[KoH] Chun Honor agus Do Glóir

[center]Knights of Honor:
Chun Honor agus Do Glóir
[/align] [center]Pela Honra e Pela Glória[/align]

[center]Apresentação:[/align]

[justify][tab=30]Jogo: Knights of Honor[/align]


[justify][tab=30]Configurações do Jogo:
[tab=30]Época: Early Medieval (around 1000 AD)
[tab=30]Nação: Munster
[tab=30]Dificuldade: Normal
[tab=30]Objetivos:
I - Sobreviver
II - Unir a Irlanda
III - Unir as Ilhas Britânicas
IV - Chegar a Imperador
[/align]

[justify][tab=30]O Jogo: Desenvolvido em 2004 pela empresa búlgara Black Sea Studios (que foi comprada pela Crytek e hoje se chama Crytek Black Sea) e publicado pela SunFlowers GMBH na Europa e pela Paradox Interactive na América do Norte, Knights of Honor é um jogo de estratégia em tempo real que abrange três períodos de tempo da Idade Média: 1000 AD, 1200 AD e 1350 AD. Em cada período, o jogador tem a disposição diversos reinos para assumir, sendo responsável pela economia, diplomacia e pela defesa das cidades, bem como da conquista de outras províncias. Em cada cidade, o jogador têm diversas construções à disposição, de acordo com os recursos daquela província, e, através de Cavaleiros, que podem assumir os papéis de Marshall (general que comanda tropas), Spy (usado para enfraquecer outros reinos de dentro para fora), Merchant (para negociar com outros reinos), Cleric (que aumenta o output de livros e a conversão de províncias conquistadas), Landlord (que aumenta a produção de comida e o aumento da população) e Builder (que providencia mais trabalhadores para a cidade, bem como o reparo de contruções danificadas), deve treinar tropas em vista da conquista de outras províncias, de forma muito similar à série Total War, embora o gerenciamento do reino seja feito em rempo real e não por turnos.[/align]

[center]Índice:
Capítulo I: An Tús
Capítulo II: Ullmhóidí agus Pleanáil
Capítulo III: a Thógáil, a Thógáil, a Thógáil
Capítulo IV: Chuig an Armáin, Do Mumhan
Capítulo V: Am a Dhéanamh Phlean. Am?
Capítulo VI: Pleananna, Ar deireadh?
Capítulo VII: Do na hÉireann, in éadan Uladh!
Capítulo VIII: Fill ar ais go dtír Dhúchais!
[/align]

[center]Knights of Honor:
Chun Honor agus Do Glóir
[/align] [center]Pela Honra e Pela Glória[/align]

[center]Capítulo I
An Tús
[/align] [center]O Início[/align]

[justify][font=Kristen ITC][tab=30]Situado ao sul das ilhas conhecidas como Irlanda, o Principado de Munster, apesar da boa terra e do povo trabalhador, não pode ser considerado como um dos “Grandes” da Europa.[/font][/align]


[justify][font=Kristen ITC][tab=30]A cidade de Cork possui cerca de 4000 habitantes e tem, a leste, três fazendas e um monastério.[/font][/align]

[justify][font=Kristen ITC][tab=30]A oeste da cidade, localizam-se mais duas fazendas, um monastério e uma vila costeira.[/font][/align]

[justify][size=150][font=Kristen ITC][tab=30]O Rei de Munster, Godfrey, é um homem de meia-idade, muito religioso, casado com a Rainha Lucia. Eles possuem um filho, Príncipe Fulke, religioso como o pai, mas também preocupado com os aspectos econômicos do reino e com as artes da guerra.

[tab=30]Então, como tudo tem um início, foi assim que tudo começou, em uma manhã na qual o Rei Godfrey convocou seu filho e os ministros para uma reunião…

[tab=30]- Meus amigos, como vocês já me conhecem, irei direto ao ponto: com a graça de Deus nosso reino encontra-se em paz e o povo encontra-se feliz. Porém, chamei-os aqui pois quero dados mais concretos sobre nosso reino. Começaremos por você, meu nobre Ministro da Economia.[/size][/font][/align]


[justify][font=Kristen ITC][tab=30]- Obrigado, meu senhor. No momento, não há muito o que dizer; nosso income atual é de 6 peças de ouro, e nossos gastos de 10 peças de ouro. Logo, temos um deficit de 4 peças de ouro.
[tab=30]- Obrigado. Meu caro Ministro da Igreja…
[/font][/align]


[justify][font=Kristen ITC][tab=30]- Devo dizer que, infelizmente, não estamos produzindo nenhum Livro no momento, pois não temos nenhuma biblioteca, universidade ou clérigo trabalhando nisso. Já nossa Piedade é alavancada por termos dois monastérios em nossa província, bem como pelo fato de Sua Majestade ser deveras religiosa.
[tab=30]- Bom, bom… – continua Godric – Agora, nosso Ministro da Administração, o que tem a nos relatar?
[/font][/align]


[justify][font=Kristen ITC][tab=30]- Meu rei e amigos, como todos sabemos, Munster é nossa única província. Pois bem, felizmente ela é rica em recursos, possuímos uma Área Pesqueira, uma Área com Cervos e Depósitos Minerais. Quanto à nossa cidade, Cork, embora não tenhamos muitas construções, e apenas suportemos um grupo de trabalhadores, possuímos uma Casa da Guarda, um Muro de Pedra e Torres de Balista.
[tab=30]- Sigamos, meu caro Ministro do Exército.
[tab=30]- Meu senhor, nosso caro Ministro da Administração já citou que possuímos uma ótima estrutura defensiva em Cork. Também temos um cavaleiro, Earl Geoffrey, na função de Marshall, mas infelizmente não possuímos nenhuma tropa, de nenhum tipo.
[tab=30]- Por fim, meu caro Ministro da Diplomacia, dê-nos seu parecer.
[tab=30]- Meu rei, não há o que relatar. Temos relações cordiais com todos os reinos europeus, mesmo com Leinster e Ulster, com os quais sempre tivemos atritos no passado.
[tab=30]- Muito bem. – continua o rei, após ouvir seus ministros – Essa é nossa situação. É cômoda, de momento, mas pode melhorar. O que sugerem? Fulke, o que me diz?
[tab=30]- Meu pai, - começa o príncipe, levantando-se – de fato estamos em uma situação cômoda, por assim dizer. Mas nada impede que inimigos surjam, ou que nossa economia apresente problemas no futuro. A Irlanda deve ser nossa, precisamos de tropas e marchar sobre eles enquanto tivermos vantagem.
[tab=30]- Sim, a Irlanda deve ser nossa, como uma vez já foi um só reino, assim deve ser novamente. Mas de onde pretende conseguir dinheiro para tal?
[tab=30]- Para podermos investir em nossa cidade, devemos criar laços de comércio com outros países, aproveitando o fato de termos boas relações.
[tab=30]- Sábias palavras, meu filho, apesar de sua juventude. Pois bem, é o que faremos. Meu caro Ministro da Diplomacia, envie pedidos de acordos comerciais aos maiores reinos da Europa.
[tab=30]- Mas, meu senhor, - responde o ministro – não teremos tantos mercadores para tal…
[tab=30]- Ora, negociaremos com aqueles que nos oferecerem melhores propostas e nos trouxerem maiores lucros.
[tab=30]- E com isso poderemos começar a recrutar para nosso exército… – comenta Fulke.
[tab=30]- Tudo a seu tempo, meu filho. De que nos adiantará uma espada forte, se o povo passar fome?
[tab=30]Todos concordam com o pronunciamento do Rei, que continua:
[tab=30]- Pois bem. Eu e meu filho também iremos a campo. Irei assumir a posição de Builder em Cork, para supervisionar as construções que se seguirão. Fulke, meu filho, você assumirá como nosso primeiro Merchant, sua preocupação com nossa economia o predispõe a tal, não?
[tab=30]- Se assim desejar, meu pai…
[tab=30]- Certo. Meu caro Ministro, envie os pedidos, continuaremos essa reunião quando recebermos as propostas de comércio.
[tab=30]Após os ministros se retirarem, Fulke inicia uma conversa com o pai:
[tab=30]- Merchant, meu pai? Não é exatamente o que eu esperava…
[tab=30]- Eu sei que você preferiria um cargo como Marshall, mas Geoffrey será suficiente, por enquanto. De qualquer forma, será bom que você conheça mais da Europa.
[tab=30]- Não posso discordar disso, sempre foi algo que quis fazer, viajar. Quase tanto quanto guerrear.
[tab=30]- Há! Seus sonhos de criança ainda hão de se realizar, rapaz. Um dia você terá seu próprio exército, e então saberemos se o tempo que você passava treinando com a guarda da cidade terá valido a pena. Agora vá preparar suas coisas, logo você viajará, e eu quero rever alguns mapas…
[tab=30]- Com licença, pai. – despede-se Fulke.
[tab=30]- Temo que seus sonhos de guerra logo se realizarão, meu filho. – murmura o rei depois que seu filho sai – Mas irei mantê-lo longe disso o quanto eu puder. Ainda me lembro das guerras que seu avô travou quando eu era criança; a guerra nunca é bonita…
[/font][/align]

Mais uma Hiryuu? ta com tempo de sobra agora heim! :smiley: Nossa que jogo bacana, é old ou contemporâneo? não sei pq mas acho que já vi ele por ai

Edit. Belo capitulo, será que tu consegue cumprir suas metas?
:goodjob

Andei catando umas velharias aqui, kkkk
Foi bom vc me lembrar, eu esqci d colocar na descrição, o jogo é de 2004.
Olha, eu joguei uma campanha com Highlands, fui bem até a França resolver invadir tudo xD Dei sorte d sair uma cidade com muro d pedra dessa vez, já q os recursos e construções iniciais são aleatórios. Well, vamos ver, né? :wink:
EDIT: Único porém do jogo é q ele ñ tem data… o tempo simplesmente flui, cada x segundos (dependendo da velocidade (de 0.5x a 8x) entra/sai dinheiro/piedade/livros, etc, mas ñ tem dias, meses, anos… Ele tem noite, mas se for considerar cada “fluxo” de recursos como um dia, cada dia e cada noite durariam uns 6 meses xD

mt bom mano…acompanhando

Mais uma AAR do grande Hyryuu que eu não conhecia o jogo e agora vou jogar… :stuck_out_tongue:
Acompanhando :wink:

nunca ouvifalar desse jogo então:

you sir had my curiosity,now you have my attention!

Antártica?

[center]Knights of Honor:
Chun Honor agus Do Glóir
[/align] [center]Pela Honra e Pela Glória[/align]

[center]Capítulo II
Ullmhóidí agus Pleanáil
[/align] [center]Preparativos e Planejamento[/align]

[justify][size=150][font=Kristen ITC][tab=30]Alguns dias se passaram, e logo as respostas aos pedidos de comércio começaram a chegar. Sendo avisado disso pelo seu ministro, o rei Godfrey tratou logo de convocar todos para outra reunião…

[tab=30]- Então, quais foram as respostas? – perguntou o rei assim que todos chegaram, indo direto ao ponto.
[tab=30]- Aqui estão todas as respostas que recebemos, meu senhor, juntos com algumas observações sobre os governantes, que tomei a liberdade de compilar. – respondeu o ministro, entregando uma maço de documentos aos rei.[/size][/font][/align]
[spoil]


[justify][font=Kristen ITC][tab=30]O juvenil Imperador Basilius de Byzantia, militarista e arrogante, conquanto honrado, observou que nosso Principado prosperou ao ponto de valer a pena um acordo de comércio entre nós.[/font][/align]

[justify][font=Kristen ITC][tab=30]O jovem Imperador Otto I da Alemanha, expansionista e grato, disse estar curioso sobre o que nós poderemos oferecer a eles.[/font][/align]

[justify][font=Kristen ITC][tab=30]O jovem Califa Aadil dos Fatimidas, pacifista, ingrato e honrado, também demonstrou curiosidade sobre o que nossos mercadores poderão oferecer.[/font][/align]

[justify][font=Kristen ITC][tab=30]O Califa de Córdoba, Abd al-Rahman V, um religioso, expansionista e ingrato homem de meia-idade, disse que toda sua corte está curiosa em ver quais produtos serão enviados por nós.[/font][/align]

[justify][font=Kristen ITC][tab=30]O Rei Hugo Capeto da França, embora muito jovem, é tido como expansionista, grato e honrado, e mostrou curiosidade acerca de nossa proposta.[/font][/align]

[justify][font=Kristen ITC][tab=30]O Rei Arduin da Itália, homem de meia idade conhecido por ser militarista, expansionista e tímido, expressou que nós nos desenvolvemos ao ponto de podermos ser bons parceiros comerciais, e, portanto, espera que provemos isso.[/font][/align]

[justify][font=Kristen ITC][tab=30]O jovem Earl Robert de York, pacifista, tímido e grato, comentou que espera que o comércio entre nós floresça.[/font][/align][/spoil]
[justify][font=Kristen ITC][tab=30]- Sei que a leitura poderia ser um pouco monótona aos demais, então irei resumir: Byzantia, Alemanha, Fatimidas, Córdoba, França, Itália e York, atualmente os maiores reinos da Europa, todos concordaram com os Tratados de Comércio.
[tab=30]- Isso é muito bom. – comentou o rei enquanto olhava rapidamente os relatórios que lhe foram entregues – E quais as ofertas deles?
[tab=30]- Aqui estão, majestade.
[/font][/align]

[justify][font=Kristen ITC][tab=30]- Bom, não há dúvida de que Byzantia nos ofereceu a melhor proposta. Fulke, você partirá amanhã de manhã.
[tab=30]- Sobre isso, meu senhor… – interrompe o Ministro da Diplomacia.
[tab=30]- Sim?
[tab=30]- Deixei esta carta separada, vem da Bretanha.
[tab=30]- Então leia.
[/font][/align]

[justify][size=150][font=Kristen ITC][tab=30]- O jovem Duque Alan III da Bretanha, religioso, ingrato e implacável, concordou com um acordo de comércio, desde que sua Alteza, o Príncipe Fulke, case-se com sua filha, a Princesa Marie.
[tab=30]- Casamento???
[tab=30]- Que surpresa é essa, meu filho? Vais me dizer que tu, que não demonstras medo de nada, tens medo de casar?
[tab=30]- Não é nada disso, meu pai.
[tab=30]- Pois bem. Tu estás na idade, e há muito se fala na beleza da jovem Marie da Bretanha.
[tab=30]- M-Mas…
[tab=30]- Sem mas, meu filho. Tu mesmo levarás a notícia de que aceitamos esse laço, já estás partindo amanhã. Leve minhas estimas ao Duque e sua família, junto com os presentes que iremos preparar, case-se com essa moça e a leve junto para Byzantia.
[tab=30]- Como queira, meu pai…
[tab=30]- Voltando ao comércio, a proposta da Alemanha também é muito boa. Quanto tempo levaríamos para treinar outro cavaleiro?
[tab=30]- A um custo de 1000 peças de ouro, apenas alguns dias. Mas não temos esse dinheiro no momento.
[tab=30]- Pois bem. Assim que os primeiros lucros do comércio com Byzantia entrarem, comecem o treinamento de um cavaleiro, e, assim que o mesmo estiver concluído, enviem-no para falar comigo.
[tab=30]- E quanto à cidade, senhor?
[tab=30]- A cidade deverá esperar um pouco, meu bom Ministro da Administração. Precisamos de dinheiro antes de começarmos a construir qualquer coisa. Agora vão.
[tab=30]Após os ministros saírem, Godfrey pergunta a seu filho:
[tab=30]- Me parece que não ficou feliz com a perspectiva de casar…
[tab=30]- Não é isso, meu pai. Apenas fiquei surpreso.
[tab=30]- Por acaso há alguma moça que já tenha sua atenção?
[tab=30]- Também não é isso. Já lhe disse, apenas fiquei surpreso.
[tab=30]- Pois bem. Eu e sua mãe não somos mais jovens, e queremos logo ver um neto. Vamos contar a ela sobre seu casamento, e preparar os presentes que você levará junto.
[tab=30]- Quer mesmo que minha futura esposa siga comigo para Byzantia?
[tab=30]- É claro. Uma esposa deve sempre ficar com seu marido. – diz o rei, enquanto pensa consigo mesmo – “Assim vocês dois ficarão longe daqui.”

[tab=30]Alguns dias depois, o rei e a rainha estão tomando café quando um mensageiro chega trazendo uma carta e a entrega ao rei:

[tab=30]- Veja só, Lucia!
[tab=30]- O que foi, querido?
[tab=30]- Nosso filho. Diz nesta carta que o Duque foi muito atencioso, que Marie é, além de linda, uma moça recatada e discreta. Sente que já está gostando dela.
[tab=30]- Isso é muito bom. Realmente espero que se entendam bem.
[tab=30]- Ora, ora, ora… nosso filho tem mesmo jeito para a coisa. Diz que, logo após o casamento, encontrou um mercador de Byzantia e já acertou um carregamento de lã de cordeiro para ser enviado.
[tab=30]- Parece que acertaste quando deste essa função para ele.
[tab=30]- De fato. Meu desejo é deixa-lo seguro, mas fico feliz que ele tenha talento para ser um Merchant.

[tab=30]Com Fulke já realizando suas funções, os lucros do comércio começam a entrar e logo um novo cavaleiro é treinado, e se apresenta ao rei:

[tab=30]- Meu rei, aqui estou, como ordenado. Sou Henry, de origem humilde, meus pais trabalham nas fazendas a oeste, e muito me honra a oportunidade de poder serví-lo.
[tab=30]- Seja bem-vindo, Earl Henry. Poderás provar teu valor logo. Irás à Alemanha, e lá atuarás como Merchant, trazendo riqueza a Munster e possibilitando que cresçamos em glória e honra.
[tab=30]- Que assim seja, Majestade. Partirei amanhã mesmo, e logo receberás notícias minhas. Com sua licença.

[tab=30]Mais alguns dias se passaram, e o comércio com a Alemanha estabeleceu-se. Com isso, o rei convocou novamente seus ministros:

[tab=30]- Meu caro Ministro da Economia, tens a palavra.[/size][/font][/align]

[justify][font=Kristen ITC][tab=30]- Como podem ver, o comércio com Byzantia e com a Alemanha alavancou nossa economia. Temos agora um lucro de 56 peças de ouro.
[tab=30]- Isso é muito bom. Então, o que sugerem? Devemos começar logo a erguer construções, ou devemos treinar mais um Merchant assim que for possível?
[tab=30]- Se me permite sugerir, - inicia o Ministro de Administração – eu diria que comecemos a construir, e enquanto isso, treinemos outro Merchant, já que, se me recordo bem, a próxima melhor oferta foi dos Fatimidas, certo?
[tab=30]- Sim, isso mesmo. Deixe-me ver… – diz o ministro da Diplomacia, enquanto vasculha seus papéis – Isso, acordos no valor de 15 peças de ouro.
[tab=30]- Então está certo. Finalmente colocarei essa cidade para trabalhar. Tão logo tenhamos dinheiro suficiente, iniciarei construções. Enquanto a mesma estiver sendo erigida, creio que poderemos treinar outro Merchant para enviá-lo aos Fatimidas. Por enquanto é isso, amigos.
[/font][/align]

Hiryuu otima estoria, gostei muito estou ate pensando em jogar esse jogo :smiley:
Quem sabe quando eu terminar a minha AAR eu nao faça dessa jogo tambem :hihi

Oba, mais uma AAR do Hiryuu! ahahahahha
Gostei da escolha, joguei bastante de KoH, e o que eu mais gostei, pasme, foi da trilha sonora. Gostei tanto que tenho no meu Ipod… eu amo a intro também!
O jogo me enjoou um pouco depois, mas foi “bom enquanto durou”, hahahahhaha

Bom começo de AAR, estou acompanhando =)

[center]Knights of Honor:
Chun Honor agus Do Glóir
[/align] [center]Pela Honra e Pela Glória[/align]

[center]Capítulo III
a Thógáil, a Thógáil, a Thógáil
[/align] [center]Construir, Construir, Construir[/align]


[justify][size=150][font=Kristen ITC][tab=30]Com o dinheiro do comércio, levou somente poucos dias até que o Rei Godfrey, atuando como Builder em Cork, tivesse fundos suficientes para iniciar a construção de uma Hospedaria, que aumentaria a quantidade de grupos de trabalhadores na cidade e ainda traria felicidade para a província.

[tab=30]Mais algum tempo se passa, e um novo cavaleiro termina seu treinamento, tendo uma audiência com o rei:

[tab=30]- Meu senhor, estou à sua disposição.
[tab=30]- Simon, o irmão de nosso chefe da guarda… ainda me lembro quando Fulke saía escondido treinar com vocês…
[tab=30]- É verdade, meu senhor. Desde quela época ele já se mostrava habilidoso.
[tab=30]- De fato… Pois bem. Earl Simon, eu o nomeio Merchant para o Califado dos Fatimidas, que a honra o acompanhe.
[tab=30]- Farei o possível para trazer muitos lucros nesta tarefa, meu senhor. Com sua licença.

[tab=30]Mas o tempo não para, e logo mais um cavaleiro vai ter com o rei:

[tab=30]- Conforme ordenado, eu, Nicholas, me apresento à Sua Majestade.
[tab=30]- Fico feliz que mais um honrado cavaleiro esteja à disposição de Munster. Você, Earl Nicholas, irá ao Reino da Itália, e atuará como Merchant, negociando em meu nome. Que Deus o acompanhe.
[tab=30]- Que assim seja, meu senhor. Com sua licença.

[tab=30]Quando finalmente a Hospedaria é concluída, o rei convoca novamente os ministros:

[tab=30]- Iniciaremos como de costume, com a nossa situação financeira.[/size][/font][/align]

[justify][font=Kristen ITC][tab=30]- Bem, meu senhor, – inicia o Ministro da Economia – estamos negociando com os quatro maiores mercados da Europa, e graças a isso temos um lucro de 97 peças de ouro.
[tab=30]- Ótimo, ótimo. Finalmente poderemos começar a investir sério. Agora, eu lhes pergunto: priorizaremos o exército, ou o povo?
[tab=30]- Sugiro um Celeiro, aumentará nosso estoque de comida.
[tab=30]- Um Escritório de Coletor de Impostos, iremos arrecadar ainda mais.
[tab=30]- Uma Igreja onde o povo possa orar e pedir proteção a Deus.
[tab=30]- Não, uma Forja de Ferramentas. Poderemos recrutar mais trabalhadores assim.
[tab=30]- Acho que devemos iniciar logo a construção de um Campo de Treinamento. Precisamos de tropas.
[tab=30]- Senhores, senhores… acalmem-se. – interrompe o rei - Todas as suas sugestões têm suas vantagens e são necessárias, mas só podemos construir uma por vez. Assim, creio que devamos começar pela Forja, seguida do Celeiro e do Campo de Treinamento, concordam?
[tab=30]Com a anuência dos presentes, o rei continua:
[tab=30]- Ótimo. Ministros da Administração e da Economia, irei acelerar as construções sempre que for possível. Gastaremos mais, mas o tempo economizado compensará. Mantenham as ordens e os fundos necessários para tal em prontidão.
[tab=30]- Assim será. – eles respondem.
[tab=30]- Ótimo. Senhores, ao trabalho.
[/font][/align]


[justify][font=Kristen ITC][tab=30]A construção de uma Forja de Ferramentas é então iniciada.[/font][/align]

[justify][font=Kristen ITC][tab=30]Quando pouco mais de 40% da Forja estava concluída, o rei autoriza o gasto de 3570 peças de ouro para a contratação de trabalhadores extras. Quase da noite para o dia, a construção da mesma é concluída, e mais um grupo de trabalhadores pode ajudar nas construções.[/font][/align]

[justify][font=Kristen ITC][tab=30]Com a conclusão da Forja, o rei ordena o início da construção do Celeiro.[/font][/align]

[justify][font=Kristen ITC][tab=30]Novamente, com metade da construção concluída, o Celeiro recebe um investimento de 3000 peças de ouro para ser acelerado.[/font][/align]

[justify][font=Kristen ITC][tab=30]Seguindo o previsto, a próxima construção a ser iniciada é a do Campo de Treinamento.[/font][/align]

[justify][size=150][font=Kristen ITC][tab=30]Que, como os demais, recebe 3000 peças de ouro para acelerar seu término, assim que a construção atinge 50%.

[tab=30]Com as construções finalizadas, mais uma reunião é convocada, desta vez com a presença do Marshall Geoffrey:

[tab=30]- Mais uma vez chamei vocês aqui, amigos, para decidirmos os rumos de nosso reino. Desta vez, Marshall Geoffrey participará da reunião.
[tab=30]- Obrigado pelo convite, meu senhor. Como todos sabem, não temos tropas. Nenhuma. E, apesar de termos boas relações com praticamente todos os países, isso não deverá perdurar. A Europa está em guerra.
[tab=30]- Geoffrey tem razão, Majestade. – comenta o Ministro da Diplomacia – East Anglia foi vassalizada pela Alemanha, que agora prepara-se para invadir as Highlands. Kiev vassalizou a Polônia, e está em guerra com Moscou e Lithuânia. A França está em guerra contra a Itália e a Croácia. Os Fatimidas logo anexarão o que resta dos Abassidas. Byzantia marcha sobre a Bulgária, Zeta e Pechenegs. Leão pretende anexar Pamplona, e Wessex está, neste momento, sendo invadido por Ulster e pela Bretanha. Cedo ou tarde, a guerra chegará até nós.
[tab=30]- Por mais que eu prefira a paz, devo concordar, devemos priorizar nosso exército. – comenta o Ministro da Igreja.
[tab=30]- Acho que os demais concordam com isso, não? – e, com a afirmativa dos demais, o rei continua – Assim, pergunto a vocês, meu Marshall e meu Ministro do Exército, quais nossas opções?
[tab=30]- De acordo com o relatório de nosso colega da Administração, podemos iniciar com três opções: um Flecheiro, para treinarmos Arqueiros, uma Forja de Espadas, para treinarmos Guerreiros e um Fazedor de Lanças, para treinarmos Lanceiros.
[tab=30]- É o melhor que dispomos?
[tab=30]- De imediato, sim. Poderemos treinar tropas melhores, mas muitas outras construções suplementares serão necessárias.
[tab=30]- Marshall, você comandará as tropas, o que diz?
[tab=30]- Como sabes, meu senhor, meu pai foi um ferreiro, então sei de algumas coisas. Uma Forja de Machados permitiria mais um grupo de trabalhadores na cidade.
[tab=30]- Isso procede? – inquire o rei ao Ministro da Administração.
[tab=30]- Sim, de fato.
[tab=30]- Assim, - continua Geoffrey – minha sugestão é que comecemos pela Forja de Machados, e, após, seja construído um Flecheiro. Mesmo uma espada não adianta se quem a empunha não puder se aproximar, e uma chuva de flechas leva terror ao coração do mais corajoso guerreiro.
[tab=30]- Demonstras sabedoria, Earl Geoffrey. Como pretende organizar as tropas?
[tab=30]- Com o que teremos inicialmente, creio que seis grupos de Arqueiros e três grupos de Guerreiros. Obviamente, quando pudermos dispor de tropas melhores, assim o será.
[tab=30]- Pois bem, que assim seja. Forja de Machados, Flecheiro e uma Forja de Espadas. E a seguir, então?
[tab=30]- Sugiro uma Padaria, meu senhor. Aumentará nossa produção de comida, bem como nosso estoque.
[tab=30]- Certo, assim será, então. Algo mais?[/size][/font][/align]

[justify][font=Kristen ITC][tab=30]- O Duque da Bohemia, um jovem religioso, expansionista e arrogante, enviou esta carta, solicitando um Acordo Comercial. – diz o Ministro da Diplomacia.
[tab=30]- Ora, sem dúvida aceitaremos. Um acordo a mais, um possível inimigo a menos – pelo menos durante algum tempo. Sigamos então.
[/font][/align]


[justify][font=Kristen ITC][tab=30]Em alguns dias, a construção da Forja de Machados tem início.[/font][/align]

[justify][size=150][font=Kristen ITC][tab=30]Com o término da construção da Forja de Machados, inicia-se a construção do Flecheiro.

[tab=30]Os dias passam, e em uma manhã o Ministro da Diplomacia chega para uma audiência com o rei:[/size][/font][/align]

[justify][size=150][font=Kristen ITC][tab=30]- Meu senhor, o jovem Rei Olaf da Suécia, pacifista, ganancioso e honrado, envia saudações e desejos de nos ajudar a crescer, oferecendo um Acordo Comercial.
[tab=30]- Isso é muito bom, óbvio que aceitamos.
[tab=30]- Muito bem meu rei, já enviarei a resposta.
[tab=30]- Segundo seus relatórios, Kiev têm crescido bastante, não?
[tab=30]- Sim, o jovem Kniaz Volkmar, após vassalizar a Polônia, pretende marchar sobre a Lithuânia e Moscou.
[tab=30]- Envie um mensageiro pedindo um acordo comercial. E inicie o treinamento de mais um cavaleiro. Tantos acordos sem gerar lucros… veremos qual o mais vantajoso.
[tab=30]- Imediatamente, meu senhor.

[tab=30]Alguns dias se passam, e o ministro da Diplomacia entra para mais uma audiência com o rei, acompanhado por um rapaz alto.

[tab=30]- Majestade, - se apresenta o rapaz – chamo-me Stephen e, tão logo concluí meu treinamento, vim colocar-me à vossa disposição.
[tab=30]- Seja bem, vindo, Earl Stephen. E o que tens para mim, meu caro ministro?[/size][/font][/align]


[justify][font=Kristen ITC][tab=30]- Primeiro, que Kiev aceitou nosso Acordo Comercial.
[tab=30]- Muito bom, muito bom.
[/font][/align]

[justify][font=Kristen ITC][tab=30]- Segundo, as propostas recebidas de nossos parceiros. França e Kiev nos oferecem acordos de 17 peças de ouro.
[tab=30]- Qual achas que seja mais vantajoso?
[tab=30] - Kiev, meu senhor.
[tab=30]- Kiev então. Earl Stephen, despeça-se do seu pai, pois me lembro bem dele e do ótimo brandy que ele faz, pois você seguirá para Kiev como nosso mais novo Merchant.
[tab=30]- Obrigado, meu rei, farei de tudo para que se orgulhes de meu trabalho.
[/font][/align]

[justify][font=Kristen ITC][tab=30]Com mais um acordo trazendo outro para os cofres de Munster, 4500 peças de ouro são gastas para acelerar a construção do Flecheiro.[/font][/align]

[justify][font=Kristen ITC][tab=30]Com a conclusão, iniciam-se as obras da Forja de Espadas.[/font][/align]

[justify][font=Kristen ITC][tab=30]Paralelamente, tem inicio o treinamento das seis unidades de Arqueiros.[/font][/align]

[justify][font=Kristen ITC][tab=30]Mais 4500 peças de ouro, e o rei autoriza que as obras da Forja de Espadas sejam aceleradas.[/font][/align]


[justify][size=150][font=Kristen ITC][tab=30]Logo, a Padaria tem sua construção iniciada enquanto, paralelamente, as unidades de Guerreiros começam a ser treinadas. Logo, o rei convoca seus ministros e seu Marshall:

[tab=30]- Muito bem amigos, a semente de nossa força está plantada. Gostemos ou não, é hora de avançarmos.
[tab=30]- Majestade, está falando de guerra?
[tab=30]- Estou falando de conquistas. Caro Ministro da Diplomacia, quais as atuais condições de nossos vizinhos?[/size][/font][/align]


[justify][font=Kristen ITC][tab=30]- Muitas mudanças, meu senhor. Leinster conquistou Wales, e Ulster metade de Wessex. Enquanto isso, East Anglia, mesmo vassalizada pela Alemanha, conquistou York e parte das conquistas da Bretanha sobre a Alemanha.
[tab=30]- Entendo. Meu Ministro do Exército, e meu caro Marshall… Devemos marchar sobre Leinster? Ou Ulster? Ou, que sabe, Wessex, antes que East Anglia ou Normadia os conquistem?
[tab=30]- Embora Wessex seja a escolha mais óbvia, acho que poderíamos tomar Dublin antes que recebam reforços.
[tab=30]- Entendo… Bem, irei deliberar, enquanto isso, preparem-se. Tempos de guerra chegaram a Munster.
[/font][/align]

DoW em Leinster…
ótimo capítulo, tá ficando rico com esses tratados, gastou 12000 mil pra construção imediata o.o

Hmmm, muito bom uso de imagens, muito informativo aos que querem jogar pela primeira vez. Eu também fazia essa jogada de colocar todo mundo como mercador. Valia muito mais a pena… pena que o jogo me enjoe tão fácil, ele tem uma proposta interessante…

Você deu uns bons improvements… vai fazer nada com seu porto não? pelo que eu me lembro dava para pegar mais recursos através dele…

Calma, tenho q dar um jeito no meu exército primeiro, quando se tem uma cidade só o perigo é constante xD
Anyway, brigadaum a todos que tão acompanhando :slight_smile:

Ótima AAR Hiryuu, gostei do jogo, comecei a jogar com Munster também e já te passei kkk, sem me gabar xD. Criei a Irlanda já e tomei Highlands, Lothian e Wessex.

OIA EU AE HEHEHE

O JOVEM DUQUE ALLAN III IUHUUUUUUUUUUUU VENEREM-ME -SQN

euhue mt boa mano acompanahndo

Bah muito legal a AAR Sir Hiryuu!
Ótimo enredo, como sempre, ótimas imagens, como sempre, tudo ótimo, como sempre… hehehe sou fã mesmo e dai!

Adorei KoH, joguei horrores deste game! Pena que não roda mais no Win 7 64bits…
Eu conquistava toda a Britânia, formava Inglaterra, mas vinha a Alemanha com várias invasões, milhares de soldados, e não tinha cristo segurar eles. Isso me desestimulou neste game.

Tem um game parecido com ele, não é sequência… Reign: Conflict of Nations
So não sei como são as batalhas, ou mesmo se tem elas… mas o mapa me pareceu bem parecido.

Acompanhando!

Valew Phil! :slight_smile:
Sobre o Reign, no mesmo DVD q achei o KoH tem ele, mas comecei a jogar o KoH primeiro. Nâo lembro mto bem, mas se ñ me engano no Reign as batalhas são tipo do EU, simuladas…

São sim, Hiryuu, você escolhe a “ofensiva” e a “defensiva” e tudo é automático, o que tira muito do jogo…
Joguei pouco o Reign, joguei muito mais o KoH, hehehehe
Esperando o próximo capítulo =))