[M2TW-SS] Castelhanos

Setup


Bem pessoal, estou iniciando minha nova AAR.

Pretendo que ela tenha um formato dinâmico… rápido.

Estarei jogando com o Reino de Leão e Castela, no mod SS 6.4, com a compilação de sub-mods do Meneth.

Não tem como eu explicar aqui todos os sistemas que existem no SS 6.4 e nem na compilação de sub-mods. Vou me restringir a dizer que não existe nada igual! O nível de dificuldade, profundidade e grand strategy vai às alturas. Até mesmo a riqueza pessoal de cada nobre é levada em conta para a capacidade de recrutamento e de manutenção de tropas em uma campanha… ou se tiver o apoio da coroa!!! Hehe

DLV não é mais, na minha opinião, o melhor mod medieval para o M2TW. SS está bem melhor agora!

É fantástico!

VH/VH, mas é claro, com os scripts opcionais ativados conforme a imagem abaixo. Early Campaign (1100).

Os capítulos vão ser de 20 em 20 anos no mínimo. São dois turnos por ano neste mod (verão/invermo). So que o contador de turno conta 1 turno a cada 2 de jogo. Então nas imagens vai aparecer 20 por 20 turnos, so que na realidade são 40 turnos, pois tem verão e inverno.

Objetivos: Vencer com a facção, ou morrer, nada mais!

Capítulos

Introdução
1° capítulo 1100 a 1120
2° capítulo 1121 a 1140
3° capítulo 1141 a 1163

Introdução

Qualquer homem que tenha nascido na Península Ibérica se chamaria de “espanhol”, então, quando o rei Alfonso VI declarou-se o “Imperador de toda a Espanha”, três anos atrás, foi uma reivindicação verdadeiramente corajosa. Afinal de contas, desde os tempos do Império Romano do Ocidente, nenhum nobre realmente governou a península sem oposição. Atualmente, os mouros, ao sul da península, estão fortemente estabelecidos, e a declaração de independência de Portugal, parece provar que realmente Alfonso estava errado.

No entanto, Alfonso tornou-se rei de Leão, Castela e Galiza, de uma só vez, portanto, suas pretensões possuem, definitivamente, alguma natureza. Agora que as mesquinhas diferenças das cortes cristãs foram abolidas, parece que a Reconquista pode, finalmente, se tornar realidade. Alfonso VI é o primeiro soberano que verdadeiramente se encontra em condições de fazer retroceder os muçulmanos de volta para o norte da África.

Os primeiros movimentos para um Reino de Espanha são óbvios, mas para além da Ibéria, há muita insegurança. O rei da França pode ser acuado em Paris, para evitar enfrentar os barões franceses, porém, pode atravessar os Pirineus para reivindicar seus feudos do sul, já que é mais provável que procure unificar seu povo do que dividir sua lealdade.

A menos que a nova realeza espanhola esteja disposta a embarcar em uma campanha tão perigosa, devemos olhar para o mar para encontrar fronteiras menos assustadoras para atravessar. Os espanhóis sempre demonstraram uma afinidade com o mar e isso pode lhes fazer bem. Quem sabe, talvez os grandes impérios do futuro sejam construídos no mar, em vez de o serem em terra seca. Se assim for, o povo que dominar esta arte da guerra, por primeiro, serão os que herdarão a terra.

Traduzido e adaptado do jogo em inglês.

Aguardando mais uma AAR épica.

Com certeza será meu entreterimento por longas semanas, comendo torrada com suco de laranja.

Acompanhando.

Uma AAR do Philippus no SS 6.4!!! aee*

Com certeza eu vou acompanhar!

Tava só esperando ver qual é o país!
Tava imaginando que fosse a Rússia, mas dexa queto.

go go go, castela!
Cristaniza a Ibérica!

Esse SS 6.4 é algum mod?

Acompanhando

[b] Diário de Campanha 01

Relatos do ano de Nosso Senhor de 1100 até o ano 1120

Rei Alfonso VI[/b]


[i]A coroação de Alfonso, imperador de todos os espanhóis![/i]

Após a coroação de Alfonso como rei de Leão, Castela e Galiza, este decide separar os temas relevantes do exército e da marinha reais, das discussões gerais do Conselho Real. Esta medida teria o objetivo de unificar o comando das forças militares, criando um núcleo profissional para um futuro exército e marinhas permanentes, que utilizassem em sua base e em seu comando, homens das armas de profissão e não mercenários e camponeses na totalidade.

Foi criado o conselho de guerra, já que os planos de Alfonso para o reino eram de expansão para cima dos mouros.

A situação do reino neste ano de 1100 é a seguinte.

O reino possui quatro capitais regionais, sendo estas: Leon, a cidade capital do reino, Salamanca, uma cidade, Burgos, um castelo na fronteira do reino com o reino de Aragão e por fim o castelo de Toledo, nossa principal fortaleza.

A Leon, a capital, é governada pelo rei Alfonso.

O filho mais velho do rei é Sancho e comanda o castelo de Burgos, já que este membro da família real é um general dos exércitos reais.

Gonzalo Quijada é um proeminente nobre de uma grande casa de guerreiros do antigo reino de Toledo, do qual Alfonso também é rei, ele é o general em chefe, ou seja, um marechal, que comanda os exércitos reais, a partir do castelo de Toledo.

O rei precisa solidificar seus domínios, para atingir seus planos de conquista na península, por isso precisa de uma grande família real, com amplas conexões. Nada mais natural que casar sua filha mais velha Urraca, com o general Gonzalo. Esta foi a decisão do rei.

O rei reuniu o Conselho Real, para deliberar as condições do reino e os planos para proporcionar os meios necessários para a guerra de expansão.

Obras para melhorar a infra-estrutura do reino foram encomendadas pelos nobres que possuem o comando dos castelos ou o governo das cidades. Estradas em Burgos para melhorar o transporte de mercadorias e tropas, além de estruturas militares em Burgos e Toledo, para recrutamento e treinamento de novas tropas, mercados em Leon além de igrejas, capelas, tavernas e estruturas militares para recrutar e treinar as milícias. As obras em Salamanca são impossíveis no momento, pois não existe um governo estabelecido na cidade. O rei pretende estabelecer seu filho mais novo, Pedro, e seu séquito, quando este completar 5 anos, idade de ser entregue aos tutores e mentores, que por fim, terão o governo da cidade até que Pedro complete 16 anos e possa decidir seus caminhos.

Todas as tropas são concentradas no castelo de Toledo, para iniciar uma campanha de conquista da cidade de Sevilha, que esta sem governo definido e em disputa pelo Califado dos Mouros, Portugal e nosso reino.

No ano de 1102 foi arranjado o casamento de Urraca, princesa de Portugal com o nosso príncipe Sancho. O rei não esqueceu a desonra pela independência de Portugal, mas é hora de formar alianças pela reconquista da península ibérica.

No ano de 1103 Pedro Jiménez completa 5 anos e é enviado com seu séquito para Salamanca, onde as obras de melhoria são iniciadas.

Uma aliança é formada com Aragão, que por sua vez se alia com Portugal, que já é nosso aliado. Um forte bloco esta se formando contra as pretensões dos mouros na península, resta saber se após a guerra de reconquista, Aragão e Portugal irão aceitar a supremacia e o governo de Leão e Castela!

No ano de 1104 iniciamos o ataque a Sevilha!

No ano de 1106 os mouros demonstram seu interesse por Valência!

Um diplomata esta sendo enviado para a Europa central e além para tecer tratados de comércio, troca de mapas e possíveis alianças.

No ano de 1107 a mão da filha mais nova do rei foi dada a um nobre local, Alfonso Cepeda, ele é um bom administrador e deverá ser o governante de Salamanca, já que Pedro demonstrou inclinação para a vida militar, e deverá ser formado como general.

A família real cresce!

Neste mesmo ano um imprevisto aconteceu, uma tropa do Califado dos Mouros atacou nossas forças que estavam cercando Sevilha. Não havíamos iniciado o ataque a cidade por que nossas tropas de infantaria e arqueiros eram compostas de milicianos, que são impróprios para o combate. Agora, teríamos que lutar por nossas vidas.

A batalha foi intensa, apesar de nos posicionarmos acima de uma elevação, nossos arqueiros milicianos causaram pouquíssimas baixas nos mouros, seu alcance era irrisório e provocavam pouquíssimos danos no inimigo. Quando nossa linha de infantaria recebeu o choque da infantaria inimiga, sentimos o peso da batalha e nossos milicianos morriam como moscas. Nossa cavalaria foi a que causou as maiores baixas nos mouros, principalmente para tentar ganhar a batalha, ou invalidar um posterior ataque destes a Sevilha. No fim, vendo que a vitória era impossível, Gonzalo determina a retirada para que a batalha não se tornasse um massacre.

De 1108 a 1011 recebemos os relatos que os mouros sofreram uma fragorosa derrota para os independentes de Valência, bem como de Sevilha.

Além disso, Portugal conquistou Sevilha e declarou guerra ao Califado dos Mouros. Em contra partida os mouros retomaram as forças e partiram novamente para a conquista de Valência, perto de nossas fronteiras.

Em nosso reino tratamos de restabelecer nossa economia e terminar as primeiras estruturas militares em Toledo, assim, estamos recrutando um novo exército, desta vez mais bem treinado e de melhor qualidade, com um misto de infantes lançadores de dardos, arqueiros milicianos, cavaleiros lançadores de dardos, mercenários lanceiros e solados espadachins.

Em 1114 a cristandade chora, a cidade santa de Jerusalém foi capturado pelos muçulmanos.

Neste ano Alfonso Cepeda foi nomeado, pelo rei, Duke de Salamanca e para comemorar, as obras para a ampliação da cidade se iniciam.

Pedro Jiménez, agora com 16 anos, general dos exércitos reais, inicia sua jornada para Toledo, onde, sob as ordens do marechal Gonzalo, comandará um exército na guerra contra os mouros.

[b]Ano de Nosso Senhor de 1117

Rei Sancho I[/b]

1117, um ano amargo para os espanhóis! O grande rei Alfonso morre com 67 anos, no auge de suas capacidades!

Após a coroação de Sancho, novo rei dos espanhóis, Pedro é nomeado o príncipe herdeiro.

Neste mesmo ano Pedro saiu de Toledo no comando de um grande exército. Ele se dirigia para Valência, mas no caminho deu combate a um grande exército mouro. O combate foi relativamente fácil, as melhores tropas espanholas, em conjunto com uma grande quantidade de projeteis causaram fortes baixas no exército dos mouros, que após perderem seu general, no combate, debandaram. Nós, espanhóis do exército do rei Sancho, perseguimos e matamos todos os hereges.

Recebemos a triste notícia de que os mouros assinaram um tratado de cessar fogo com Portugal. Já podemos ver a tempera fraca e covarde destes nossos “aliados”!

Estamos construindo igrejas pelo reino e padres estão sendo ordenados. Pretendemos manter as melhores relações possíveis com o papado.

Em 1118 um pretendente foi apresentado à filha mais velha de Gonzalo. Ramiro de Almazán. Ele era da nobreza, era um administrador, que nos serviria de governador para alguma futura cidade e possuía uma riqueza pessoal adequada. O casamento foi acertado para alegria de todos.

Em 1120 o príncipe Pedro se casou com uma nobre espanhola local, chamada Genoveva. A família da jovem era poderosa e rica e o casamento foi arranjado pelo rei. Todos esperam muitos filhos desta união, já que o rei Sancho não conseguiu, até o momento, gerar um herdeiro.

Neste mesmo ano, Pedro chega ao fim da marcha a Valência e ataca o castelo. Os soldados assaltam as muralhas com fúria e matam todos os defensores muçulmanos, a batalha se estende pelas ruas, com uma disputa entre as cavalarias. No fim, a praça central foi invadida e todos os mouros que restavam foram trucidados. Vitória!

1120 é o ano da virada, o ano da desforra espanhola contra os infiéis e bárbaros mouros! O castelo de Valência era nosso, porém, as terras entre Toledo e Valência estão infestadas de tropas muçulmanas, desbaratadas e desordenadas após as seguidas derrotas, no entanto, devemos combatê-las e continuar nossa expansão.

Os planos de Alfonso continuam vivos com seu filho, que herdou a vontade e o direito de ser rei de todos os espanhóis e de toda a península.

Avante Espanha!!!

Até que enfim uma nova AAR do grande escritor Phillipus.Eu só acho que poderia ter mais descrições de batalha com imagens das mesmas porque é que eu gosto,mas se voce deixar do jeito que está ainda continuara perfeita

Grande.

Muito bom, simples, resumido. O suficiente.
Parabéns.
Encontrei alguns erros de português, mas nada demais.

Acompanhando.

Obrigado pelos comentários e elogios.

“Após a coroação de Alfonso como rei de Leão, Castela e Galiza, este decide separar os temas relevantes do exército e da marinha reais”
este decide separar os temas relevantes do exército e da marinha real? ou exército real e marinha real?

Não sei se estou certo, mas soou um pouco estranho.
E tinha outro, mas me esqueci onde estava.

Você deveria entrar em mais detalhes sobre os planos econõmicos(aonde você está investindo dinheiro), entende? Bem, foi um bom primeiro capitúlo.

Muito show, bacana mesmo!
Esperando o próximo up

Historicamente falando, o primeiro rei de portugal não ganhou o reino de portugal de presente do rei da Espanha por ajudar no combate aos Mouros na península Ibérica? Pelo que eu me lembre foi assim.

:open_mouth:
Quando eu terminar minhas AARs, faço uma com portugal só para vingá-los, hehe. Uma ideia interessante seria portugal liderando a Península Ibérica.

EDIT: Já que portugal lutou por suas terras, devia ter lutado por terras férteis. Segundo me recordo, portugal foi “Além mar” por alguns fatores, entre os quais a má qualidade do solo.

Muito bom começo de AAR!

Bem resumida! (y)*

Depois que acabar com os Mouros a hora de Portugal vai chegar! hehehe :imp:

Eu fiz uma campanha com Portugal no DLV, foi muito massa. So não relatei ela.

Outra que deve ser tri é com algum reino Russo.

Uma AAR que quero fazer é com os Bizantinos!!!

Eba, uma AAR!

=)

Bem, bem, bem corrido, como você mesmo disse.
Podia só tirar umas screenshoots de coisas peculiares do MOD, para fazer propaganda a esse, como traits, construções, etc… =B

O que eu quis dizer, era detalhar em imagens, entende?