[M2TW-SS] The ice cross

Jogo: M2TW + SS6.4
Facção: Dinamarca
Dificuldade: H/H (Hard/Hard)
Objetivo: Tornar uma potência crista no báltico

Após o fim do século 11, a Dinamarca passou por uma transição de uma colcha de retalhos de chefes regionais(Jarls) em um reino que refletia partes do feudalismo europeu, com um governante poderoso rei através de um influente nobreza.
O período é marcado por lutas internas e como a sua posição geopolítica é fraca, recebeu muito a influência política e religiosa do império alemão.
O período também contou com o primeiro dos grandes edifícios de pedra (principalmente igrejas), uma penetração profunda d a religião cristã e o aparecimento das ordens monásticas na Dinamarca.

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Assim, o reino da Dinamarca,um dos lares dos grandes vikings, não passava de um pequeno reino emergente na Europa que se formava.
Com poucas cidades e sem um grande exercito, ela não representa uma ameaça aos vizinhos, mas isso estaria para mudar.

Nota pessoal:
Essa AAR vai ser um pouco demorada. Como é com o Stainless Steel 6.4, não tem como sair lutando e invadindo tudo, mas terá grandes batalhas.
Pretendo colocar uma trama para os personagens e eventos históricos “deturpados” para deixar o texto melhor.
Sou um pouco leigo nessa parte da história e a minha fonte geralmente será Wikipédia ou outro material,mas desde já agradeço os comentários e palpites.

[left]Situação e configuração[/align]

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[center]Prólogo[/align]
King Erik: Um bom rei e general, anseia em manter seu reino prospero e defender o cristianismo.
Principe Knud: filho mais velho de Erik, é um grande guerreiro que foi criado ouvindo sermões de padres, mas também as histórias de seus ancestrais. Sua juventude lhe dá vitalidade, porém um pouco de imaturidade.
Niels: Irmão do rei, é um bom administrador. Tem rancor por não ter se tornado rei no lugar de seu, porém nunca se interessou em guerras. Atualmente pensa apenas em uma vida confortável como governador.
Ragnhild Svendsen: Como filha de um rei, foi educada e moldada como uma grande dama. Entende 3 línguas diferentes, conhece história e entende de política bem como é dotada de uma beleza espetacular.

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O rei conta ainda com o apoio:
O espião Budle, um homem gatuno que ele contratou quando o mesmo escapou três vezes da masmorra.
O burgues de Arhus Toke, um homem pequeno e gordo, mas com faro de dinheiro.
O Cardial Harald, responsável pela arquidiocese no norte. Foi o instrutor de latim do príncipe e sua irmã. Tem pretensões de partir para Roma, porém ainda não completou seu trabalho no norte de forma satisfatória.
O diplomata Vihelm, ensinou línguas a princesa. Atualmente tenta cair nas graças do rei e conseguir um cargo administrativo.

[center]Verão de 1100[/align]
O rei sentado no seu trono inspeciona um documento contendo os relatórios da economia, alguns nobres escolhidos, senhores feudais importantes que prestaram juramento a ele o observam na mesa.
-A economia esta boa, porém poderia estar melhor. diz o rei jogando o rolo na mesa
-Temos uma boa receita, meu senhor - um fala, trajando uma roupa relativamente simples, exceto pelo broche de outro que segurava a sua capa - além de que o tesouro real conta com a enorme quantia de 10000 moedas.
-Grande merda - retruca outra de feições fortes - mal dá para recrutar e manter uma cavalaria digna. Apenas a guarda dos generais tem cavalos.
-Cavalos, a merda para os cavalos. - gritou outro - Estamos na Dinamarca, não há espaço para cavalos. As poucas terras cultiváveis não devem servir de pastos e sim fornecer alimento para agüentarmos os rigorosos invernos.
-Silencio - gritou o rei - este é um conselho e não uma taverna.
O silencio reino no salão, o rei pegou um pergaminho e leu.
“Caro pai, escrevo de forma informal e em péssimo latim, seja pelas minhas mãos estarem acostumadas ao peso da espada e não o da pena. Também pode ser porque nosso querido Harald não conseguiu colocar muita coisa ma minha cabeça, alem de galos feitos pelas reguadas.
Enfim, escrevo para solicitar ao senhor, como membro do conselho de guerra, a ouvir os nobres senhores feudais, mas ouvir também a voz da razão. Estamos cercados ao sul pelo poderoso império germânico. Ao norte temos os noruegueses dos quais tivemos desavenças no passado.
Ao leste temos os rebeldes, pequenos reinos suecos desfragmentados, porém não são presas fáceis. Solicito ao senhor que me envie as forças militares para que eu anexe territórios ao nosso reino.
Mais territórios representam mais senhores feudais, porém mais receita para o reino e mais soldados para defender nossas terras.
O tio já apóia, desejo o seu apoio também.”
-Como viram, meu filho tem a chama na alma. Porém ele esta vendo apenas o seu 15 verão e a juventude é um risco. Mas esse é um risco que desejo correr.
-Meu senhor, ele é seu único herdeiro. Se morrer
-Meu pai- disse a princesa entrando no salão, sua beleza contagiou alguns dos senhores -meu irmão é sábio e luta bem, aprendeu muito com o senhor. Porém tem que tomar cuidado, ele é seu único herdeiro homem e o senhor não é tão novo.
-E uma disputa pela sucessão ocasionaria numa vulnerabilidade perante nossos vizinhos - completou o pai.
-Exatamente como você me explicava enquanto eu coloria o mapa dos reinos que foi feito em couro de cabra - riu a princesa.
-Devemos então fortalecer o exercito, mas também as relações diplomáticas - disse um dos nobres.
-Não são tão inúteis como eu pensava - riu o rei - faça isso enquanto eu converso com minha filha.
E assim foi feito, florestas começaram a ser derrubadas para ter mais campos. Soldados foram enviados ao príncipe em Lund e milícias eram formadas nas cidades.

-Minha filha - disso o rei - você sabe que já se encontra em idade de casar. Sua mãe já disse que você aflorou e nossa família é pequena.
-Meu pai, não continue. Sei de minhas obrigações como uma princesa, porem sei que o senhor conhece minhas habilidades diplomáticas. Deixe-meeu proteger o reino da minha forma e depois eu me caso com aquele que o senhor escolher.
-Você quer defender o reino, mas creio que isso implica conhecer o mundo. Mais alguma esperteza em sua cabeça e acredito que conseguiria convencer até o Toke a doar o dinheiro para igreja.
-O príncipe germânico não tem interesse em se casar com uma dama do norte. Ele provavelmente prefere em sua cama as ramareiras que encontra nas grandes cidades italianas.
-A esposa de um rei não representa muita coisa além de um instrumento político. O amor e respeito vêm após o casamento, este apenas serviria para garantir que somos vassalos e ainda assim sermos independentes.
-Você teme assim tanto os germânicos? - perguntou ela.
-Eles tentaram inúmeras vezes tomar esse território de nossos ancestrais, se lutarmos com eles várias vidas seriam perdidas na luta e tantas mais com a fome e o inverno.Outro dia discutimos esse assunto.

A princesa parte, acompanhada de alguns soldados e uma companhia de honra. No caminho rumo ao império germânico encontra Christoffer, um diplomata norueguês. Ela o convida para um pequeno banquete onde descobre que ele ruma para o sul.
-O que espera encontrar no sul que não exista no norte, caro senhor?
-Nada de mais minha princesa. Apenas terras mais quentes e algumas relações comerciais.
-Me diga, o que é mais importante em um castelo?
-Isso é uma charada. Ho senhor, ajude esse homem a descobrir a resposta. Claro é o rei ou governante daquele local.
-Não,porque alguns soldados inimigo pode avançar sobre o castelo e matá-lo.
-Eles teriam que escalar as muralhas, portanto isso não aconteceria.
-Exato - gritou ela de jubilo - você acertou. São as muralhas, elas são feitas para proteger o que consideramos mais importante e logo ela são mais importantes que todo o resto.
-O que quer dizer com isso?
-Seu reino fica ao extremo norte e mais além não existem inimigos além do mar e gelo, o que é uma muralha. Ao leste existe um percurso de água revoltosa, o que deixa o mar até a Bretanha como outra muralha.
-Ao sul existe um reino cuja bela princesa conversa comigo - disse o diplomata - mas não esta sendo clara.
-Ao sul, - disse ela - exista muito mais. Existe uma princesa que fornece uma muralha, existe um reino que oferece não só relações comerciais como também a muralha de uma aliança.
O diplomara ficou pasmado. Porém aceitou de imediato. Seguiu-se uma negociação onde ela forneceu um pequeno mapa do reino em troca de 1000 moedas. Quando partiram na manha, eles se separaram e cada um tomou o seu rumo. Um dos soldados se aproximou da princesa e perguntou:
-Cara princesa - disse sorrindo entre o capacete com proteção nasal - e quanto ao leste?
-Lá - retribuiu o sorriso - é de quem tomar.

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O fim do verão se passa. Toke começou a fazer negócios ao norte de Lund e fornecer 100 moedas anuais. Budle recebeu ordens do príncipe para verificar a situação nas cidades rebeldes ao norte.

[center]Verão de 1101[/align]
Principe Knut inspeciona as suas tropas, após algum tempo quando um dos seus guardas costas comenta.
-Metade deles são inúteis senhor.
-Como assim?
-Olhe, a maioria nem possuem espadas. São camponeses com lanças e escudos.
-Me diga, você que tem espadas na mão e um cavalo ao meu lado.O que acha deles.
-Os arqueiros são bons, alguns podem causar um dano.Porém nessa tropa eu apostaria apenas naqueles que já foram piratas ou como dizem vikings.
-É certo, uma milícia é fraca. Me diga, em qual castelo que não temos podemos recrutar esses soldados que precisamos?
O soldado ficou sem graça, o príncipe continuou.
-Um camponês com uma lança é um camponês descartável. Um camponês com um objetivo, nas mãos certas, é um soldado.
-Ainda discordo do senhor - respondeu o soldado.
-Eu sei, por isso eu sou líder e você soldado. Quando estiver cercado por “camponeses”, 70 lanças apontadas para você sobre o cavalo,mate todos sem morrer e teremos novamente esta discussão.
Um soldado entrou correndo, mal escondendo o sorrizo no rosto.
-Meu príncipe, chegou novas ordens.
-Diga.
-O conselho de nobres solicita que tome Stettin e assegure a autoridade de seu pai na região.
-Finalmente os velhotes tomaram alguma iniciativa. – disse o príncipe.

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Os homens partem, sobre seus navios deslizam sobre as ondas e chegam a costa sul do mar báltico. Lá fazem o desembarque e se agrupam para marchar contra os rebeldes.

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O cardial Harald recebe uma carta do rei informando que o príncipe rumava para lá, já ia fechando quando leu a observação do rei em letras pequenas.
“Lá a heresia é forte, metade deles são pagãos”
-Vamos partir -disse a um dos padres - não posso deixar o príncipe desviar da santa cruz. Trabalhei muito para que um bando de pagãos desviem aquele jovem da verdadeira fé.

A princesa chega à cidade imperial de Hamburg, lá sabendo da sua condição de jovem princesa o condecorado general Conrad Von Hohenstaufan vai de encontro a eles.
-O que trazes bela dama a mer pais - disse com dificuldades tentando reproduzir o idioma dela.
-Vim visitar esse magnífico castelo, nobre senhor. Talvez saber mais sobre as suas grandes aventuras antes de partir para mais ao sul a fim de trazer prosperidade ao meu povo.
-Ha, me sinto um guerreiro que perdeu a espada em uma justa. Seu alemão é fluente.
-Obrigado, porém não existem guerreiros corajosos a fim de o desafiarem.
-sua gentileza me constrange - disse Conrad - fiz alguns feitos sim.Porém sou importante e respeitado porque soube transformar essa cidade em uma grande defesa.
-Defesa contra os homens do norte?
-Oh, mais uma vez desarmado.
-Todos sabem que alguns homens ao norte se aventuram em tentar saquear. Porém não podemos culpá-los que quererem melhorar a sua condição de vida.
-Palavras perigosas senhorita, o mundo não é tão justo como deveria.Porém saiba que muito desses necessitados aceitaram trabalhar para mim ou serem camponeses em alguns campos.
-É bom saber disso, um coração bom em um mundo perigoso é um conforto.Nossos reinos não se entendem bem.

A conversa prossegui, Conrad gostou de ouvir como ela pensava, não negando que a beleza daquela dama do norte o enfeitiçava.
Para melhorar a situação, a princesa e Conrad realizaram uma aliança, bem como relações comerciais. Paralelo ao fato eles decidiram que algumas moedas de ouro ajudariam os camponeses do norte. Para justificá-la, adicionaram o mapa da Dinamarca no acordo. Isso melhorou as relações, ainda mais quando a princesa propôs um tributo de 100 moedas por 7 anos como respeito ao poderio imperial e o apoio contra rebeldes e insurgentes.

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-E quanto a um casamento com o herdeiro do império? - perguntou Conrad ao final das negociações – soube que ambos se encontram solteiros no momento.
-Vivi a sombra de meu irmão e a de meu pai, apenas a opinião deles ou de nobres prevalece. Eu queria mudar o mundo, ajudar os camponeses, mas minhas mãos ficam atadas.
-Olhe para fora - disse ele acompanhando ela - o que ve?
-Nessa pequena fenda para arqueiros - riu ela.
-Sim, o que vê?
-Muito pouco, uma senhora vendendo pão. Próximo daqui um homem amarra alguma ave que caçou.
-Sim, são pequenas pessoas seguindo a sua vida. Daqui um arqueiro poderia tirar uma delas.
-Não compreendo.
-Você é esse arqueiro. O mundo é maior que essa fenda, quando você sair lá fora.Porém você tem como mudar a vida de algumas pessoas.
Quando se tornar mais forte ou importante, pode mandar alargar ela e assim mudar a vida de mais pessoas.Mas lembre-se, se alargar demais você ficara desprotegida e eles poderão te acertar.
-Sim e não. Eles até poderão, mais eles não queirão.

[center]Inverno de 1102[/align]
O assentamento rebelde de Settin é cercado. Seu pequeno terreno é composto de uma muralha de madeiras podres e uma pilha de madeira que é um esboço de castelo.
O nobre rebelde do local se recusou a jurar vassalagem ao príncipe.
-Maldito idiota - reclamou o príncipe quando soube – eles mal tem suprimentos para um cerco prolongado e ainda assim recusam a minha oferta. Com um machado dá para arrombar aquela defesa.
Um dos soldados chega a cavalo, carregando o brasão dos três leões da Dinamarca e uma carta. O príncipe lê a carta incrédulo, onde a caligrafia de sua irmã, mais bonita que a dele assim como o ouro esta para o carvão, dizia que se casou.
-Casamento, eu não acredito. Meu pai deve estar doido com essa noticia. Sempre disse que era estava sendo ensinada para ser uma princesa alemã. Bom, deixamos isso de lado só saberemos mais noticias daqui a algum tempo.

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[center]Verão de 1103[/align]
O rei observa as cartas sobre a mesa.
“Caro rei, ao norte encontra-se Oslo e um castelo de madeira reforçado. Bem guarnecido por rebeldes, porém a noite na parte leste não prestam muita atenção.” Leu a carta de Budle, em seguida leu outra. “Camponeses a leste de Oslo viram uma grande força norueguesa. Confirmei o fato, além das forragem por lá já fora usadas”
Há Budle, pensou o rei, sempre direto ao assunto.

“Cara majestade o rei, seu humilde servo Vihelm o escreve para dizer que rumo a leste onde o povo polonês se encontra. No caminho me hospedei em um castelo de madeira em Thorm. Aqui os poloneses rebeldes não aceitam o poder do reino polonês e são liderados por um senhor feudal.”

“Caro pai, espero que não se aborreça a respeito de meu casamento. Estarei chegando dentro de alguns meses a cidade onde o senhor conhecera meu marido. Creio que não se arrependera”
Me arrepender, pensou o rei, ainda tenho uma filha que não aflorou que poderei usar. Você é muito burra, seria imperatriz e agora será apenas princesa.

-Meu senhor – disse um soldado – os nobres já foram a algumas horas e você ainda está pensativo.
-Estou olhando os gastos – disse ele mexendo nos pergaminhos e pegando um deles – envie uma cópia desses para os feudos dos nobres que não vieram a reunião. Diga que os gastos com o certo causaram esse problema financeiro.

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Finalmente ele pegou a carta de seu filho a respeito da luta

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“Pai, hoje o senhor se orgulhara de seu filho. Sei que sou novo mas os soldados podem contar minha bravura.
Começamos em uma formação simples, os aríetes partiram contra as muralhas enquanto os arqueiros partiram para disparar flechas nos rebeldes.

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Minha posição elevada permitia ver a batalha. As flechas caiam como neve sobre o inimigo, porém a precisão não era das melhores. Quando o muro esta prestes a cair eles saíram pelo portão e atacaram os soldados do aríete.

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Avancei sobre eles com a cavalaria, foram espremidos entre a madeira do aríete e o ferro de nossas lanças e não tardou para fugirem. Persegui eles adrento e logo meus homens me seguiram. Matei muitos e só parei quando uma flecha, desviado pelas mãos divinas, passou quase em meu rosto. Vi os arqueiros armarem para repetirem o tiro e ataquei.

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Tomamos o centro da cidade derrotamos os demais. Nem lembro quando o capitão inimigo caiu, porém alguns dizem que fui eu que o matei para me agradar.
Vi um feito digno de coragem, o último soldado permaneceu no centro da cidade e se recusou a render porque seu pai e irmão morreram lutando. Ele foi alvejado mais de um minuto antes de cair morto. Minha vitória foi clara.

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O saque foi proibido pelo nosso cardeal, muitos cristão vivem aqui e ele pretende pregar para os demais. Estabeleci um governador provisório com a missão de, assim que o povo aceitar nosso poder, transformar esse lugar em uma pequena vila dinamarquesa. Deixei poucos soldados para manter a ordem. Se você receber uma carta do cardial Harald, desconsidere o que ele falou sobre erguer uma igreja. Tem coisas mais importantes para fazer aqui antes disso.
No momento parto para Oslo a fim de tomar um local de verdade.“

O rei riu e lembrou de uma aposta a respeito da capacidade de luta do jovem príncipe. Os nobres perderam e deveriam dar a ele novos barcos, assim no fim daquele ano três esquadras estavam no porto.

Com certeza vou acompanhar =D

Boa! Bela narrativa, acompanhando com certeza!

Show de bola o primeiro capítulo! Muito boa a narrativa! =DDDD

Muito massa esse primeiro capítulo =D

Desculpa postar de novo, mas eu REALMENTE achei fantástico o capítulo. A narração está muito boa!

Me lembra um livro… =)

obs: eu sei que trabalhar com imagens pode ser chato, mas, se você mostrasse mais coisas (tipo: as construções em cada cidade, o que cada trait faz, etc…), dando uma editada nelas, sua AAR ia ficar 10! =D

AAR de SS? no Hard Hard com a Dinamarca? cheiro de derrota no ar hehehehe
brincadeira xD vamo que vamo! fremad Danmark!!!
Narrativa Impecavel, imagens muito boas tmbm… no conjunto começou muito bem.
Esperando os proximos up’s

Primeiro cap excelente… bela composição.

Acompanhando!

Uma dica: Por favor desabilite as ARROW MARKERS no medieval2.preference.cfg para tirar as bolinhas verdes de baixo das unidades durante a batalha… melhora muito o aspecto realístico do game e das prints.

Pode deixar que vou montar. Alguns traits dos generais que dá um pouco de trabalho explicar porque eu suponho que faz uma coisa ou outra.

Na primeira vez que eu testei esse mod, invadi a noruega em uma guerra relampago no inicio. Quase venci(i.e. se nao venci logo eu …)

Alterei o arquivo, só que as imagens do próximo cap vão ter porque eu já dei os prints antes de ler.
Falça agora edita-las e criar o texto(que demora o triplo de tempo).

Boa AAR camarada. Acompanhando.

[center] Inverndo de 1104 [/align]
O príncipe lê a carta que o Cardial enviou.
“Caro pupilo, ou melhor, príncipe dinamarquês.
A santa pessoa do papa enviou uma solicitação a esse humilde servo do senhor. O desejo de que uma igreja seja montada na cidade de Lund, para que eles possam rezar e seguir o caminho da salvação.
Finalmente minhas preces foram atendidas e a petição que realizei antes da guerra foi aprovada papal.São poucos os pastores no norte, mas grande é o rebanho. Espero que respeitem essa decisão divina, assim logo teremos novos pastores.

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Enquanto isso as noticias vindas do leste indicam que uma aliança foi feita entre nosso diplomata Vihelm e um capitão polonês chamado Wieceslaw. Junto com a informação chegou uma cópia de mapa do território polonês, porém a ressalva que devemos ajudar esse aliado contra rebeldes. Por mais, um tributo simbólico anual e direito comercial oferecido aos comerciantes.
Essa última noticia o fez sorrir, pensou no pequeno e gordo comerciante que estava lucrando com as vendas e em como ele ficaria feliz com essa noticia.

Enquanto isso, na capital, o momento pela qual todos os nobres ansiavam. O genro do rei, o germânico Conrad, chegou à capital acompanhada da bela princesa.
A conversa foi cordial e reservada, porém era claro a insatisfação do rei pela sua filha.
—Você deixou de lado a oportunidade de ser uma rainha – disse o rei- por um capricho de criança.
—Não é capricho meu pai – respondeu ela- é amor.
—Você diz o que é amor, mas não tem metade da minha idade. Com o tempo vem a sabedoria. Não há mais o que fazer, o erro já esta feito. Espero que o imperador não fique zangado com isso, você fora prometida ao filho dele.
—Senhor meu rei – disse Conrad na língua que aprendera com a princesa – creio que falo pelo imperador quando digo que ele não esta com raiva.
—Como saberia?
—Fui governador e general durante alguns anos, consegui promoções e alta patente. Porém deixei de lado tudo isso para receber o amor dessa princesa.
—Ótimo – riu o rei – um genro pobre.
—Pai – reclamou a princesa – deixe-o falar. Ele é rico, mais que o tio.
—Ainda tenho a herança, bons feudos na Germânia que me rendem alguns recursos.
O imperador apenas solicita que a sua outra filha seja prometida ao seu filho, exceto que ele se case antes com alguém “mais elevado”.
O rei ficou vermelho ante aquele insulto, porem mantinha a calma sabendo que eram palavras do imperador e não de seu genro.
—Nesse caso – continuou o germânico – acredito que ele apenas quer manter vocês sobre a influência dele. Porem esta montando uma grande armadilha.
A curiosidade do rei, ante esse último fato, deu espaço para a princesa falar.
—Se nós aceitarmos isso abriremos os portões do norte para ele. Meu irmão não tem um herdeiro e nem se casou, mas esta em guerra contra os rebeldes. Se ele morrer, pelos céus que isso não aconteça, quem será o herdeiro?
O rei ficou pasmado. Era claro, os germânicos que já tinham notórias influencia no norte e ansiavam pelo comercio no báltico. Sem um príncipe para herdar, o reino passaria para uma das princesas, cujo os dois maridos seriam germânicos. Ou seria Conrad, que nada mais seria do que um vassalo, ou o príncipe que seria rei da Dinamarca e imperador germânico.
—E quanto ao seu tio – perguntou o rei- os nobres não aceitariam esse fato. Seu tio seria aclamado rei ao invés de seu marido.
–O que geraria uma guerra civil – disse Conrad – e alguns nobres apoiariam o imperador. A vantagem de ser vassalo de um imperador é melhor que a de um rei, ainda mais se o premio fosse as terras dos “rebeldes”. O imperador deixou-me casar, mas aposto meu ouro que é porque agora sou um nobre dinamarquês.
—Se ele invadisse o norte – perguntou o rei – a quem você defenderia?
—Aos camponeses – respondeu a princesa – meu marido não deseja terras nem títulos por isso me casei com ele.
—Nesse caso – disse o rei e após alguns segundos pensando respondeu – tem a minha bênção nesse casamento. Fique aqui e prove o que disse, governe a capital e ganhe o apoio do povo que eu parto para ajudar meu filho na guerra.

No final da tarde, os nobres souberam que o rei apoiou e deu a bênção do casamento. Para confirmar isso, aclamou Conrad como Alto chanceler além de terceiro membro no alto conselho de guerra.
Dois dias depois partiu com sua guarda pessoal para o norte a fim de ajudar seu filho no cerco que fariam em Oslo. Junto com ele parte uma grande quantidade de suprimentos extras, porém alguns nobres reclamam que era a cidade de Skala que deveria ser anexada, mas o príncipe estava fugindo da missão original. O rei simplesmente responde que teria tempo para isso depois.

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[center]Verão de 1105[/align]
“Caro pai, nosso espião se descuidou e soube que o castelo de Oslo esta sobre cerco dinamarquês. Ficarei aqui aguardando o desfecho, caso eles percam a batalha o castelo será um alvo fácil para mim. Enquanto isso, encaminho Budle para verificar a situação nas cidades da desfragmentada Suécia.”

O rei desembarca e reúne recrutas para invadir Skala, enquanto sabe que o príncipe fica em Oslo esperando o desfecho.

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Já Vihelm faz uma aliança com a Hungria enquanto rumava ao sul. A barganha ocorre com vantagem para o dinamarquês que aprendera rápido o oficio. Além de uma aliança, ele forneceu o mapa e arrecadou mais de 2900 moedas de ouro. Essa importância seria muito útil nos gastos das campanhas militares da família real.

Em Lunds, Niels começa a construir a igreja e informa o cardeal que ela receberia o nome do santo que ele apontasse. Com isso, pensou ele, esperava cair nas graças da igreja.

[center]Inverno de 1106[/align]
O rei parte, junto com uma milícia composta de lanceiros recrutados recentemente, para Skala em pleno inverno. A marcha é desgastante para esses camponeses inexperientes, porém o rei sabia muito bem o que fazia.
Já o príncipe parte para Thorm na esperança de conquistá-la. Porém não sabe se lá já foi anexada pela Polônia ou outro estado. Ele recebe a proposta de casamento de uma nobre mas recusa.

[center]Verão de 1107[/align]
O rei cerca Skala, deseja manter um cerco, mas os gastos para efetuar o cerco seriam elevados. Decide então montar aríetes e invadir na próxima estação.

Vihelm encontra, em sua rota para a Itália, uma princesa polonesa. Ele efetua uma árdua negociação com rejeições de ambos os lados até que uma proposta vem a tona.
Ela oferece o casamento dela com o príncipe, mais um dote de 1500 moedas. Sua petição é que mostre um mapa da Dinamarca para que ela possa conhecer melhor as terras de seu noivo.

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O príncipe fica abismado com a notícia, porém Vihelm informa a ele duas coisas.
“Caro príncipe, quero que saiba que estas noivo de uma linda polonesa. Não cabe a você decidir se quer casar, mas sim a seu pai. O mesmo me deu carta branca para tratar desses assuntos.
Em segundo lugar, digo que não se arrependeras disso. Sem que anseia em lutar no leste e seu sogro seria de grande ajuda. Espero que se lembre disso e do que faço no futuro.
Por fim saiba que ela é bonita e atraente, mas conversei sobre ela que você é um rei guerreiro e que sua “espada” nunca cai. Caso deseje manter a espada fora da bainha durante as guerras, ela terá que compreender.
Atenciosamente um humilde servo a caminho da bela Itália.”
Esse Vihelm, pensou o príncipe, cada vez mais arrogante. Porém o desgraçado é bom mesmo, tenho que me lembrar disso.

O príncipe usa esse argumento como justificativa para uma invasão a cidade rebelde Thorm. Desembarca na costa de seu pais e espera um tempo melhor para atravessar o mar.

[center]Inverno de 1108[/align]
O rei lia as cartas que recebera, embora estava coberto por um casaco de urso e braseiros ao redor para esquentar o ambiente. Ficou doente no inverno, devido as provações de batalha e por se manter sempre a cavalo para inspirar a milícia.

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A primeira se tratava de como o papa agradeceu a igreja, com notas especiais ao Cardeal que estava encantado. Feliz por seu amigo da igreja, o rei imaginava se ele ansiava em ser o santo papa.
Outra carta lhe chamou a atenção, o espião informava que a leste havia uma boa vila com saída para o mar ao qual os camponeses chamavam de Nykoeping. Seria uma boa escolha, pensou
Seu filho, o príncipe, atravessou o mar e rumava para Thorm. No caminho dizia que a maioria polonesa o recebia como um verdadeiro senhor de guerra.Porém os gastos com a guerra e recrutamento estavam exaurindo boa parte do dinheiro arrecadado com impostos.

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Um soldado entrou pela porta, pela idade mal deixara de ser um garoto, mas tentava demonstrar alguma habilidade militar.
—Majestade – disse- o primeiro dos aríetes está pronto.
—Isso basta, me diga soldado com toda fraqueza o que acha disso?
—É uma boa batalha senhor, temos alimentos sobrando e exceto pelo frio do inverno esta muito bom lá fora.
—Amanha estará mais quente, estaremos dentro de Skala. Diga aos soldados para se armarem que avançaremos em uma hora.
—Senhor – disse o soldado – e a sua saúde?
—Diga aos homens – levantou e jogou o casaco longe e com um sorriso – que um lobo fodeu a minha mãe, porque eu não ligo para essa neve.Pretendo caçar rebeldes hoje.
Quando o soldado saiu ele tossiu e chamou seu pajen.
—Coloque uma camada a mais de lã antes da proteção de algodão, porém não diga nada sobre isso.Me traga um vinho quente também.

No final da tarde, os soldados se reuniram para a batalha.

[center]Batalha de Skala.[/align]
Sobre a neve, os soldados se agruparam. Compostos apenas de milícias e a guarda pessoal do rei, a moral não era muito grande, porém todos queriam cair nas graças do rei e portanto dariam o seu melhor.

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Assim que o aríete abriu os portões, o rei avançou sobre os rebeldes que não estavam no centro da cidade. Foi uma carnificina, os cavalos atropelaram muitos, enquanto os guerreiros do rei desciam as espadas. Quando a milícia inimiga se organizou e freou o ímpeto, o rei partiu para o lado e seus soldados entraram.

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O inimigo se organizou no centro da cidade a fim de resistir. Vendo isso o rei ordena que seus soldados contornem e flanqueiem todos eles. Algumas flechas inimigas fazem vitimas, mas nada grave. [center]

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A um sinal, todos atacam o centro da cidade e a luta se torna frenética. Com disponibilidade para manobrar, o rei inicia uma onda de cargas de cavalaria sobre o inimigo. Esses ataques destroem boa parte das tropas que, sem ter para onde fugir são mortas.

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Algumas horas depois, os corpos dos mortos são contados. Os rebeldes são aniquilados e os poucos que foram capturados são obrigados a fazerem valas para enterrar os mortos. Pouco espolio pode ser obtido dos cadáveres, meros camponeses armados. Isso instigou a um saque no local, mas a milícia foi contida pelo rei e nenhum mal foi feito aos cidadões.

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[center]Verão de 1109[/align]
O ano começa com a ordem do papa para que o cardeal transforme a cidade de Stetin em uma grande população crista. O cardeal fica responsável e ordena que a igreja seja concluída naquela região. Usando o que restou do castelo que foi desmanchado para transformá-la em cidade.

O rei ordena o mesmo, deixa Skala sendo transformada em cidade a conselho do mercador e ruma para Lund, porém antes pede para que sua filha que recentemente aflorou vá a Noruega e fortaleça os laços por lá.
Esse fato de transformar castelos em cidade desconforta os nobres, uma vez que o rei esta ganhando apoio da rale que se chama burguês.

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Por seus nobres feitos, os poloneses o aclamam como cavaleiro. Porém as tropas reclamam que estão em marcha durante um longo tempo e querem descansar.
Ele promete isso depois de que, juntos, tomassem o castelo. Inicia-se então o cerco a cidade.

O espião envia uma carta a Lund, onde o rei fica sabendo que logo ao lado um castelo pouco guarnecido em Kalmar. Ele envia uma carta a Conrad, em segredo para que seu irmão não soubesse, pedindo a ele que partisse para lá e tomasse o castelo. Assim ele seria melhor visto pelos dinamarqueses do que outros nobres.
Uma possível rota de camponeses é feita entre Lund e o barco.

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Nosso prestigioso diplomata consegue outro feito que, além de melhorar a diplomacia ajuda nos gastos da campanha.

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[center]1110[/align]
O ano parece turbulento, algumas nações entram em guerra por motivos territoriais ou religiosos.

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Nosso prestigioso diplomata consegue agora uma aliança com os genoveses. Ele avisa que ela pode ser quebrada caso estes ataquem Veneza.

Conhard recruta um grupo de mercenários. O espião invade o castelo e quando Conrad se aproxima ele avisa que vai abrir os portões a noite.

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Conhard entra e pega os piratas intitulados vikins de surpresa. Esmaga eles com a investida da cavalaria, a maneira dos germânicos, mas com o toque dinamarquês. Foi uma batalha curta e rápida e embora não houve relatos da batalha, alguns bardos se propuseram a fazer uma prosa para ser cantada nos salões.

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Temendo uma emboscada das tropas que deveriam estar no castelo, Conhard fica no castelo onde pretende reagrupara as tropas e envia Budle. Este percorre o território e encontra alguns rebeldes ao norte.
No fim do ano, o reino dinamarquês estaca quase que com o dobro de tamanho.

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obs.:o mapa foi no paint e eu não sou nenhum cartólogo, fiz apenas para dar uma visão da região na época.

Qee que vai fazer quantos os rebeldes acabaram, Noruega, Polônia, Lituânia, ou SIRG?

No próximo post, senão estrago a história.

Caro Ferdinando

Essa sua AAR esta sensacional! Épica mesmo, da vontade de jogar medieval de novo! Olha muito boa mesmo.
Gostei do mapa ao final, gostei que add mais imagens no capítulo, ele esta perfeito.

Quem sabe vc poderia alterar a fonte, algo mais medievalístico, para dar clima.

Bom, estou adorando e acompanhando, mas por favor, não demore tanto para postar o próximo… hehehehe

Muito boa a atualização! Bela campanha, acompanhando e aguardando o próximo cap!

Show muito boa essa AAR Ferdinando… o padrão dos relatos TW no forum está altissímo, vejo que esse ano o AwAARd’s vai ser muito disputado.
Edit. Vontade de fazer uma no SS AAR tmbm

Muito bom =D
Dinamarca ferrando com os outros povos =D
O mapa tá muito bom, mesmo sendo simples xD
Esperando o próximo o/

Realmente esta dando vontade de jogar Medieval2 de novo, eu joguei muito pouco e logo migrei pro ETW e NTW.
A sua AAR esta bem interesante.

Muito boa a AAR. O SS complica um pouco mais.