o responsável pela defesa. Alguns simpatizantes da revolta, reuniram homens nas regiões em volta de Gardenne e chegavam em número cada vez maior a capital, devido a situação desesperadora, foi confiado ao primeiro sargento Jord Fox o comando das defesas do Senado, que ao chegar lá, as encontra cercadas e sobre pressão dos rebeldes. Por fim, com a pontual e brava ação de Jord Fox o Senado resiste e a defesa é reorganizada.


[center]Tropas legalistas defendendo o Senado Imperial.[/align]

Do porto da capital, o Grande Almirante Hiryuu, lidera as forças navais e as deixa prontas para impedir, que reforços da rebelião, cheguem por mar, enquanto bombardeia as forças rebeldes nas ruas próximas do porto.

O Contra Almirante Flávio, encabeçou uma ousada ação para livrar o Imperador do perigo, retirando Sua Majestade da Capital.

No centro, diversos prédios foram tomados e ocupados, mas o Senado e o Palácio resistiram bem. Por fim, com a chegada de reforços do exército, comandados pelo Chanceler Philippus, recentemente empossado como Marechal, pelo Imperador, e trazendo consigo, mais uma hoste de leais ao governo, estes encabeçando batalhões de infantaria, cavalaria, granadeiros e regimentos de artilharia, o Império foi salvo, a moral rebelde acabou ali e logo as tropas rebeldes começaram a debandar e a fugir em pânico. A partir deste ponto, foi possível organizar um contra ataque e retomar o controle da situação na Capital.

Após alguns dias a rebelião estava esmagada, com a vitória dos leais, Gardenne estava salva e a soberania do nosso governo assegurada, que sirva de exemplo para todos aqueles que tentarem se revoltar novamente.


[center]Forças rebeldes, rendendo-se aos oficiais do Império[/align]

Nenhum dos valorosos soldados, que lutaram e morreram em favor do Império, serão esquecido. Foram todos enterrados com honras militares e os heróis que comandaram a defesa da capital, foram todos honrados e parabenizados pelo seu grande feito, este é um evento para nunca ser esquecido em nossa história.

Cidadãos, a via da baderna não leva a nada, mas a do diálogo e trabalho sim. Colaborem como Império e todos serão recompensados.

Uma visão geral sobre o movimento revoltoso
Por Crusader Knight

Após os combates que e seguiram, a situação das forças Imperiais, no momento, consiste na disposição de vários corpos militares, em diversas cidades do Império e fronteiras de todo o país, haja vista o desgaste e as baixas sofridas, em diversos combates, principalmente na capital Gardenne. Alguns regimentos e batalhões tiveram de ser dispersos, para tratar de seus feridos e se restabelecer o quanto antes, para estarem, mais uma vez, plenamente aptos ao serviço de S.M.I. Stephano I.

Durante os combatentes, foi memorável e de grande destaque a participação do Comissário Wellington e do Sargento Jord Fox, ambos, juntamente com suas forças, defenderam bravamente os prédios do Senado, o Palácio e suas cercanias, como fora ordenado por sua Alteza Grão Duque Philippus, que assumira, por ordem de Sua Majestade, como Marechal das forças do Exército Imperial. Alguns importantes cidadãos, também assumiram posição de comando na defesa do Império Gesebiano, como foi o caso de Sua Senhoria o Cavaleiro Luck e Sua Graça o Barão Spartacus, que rechaçaram e combateram as forças rebeldes dentro da capital e no sul, respectivamente, conseguindo vitórias muito importantes para nossa causa, enfraquecendo, assim, ainda mais, os revoltosos e sua ideologia vazia e sem propósito.

Com movimentos audaciosos Sua Senhoria, o Cavaleiro Luan Miguel e o senhor Guilherme Silva, também tiveram sua parcela de contribuição, dentro da batalha. Ambos mostraram astúcia e coragem para vencer suas batalhas. Juntamente com seus homens , estes heróis da nação, desbarataram pequenos grupos rebeldes, dentro da capital, dando assim, mais força para a defesa do Palácio e do Senado. Não menos importantes foram as atuações de Sir Allan, Mazocan, com seus bravos e destemidos granadeiros austríacos, Roy Mustang, Cajara, Guilherme, Matheus e tantos outros anônimos que lutaram pela defesa da ordem no Império.

Por Mar, com a destituição do Contra Almirante Flávio o Vice Almirante Hiryuu, superior hierarquicamente, assumiu, com maestria o posto e defendeu nossa pátria. Conteve o avanço da marinha rebelde e desbloqueou nossos portos. Com a astúcia de seus movimentos, conteve a audácia e eminencia dos ataque de navios rebeldes sob o comando do revoltoso Mandela e Lost Ark. Mesmo assim, foi pego de surpresa e atacado por um radical, que tentou explodir o prédio do Almirantado, em um ataque mal sucedido.

Algumas menções especiais, devem ser feitas a outros grandes cidadãos Gesebianos, tal como Rodrigo que a muito estava afastado e se prontificou no mesmo instante a ajudar, ao intelectual Tonyhf, que mesmo mostrando um aparente descontentamento, com os rumos do Império, onde irmão estava lutando contra irmão, aderiu a nossa causa leal, junto a seus leias marinheiros. Mesma coisa pode ser dita, do estimado Flávio, que após mostrar-se neutro, interviu frente ao Imperador num momento de grande perigo, ao qual o mesmo estava exposto, onde ele o resgatou, para manter sua integralidade e para que posteriormente, pudesse retornar triunfante. Também a nossa Duquesa, sua Alteza Juuh Cid, que disponibilizou parte de sua guarda, para ajudar o Imperador. A participação desse, que vos escreve, também teve sua parcela, pois foi através da minha intervenção, que rapidamente organizamos os leais em um conselho fechado, para discutirmos e elaborarmos nossos movimentos, e que após isso, muitas vitórias se seguiram. Nem foi preciso a entrada de minha pessoa, a frente dos combatentes por terra, nem também por mar, como fora doravante ordenado pelo nosso grande Chanceler.
Por fim, resta dizer que foi pela ação corajosa desses homens e mulheres, que se desenhou a vitória de nosso Imperador, de nosso Chanceler, do Império e de todo o governo, sobre os radicais rebeldes, liderados pelo facínora Odin, que tentou usurpar o poder, através de um golpe e foi rechaçado pela pesada e justa Força Imperial.

Curtas
Por Wellington

Voltando ao assunto, gostaria de falar sobre o pouco que sabemos sobre a outrora Tirania Odiniana. No passado, antes da instauração de um governo mais democrático e leal ao povo e ao Imperador, tivemos o governo de Odin, ou como o mesmo era chamado o Füher. Temido e odiado pelo povo, que teve sua liberdade roubada. A revolta de Odin não passa de assalto ao poder, para recuperar seu posto de Chanceler e o poder que ele mesmo abandonou, deixando o Império em situação calamitosa. Odin e seus comparsas, em especial Mandela, Luis e Lost, em atitude egoísta, usaram de mentiras e desinformação, para trazer os cidadães mais jovens de nosso Império, para o seu lado. Mas agora, quando a verdade começa a ser revelada, muitos os abandonam e se juntam ao Imperador Stephano e seus seguidores. Viva o Império! Viva o Imperador Stephano I.

Atualidades
Por Philippus

Quatro novíssimas epopeias estão sendo narradas por cidadãos do Império. Áfram Ísland, por sthanheykel, Kita no kenshi, por Daimyo, Dla Polski i Boga, por Ironborn e Deus Le Volt, por Jord Fox. Acompanhem todos estas belas obras de arte gesebianas.

Chega ao fim, a grande epopeia narrada pelo Barão Hiryuu, sobre os Shimazu, do Império do Japão. Foi um longo caminho, mas compensado pela tocante narrativa.

O Grande Bordel de Gardennia, foi recentemente fechado, por ordem do Ministro de Estado Hiryuu, após um efusivo protesto, por parte do Vice Almirante Flávio, que surpreendentemente, estava lá de “passagem”. Sir Flávio, pai zeloso e chefe de uma respeitável família no Império, ficou estarrecido, quando percebeu que a proibição, para menores de idade, não estava sendo respeitada, por aquele estabelecimento, ferindo as leis vigentes no Império. Nos corredores da Chancelaria, corre a boca pequena, que apesar de homologar a ação do Ministro Hiryuu, o Chanceler Philippus, ficou muito triste com o fechamento do estabelecimento, que o mesmo se preocupa muito com as meninas que lá trabalham, e que ele gostava muito do Scotch whisky, servido naquela casa, preferindo o serviço da mesma, ao prestado na Confeitaria Les Amis de Sange. Dizem que a Chancelaria estuda propor aos cidadãos, um referendum, onde os mesmos irão escolher, pela reabertura, ou não do Grande Bordel, mas com restritas regras para maiores de 18 anos.


[center]O Grande Bordel de Gardennia[/align]

O Imperador, utilizando de todas as suas prerrogativas e de sua inigualável capacidade e discernimento, empossou novamente o Cavaleiro Wellington como Presidente do Senado. Uma ótima escolha e uma vitória para os conservadores.

Editor-Chefe, Philippus.[/font]

[center]O Correio Imperial foi criado pelo Grão-Duque Odin, Lord Victor e Hitler, com o intuito de expor o nosso pensamento, fazer criticas, expor os pensamentos revolucionistas e mostrar as ações da Chancelaria, e mostrar as noticias atuais do Império.


Ano 1 - Edição N° 2

[font=Palatino Linotype]O fraco sistema monárquico

[tab=30]
Recentemente se tomou conta do império notícias sobre o que já era de conhecimento de todos: O império está fraco, o imperador está desesperado, pois sabe que o povo está a acordar, ele abandona suas funções, as forças armadas estão abandonadas, e o principal: Nosso imperador se arrasta todos os dias pelos corredores do palácio em sua loucura.
A queda do partido Conservador

[tab=30]Recentemente do gabinete do Imperador chegou um decreto de que os partidos estavam extintos e de que tinham um prazo de alguns dias para se adequar a novas regras, sendo que se cumprissem isso voltariam à legalidade. E na ausência de pessoas realmente comprometidas com a causa partidária, a coligação decaiu na ilegalidade, causando descrédito geral, mas o fato é que este decreto mostra como o imperador está desesperado para manter seu regime, tentando destruir os partidos, crendo que isto irá salvar seu trono e sua cabeça.

A desconsideração do imperador com a política

[tab=30]Além disso, já é de conhecimento de todos a desconsideração que o Imperador trata com os assuntos do império, este não comparece em quase todas as reuniões com o Chanceler e o Presidente do Senado, não aparece ao público e muito menos se preocupa com o ITGA, com a Armada e as defesas do império abandonadas, a situação é tão grave que provavelmente não resistiríamos a uma invasão estrangeira.

Stephano, o louco

[tab=30]Misturando-se a isto há relatos de que o Imperador corre pelos corredores do palácio gritando contra a república, seus gritos nos lembram os da rainha louca que um dia governou o mui longe reino de Portugal. Para acrescentar veracidade a este relato, o próprio editor-chefe da Folha Imperial – jornal mais apoiado pelo Imperador- relatou a todos esta cena no mínimo peculiar, parece que o Imperador está deveras ocupado com a república.

A única solução

[tab=30]Então pergunto a vós, cidadão gesebiano, pretendes continuar sobre o governo de um imperador louco, desesperado, que demonstra não ser nada nacionalista? Que está pouco ligando para o bem estado da nação?Que deixa a nação livre para uma invasão estrangeira? Em minha opinião já é hora de darmos um chega a isto, é hora do povo governar o povo!.[/font][/align]


[font=Century Gothic]Equipe

Editor-Chefe: Hitler[/font]

[center]TRIBUNA DE GESÉBIA
ANO I, Nº 3

VETO IMPERIAL À CONSTITUIÇÃO [/align]

Um silêncio desesperador pairava no Império nos últimos dias, o desespero da classe política era inegável, nas barracas dos Fuzileiros e da Gendarmeria cada vez mais se fala em República ou até na coroação de um novo Imperador, o Grão-Duque Odin, visto a recente aposentadoria do sucessor natural do Imperador, o Rei Philippus.
Os demais jornais do Império silenciaram, com medo de represálias, não se sabia quem, ninguém quis sair em defesa nem de legalistas nem da reforma, na corte o Imperador tratava de outros assuntos, projeto de reforma econômica com o Sr. Couto, inclusive reunião do conselho de estado tivemos durante o manifesto Odinista, informantes do Palacio Imperial dizem que o Imperador chegou a se munir de sabre para ir a encontro do Duque, mas ao ser informado de que se tratava de um mero manifesto civil, abandonou a ideia de desafiar o Duque a um duelo.

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Palácio Imperial em silencio, e a Guarda Imperial pouco presente.[/align]

Quanto ao veto imperial, e diga-se de passagem foi generoso, conforme foi analisado pelos especialistas em direito constitucional da tribuna, fez com que a constituição aprovada pelo senado, de caráter rígido, que mantinha um estado grande e regulado, criou um estado menor, inclusive com maiores poderes tanto pro imperador, quanto pro senado e até pro chanceler, porem em quanto a questões do judiciário o Imperador absteve-se bastante, provavelmente devido a ultima crise entre legislativo e judiciário.
O que se vê, é uma constituição bem mais flexível, e sim meus amigos leitores, democrática, o Imperador planeja criar eleições diretas para o senado, isso retiraria privilégios de muitos senadores praticamente vitalícios, e provavelmente lotará as bancadas da tribuna do povo. Resta a nós, aguardar o tom do senado em sua resposta.

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[font=Courier New][center]CIRCULAÇÃO IMPERIAL - ANO 04 - NÚMERO 01[/align]

A grande aclamação de Nossa Majestade Stephano I
Por Tiberius

Nessa segunda-feira dia 20 de janeiro, uma extraordinária sessão fora realizada no Senado Imperial: a Aclamação de Nossa Majestade, Imperador Stephano I. Milhares de cidadãos se aglomeraram em frente ao Senado para tentar apreciar a majestosa sessão de aclamação de seu soberano. Na praça em frente ao Senado, todos os mastros ostentavam a bandeira verde e amarela do Império, deixando de lado as bandeiras que ali ocupavam: a do Senado e a de Gardennia. A euforia dos presentes fora tanta que muitos se empurravam, subiam em estátuas e tremulavam sem o menor cansaço bandeiras de nosso prestigiado Império. Cânticos e homenagens eram entoados em plenos pulmões pelos cidadãos que nunca se acalmavam. Uma cerimônia que consideramos uma grande comemoração por todos os defensores do Império e de Sua Majestade, Stephano I. Podemos também comemorar que a oposição (defensores da causa republicana) não se manifestou durante toda a sessão, salvo por um jovem republicano que, ao que tudo indica, bebera demais e causara um pequeno tumulto. Felizmente fora facilmente contido pelos nossos treinados Gendarmes, que mantiveram a ordem durante toda a aclamação.

Já dentro do edifício, o enorme salão que outrora era comum ver poucas pessoas, estava aberto ao público, onde estes lotaram-no na tentativa de adentrar ao plenário. Este também não estava vazio, onde até os camarotes que se encontravam as grandes figuras de nossa sociedade compartilhavam a sensação de ser espremido na multidão, que nem mesmo as paredes do edifício conseguiam abafar os gritos eufóricos.
Os senadores ali presentes estavam com suas vestes cerimoniais: uma túnica negra com uma capa que refulgia na cor dourada. Ao lado dos senadores, nosso Chanceler, Hiryuu, segurava o recém-forjado Cetro Imperial, uma haste de prata com 1,60m de comprimento, ornamentado com ouro. Do outro lado do trono, nosso Juiz Imperial, Nero, trazia consigo a Espada Imperial. E enfim, em cima de uma almofada sobre o trono, a Coroa reluzia a luz do sol que adentrava pelas janelas.

O grande delírio fora quando Nossa Majestade adentrou no Parlamento, em suas vestes esmeralda e dourada de coroação. O silêncio conquistou o local quando o dirigente da cerimônia bradou o discurso, onde Nossa Majestade jurou sua lealdade à nação e à constituição nas seguintes palavras: “Eu, Stephano I, Arquiduque de Gardennia, juro solenemente perante o glorioso povo Gardenniano, o nobre e trabalhador povo de Romania e ante as brilhantes espadas do rico povo da Cisalpínia, manter a integridade e a indivisibilidade deste Império; observar e fazer observar a Constituição dos Gesebianos e mais Leis da Nação, e promover o bem geral de Gesébia, quanto a mim couber, com meu sangue, com meu suor e minha própria vida se assim se fizer necessário.” Após suas palavras, Nossa Majestade fora conduzida até o trono, onde recebera do Juiz Nero a Espada Imperial, “…símbolo do cumprimento da justiça em nossa nação”. Logo depois, nosso Chanceler entregara a Nossa Majestade o Cetro Imperial, “…símbolo máximo da autoridade e […] da Administração”. Assim, o Presidente do Senado, Lord Victor, coroou Nossa Majestade, apresentando um pequeno discurso antes de fazê-lo. Todos após a coroação aclamaram Nossa Majestade como o Patriarca da Nação, o primeiro soberano constitucional de todo o Império Gesebiano! A seguir tivemos uma salva de tiros de nossos Gendarmes e todos os civis que trouxeram seus revólveres atiravam sem a mínima sincronia para saudar seu soberano, o que causou um certo desconforto nos mais pacifistas que ali se encontravam entre a enorme multidão, que vibrava incessantemente. Esse evento é um marco para um novo tempo de nosso Império, onde esperamos que seja o auge de Nossa Majestade Constitucional! Viva Stephano I! Viva o Império Gesebiano!

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Gravura de Nossa Majestade saudando os que permaneceram após o término da sessão[/align]

Repórter, Tiberius.[/font]

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[font=Courier New][center]CIRCULAÇÃO IMPERIAL - ANO 04 - NÚMERO 02[/align]

Entrevista com o pioneiro das ferrovias gesebianas
Por Tiberius

Nesta semana, um interessante e precursor projeto está em andamento nos escritórios da Kaiser Ferroviária e Logística, onde visa ligar as principais cidades do Império por ferrovias. A sede da empresa está localizada na Cidade Imperial de Gardenne, onde qualquer colaboração é bem vinda. A atual situação do projeto pode ser analisada na planta abaixo.

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Nossa gazeta se adiantou em trazer para todos os cidadãos do Império uma entrevista com o presidente da Kaiser F.L., membro do partido liberal e atual candidato a senador, Julius Cesar III:

Julius Caesar III: Caro Nobre Tiberius, sinto-me honrado em ser tão novo no império e já ser uma pessoa a ser entrevistado, e aproveito o momento para elogiar a estrutura de sua redação e na eficiência de se adiantar para apresentar essa novidade ao povo Gesebiano… Bom, vamos às perguntas, pois a Kaiser esta me roubando a vida (risos).

Gazeta Imperial: O que levou-te à ideia de iniciar o projeto da malha ferroviária?

Julius Caesar III: Primeiramente, como um cidadão novo em Gesébia, queria ajudar, me candidatei ao cargo de senador e de começo estive perdido, achei que seria reformulada a constituição existente e baseei minha candidatura em cima disso, eis ser minha área de atuação, visto meu erro, decidi estudar a finco tudo sobre o império, decretos imperiais, senado e demais. Diante desse estudo me deparei que postagens desse ano eram poucas no império, comecei a formular algum projeto que movimentasse de novo, fui analisando o que o império já tinha de bom e o que faltava para que o mesmo desenvolvesse, e então percebi que o transporte entre as regiões era precário, e percebi que o desenvolvimento de uma malha ferroviária além de desenvolver o império, voltaria a movimentar o mesmo, pois envolve direta e indiretamente vários ramos de profissionais e indústrias, aproveitei-me de uma herança que meu avô Otaviano Augusto me deixou e decidi investir nesse projeto e fundei a Kaiser Ferroviária e Logística, ferroviária por ser responsável pelas ferrovias e logística para o translato pela mesma. Aproveito o espaço deixado para solicitar que empresas do ramo do metal, madeira, minério e engenharia que queiram parcerias estamos de portas abertas, pois precisaremos desses vários segmentos.

Gazeta Imperial: O senhor acha que será bem aceito este projeto pelos integrantes de nossa sociedade?

Julius Caesar III: Então caro Tiberius, se olharmos todas as necessidades do império, esse projeto pode se tornar como um projeto de menor importância, mas também podemos levar em conta que nada impede que o projeto siga seu rumo e paralelo a outros projetos, em uma visita ao ITGA, em busca de mapas e se havia algum SENSO sendo realizado, fui informado que já havia oposição ao projeto com a alegação de que uma expedição exploratória para as terras desconhecidas para combatermos bárbaros que há tempos não nos afligem algum mal de maior prioridade. Acredito que devemos sim enviar essa expedição, mas no que a criação da malha ferroviária, atrapalharia tal expedição, a meu ver com a conclusão das duas primeiras fases da criação da malha, poderia alavancar tal expedição levando em conta que mantimentos, ferramentas, armas, homens e informação chegariam mais rápidos. Penso que aqueles de uma visão de desenvolvimento interno do império, que leve em conta a movimentação no império, com parcerias, irá ser favorável ao projeto. Estou lisonjeado com o apoio recebido de membros ilustres como o Presidente do Senado Lord Victor, o Chanceler Hiryuu, bem como o juiz da suprema corte Nero, e também o nobre colega que me entrevista e mostra seu apoio além da parceria com a divulgação de tal projeto, ainda não tive a honra da opinião do nosso grande imperador, mas creio que no momento oportuno ele irá se pronunciar, nem que seja na viajem inaugural. Gostaria de aproveitar aqui para deixar claro que não sou contra a oposição ao projeto, muito pelo contrario ela é bem vinda para nos fazer evoluir desenvolver um melhor trabalho, como dizia um velho sábio “toda a unanimidade é burra”.

Gazeta Imperial: Como consideras que foi a recepção, visto que és novo no Império Gesebiano?

Julius Caesar III: Gesébia possui um povo muito hospitaleiro, desde minha chegada fui muito bem recebido por todos, tive e estou tendo muitas dúvidas esclarecidas, e procuro corresponder desenvolvendo esse grandioso império.

Gazeta Imperial: Tens algum outro projeto em mente?

Julius Caesar III: Projeto tenho aos montes, mas como ainda não conheço muito bem a funcionalidade do império prefiro me segurar um pouco, mas entre alguns estão uma ideia para o controle de tempo (calendário), e alguns do âmbito jurídicos.

Gazeta Imperial: Se caso fores eleito para o cargo de senador, darás maior foco no desenvolvimento da indústria gesebiana?, (digo isso baseado em sua proposta da malha ferroviária).

Julius Caesar III: Não prioritariamente, pois como sou da área jurídica, acredito para que antes que um império cresça e se desenvolva é necessário um sistema jurídico bem estruturado para podermos regular a vida em sociedade, mas acredito que o projeto da malha ferroviária irá puxar tal desenvolvimento industrial.
Mais alguma pergunta nobre colega, estou a disposição, caso não tenha, gostaria de agradecer aqui o apoio de meu grande vice-presidente Asdiar.

Repórter, Tiberius.[/font]

[center]
ANO II - Nº 5 - 01/05/1890 - 1g = G$s 60[/align]

Eleições movimentam a capital
Por Tiberius

Nessa última semana, a velha e tão desejada mobilização eleitoral ocorrera em Gardenne, onde os membros dos partidos esforçaram-se e comprometeram-se em levar adiante nosso tão amado e querido Império. Sem qualquer manifestação contrária às eleições, tudo ocorrera tranquilamente para com os candidatos. Esses eram: Barão Wellington de Medeiros, Julio Cesar III, Asdiar, Tiberius von Braun, Sir Supah D’Mil-margaridas e Capitão Lord Victor de Medeiros. Já que não houve mais candidatos, todos foram eleitos Senadores, sendo que a presidência do Senado fora designada à Lord Victor e a vice-presidência à Wellington.

[b]C[/b]omo uma manifestação da aplicação da nova constituição do Império, mostra-nos a popularidade e a aceitação da monarquia parlamentarista como forma de governo em Gesébia. Agora resta-nos se todos os candidatos irão cumprir com suas promessas e com seu dever de representantes do povo.

[center][/align]

[center]Gravura dum candidato discursando no Porto D’Arca Perdida[/align]

[b]Novas empresas, novos horizontes[/b]
Por Tiberius

[b]A[/b]pós anos de estagnação industrial, o projeto da Malha Ferroviária Trans-Gesebiana faz florescer novas empresas. Primeiramente com a fundação da Kaiser FL pelo Senador Julio Cesar III, a demanda por materiais de qualidade e matéria-prima de qualidade só vem crescendo. Seguido pelo vosso repórter que aqui escreve, fora fundada as Indústrias Braun com o intuito de fornecer locomotivas de altíssima qualidade para as ferrovias, tal empresa visa expandir-se no mercado através da fabricação de armamentos para nosso respeitadíssimo exército. E, recentemente, o Conglomerado Medeiros-d’Athennie fora fundado pelos seus sócios, o Capitão Lord Victor e Henry II d’Athennie no intuito de fornecer bebidas e tabaco para o mercado gesebiano.

[b]C[/b]om esse florescimento, já há petições para reinaugurar a desativada Sociedade de Industriais do Império, que está parada há três anos. Assim, desejamos sorte a todos os participantes dessa empreitada que está refortalecendo a indústria nacional, que andara há tanto tempo estagnada.

Repórter, Tiberius.[/font]

[center]
ANO II - Nº 5 - 23/05/1890 - 1g = G$s 60[/align]

Crise econômica assola Nação

Há meses, uma grande onda de empreendedorismo e criação industrial tomava conta de Gesébia. Novas indústrias e sociedades eram montadas a cada semana, com os mais diversos motivos, razões e finalidades. Contudo, a Era de Ouro Industrial, como é chamada por especialistas atuais, caiu por terras quando medidas protecionistas radicais foram tomadas pelo Ministro da Economia - após o mesmo constatar que o número excessivo de indústrias acabaria por dizimar a economia Gesebiana, à médio prazo - impedindo o investimento externo e tornando a importação impossível. Viu-se que tais medidas acabaram por ser a pá de cal lançada sobre o túmulo econômico nacional. A sucessiva desvalorização da moeda, para estimular a economia em frangalhos não teve sucesso, e uma grande Crise se instaurou em Gesébia, fazendo com que outrora grandes e poderosos empresários se reduzissem a condutores de carroças praticamente da noite para o dia. Tamanha especulação que se seguiu resultou na demissão imediata do Ministro.

Contudo, o Imperador, reunido com seu conselho de Estado, propôs uma reforma total na Economia Nacional, buscando fortalecer as bases agrícola-comercial, para depois navegar nas áreas desconhecidas da indústria pesada de transformação. Uma nova chama esperança de recuperação foi acendida, e espera-se que a situação deva normalizar-se em poucos meses. Até isto ocorrer, porém, a Gendarmeria Imperial estará aumentando as suas rondas, para combater qualquer oportunista que busque beneficiar-se de forma ilícita da situação.

A responsabilidade Luzia

Historicamente, nota-se que o grupo Luzia não é companheiro do desenvolvimento nacional, risivelmente opondo-se a projetos sólidos e de interesse Nacional, formulados por conservadores. Contudo, o mais desnorteante sobre a atualidade é que, não satisfeitos em prejudicar os Conservadores, os Luzias teimam em buscar algo maior, no caso, prejudicar a Nação. A crise da Superpopulação industrial começou quando um Luzia, não satisfeito com os rumos do Império, e, certamente, buscando ascender à nobreza, lançou-se em um empreendimento sem nexo nem fundamento, carregando toda a frágil e agrária economia Gesebiana com ele. Com o passar do tempo, vários Luzias, certamente desprovidos de qualquer faculdade mental, juntaram-se a seu colega, aumentando a bolha econômica que já havia sido criada. Cheirando o lucro, vários outros cidadãos, inclusive este que vos escreve, não sabendo da natureza frágil e rápida de tal empreendimento, lançaram-se com todas as suas economias seguindo um buraco de armadilha, pronto para pegar o maior número de tolos possível.

Consequentemente vos falo, cidadãos de Gesébia: valerá o tempo gasto com estes incorrigíveis, empreendedores de araque que buscam o lucro a todo custo? Valerá a perda das mais elevadas tradições do Império, com estes néscios pseudo-revolucionários, que buscam mudar uma tradição centenária em míseros anos? Deixo-vos com este questionamento, e lembrem-se:

O Partido Conservador está de portas abertas à todos os novos cidadãos, em sua sede principal, na avenida Conde de Mandela, 30.

Colunista, Henry II [/font]

[center]
ANO II - Nº 1 - 21/06/1890 - 1g = G$s 60[/align]

[center]O TRIUNFO MONÁRQUICO[/align]

[center]Multidão aglomerada em frente ao Senado para tentar vislumbrar o Imperador[/align]

[justify]Nossa Majestade, O Imperador Stèffan I, chocou a todos com uma inesperada ação, abdicando da coroa ao ver que os trabalhos do Senado não tomavam o rumo correto para o progresso de nossa excelsa nação. Disse, para todos os presentes:[/align]

[justify]O Senado ficou em choque, com as palavras ditas por sua Majestade. O Imperador partiu, então, para seu auto-exílio em seu Palácio de Verão, em Piemonte, deixando uma multidão de súditos fiéis preocupada com os rumos que a nação tomaria, sem seu monarca. Eis que alguns ignóbeis começaram uma confusão pela república, clamando e bradando, na Praça Hans, a morte dos nobres e a instauração de um regime republicano, governado, ironicamente, por um nobre, o Visconde Biller.[/align]

[justify]Após um breve e conturbado período, no qual a própria existência do governo central fora posta em cheque, durante a chamada Comuna de Gardenne, sua Majestade, voltando de seu auto-exílio em Piemonte, majestosamente acalmou os ânimos populares, que clamavam por uma revolução e pela instauração de um regime republicano, e interrompeu a batalha fria que ocorria nas ruas vizinhas à Praça Hans, entre a turba e as forças de Ordem. Sua Majestade cavalgou pela multidão, sabre em punhos, e bradou:[/align]

[size=150]Como esperado, nenhum homem, após tal discurso, teve coragem de levantar armas contra sua Majestade. Não só isso, a multidão bradou o nome de Steffàn I, gritando vivas ao Imperador exilado. Fazendo bom uso da situação, o Senador Henry coroou e aclamou o Imperador, em plena Praça Hans, fazendo com que o povo, antes revolto e irracional, ajoelhasse-se e assistisse, com lágrimas nos olhos, o Imperador Steffàn I recitar novamente o seu juramento, tornando-se novamente o Imperador, e trazendo a estabilidade de volta a Gesébia.[/size]

[center]CLASSIFICADOS[/align]

[hr]
A Empresa Mineradora Ocidental & Cia está abrindo cinco cotas de sociedade, no valor de G$s 100.000 cada, para os que desejam tomar parte na expansão e futura administração social da empresa. Interessados, entrar em contato na sede da Empresa, na Cidade de Draco, ou no Gabinete do Senador Henry II d’Athennie
[hr]
A Tribuna de Gesébia aceitará qualquer tipo de anúncio de empresas, serviços e mercadorias, mediante solicitação e negociação com o Editor-Chefe. A sede da Tribuna encontra-se na rua Marquês d’Arca, nº 82.
[hr]
Interessados para a função de Colunista e Repórter poderão apresentar-se ao Editor-Chefe na sede da Empresa. O salário anual será combinado após a entrevista.
[hr]

Editor-Chefe, Henry II

[center]EXTRA[/align]

[center]Julgamento do Século Chega ao fim[/align]
[center]Visconde Biller INOCENTADO da maioria das acusações[/align]


[justify]Habilmente, o visconde, acusado de seis crimes distintos, entre eles o de Lesa-Majestade e Alta Traição, conseguiu convencer o júri de sua inocência de cinco deles, contrariando a maioria dos especializados em Direito Criminal inquiridos pela Tribuna, que apontavam uma pena estratosférica, beirando a morte. Rebatendo argumento por argumento do Ex-Juiz Imperial Nero de Bragança, conseguiu convencer a todos de que não poderia tomar responsabilidade pelas ações feitas pelo povo, no fatídico evento da Praça Hans, além de comprovar a sua inocência com fatos testemunhados por vários presentes no julgamento, que estavam presentes durante a Comuna de Gesébia, em ambos os lados da situação[/align]


[justify]Contudo, não convenceu o júri de sua possível inocência ao crime de Alta Traição, visto que, aos olhos dos jurados, ele havia incitado a população a avançar contra as estruturas do Sistema Governamental, induzindo à uma luta civil/citadina, que ocorreu em alguns momentos, com disparos, tanto dos lados dos populares quanto dos lados da Gendarmeria, que acabaram por acertar o Barão Wellington no braço. Além de, é claro, trair a fidelidade à nação, representada, na ausência momentânea do Imperador, pelo Chanceler e pelo Senado, que deveriam agir em conjunto pela manutenção da nação.[/align]


[justify]A moradia do visconde, pelo próximo mês, será, pois, a Prisão Imperial Artuniana, o novíssimo e principal centro de detenção do Império. O visconde terá o direito de converter 10 dias de sua pena por uma doação de G$s 100.000 à casa de Misericórdia Pilatiana, onde o visconde se recuperou, após ser baleado em um confronto, ao final da rebelião. A equipe da Tribuna de Gesébia espera que fatos como este não repitam-se novamente em Gesébia, e que a paz Imperial continue por anos a fim.[/align]

Editor-Chefe, Henry II