marinha

dois (2) encouraçados obsoletos, o “Minas Gerais” e o “São Paulo”, não utilizáveis naturalmente para qualquer emprego em uma campanha antisubmarina; dois (2) cruzadores ligeiros nas mesmas condições, o “Bahia” e o “Rio Grande do Sul”; cinco (5) contratorpedeiros da classe “Amazonas”, tão velhos quanto aqueles, a saber - “Piauí”, “Rio Grande do Norte”, “Sergi­pe”, “Santa Catarina” e “Mato Grosso”, aos quais se poderia juntar um sexto, o “Paraíba”, alquebrado, impossibilitado de enfrentar qualquer mar grosso; um (1) outro contratorpedeiro um pouco mais moderno, o “Maranhão”; quatro (4) submarinos, o “Humaitá” e o “Tupi”, o “Timbira” e o “Tamoio”, che­gados no ano anterior da Itália; dois (2) navios hidrográficos adaptáveis para fins de guerra, o “Rio Branco” e o “Jaceguai”, e uma flotilha de seis (6) na­vios mineiros da classe “Carioca”, recém-construídos no Arsenal da Ilha das Cobras, dos quais o “Carioca” e o “Cananéia” foram incorporados à Esquadra a 16 de setembro de 1939, e o “Camocim”, o “Cabedelo”, o “Caravelas” e o “Camaquã” sòmente a 7 de junho de 1940; - além dessas unidades con­tava a Esquadra ainda com alguns transportes, rebocadores e navios-auxiliares de emprego especializado e restrito. O lançamento ao mar dos três (3) con­tratorpedeiros “Marcílio Dias”, “Mariz e Barros” e “Greenhalgh”, que depois prestaram tão bons serviços como verdadeiros navios de guerra, só se deu, res­pectivamente, a 20 de julho e 28 de dezembro de 1940 e a 8 de julho de 1941. Em julho de 1940 ainda estavam sendo batidas as primeiras quilhas de seis (6) contratorpedeiros de tipo inglês, da classe “Amazonas”, os quais não ficariam prontos durante toda a guerra, e as corvetas da classe “Matias de Albuquerque”, queimando carvão, encomendadas originalmente pelo governo inglês à Casa Lage & Irmão, ainda se achavam em fase de construção e lançamento ao mar, em 1942, nos estaleiros daquela firma; prestaram, entre­tanto, ainda, bons serviços no último ano de guerra.

Dos navios da velha Esquadra ainda na atividade, então chamados a pres­tar serviços de guerra, os cruzadores “Bahia” e “Rio Grande do Sul”, os con­tratorpedeiros “Piauí”, “Rio Grande do Norte”, “Paraíba” e “Santa Cata­na”, assim como o transporte “Belmonte” e o rebocador de alto mar “Laurindo Pita”, já haviam constituído a Divisão Naval em Operações de Guerra que, sob o comando do Almirante Pedro Max Fernando de Frontin, mandara o Brasil às águas européias na Primeira Grande Guerra Mundial, em 1918.