[KSP] - We choose to go to the Moon

É isso mesmo pessoal, irei escrever uma AAR de Kerbal Space Program.

[justify][tab=30]O objetivo desta saga será ir até a lua até o final desta década e fazer outras coisas, não porque são fáceis, mas porque elas são difíceis. Será uma grande aventura, partirá desde lançar satélites experimentais, enviar Kerbals para a órbita baixa, e finalmente partirei para o objetivo final que será a Lua, a partir o limite será a imaginação e minha capacidade de construir e pilotar as naves do jogo, e as sugestões daqueles que se interessarem por essa empreitada, não construirei nenhuma nave com base em nada que tenha por aí de modelo da internet, construirei todas do meu jeito, não será usado nenhum mod para facilitar o game, e farei os devidos cálculos de engenharia para garantir a capacidade da mesma de ir, e se necessário voltar em segurança da sua missão, espero que apreciem este belo programa espacial que está para se iniciar.[/align]

Deixo para todos vós esta bela melodia da série cosmos pra dar um clima mais espacial ainda a este tópico.
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Yey!!!

Acompanhando. :wink:

Kerbal é um dos melhores games que eu já joguei. Pena que nunca consegui chegar na lua, mas consegui criar umas estações legais rsrsrs

Dependendo do rendimento e do meu tempo talvez cheguemos até aos planetas, nunca tentei isso ainda.

Capítulo - 1

Projeto Aladus

Kerbin, um belo planeta azul, que orbita a estrela Kerbol é habitado por uma raça de seres extremamente curiosos que se auto intitulam “Kerbals”, fascinados por ciência e em sua grande maioria pacíficos sonham em explorar o universo e ir até onde nenhum Kerbal jamais foi antes.


Centro Espacial de Kerbal, com destaque para a instalação onde serão construídos as naves que um dia os levarão as estrelas


Vista geral do Centro Espacial

Após anos de avanços tecnológicos, o sonho da população de Kerbin finalmente viu uma chance de se realizar, o centro espacial de Kerbin estava em pleno funcionamento, com as melhores equipes de cientistas, pilotos, engenheiros, e com uma capacidade de construção quase ilimitada devido a grande quantidade de recursos investida nessas instalações, a exploração espacial se tornou a maior prioridade para toda a espécie kerbal, mas por onde começar? nada jamais atravessou a atmosfera e voltou, tudo que eles sabem do espaço vem de estudos feitos em solo, antes de mais nada, os cientistas acharam por bem fazer um extenso estudo sobre o planeta natal deles e assim obterem dados fundamentais que os ajudariam no seu grande projeto, a conquista do espaço.

Imediatamente foram feitos intensos estudos sobre a área e a massa de Kerbin afim de entenderem melhor a gravidade do mesmo e assim saber do que precisam para vencer a força gravitacional e escapar para o espaço. Esses foram os dados obtidos com tais estudos.


Computador de pesquisas e controle da missão do centro espacial, com destaque para Kerbin, objeto de estudo no momento.

Dados obtidos com as pesquisas feitas em superfície,

Após estudos detalhados feitos em várias partes do planeta, estabeleceu se uma base do que é necessário que uma nave tripulada ou não precisa para sair de Kerbin e pelo menos manter uma órbita estável. Iniciou se então um projeto para levar um objeto não tripulado para a órbita baixa e estabelecer assim a viabilidade do programa espacial. Tal projeto teve o nome de Aladus. Os melhores engenheiros se reuniram e começaram os testes de componentes e montagem a fim de criarem um foguete básico mas eficaz, apesar das insistências de alguns corajosos kerbals ninguém iria deixar o planeta por enquanto, era perigoso demais, mas o programa de alistamento de astronautas não parava de receber voluntários para as futuras missões.


Alojamento dos futuros astronautas que iriam explorar o cosmos.

Feitas as pesquisas, foi criado um pequeno satélite batizado de Satélite Experimental Aladus 1, que tinha apenas como objetivo comprovar a viabilidade destas missões e transmitir um monótono bip assim que atingisse uma órbita estável, comprovando o sucesso da missão. O veículo lançador de satélites criado para esse fim era simples mas testes mostraram que tinha capacidade de levantar voo com facilidade e resistir a pressão atmosférica e talvez alcançar a órbita tão desejada. O foguete também levaria combustível extra a fim de se necessário corrigir a órbita ou mesmo expandir ou diminuir a mesma se assim a causa da ciência exigir.


Projeto de veículo lançador de satélite 1(VLS) com o satélite experimental Aladus 1 protegido no seu topo.

É Chegado o dia do lançamento, a apreensão é enorme, é feita a contagem regressiva e o VLS-1 é lançado com sucesso na primeira tentativa.

Após acabar o combustível dos tanques auxiliares, os mesmos são ejetados para diminuir o peso e aumentar a manobrabilidade da nave.

Após passar a parte mais espessa da atmosfera o foguete começa a inclinar a fim de ganhar velocidade vertical e assim poder alcançar a órbita


Os ultimo estágio foi separado com êxito, todos no centro de comando estão entusiasmados, e após uma pequena manobra de aceleração a 70Km de altura, o satélite Aladus 1 está em órbita estável e com combustível de sobra.


Como parte final da missão a capsula protetora é aberta e o satélite é ativado liberando assim o sinal de Bip podendo ser detectado em toda a superfície de Kerbal.


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Projeção da órbita do Aladus 1 feita no centro de controle da missão

A missão foi um enorme sucesso, todo o planeta pôde observar, agora estava comprovado que o futuro dos Kerbals seriam conquistar o espaço, o líder dos engenheiros Werner Von Kerman destacou a importância que este pequeno objeto em órbita teria para toda a espécie, e que as próximas missões seriam ainda mais desafiadoras, mas que ele e sua equipe fariam o melhor de si pela ciência e por toda a espécie kerbal.

Parece tão simples, rsrs

Se você fizer os cálculos de twr e delta v, e manter a aerodinâmica no lugar, e relativamente tranquilo entrar em órbita baixa, agora fazer tudo no chute realmente e sofrido, só vim a aprender melhor kerbals depois que entendi o delta v e twr.

Que jogão e lindo começo!!!

Capítulo - 2

Indo onde nenhum Kerbal jamais esteve

O projeto Aladus se mostrou promissor, mas os Kerbals são uma espécie ambiciosa, esse pequeno sucesso os fez sonhar bem mais alto, agora, o objetivo agora era enviar um Kerbal para a órbita baixa juntamente com um satélite cientifico (Chega de objetos experimentais), o módulo de comando deveria se separar do satélite já em órbita e desceria para a superfície do planeta são e salvo, enquanto o 1º satélite cientifico de Kerbal realizava suas primeira experiências no vácuo. A melhor equipe de engenheiros tratou de estudar o método mais eficaz de alcançar tal façanha. Antes de qualquer outra coisa ser feita foi feito um cuidadoso estudo do VLS-1 o foguete que lançou o satélite experimental e constatou se que o mesmo não é capaz de realizar qualquer tipo de manobra mais complexa além de levar pequenos objetos para órbita baixa, portanto foi necessário a construção de um novo foguete, maior e mais complexo, além disso um novo tipo de combustível seria testado na sonda cientifica, o gás Xenon. Mas primeiro seria necessário comprovar a eficácia do módulo de comando que levaria um Kerbal para fora do planeta e se a mesma sobreviveria a uma reentrada.

para isso foi construído um pequeno foguete, com capacidade mínima apenas para garantir que a mesma era capaz de garantir a segurança dos Kerbonautas. Um piloto das antigas aeronaves militares do tempo em que os kerbals ainda lutavam entre si pela supremacia do planeta se ofereceu como voluntário para a missão, seu nome era Jebediah, dotado de grande coragem e ambição, ele queria ser o primeiro a fazer história apesar dos riscos óbvios que ele correria se expondo de tal maneira, mas tais riscos não eram nada comparados com o progresso de sua civilização. Portanto Jebediah foi aceito como o primeiro Kerbal a sair do planeta.


O foguete de testes pronto para ser lançado

O mesmo subiu até uma altitude de 15.000 metros e começou a cair, para que os para quedas abrisse aos 2000 metros de altitude, e por fim se abriram por completo a 500 metros de altitude, o pouso foi suave e sem problemas para Jebediah.



Jebediah no local de pouso do módulo de testes.

Após o sucesso com os testes do módulo agora começaria o trabalho dos engenheiros de projetar um foguete com a capacidade de levar um satélite e um kerbal ao mesmo tempo, sendo que apenas o módulo habitado retornaria para o planeta, por segurança determinou se que os 2 equipamentos seriam dotados de propulsão própria, o módulo de comando seria propulsionado por um motor de combustível líquido comum enquanto á sonda seria usada para testar o gás Xenon.


Carga útil do foguete Aladus-2

Após meses de trabalho intenso, finalmente o foguete estava pronto para lançamento, Jebediah esteve sob o mais intenso treinamento durante este período e agora estava pronto para fazer história.


Foguete Aladus 2 na base de lançamento transportando o módulo de comando e a sonda cientifica Aladus 2

Seguindo o mesmo padrão do lançamento anterior, o foguete seguiu seu curso até 10.000 metros de altura, e começou a aumentar sua velocidade horizontal a fim de alcançar a órbita em torno do planeta, conforme seus estágios foram esgotando o combustível eles os descartou, perdendo o peso morto e aumentando a sua manobrabilidade.


Após uma órbita relativamente estável ser estabelecida, o módulo de comando se separou da sonda, voltou se na direção dela e realizou uma acoplagem para liberar os seus motores para queima e levar a sonda até o ponto desejado, mais uma vez tudo correu sem problemas, apesar dos temores do controle da missão, Jebediah sabia o que estava fazendo e estava confiante de suas capacidades, muitos do centro espacial o haviam subestimado.


Chefe do controle da missão Gene Kerman visualmente preocupado com o momento da desacoplagem dos módulos


Módulo de comando e sonda acoplados conforme programado nos parâmetros da missão



Sonda Aladus sendo liberada do módulo de comando já com seus painéis solares abertos e antenas prontas para transmitir dados científicos


Primeiro experimento verificar a temperatura na órbita baixa.

Como ultimo experimento da missão e uma chance de mostrar a eficácia dos trajes espaciais, foi determinado que Jebediah faria a primeira caminhada no espaço, sairia de sua nave, iria até a Sonda Aladus e verificaria o estado dos instrumentos da mesma, após isso, retornaria para sua nave e iniciaria o processo de retorno após ter completado 2 órbitas em volta de Kerbin.



Jebediah entre as duas naves espaciais realizando a primeira caminhada espacial.


Aproximação com a sonda


Tudo está no lugar, vamos voltar para casa.

Jebediah retornou para o módulo de comando, ligou os motores em direção reversa para reduzir sua órbita e ser puxado pela gravidade de Kerbin, e por fim soltou a capsula do resto da nave, agora tudo que precisava fazer era esperar enquanto iniciava se a reentrada.



Reentrada na atmosfera, o escudo de calor se mostrou bastante eficaz.



Para quedas abertos como programado, mais um sucesso para o programa espacial Kerbal.


Jebediah no local de Pouso, foi registrado tudo quanto fosse possível dessa missão.

A situação no centro espacial era de euforia, 2 sucessos seguidos, se permitirmos que a nossa imaginação trabalhe livremente, talvez não haja limite de onde podemos chegar, a conquista do espaço é iminente para todos, disse o antes preocupado Gene Kerman agora confiante do seus progressos, talvez em breve iremos nos aventurar em outros corpos celestes, além da órbita de Kerbin.

Por último graças aos esforços da equipe de Astrônomos do centro espacial e com a ajuda da sonda ciêntifica em órbita, foi criada a primeira projeção exata do sistema solar dos Kerbals, apliando ainda mais os horizontes e permitindo a eles sonhar ainda mais alto do que já sonhavam.

Go Kerbals!!!

Para o alto e além!

estou planejando no próximo capítulo enviar a primeira missão a lua, no caso essa será não tripulada, gostaria de saber o que gostariam de ver, estou em dúvida entre três tipos de missão.

Opção 1: Sonda Cientifica Orbital, vai ficar a cerca de 20km da superfície estudando o satélite.

Opção 2: Lander Fixo, vai pousar em uma área predeterminada da lua, e fazer experimentos pousado, não pode se mover após o pouso.

Opção 3: Lander Ambulante (Rover), Estilo Curiosity em marte, pousar um robô com rodas e equipamento cientifico, poderá se mover a vontade, desde que não quebre no pouso, e seja respeitado os limites do equipamento. (não tenho nenhuma experiência com esse tipo de missão, o ultimo que tentei quebrou as rodas ao pousar.)

O que acham?

Preferencialmente a opção 3, mas se achar muito complicada vai da 2ª.

Meu maior problema com a opção 3 é o transporte, ainda não encontrei um meio seguro de levar até lá.

Então faz a segunda!

Sigamos o “padrão”, 1, 2, 3… seria mais lógico dentro do contexto “histórico”…

Devido a uma série de problemas que aconteceram com meus computadores, tanto o PC como o notebook, houve um atraso no próximo capítulo. Mas o mesmo deverá sair ainda essa semana. Mas como formatei o meu notebook, os dados das missões anteriores foram perdidos, mas continuará de onde parou, quanto a isso, não haverá atrasos. De repente houve problemas com os computadores dos Kerbals também e aí perderam o contato com os satélites em órbita. rsrs

Boa explicação.