[MBW] Nordic Song

[center]NORDIC SONG[/align]
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  • Jogo: Mount & Blade: Warband - V 1.143
  • Mod: N/A / Native
  • Produtora: taleworlds.com

[tabs:Configurações]

  • Damage to Player: Normal.
  • Damage to Friends: Normal.
  • Combat AI: Good (100%, maior dificuldade).
  • Campaing AI: Good (100%, maior dificuldade).
  • Combat Speed: Normal.
  • Battle Size: 150 (máximo).
  • Dificulty Rating: 87% (é um valor alto, não consegui passar disso).
    PS: Caso nunca tenha jogado o jogo, provavelmente não entenderá algumas das informações listadas acima.

[tabs:Palavra do autor]E aí pessoal, tudo em cima? Então, hoje estou trazendo para vocês uma AAR do jogo Mount & Blade: Warband. É um ótimo jogo, vale a pena conferir. O preço não é muito caro, e tem uma grande comunidade brasileira e portuguesa em servidores multiplayer.
De qualquer forma, é um jogo difícil de se fazer uma AAR, já que ele é uma espécie de “open world”, onde você decide o que vai fazer e quais são seus planos. Não é como um jogo da série Total War, que você pode narrar os eventos que aconteceram durante alguns turnos ou coisa parecida. Por essa e outras, vou fazer uma espécie de história na AAR.
Me baseei em grandes obras da literatura: Senhor dos Anéis e a série Eragon, que estou terminando de ler. Não estranhem se notarem alguns nomes copiados ou parecidos, criatividade para nomes não é e nunca foi meu forte, haha. Não se esqueçam de comentar e criticar. Apenas com críticas e conselhos saberei o que melhorar, já que é minha primeira AAR. Espero que gostem. :>
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Capítulos semanais. Farei no máximo dois por semana.
40% da AAR é tirada do jogo, ou seja, tiro alguns fatos, acontecimentos, pessoas e reinos do jogo e faço o texto como uma história mesmo, como se fosse um livro. Várias coisas são inventadas, já que são incapazes de ocorrerem no jogo, mas essas coisas adicionam muito a riqueza do texto e fica muito mais divertido de ler. Acho beeem difícil uma AAR só contando uma aventura no M&B dar certo, então escolhi fazer assim. Espero que gostem.

[tabs][tabs:Histórico]

  • Prólogo postado - 08/11/2011
  • Capítulo I postado - 30/05/2012
  • Capítulo II postado - 03/06/2012

[tabs:Personagens] Aqui aparecerão os personagens que cito na história, sua ficha dentro do jogo e uma breve história inventada por mim para envolve-lo na trama e enriquecer o universo da AAR.[/tabs]

Capítulos
[tabs][tabs:Prólogo]
A manhã era chuvosa, uma chuva fina e constante. O cheiro repugnante de sangue misturado com as fragrâncias agridoces de suor estavam espalhados pela clareira. Aos arredores de Ruvar, um pequeno povoado nórdico na fronteira com o Império Vaergis, em torno de trinta homens enfrentavam-se. No chão, pereciam mais de quinze, com as mais diferenciadas lesões.
Haviam dois grupos distintos em meio a luta: um deles, que aparentava estar em maioria, usava vestes com tons de bege com armaduras leves, em sua maioria cotas de malha já gastas pelo tempo. O outro grupo era mais diferenciado entre si, não tendo um padrão nas roupas ou equipamentos. Usavam roupas normais revestidas com camadas de couro ou coisas parecidas, e como armas, usavam desde clavas até ancinhos, martelos ou machados. Estavam em menor número e, por consequência disso, já haviam perdido um bom número de homens, e os que restavam estavam isolados e desorganizados. Cada passo que conseguiam dar era uma grande conquista para os últimos homens, que lutavam para proteger suas casas. A batalha estava muito difícil, e estavam a ponto de perecer. O tilintar das armas batendo cotra armaduras, gritos de dor e de ódio varriam a clareira, fazendo com que animais saíssem alarmados de suas tocas, e grandes números de pássaros voassem para longe.
Os homens Vaergianos pareciam não ter fim, e a luta estava terminada, ou assim pensavam eles. Quando um dos últimos homens do vilarejo caiu, praguejando de dor, um pesado e agudo soar de um tambor de guerra nórdico foi ouvido. Não estava muito longe, e desde criança, todos os homens ou mulheres nórdicos sabiam o que aquilo significava: reforços.
Com aquele simples soar, que continuou por mais alguns segundos, se aproximando cada vez mais, os homens nórdicos recuperaram parte de suas energias, sendo invadidos por uma explosão de força e reanimando sua moral, que estava completamente abalada. Com essa explosão de força e alegria por saberem que ainda podiam sair vivos, os nórdicos começaram a disferir poderosos golpes contra os Vaergis remanescentes, o que pegou-os de surpresa. Em alguns segundos, vários homens de bege caíram, mas pareciam não ter fim, e com certeza venceriam os homens do vilarejo. Sem ligar para isso, continuaram lutando por suas vidas, seus lares e suas famílias, sabendo que o amparo estava próximo.
Com um grito em conjunto, como se vários fossem um, uma centena de homens adentrou a clareira, varrendo a maior parte dos Vaergis ali. Logo os poucos homens do vilarejo que restaram, juntaram-se ao coro de gritos de guerra que massacrou a moral dos inimigos, além de seus crânios.
Todos os novos combatentes estavam vestidos com pesadas armaduras de batalha, além de grandes e poderosos machados capazes de dilacerar vários inimigos de uma vez só. Eram de uma poderosa parcela de combatentes nórdicos, os Huscarls. Eram os mais fortes e disciplinados combatentes do norte de Calradia. Era uma formidável elite. Os últimos Vaergis estavam caindo quando um emissário de Jarl Turya, o Jarl responsável pela região, dirigiu-se diretamente á Olaf, um dos últimos remanescentes do já, em grande parte, destruído vilarejo de Ruvar.
O Emissário requeria a presença de Olaf à tenda do Jarl. Assim, com seu orgulho restaurado, por saber que havia conseguido defender sua casa e família, mesmo tendo perdido muitos amigos, Olaf abandonou o campo de batalha, com seu compacto machado de cortar lenha em mãos, e seguiu o Emissário para dentro da floresta. -continua.

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[tabs:I][center]I[/align]
Março de 1257
Olaf aproximava-se da tenda de Jarl Turya, a maior e mais chamativa de todo o acampamento, quando viu sair de uma pequena abertura na parte de trás da barraca duas mulheres semi-nuas. Teve vontade de rir por um segundo, um milésimo, mas então todas as memórias da recém vencida batalha voltavam a sua mente, todo aquele sangue, homens gritando e caindo ao chão com seus membros dilacerados, vendo seus companheiros mortos ou ainda tentando sobreviver contra o grande número de homens que os tinha pego de surpresa… essas cenas nunca iriam se apagar de sua memória, disso ele tinha certeza. Ao adentrar a tenda, viu o Jarl tirando sua armadura manchada de sangue, com a ajuda de um servo. Logo após, tornou sua atenção aos dois homens, Olaf e o emissário. Pelo olhar, era óbvio que Turya não apreciava a presença do servo que tinha chamado Olaf, e logo mandou-o se retirar. Turya e Olaf, agora sozinhos na tenda, começaram a conversar sobre a batalha e a situação em que a vila se encontrava, quantos homens foram mortos e coisas do tipo. De fato, a vila tinha sido dizimada antes da chegada das tropas do Jarl. Para a surpresa de Olaf, Turya, o grande Jarl regente daquelas terras, tinha nascido ali e realmente se importava com a situação da região. Mostrou-se amigável, e não um homem que se achava maior que os outros, chegou a mencionar para Olaf o quanto sentia pelo vilarejo e o povo dele, e sua saudade dos tempos em que não tinha responsabilidades com o Rei e o exército, e vivia livre por ali. Depois de algum tempo de conversa, Turya convidou Olaf e os sobreviventes para um banquete em seu castelo, que não era assim tão distante do vilarejo. Um bom número de soldados e servos do Jarl ficaram no vilarejo, para despachar novos visitantes que podiam vir a aparecer e reconstruí-lo.
Já acabava a tarde quando as tropas do Jarl e os camponeses chegaram ao castelo, e ao entrar pelos grandes e poderosos portões, já puderam sentir os mais diferentes cheiros, ainda nem tinham visto a comida, mas parecia que apenas um delicioso cheiro já preenchia lugar em seus estômagos. A noite foi de alegria para muitos, que deliciaram-se com o banquete, música e bebida. Para outros não foi bem assim, a maioria destes eram camponeses que viviam no vilarejo e perderam parentes e amigos, e para esses, a noite não teve nada de bom. O banquete ainda estava acontecendo quando um servo chamou Olaf até a sala do Jarl, dizendo que existiam assuntos importantes a serem discutidos. As luzes e o barulho do grande salão onde a festa estava acontecendo eram ouvidos do castelo inteiro, e o eco que fazia nos corredores chamou a atenção de Olaf, que já dava graças aos deuses pelo fim do dia ter, finalmente, chegado.
Chegando a seu destino, Olaf foi convocado pelo Jarl a uma missão: alguns bandidos estavam atacando regularmente os vilarejos da região, e um informante de Turya tinha localizado seu “quartel general”. O Jarl dizia ter visto a habilidade de Olaf em manejar um machado e animar seus companheiros em meio a uma luta que já parecia perdida, disse que Olaf tinha qualidades de um líder, e queria testá-lo. Foi pego de surpresa por essas afirmações, e não teve como recusar a missão. O Jarl pediu que esperasse, e entrou em uma pequena porta de sua sala, voltou de lá com um grande e belo machado de guerra, e entregou-o para Olaf como um presente por sua ajuda prestada ao vilarejo. Pela manhã, sairia com quinze homens e destruiria o campo dos bandidos. Ficou muito agradecido, mas custava a acreditar ter tais habilidades comentadas pelo Jarl, e desejou voltar ao vilarejo, e que ele nunca tivesse sido atacado. Voltaria a matar homens, mas não mais em defesa de seu lar, agora estava sendo mandado.

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Foi acordado por um criado e recebeu algumas roupas novas. Foi levado ao encontro dos outros homens: eram todos como ele, mal sabiam manejar uma espada, nem como matar um homem. O único que, aparentemente, sabia o que estava fazendo era o capitão do grupo, que vestia grossas roupas pretas com detalhes brancos e vermelhos, cores do brasão de Turya. Parecia não gostar da missão tanto quanto os outros. Partiram por volta das onze horas da manhã. Demoraram um bom tempo para chegar a entrada do esconderijo, que descobriram ser uma depressão no meio de várias montanhas baixas, que só podiam ser passadas por ali. Era uma entrada secreta para o mar, praticamente, onde dois barcos do estilo nórdico estavam atracados. Vários homens estavam espalhados pela praia, conversando em volta de fogueiras extintas e fazendo diversas tarefas. Também por ali, existiam algumas entradas para cavernas, o que tornava o lugar muito atraente para um esconderijo.

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Logo que os bandidos notaram a presença do pequeno grupo, começaram a gritar e pegar suas armas. Quando todos os membros do grupo de Olaf já estavam na praia, o capitão deu ordem de prisão a todos os bandidos presentes, que apenas riram e continuaram a encara-los. Alguns tensos segundos se passaram e um grito foi dado, Olaf olhou ao redor, alarmado, e viu o capitão caído, com uma lança de arremessar atravessada em sua perda direita. Os homens tremeram, por um segundo alguns exitaram e pareciam estar a ponto de correr, mas então mais gritos foram dados e os bandidos partiram ao ataque. A luta não durou muito, e, por incrível que pareça, o destreinado grupo de Olaf parecia estar ganhando. Com o capitão no chão, Olaf começou a distribuir ordens a medida que mais e mais inimigos saíam de dentro das cavernas. Por um momento chegou a pensar que seriam derrotados, aquela era uma quantidade assombrosa de bandidos. Nesse momento, ouviu algo passar rapidamente ao lado de sua cabeça, acertando e matando um de seus companheiros logo atrás dele. Parou de pensar, deixou de ser uma pessoa e ter sentimentos. Aquela lança podia estar em seu peito agora, mas por sorte, ela foi destinada a outro. Nesse momento, Olaf sabia que se quisesse vencer, teria que deixar de ser um ser humano. Virou um robô, atacava a qualquer coisa que se mexia, destroçava escudos e com fortes pancadas desarmava oponentes, que logo após tinham seus crânios partidos ao meio por seu pesado machado de batalha. A luta seguiu por um bom tempo, até que só sobraram em pé Olaf e dois outros de seus companheiros, além de seu capitão que praguejava no chão. Foi um massacre, e dessa vez, por incrível que pareça, Olaf não tinha sentido nada, não se lembrava de ter matado todos aqueles homens. Ele via os corpos, cabeças rolando no chão, mas não sentia nada, não pensava nada.

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Levantou o capitão e colocou-o em uma maca improvisada. Partiu com seus companheiros de volta ao castelo, e no caminho voltou a si. Pensava em sua situação, no que estava se tornando, pensava profundamente nisso, não se lembrava de ter matado aqueles homens na praia, não sentia que tinha, mas no fundo sabia que o fez. Estava ficando com medo de si mesmo e temia seu futuro.
De volta ao castelo, foram recebidos por aplausos e agradecimentos, Turya fez uma pequena celebração e homenagem aos mortos e sobreviventes. O capitão passava bem, tinha perdido um pouco de sangue, mas era forte e conseguiria se recuperar. Não seria o mesmo, não pelas pessoas que viu morrer sem poder interferir, mas sim pela perna que perdeu e porque não poderá mais voltar a matar. O vilarejo já poderia ser ocupado novamente, as casas queimadas tinham sido em grande parte reconstruídas, mas Olaf não tinha vontade de voltar, amava sua antiga casa, mas nenhum de seus antigos amigos tinham sobrevivido a batalha. Decidiu, assim, ficar no castelo.

[tabs:II][center]II[/align]
Maio de 1257

Levantou, vestiu algumas roupas já gastas pelo tempo e dirigiu-se até um pequeno salão ao lado da sala do Jarl, onde um rico café da manhã estava sendo servido. Começaram assim praticamente todos os dias de Olaf no último mês no castelo, seu primeiro mês. A guerra foi colocada de lado, já que o dano material e cultural para os dois lados foi extremamente devastador. Um tratado foi assinado, a paz entre os Nords e Vaergis já completava um mês. É claro que a guerra não acabou completamente, na fronteira ainda existiam pequenos conflitos, mas a grande maioria dos nobres já tinham recolhido suas tropas e mandado-as para casa, onde o estrago foi concertado e todos voltaram a suas vidas normais.
De fato, as semanas que Olaf passou no castelo não foram tão monótonas quanto parecem, participou de caçadas e batalhas contra os poderosos Sea Raiders, um grande e organizado grupo de saqueadores que atua em toda a região costeira. Ao mesmo tempo, aprendia novas técnicas de luta com os melhores treinadores do castelo, além de táticas e diplomacia com o Jarl, que queria transforma-lo em um seguidor, alguém para auxilia-lo no castelo e nas guerras. O Jarl não tinha nenhum filho, e sua mulher morrera a alguns anos, o que justificaria seu tratamento a Olaf. Muita gente no castelo estava enfurecida com a situação, já que, se tornar o conselheiro do Jarl tendo apenas como experiência a liderança de um bando de camponeses que nem sabiam segurar uma espada, e em tão pouco tempo… mas uma boa parte do castelo gostava de Olaf, e por isso ninguém tinha, ainda, reclamado com Turya a respeito disso.
Depois de mais alguns dias de burocracia e treinamento, uma nova oportunidade de mostrar serviço e lutar surgiu: um grupo de Sea Raiders tinha recém chegado a costa, e estava sendo um grande incomodo para o Jarl, já que, em menos de uma semana já tinham saqueado dois vilarejos de outros Jarls, além das terras de Turya. Olaf foi instruído pelo Jarl a levar um pequeno número de homens e averiguar a situação, e, se possível, expulsar os invasores. Não estava muito confiante que, com aquele número de homens, poderia se envolver em uma luta. Se prepararam para sair pela manhã do dia seguinte. Durante a noite, porém, chegaram notícias do vilarejo, más notícias. Os saqueadores tinham retornado e tomado controle sobre o vilarejo, e estavam em grande número. O Jarl não quis uma mudança drástica nos planos, por isso só aumentou a quantidade dos homens de Olaf, o que deixou o número de soldados no castelo praticamente nulo. Olaf partiu em direção ao vilarejo.
Quando se aproximaram do vilarejo, a estratégia escolhida foi uma aproximação furtiva pela floresta, que beirava algumas casas em um lado do vilarejo. Um pequeno grupo entraria pela frente e atacaria, nesse momento o resto dos homens chegariam por trás, saindo da floresta. Os vilarejos nórdicos que faziam fronteira com outros reinos tinham muros, não muito altos, mas que não permitiam visibilidade de quem estava por fora. Todos estavam preparados e em suas posições. Quando um dos ajudantes de Olaf deu o sinal, ouviram-se gritos vindos da entrada do castelo, os homens estavam entrando. Logo após, Olaf e o restante dos soldados foram até um pequeno portão lateral do muro, que era escondido pela floresta e poucos moradores sabiam de sua existência, e invadiram. A surpresa foi grande quando entraram: não encontraram ninguém. Digo, ninguém vivo, apenas um grande número de corpos empalados que ainda não tinham começado a apodrecer. Eles não podiam estar longe, e homens a cavalo foram enviados para encontrar o grupo que fez aquilo, não poderia ser deixado em branco. Aquelas pessoas mortas eram conhecidos de Olaf, e um sentimento de culpa caiu sobre seus ombros. Se tivesse escolhido voltar ao vilarejo, não ter ficado no castelo, poderia ter feito algo, poderia ter organizado uma força para repelir o ataque… não sabia o que, mas teria salvo a vida de seus amigos. Alguns minutos depois, encontraram as mulheres e crianças, além de alguns homens que se renderam, dentro de uma das casas. A maioria tinha sido espancada, e as mulheres estupradas. Pouco a pouco, foram retornando a suas casas, e os homens de Olaf começaram a retirar as estacas com os corpos. Era uma visão que poucos conseguem esquecer, corpos empalados… um ao lado do outro… Olaf ordenou que montassem acampamento ao lado do vilarejo, queria esperar até saber aonde estavam aqueles que fizeram aquilo. Voltar ao castelo de nãos vazias não seria uma boa ideia.
Ama hora depois, chegaram notícias: o castelo do Jarl tinha sido invadido.[/tabs]

Opa, cheio de AARs agora hein xD

Estarei acompanhando, jogo Warband quase que diariamente e recomendo, muito bom.

Opa, uma AAR de mount & blade? Vou acompanhar… você recomenda que MOD’s, alem desse?

Bom, tem diversos mods muito bons lá no fórum do jogo (forums.taleworlds.com). Vou dizer alguns que eu realmente recomendo e jogo. (:
Não vou dar informações detalhadas sobre os mods, caso queira saber ao fundo o que cada um adiciona ao jogo, procure no fórum, deixarei os links.
PS: Vou deixar aqui apenas mods para o Singleplayer.

Freelancer - forums.taleworlds.com/index.php/board,232.0.html < mod utilizado na AAR, que é simples mas muito divertido: ele faz com que você tenha a opção de servir no exército de um lorde como soldado, e ir avançando nos ranks como se fosse uma tropa normal, começando como um Peasant.

forums.taleworlds.com/index.php/board,57.0.html < Hundred Years War

forums.taleworlds.com/index.php/board,119.0.html < Prophesy of Pendor - tem uma vasta área de mitologia, onde você pode se afiliar a um Deus e coisas do tipo. Não explorei muito o mod, mas é realmente bem legal.

forums.taleworlds.com/index.php/board,189.0.html < Brytenwalda - Esse eu REALMENTE aconselho jogar. Ele tem o tamanho bem maior que a maioria dos outros mods, mas compensa, e muito!

forums.taleworlds.com/index.php/board,167.0.html < 1257 AD - Esse também, assim como o Brytenwalda, é um dos melhores mods do jogo.

Não cheguei a ver uma coleção vasta de mods, mas entre os que já joguei, esses são os melhores.

Acompanhando. Só espero que não seja que nem as outras AAR’s de MBW do fórum que foram abandonadas.

Sempre há uma primeira vez para algo dar certo. :slight_smile:
É uma pena que outras não tenham dado certo, é um ótimo jogo, mas por sua “grandeza”, também traz diversos desafios para quem escreve a AAR. Vamos ver no que vai dar, né.

Acompanhando. Só espero que não seja que nem as outras AAR’s de MBW do fórum que foram abandonadas. [2]

Li a sua AAR, achei ela bem interessante. Vou tentar me espelhar um pouco na sua AAR e na do Monsieur, que, pelo tanto que eu li, são de ótima qualidade.
Não posso assegurar de todo que não desistirei ou irei concluir a AAR prematuramente, mas darei meu melhor nela enquanto estiver de pé.
Sempre gosto de críticas e sugestões, de qualquer forma. :slight_smile:

Acompanhando! Embora eu não goste muito da cultura nórdica.
ow tio, esqueceu este mod maravilhoso 100% brasileiro: viewtopic.php?f=18&t=7679&start=60#p109966 (clica que aparece)
Eu jogo ele direto… viciadão. E o Brytenwalda, é o melhor deles?

Opa, vou acompanhar, mas te digo, M&B é um jogo muito cansativo de narrar, abandonei a minha por causa de falta dos problemas com provas e etc…
No mais, torço pra essa não ser abandonada.

Nossa, nunca tinha visto esse mod. Vou dar uma pesquisada sobre ele, valeu pela dica.
E sim, ao meu ver, o Brytenwalda é o mod mais elaborado atualmente, além de ter centenas de equipamentos e tropas novas. A única coisa que complica são os nomes mega complicados, que variam de facções(e existem MUITAS).

Desculpem o double post, mas preciso dar um up no tópico.

Adicionei o prólogo, que não contém imagens, já que é só uma introdução a história. Ele não ficou muito extenso, e prometo que os demais capítulos ficarão maiores e com mais conteúdo, além de imagens.
A noite pretendo adicionar imagens e informações sobre a cultura nórdica.

Peço que comentem e critiquem, valeu. :slight_smile:

Muito bom o prólogo, perfeito, hehe
Esperando o capítulo.

Muito bom mesmo, ficou muito penetrante a parte do tambor. Pelo menos eu imaginei perfeitamente o momento. Muito bom mesmo. A escrita impecável.

Acompanhando com certeza.

Aham, essas cenas épicas como a que ele narrou agora são muito boas, imagino como se fosse em um filme.

Valeu. :]
Amanhã provavelmente sai o primeiro capítulo. Estou terminando de baixar algumas coisas e vou dar uma jogada, além de tirar screens pro próximo capítulo, obviamente.

Só pra completar, acho que não vou tirar screens das batalhas, já que, ao meu ver, ficam muito melhores como uma narrativa. Apenas algumas para ilustrar as armaduras, tropas e afins. O que acham? Devo postar e narrar as batalhas do mesmo jeito que aconteceram no jogo ou criar uma história e narrativa ao redor delas, como foi feito no prólogo?

Não deu tempo de fazer o capítulo 1 hoje, e será uma semana corrida, com provas e tudo mais. Vou precisar de um pouco mais de tempo para postá-lo, espero que entendam. :S

Tranquilo, desde que não abandone. :smiley:

Estou passando por algumas dificuldades… meus pais estão se separando e eu vou me mudar daqui a alguns dias. Vou ficar um tempo sem internet. Por causa disso, provavelmente o capítulo 1 vai demorar um pouco para sair. Espero que entendam. :l