Mansão da Vista Lacustre - Solitude

[center]Família Medeiros
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[tab=50]Mansão da Vila Lacustre

[font=Times New Roman][size=140][justify][tab=30]Nascido e criado na vila de Solitude, ao norte da capital draconiana de Firgen, Victtorio Stewart Willer Medeiros, o Visconde de Firgen, é filho do explorador e conquistador Sir Ian Willer Medeiros, um dos companheiros originais de Sir Alexander Drake e o mais novo deles e de Lady Cristin Stewart Medeiros. O Marquês mudou-se de Solitude - onde nasceu e conheceu sua esposa, a Viscondessa Katheryn de Firgen - para Firgen após sua participação na Guerra Civil Gesebiana pelo lado odinista. Após muitos anos de trabalho duro e serviço leal ao Império, o atual Marquês ganhou várias condecorações e títulos, passando pelo antigo Senado Gesebiano como um de seus maiores representantes em toda sua existência, assim como galgou rapidamente as patentes da Armada Imperial, chegando ao topo de todas elas como Grande-Almirante do Império.

[tab=30]A Mansão da Vila Lacustre foi fundada por seu pai, Sir Ian, originalmente como o Chalé da Vila Lacustre quando do estabelecimento de sua cidade natal, Solitude. A mansão fica situada em uma parte privilegiada e também a mais alta da vila, o tradicional Distrito das Nuvens, o menor dos três distritos da vila, onde também ocupa a maior parte do mesmo. A contar com um amplo pátio frontal e um moderado número de aposentos a mansão foi construída em estilo Scotland Country House. Em sua parte externa, possui um jardim, um estábulo e a Capela de São Jorge, além do pequeno Bosque īsentrēow na parte de trás do terreno da Mansão.

[tab=30]Antes da reforma, a atual mansão era um chalé, mas este fora erguido pelo pai do Marquês, Sir Ian Willer Medeiros. Embora o antigo chalé já fosse consideravelmente grande, Victtorio decidiu erguer a mansão em seu lugar para ter mais espaço para seus filhos e para alguns entretenimentos. A residência conta com todas as modernidades que poderiam ser oferecidas como água quente, aquecimento e eletricidade.

[tab=30]O interior da residência é, assim como a parte de fora, extremamente refinado. Uma arquitetura muito bem trabalhada e acabada pode ser notada por toda a propriedade. A residência conta com uma adega repleta de bons vinhos e uísques em seu subterrâneo e também com um grande arsenal secreto - e outros pequenos espalhados pela Mansão. Grande parte da mobília encontrada na casa são rústicas e em madeira. Essa mobília inclui uma pletora de pinturas da linhagem de Sir Victtorio S. W. Medeiros e de grandes acontecimentos do Império, como “A Fundação de Solitude”, “A Assinatura da Constituição” e a “Derrota Romaniana”, três dos principais fatos em que o Marquês e seu pai foram os maiores ou um dos maiores protagonistas. Os grandes quadros do Marquês Victtorio com a Marquesa Katheryn e de seu pai Sir Ian com sua mãe Lady Cristin, observam os acontecimentos da espaçosa e rústica - e também moderna - sala principal.

[tab=30]A biblioteca familiar conta com várias prateleiras que guardam uma infinidade dos mais variados livros e objetos, colecionados por Victtorio durante sua viagem em um navio ao redor do mundo e por seu pai durante as Conquistas Gesebianas. O escritório do Marquês é um dos maiores lugares, tal como um dos mais isolados da Mansão e conta com biblioteca e arsenais próprios, além de algumas recordações de eventos importantes como decoração.

[tab=30]Tradicionais nobres draconianos, os Stewart-Willer-Medeiros são proprietários da Mansão desde sua fundação. Foi construída para ser a residência oficial de Sir Ian pelo próprio, depois das Conquistas Gesebianas e da Fundação de Solitude. A mansão sempre esteve aberta, apesar de nem sempre contar com a presença do Marquês, que estava sempre a viajar entre Firgen e Windhelm. Também no controle da família encontram-se várias empresas tradicionais em todo o Império por sua originalidade e a qualidade de seus produtos e serviços, como a Companhia Willer de Armamentos e a Destilaria Solitude.

[tab=30]De origem que remonta aos guerreiros escoceses e irlandeses medievais e aos mercadores italianos da Sicília, o Marquês Victtorio Medeiros cursou na Imperial Academia Militar durante sua juventude, a formar-se com a distinção Summa Cum Laude, que literalmente significa Com A Maior das Honras. Depois do término de seus estudos militares, pediu licença temporária junto ao Almirantado e viajou pelo Brazil, China, Estados Unidos e Canadá, Europa e Japão. Graduou-se também com a distinção Summa Cum Laude em Direito pela Harvard Law School, em Harvard.

[tab=30]Após seu retorno ao Império, voltou-se totalmente à Armada Imperial, a galgar com sucesso em sua hierarquia militar, alcançou rapidamente posições de comando na antiga Armada, além de chegar rapidamente as patentes mais altas. Ex-Presidente do Senado Imperial, é um homem muito respeitado em toda Gesébia por seus feitos políticos como a promulgação da Primeira Constituição Imperial e participação em algumas leis fundamentais para o antigo Império. Além de respeitado pelos feitos políticos, também é temido como um feroz guerreiro e um grande estrategista por seus inúmeros feitos militares, dentre eles, sua célebre participação e liderança na Guerra da Romania, onde salvou a vida do próprio Conde do Piemonte e conduziu as forças imperiais à vitória sobre os separatistas romanianos, o que futuramente lhe rendeu a posição como Grande-Almirante do Império e durante a chamada Crise Papal, a posição de Comandante de Todas as Forças de Mar e Terra de todo o Império, respondendo unicamente ao próprio Imperador, além de passar a ser conhecido em todo o Império como o “Tigre da Dracônia”.

[tab=30]A Mansão da Vista Lacustre está localizada no topo do Distrito das Nuvens, e observa imponentemente toda a Vila de Solitude, assim como o rio Isceald e o lago Ilinalta, e pode ser vista de uma distância consideravelmente longa desde a estrada para a mesma. É considerada pelos habitantes da Vila como um de seus grandes símbolos e a maior joia da cidade.[/align][/size]

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Victtorio Stewart Willer Medeiros
Marquês de Cisalpínia
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O mordomo Charles Whitebaker adentra o chalé de Victor Medeiros, cumprimenta os empregados e deixa uma carta sobre a mesa do escritório, junto com uma caixa de charutos.

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Após passar pelo Caserío d’Athennie, o mensageiro vindo de Gardennia ao pequeno Chalé, deixando uma carta destinada a Sir Victor. Após, o mesmo segue seu caminho até Draco.

Após uma exaustiva viagem a Draco, Victor chega em sua casa e após banhar-se, foi para o escritório junto as cartas que recebeu de seu mordomo Williams, onde abriu uma garrafa de vinho tinto de sua Adega colocou em uma taça e começou a ler as cartas. Após ler a primeira carta do Visconde Hiryuu, Victor pegou uma pena molhou-a na tinta escreveu a resposta e mandou um Fuzileiro Imperial para Gardenne.

Após escrever a primeira carta, Victor molhou novamente a pena em meio a tinta e começou a escrever a segunda para Sir Henry II d’Athennie:

Após terminar de escrever a segunda carta, Victor sela ambas as cartas com o brasão dos Medeiros e manda um Guarda-Marinha para a capital para entregar ambas as cartas.

Após meia-hora de caminhada, o Barão e o signore Salvatore chegam ao Chalé dos Medeiros, residência do Barão.

  • Bem, esta é minha humilde residência.

O Barão bateu a porta e foi recebido por seu velho mordomo e amigo Malcolm.

  • Vossa Graça! - Espantou-se o mordomo. - Eu não esperava revê-lo tão cedo!

  • É muito bom te ver também, Malcolm! Bem, este é Luciano Salvatore, um amigo de Gardignon.

  • É um prazer senhor Salvatore!

Os dois entraram e começaram a conversar sobre a viagem acompanhando de um bom whisky da destilaria Solitude, de propriedade do Barão de Firgen.

Após receber um copo da mão de Victorio, Luciano se poe a falar em bom portugues:

  • Senhor Victorio, que bom whisky esse, se ainda tivesse minha casa de jogos iria servi-lo la. Bom barão, como temos esse tempo para conversa e como agora estamos em ambiente mais reservados sem ouvidos alheios, não sei já chegou ao seu ouvido mas irei lhe contar.

Lucky toma um gole do seu whisky.

  • Bom, creio que temos um inimigo em comum, ha alguns dias atras entrei em um conflito com os Darksons, imagino que o mesmo possa ser seu adverssario por atuarem no mesmo ramo. Ou estou enganado?

  • Bem, eu não o consideraria um adversário, mas sim um concorrente. O que aconteceu entre vossa mercê e os Darksons?
  • Desentendimento de negócios, ele veio com um proposta para atacar um amigo, eu não aceitei, a empresa de segurança dele iria ser uma pedra em meu sapato, então uni o fortalecimento de uma antiga aliança com a oportunidade que ele estava fraco. Bom mas não estamos aqui para falar de passado, creio que algumas coisas que aconteceram com os Darksons lhe beneficiaram. Inimigo, adverssario, concorrente, chame do que quiser, mas quando ele se fortalecer e ele vai pode ser que te ache como um alvo após me eliminar, pode aproveitar e me ter como aliado agora ou me deixar sozinho logo irei cair e pode ocorrer de ele vir atrás de você ou mesmo que não venha terá que conviver com ele e ainda por cima com ele mais poderoso. Se pensa em termos alguma aliança precisamos aproveitar que ele está fraco, agora se acha que não pode tomar partido nisso me avise e irei procurar alguém que tenha coragem para tal.
  • Meu caro Salvatore, como dissestes hoje cedo a Julio, “nós ítalo-compatriotas devemos nos ajudar.”. Eu tenho descendência italiana por parte de avó materna nascida em Siracusa na Sicília. E outra, NUNCA, EM HIPÓTESE ALGUMA DUVIDES DA CORAGEM DE UM DRACONIANO! Se estás dizendo que a chances de ele vir atrás de mim, então ele que venha que encontrará seu fim pelo fio de meu sabre. Que tipo de aliança vós tens em mente? Lembre-se que não aceitarei nada sujo, pois não envolvo-me com este tipo de coisa, só pretendo atacá-lo se ele me atacar e por último e mais importante: Não me faça sentir-me traído ou trapaceado, pois já deves conhecer a fama de draconianos para com estas pessoas.
  • Escusa-me se ofendi, non sabia de tu descendencia italiana, va bene agoras tem minha confiança. Bom me amigo a duas coisas que preciso dinheiro para contratar homens e armas, talvez quem sabe uma Metralhadora Willer Death Gun .12 de sua fabrica de armas ja seria de grande ajuda.
  • Sempre pensei que o nome “Victtorio” demonstra-se bastante coisa sobre minhas descendência. Tenho descendência brasileira, italiana, americana e escocesa. Se fores usar somente em última instância, e para defesa, mandarei que entreguem uma a ti. E como já disse anteriormente sobre a questão financeira, pretendo abrir uma loja de armas em Gardignon, se aceitares trabalhar para mim terás um bom salário garantido.
  • Io creio que devamos por deixar essa aliança de lado Sr. Victorio. Se não tiveres mais nada a trata comigo estarei por pegar o trem das 14:00 para voltar para Áquila e de lá para a capital.
  • Tenhas calma Salvatore! Por que queres deixar nossa aliança de lado? Eu pretendo fornecer armas para vossa mercê e os seus defenderem-se. Nenhum general guerreia sem estratégia, e até mesmo o improviso tem estratégias! Sejas sincero, o que não gostastes em minhas propostas?
  • Veja bem meu caro Victorio, trabalhos sujos são necessarios de vez em quando. Serão uteis as armas, mas preciso de alguem queria partipar disso, que caso algum serviço sujo seje necessario que ele não vá correr e me deixar a sós para resolver tudo, compreende. Não quero lhe forçar a nada, por isso prefiro afastar tal aliança antes que estraguemos a amizade conseguida.
  • Concordo que métodos sujos devam ser utilizados as vezes, mas somente quando a justiça da sociedade falhar e for preciso tais métodos para corrigi-la. Então sinto muito meu amigo, pois não poderei ajudar-te na ação, somente no fornecimento de armas e utilidades afins, um emprego e bom salário na futura loja de armas e em caso de uma possível fuga da capital, um lugar seguro para ficar. Somos aliados dessa forma então?
  • Bom veja bem mi caro Victorio, como irei aceitar uma proposta se não sei qual seria a contrapartida, o que o signore ira ganhar em troca?
  • Uma aliança com vossa pessoa e os seus, e a vossa confiança e amizade!
  • Bom Singnore, minha amizade o senhor já possui, a confiança virá com o tempo, faça-me o favor de enviar a arma solicitada e quando precisar de um favor me procure, agora estarei partindo para capital, tenho assuntos a resolver lá.

Luciano cumprimenta Victorio e se retira indo em direção a estação para o trem das 14:00.

  • Muito bem signore. Ficas bem.

Ambos cumprimentaram-se e o sr. Salvatore retirou-se para a estação para pegar o trem das 14:00.

[font=Palatino Linotype][size=115]O Barão estava vendo a situação de suas empresas e perguntou a seu mordomo:

  • Malcolm, já está tudo pronto na Boulevard Tedesco?

  • Sim, Barão. O senhor já irá sair?

  • Sim, dê-me meu sobretudo preto.

O seu mordomo deu-lhe o sobretudo, ele vestiu e dirigiu-se a Boulevard Tedesco acompanhado de alguns oficiais dos Fuzileiros Imperiais.[/size][/font]