Mansão de Drake

[justify][size=150][font=Kristen ITC][tab=30]Quando da fundação de Draco, ao explorador Alexander Drake foi concedida a área de terras ao redor da Passagem de Drake, onde o mesmo fundou a pequena vila, e ao leste da mesma começou a erigir sua própria residência, que com o passar dos anos passou a ser conhecida como “Mansão de Drake” ou, simplesmente, “A Mansão”.

[tab=30]Em estilo Scotland Country House, Drake baseou-se em casas visitadas por ele em suas viagens pelo mundo. Apesar de ser grande para os padrões de Draco, em comparação com outras de mesmo estilo em Romania e Gardennia pode-se considerá-la apenas uma simples Casa de Campo. Mas a mesma conta com todas as modernidades possíveis neste final do século XIX, como água quente e aquecimento para as longas e frias noites ao sopé das montanhas.

[tab=30]Como Drake nunca teve filhos, a mansão passou, com sua morte, a um protegido seu, Alexander Di Draconi, filho de uma prima distante, antigo Chanceler do Império. Com a ascenção da Vila, a mesma também tornou-se a residência oficial do Duque, após o mesmo deixar Gardennia.[/font][/size][/align]

Vossa excelência Visconde de Draco, eu Flávius D’Oliveira filho de José D’Oliveira, venho do mosteiro de Santo Gesebino apresentar as minhas felicidades pelo seu novo cargo de Chanceler e também venho me apresentar a seu cargo e agradecer-lhe por ter tomado conta de mim depois do falecimento do meu pai quando eu ainda era novo e ter-me posto no mosteiro onde aprendi a ler e a escrever em varias línguas e agora poder ter um ensino formal e por tal venho me apresentar como escudeiro, visto que agora sois chanceler irdes precisar de um secretario, ficarei muito grato se tal cargo me cedesses escudeiro/secretario geral do chanceler!
Off-topic: vê a minha historia no meu tópico no viscondado de Draco para ficares a perceber melhor pfv!!!

Ah, meu caro Flavius, há quanto tempo não o vejo. Eras ainda um jovem garoto quando entrastes no mosteiro, e hoje o vejo um homem feito.
Tenho certeza que vossos estudos foram proveitosos, passes qualquer dia na Chancelaria ou no Almirantado para termos uma boa conversa e dividirmos uma boa garrafa de rum.

Com certeza sua excelência, irei ficar uns dias pela vila e irei ter com o senhor a capital o mais de pressa possível!!!

Batendo a porta da Mansão de Drake, encontra-se um mensageiro portando a seguinte carta:

[font=Georgia]Caro Chanceler Hiryuu.

Venho por meio desta elevar bons préstimos a vossa excelência, e informar que a empresa Kaiser Ferroviária e Logística, está para iniciar a criação da malha ferroviária, do império. Diante do exposto e apos analise minuciosa, decidimos começar com a ferrovia saindo de Viscondado de Draco e dirigindo para Roma. Entretanto necessitarei de alguma ajuda que vossa excelência possa oferecer, ajuda essa que relato abaixo:

  • Precisaria de uma residencia temporária para minha pessoa residir enquanto o projeto avança.
  • algum espaço que possa me servir como escritório provisório, para que possa despachar dele.
  • um barracão pequeno, para armazenar ferramentas e utensílios.
  • um barracão grande para montagem.
  • um alojamento para 50 funcionários.
  • um refeitório para os mesmos
  • mantimentos (água e comida), enquanto durar a empreitada em suas terras.

Caso vossa excelência não possua tais estruturas, pediria que me concedesse terras para construção das mesmas e como parte de compensação, ao termino da empreitada, deixaria todas as estruturas para uso-fruto de vossa excelência como agradecimento.

Sendo só para o momento e no aguardo de respostas.

Atenciosamente

Julio Cesar III
Presidente da Kaiser Ferroviária e Logística[/font].

Henry II adentra a residência do Visconde, cumprimentando os serviçais e entra no escritório, fazendo uma leve reverência, e sentando em uma das cadeiras.

[tab=30]Vossa Graça, agradeço a oportunidade desta audiência. Vejo que as ricas minas de ferro da Cisapínia e de Draco não são exploradas há muito tempo e, com o recente projeto da criação da malha ferroviária, as reservas de ferro são um componente essencial para o desenvolvimento da Nação. Gostaria, portanto, de pedir autorização à Vossa Graça para explorar as reservas de metais de Draco e, se possível, a cessão de um lote para a criação de uma grande Siderúrgica, que estaria sob administração do Conglomerado Medeiros-d’Athennie. Conto com Vossa Graça, e creio que entenderás que este é um passo fundamental para o futuro do Império, e para o desenvolvimento e integração da Pátria.

Após terminar de falar, retira uma caixa de charutos de trás de sua cadeira, abre-a, pega um charuto e entrega a caixa para o Visconde, comentando enquanto acendia o charuto:

  • Este é um das melhores safras que tivemos. Coisa fantástica, você tem que dar uma tragada nesse.

[tab=30]Cedo da manhã, o mordomo do Conde recebe uma visita inesperada: um homem bem vestido, de aparência respeitável, perguntando pelo Conde. Ao ser informado que o mesmo se encontrava em Gardennia, o homem explicou tratar-se do testamenteiro de Sir Alexander Drake, que havia deixado mais alguns bens para o Conde. Lamentou a demora na liberação, mas isto fora causado porque Sir Drake, na maioria das vezes, não divulgava seus investimentos, de forma que muita burocracia teve que ser enfrentada até que tudo estivesse em condições de ser assumido por seu herdeiro. Reiterou ainda que o mesmo não ocorrera com a Mansão por ser do conhecimento geral que o Conde era filho de uma prima de Sir Drake e, portanto, único parente vivo do mesmo, bem como a Vinícola ser herança direta do mesmo. Após estas explicações, pediu que o mordomo remetesse os papéis do testamento para a Capital, com a máxima urgência e cuidado, embora ele manteria uma cópia em seu escritório, por segurança. Após o mesmo despedir-se, o mordomo chamou um dos cavalariços, o de sua maior confiança, e, após escrever um bilhete comunicando tudo ao Conde, selou o mesmo com o testamento e ordenou que seguisse com toda brevidade até a Capital.

[justify][size=150][font=Kristen ITC][tab=30]Após uma longa viagem, o Conde retorna às Montanhas Azuis, sendo recebido à porta da Mansão por Geoffrey, seu mordomo e fiel amigo.

[tab=30]- Senhor! Poderia ter avisado que estavas voltando.

[tab=30]- Deixe disso, Geoffrey! Sabe que não gosto destas formalidades. - reitera o Conde, entrando em casa.

[tab=30]- Ficará quantos dias, senhor? - pergunta o mordomo, ordenando que preparem o café da manhã para o Conde.

[tab=30]- Somente uns dois dias, meu caro. Quero apenas respirar um pouco o frio ar das montanhas, bem como dar uma olhada pela Vila, ouvi dizer que muita coisa tem acontecido por aqui.

[tab=30]- Mas nada tão emocionante quanto as que ocorreram na Capital.

[tab=30]- Já chegaram as notícias do ataque ao Imperador? Como dizem, “Más notícias viajam montadas em Grifos”, mas felizmente nada mais grave ocorreu. Agora, Geoffrey, me sirva um copo daquele Rum com Especiarias e mande encilhar um cavalo, logo após o café irei dar uma volta pelo Condado.[/font][/size][/align]

Chega Flávius a mansão de Drake, moradia do Sr. Hiryuu! Flávius foi parado a porta da mansão por dois guardas que o revistaram até aos cabelos, depois deixaram-no passar, enquanto Flávius pensava para consigo que o Sr. Conde devia estar mais atento por causa do acidente/atentado a sua majestade! Ao entrar o mordomo lhe dirigiu até ao escritório, onde Hiryuu estava assentado há lareira a ler, como sempre o vemos a fazer!
O conde recebeu Flávius e depois ambos assentaram-se a falar de negócios!

  • Meu conde eu venho aqui para me oferecer para o cargo de Director da Empresa Conglomerados Dragão Azul.

O Conde, supreso, observa a chegada do jovem Flávius, e lhe dá as boas vindas:

  • Ora meu caro, não o esperava aqui em Draco. Como estás? Sente-se, sente-se…

Após o Conde completa seu copo e, servindo outro, o entrega ao jovem:

  • Tome, o tempo é bem frio nesta época por aqui, não? Mas este Rum com Especiarias irá aquecê-lo. Mandei trazer especialmente da Martinica central. Agora, sobre o que falávas? Ah, sim, o cargo de Diretor… Pois bem, temos, realmente, dois cargos em aberto no Conglomerados, Diretor-Financeiro e Diretor-Comercial. Diga-me… Que experiência possuis?

Flávius bebe seu vinho, e responde ao conde:
-Pois bem eu queria-me candidatar ao de financeiro, vejo que sua senhoria tem muitas empresas e também é um bom investidor, eu iria cuidar das suas contas e deixar tudo em ordem, iria ajudar o Sr. nas suas escolhas de investimentos também, assim como cuidaria das seus negócios quando o Sr. Conde se ausenta-se, e ainda quando alguém quiser falar com o Sr. na capital e se o Sr. não se encontrar, eu iria enviar suas correspondências para a sua localização e se por acaso não houver candidato para o cargo de de director-comercial eu poderei me ocupar do cargo enquanto não houver alguém que cuide disso! -Flávius bebe mais um gole da bebida e depois continua- Enquanto a experiência, sua excelência sabe mais que ninguém que eu estive alguns anos num mosteiro, onde aprendi as letras, não só as letras da nossa língua mas também de outras línguas. Aprendi também a matemática, do qual sou muito bom, por isso que me inscrevo para o cargo de financeiro e também sou muito bom nos negócios!

[offtopic]Tudo o que eu disse é parecido a realidade, aluno de 18 a matemática, e muito bom em negócios, a línguas tenho media de 16 :smiley:[/offtopic]

  • Pois bem meu caro Flávius, irei analisar vossa proposta. Agora, imagino que estais voltando a Gardennia também, correto? Se não tendes mais assuntos a tratar em Draco, peço que prepares vossa bagagem, pois dentro de uma hora partirei e, se quiserdes vir comigo, lhe ofereço um lugar em minha carruagem de bom grado.

  • Geoffrey, o lote de vinhos está carregado? Ótimo, prepare um desjejum, pois a viagem será longa…

Chegando de Cisalpe à Mansão, Geoffrey recebe o Marquês:

  • Meu senhor, por que não avisastes que estavas vindo?
  • Ah Geoffrey, longa história, longa história. Há alguma comida na carrugaem, descarregue, por favor. Irie tomar um banho, jantar e ainda quero dar uma olhada na cidade antes de partir.
  • Já irás partir, senhor?
  • Sim, meu amigo. Já que estou nesta espécie de férias forçadas, irei aproveitá-las.
  • Como quiser, senhor.

Após o jantar com os funcionários da Kaiser, me dirige até a casa de meu amigo Marques, logo após tocar a porta fui informado que o mesmo não se encontrava, mas mesmo assim fui convidado a adentrar e aguardar uma vez que segundo ele não deveria tardar pelo horario.

Geoffrey, alertado do convidado noturno, vai ter com o mesmo:

  • Boa noite senhor, gostaria de falar com o Marquês?
  • Sim, tenho assuntos a tratar com o mesmo.
  • Sinto muito, mas o Marquês já partiu em viagem, tencionando seguir para Myrce e, de lá, para Dunord.

Sinto-me desapontado, e me retiro, resolvo por aguardar novas informações.

Após ter passado na casa do Sr. Eyrikr me dirijo, à tarde, à Mansão de Drake, bato na porta e sou atendido por um funcionário que pergunta-me o que desejo.

  • Meu nome é Richard e sou novo na cidade, gostaria de falar com o Marquês sobre a compra de alguma terra e assuntos diversos.

  • No momento o Marquês não se encontra mas passarei o recado para ele e lhe mandarei a resposta para onde o senhor estiver.

  • Estou na casa do sargento Barbosa por alguns dias. Até mais.

  • Tenha uma boa tarde senhor.

  • Para o senhor também.

Assim que chegou a Firgen o Dr. Hans, medico que havia sido enviado, vai direto para a mansão Drake, local onde haviam levado o chanceller após seu mau subito, e começa a fazer um diagnostico, segundo mencionado pelo chanceller ele sentia forte dor de cabeça e na barriga, exaustão e fraqueza muscular. o Médico mediu sua temperatura e constatou que a mesma estava alta beirando os 40º, ele também pode observar uma grande alteração de humor do chanceller.

A governanta da casa ainda mencionou que o chanceller estava indo varias vezes ao banheiro com uma possível diarreia, e com uma tosse seca.

  • Estranho, todos esse sintomas juntos são muito estranhos e diversos, precisarei estudar um pouco mais, não me recordo de nenhuma patologia que se enquadre nesse quadro apresentado por ele. - Disse o Doutor. - Fique tranquila ficarei observando o mesmo, só peço que envie esse telegrama a casa murista para que me ajudem com o diagnostico.

A governanta chama um empregado e pede que o mesmo envie o telegrama.

Após receber o telegrama com as informações, Doutro Hans faz uma nova analise no Marques, não encontra nenhuma mancha rosada.

Assim que termina sua inspeção, o mesmo é requisitado para acompanhar até um hospital improvisado.