Nau Mercantil Slavyanskiy

[font=Century Gothic][center]Nau Mercantil Slavyanskiy[/align]

[tab=30]A nau mercantil Slavyanskiy,batizada com esse nome para representar o orgulho da raça eslava,serviu como membro de uma larga frota mercantil de uma corporação atuante no mar negro,sendo mais tarde vendida para um pequeno grupo comercial que faz viagens intercontinentais pelo mundo,tendo sua última parada sendo em Gesébia.Não tardou muito para a Organizatsiya ver o potencial dessa embarcação,que tendo toda sua tripulação composta por russos,serviria perfeitamente como camuflagem para os negócios da máfia,que rapidamente contratou a nau para seus serviços.
[tab=30]Sendo imediatamente usada para fazer contato com os rebeldes sunerianos,a embarcação ainda tinha muitas aventuras pela frente como membra da máfia russa.
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[tab=30][font=Century Gothic][size=130]No dia seguinte ao contato com os bárbaros do leste,os tripulantes da Slavyanskiy continuavam sua rotina comum,o capitão estava junto ao navegador em uma grande mesa circular,tentando encontrar a região em que as correntes marítimas ficam mais suaves,rota usada na ida para a cidade de Sunéria,visto que na maior parte da baía a forte corrente marítima como as constantes tempestades dificultam o acesso ao lado leste da mesma,explicando a falta de trânsito marítimo pela região.Com a rota finalmente estabelecida,a nau passa a velejar com velocidade equivalente a 3/4 do total,mas com cuidado para não bater em nenhum rochedo próximo,visto que existia diversas rochas saindo do mar deixando a passagem estreita e tortuosa.
[tab=30]Durante a passagem,os dois homens eslavos estavam na cabine do capitão,conversando,em russo,sobre o que fazer em seguinte:

-Não esperava que os bárbaros fossem nos receber tão bem…isso está estranho.
-Também não,mas aquele general em particular parecia ser bastante tolo,confiando em estranhos da nação inimiga desse jeito…deve ter sido seduzido pela promessa de armas,esses selvagens só pensam nisso,armas e guerras,nada mais.
-Sim,mas não podemos pensar que os outros serão iguais,ele não parecia ser mais que um general menor,sem muita influência,quando voltarmos,melhor ter cuidado,não sabemos se eles irão simplesmente nos jogar nas masmorras e pegar as armas…
-Eles não vão,não se mantivermos a promessa de trazer mais armas,como eu disse,eles só pensam nisso,nada mais.
-Humpf…Espero que esteja certo,agora vá enviar uma carta para Sergey explicando a transação,tem um pombo esperando no convés,eu tenho que forjar um documento para todo esse ouro,depois de nossa brincadeira em Áquila,a segurança nos portos deve estar mais afiada que tudo.
-Sim,até daqui a pouco.
-Até,e lembre de fechar a porta,ainda não confio totalmente nesses marinheiros.

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[tab=30]A carta enviada por Sergey havia chegado na nau,e sem demora os mafiosos a bordo passam as instruções para a tripulação,assim como a forjada origem do ouro,para enganar os gendarmes no cais.

[offtopic]Navios privados necessitam pertencer a uma empresa ou ser uma empresa, ainda mais se tratando de uma nau “mercantil”.[/offtopic]

[offtopic]…“sendo mais tarde vendida para um pequeno grupo comercial que faz viagens intercontinentais pelo mundo”…
Eu “aluguei” o navio,não sou dono dele,ele pertence,ou melhor dizendo,faz parte,de uma união de mercadores para benefício de todos eles,daqui a pouco tempo ele irá embora,não e nada permanente.[/offtopic]

[mod=“Richardlh”]Pedro, como o barco faz parte da máfia (não importa se direta ou indiretamente) e a máfia deve ser custeada (além de que o barco fará parte de um RP contínuo e não de uma única ação isolada) solicito que tu ponhas este barco custeado pelo teu personagem, bem como tudo que se referir a máfia.[/mod]

[tab=30][font=Century Gothic][size=130]O mafioso eslavo andava pelo convés do navio,incrivelmente mantendo o equilíbrio para alguém que entrava em uma nau pela 2 vez em sua vida,sendo a primeira a viagem de ida para Gesébia,que em seus meses de duração foi o suficiente para fortalecer o estômago do homem,que mal sentiu enjoo durante a viagem.Neste momento,quando observava o horizonte no oceano,imaginando que surpresas teria nessas águas,ele e abordado pelo capitão do navio,que o cumprimenta e pergunta:

-Agora que temos certeza da continuação dessas vendas,me diga,qual será a fatia do lucro que a Slavyanskiy ganhará?
-O Sergey foi bem claro quanto a isso em sua última carta,você e seus homens ganharam 40% de cada venda,nada mais.
-Humpf…eu prefiro meio a meio,mas que homem não gostaria de ganhar mais dinheiro?Ha,40 será então,diga a seu amigo que chegaremos em Windhelm pela noite,se o vento continuar assim.
-Ótimo,e não se esqueça,fazemos parte de uma indústria estadunidense e estamos levando o ouro de uma mina no sudeste asiático para São Francisco,não quero ter problemas com os gendarmes.
-Claro,só me de os papéis e o resto pode deixar comigo…te vejo daqui a pouco.
-Certo.

[tab=30]Diz o eslavo se dirigindo a sala do capitão. [/size][/font]

[tab=30]Não muito longe de Windhelm,mas distante o suficiente para evitar suspeitas,os dois mafiosos eslavos,juntos com o nativo de Sunéria deixam a Slavyanskiy em um barco a remo de madeira,indo em direção a costa,visto que os gendarmes poderiam suspeitar da nau caso houvesse somente 2 homens eslavos que não eram visivelmente marinheiros,assim como um nativo suneriano.Sem antes checar a carga para ter certeza que o selo da república estadunidense estava presente em todos os caixotes,assim como uma revisão nos documentos e credenciais da viagem,fornecidos pelos camaradas instalados nos Estados Unidos,eles remam até uma praia com algumas rochas,escondendo o barco entre elas,assim como colocando um pano em cima para evitar suspeitas.Logo,os 2 homens eslavos vão para Windhelm pela estrada para encontrar os comerciantes ilegais,conseguindo uma carona de um fazendeiro que estava a levar seus grãos para um mercado na cidade.

[tab=30][font=Century Gothic][size=130]Perto do porto de Windhelm,a Slavyanskiy se depara com uma frota da armada gesebiana indo para o leste,mas ela ignora a pequena nau mercantil,provavelmente supondo que não passava disso,e continua seu percurso no mar territorial.Refletindo um pouco sobre o fato da frota não ter abordado a nau em tempos como esses,o capitão supõe que o único motivo plausível seria que ela tivesse outra missão,e não poderia perder tempo para cumpri-lá.Devido ao forte armamento levado pelos navios,era visível que elas estavam embarcando em uma campanha de caráter militar,e sabendo que os bárbaros do sul não tinham marinha,a única razão para isso seria um bombardeamento das cidades costeiras.Rapidamente,visando impedir que seus parceiros comerciais fossem derrotados antes de sequer uma possibilidade do comércio lucrar,ele envia uma carta em inglês antigo,parecido com draconiano antigo,o que eles falavam,escrita por um ex-escriba britânico de descendência eslava que se juntou a tripulação em uma viagem comercial a Império Britânico em busca de aventura,sendo enviada logo em seguida em um pombo-correio.

[hr]

[tab=30]Com o passar das horas,logo depois do ocorrido com a I Frota,a nau mercantil chega aos portos de Cisalpe,atracando em umas das docas e esperando a verificação da gendarmeria enquanto 4 homens,onde um deles sabia falar português,foram comprar suprimentos para a viagem.
[tab=30]Antes de atracar,o capitão faz uma última inspeção para garantir que não havia nada errado,revisando desde os documentos até a mercadoria em si.Tendo certeza que tudo estava nos eixos,ele ordena que todos da tripulação abordados pela gendarmeria deveriam simular que não sabiam falar português,e que somente ele falaria com os mesmos,mas por precaução,ele repassa o plano para seus marinheiros. [/size][/font]

Os gendarmes responsáveis pela vistoria finalmente chegam à nau. Solicitam a documentação do itinerário da embarcação, bem como a procedência do ouro encontrado na mesma, além da confirmação da bandeira da nau, visto que tal não estava devidamente hasteada.

[offtopic]Pedro, só menciona essas informações como se estivessem no formulário: de onde a embarcação veio, para onde vai e qual a nacionalidade.[/offtopic]

[tab=30][font=Century Gothic][size=130]O capitão da nau,que estava a falar com os gendarmes,entrega os documentos da nave,que continham as seguintes informações:

Nome da nau: Slavyanskiy
Nacionalidade: Estadunidense
Função: Membra da empresa metalúrgica estadunidense AllMetals,com sua sede em São Francisco
Partiu de: Saigon,Indochina
Escala: Windhelm,Império Gesebiano
Destino: São Francisco,EUA
Procedência da carga: Minerado de uma filial mineradora perto de Saigon,teve 4/5 da carga assaltados no percurso para o porto,o que explica a baixa quantidade de carga.

-Aqui está tudo que precisa saber sobre nossa embarcação,quanto a bandeira,tivemos que mudar o destino da frota devido a alta incidência de piratas perto das Filipinas,e acabamos de cara com uma tempestade que rasgou a bandeira que estava hasteada no momento,tentamos improvisar pegando uma bandeira branca e pintando ela,mas não tinha ninguém com a habilidade para fazer isso,então ficou esse tecido ridículo assim mesmo,mas pode deixar que já enviei meus marinheiros para comprar suprimentos e uma bandeira novinha em folha,sinto muito por isso oficial[/size][/font]

  • Aparentemente tudo certo. Enquanto eu lhe faço umas perguntas, um de seus homens acompanhará dois dos outros oficiais para uma inspeção em toda embarcação. O restante de sua tripulação deve aguardar no convés.

Enquanto as ordens eram cumpridas o oficial da Gendarmeria continuou a faze algumas perguntas ao capitão da embarcação.

  • Então os senhores vieram pelo oeste e qual foi o último porto que pararam antes de entrar em Gesébia? E esse assalto foi na Filipinas, certo?

[tab=30]Estivemos em Cingapura não tem mais de 2 semanas,e creio que tenha me expressado mal,não sou muito fluente em português,muito menos o gesebiano,mas o assalto foi na terra ainda,enquanto o ouro era levado das minas para o porto,ainda na Indochina,desde lá posso dizer que a viagem tem sido bem calma seu guarda.

  • Certo, aqui falamos o português com influência de algumas outras línguas também, tanto europeias como locais! E aqui, em Gesébia, passaste por algum outro porto ou esse é o primeiro?

-Este é o primeiro senhor

  • Então vieram pelo oeste, certo? - diz o gendarme enquanto anotava as informações. - Pois bem, vocês terão que ficar aqui ainda por mais um dia até a papelada esteja em ordem, especialmente a autorização do transporte do ouro. Passar bem.

Assim, com os outros dois gendarmes retornando da vistoria, todos se retiram da nau.

Um pouco depois, antes de fiscalizarem a embarcação seguinte, o oficial gendarme pede para que um de seus companheiros avise a Gendarmeria, precisando de 10 homens e o Almirantado, 5 homens.

[tab=30]Quase que imediatamente após a saída do gendarme,os marinheiros que saíram mais cedo voltam junto com os suprimentos,que são prontamente embarcados na nau,assim como a bandeira estadunidense e hasteada no mastro do navio.Enquanto embarcavam o navio,um dos marinheiros passa o recado dos homens russos,e sabia que tinha que zarpar o quanto antes,mas decide obedecer a ordem do oficial e aguarda até a noite para poder ir embora,mas não sem tomar metidas preventivas,colocando um marinheiro não muito longe da nau para verificar movimentos estranhos e mandando os homens,discretamente e calmamente,preparem o navio para zarpar,mas de uma forma que a ação não estava ainda completa,dando impressão que a nau não iria sair,assim como retirando a corda que prendia o navio ao cais,mas a deixando desamarrada em cima do mesmo,com um pano em cima para encobrir.

Antes do anoitecer, o gendarme que antes inspecionara a nau chega à embarcação. Nota que a mesma está um pouco afastada da beirada do cais e que há um pano em cima do local de amarra e que a corda estava um pouco frouxa. Assim, chama o capitão da nau para que o mesmo desça e pegue os papéis de autorização, enquanto chama um estivador do cais e dá-lhe um pequena bronca por não ver que a corda estava solta e manda-o prender a mesma. O que o marinheiro faz, mesmo que estivesse com vontade de amarrar o oficial gendarme.

No mesmo instante o grupo de 15 gendarmes e fuzileiros adentra o cais.

[tab=30]Enquanto vigiava,o jovem marinheiro que estava próximo a um dos grupos de fuzileiros e gendarmes que entraram no cais,percebe que os mesmos se dirigiam em em linha reta a Slavyanskiy,o alertando sobre uma possível tentativa de apreender o navio,e dando o sinal para seus camaradas,logo em seguida,ele percebe que alguns fuzileiros olharam para ele,mas mesmo sentido o pesar dos olhares sobre ele,ele caminha normalmente em direção a uma mesa com peixes,pegando uma caixa e jogando nos soldados,aproveitando essa chance para correr em direção ao interior da cidade onde esperava despistar os soldados.
[tab=30]O capitão estava a pegar os documentos da mão do gendarme quando ouviu o sinal feito pelo marinheiro de guarda,e de uma forma calma,como se nada tivesse ocorrido,ele se vira em direção ao navio,mas antes de começar a subir a rampa que leva ao convés,ele se vira rapidamente dando um soco na cara do oficial,o atordoando por alguns segundos.Logo,ele começa a correr em direção ao barco,gritando em russo para zarparem imediatamente,ação que e correspondida pela tripulação da forma mais rápida possível,que com 90% do preparo para zarpar já feito anteriormente,a nau calmamente começa a se deslizar pelo mar,esticando cada vez mais a corda.
[tab=30]Sem hesitar,o capitão empurra para a água a pequena rampa que conectava o navio ao cais,assim como rapidamente corre em direção a corda prendendo o navio ao cais,dando um pulo e usando seu peso assim como a força de seu facão para dar um corte preciso na frágil corda,quase a cortando completamente,faltando apenas alguns centímetros para se romper inteiramente.
[tab=30]Ao mesmo tempo,o jovem marinheiro que estava próximo a um dos grupos de fuzileiros e gendarmes que entraram no cais,percebe que os mesmos se dirigiam em em linha reta a Slavyanskiy,o alertando sobre uma possível tentativa de apreender o navio,e dando o sinal

[tab=30]O jovem marinheiro é rapidamente alvejado num dos ombros por um disparo vindo de um fuzileiros, tendo corrido apenas alguns metros. Um segundo fuzileiro e um gendarme rapidamente correm e começam a prender o jovem. Os demais gendarmes e fuzileiros, excetuando-se os três gendarmes que foram atingidos pela caixa, correm em direção à nau, suspeitando que isso tenha algo a ver com a apreensão que iriam fazer.

[tab=30]Recuperando-se do soco, que por pouco não o derrubou, o oficial gendarme saca seu revólver e manda pararem, imediatamente depois, atira contra o capitão da nau. O tiro, contudo, erra o alvo; porém confirma aos pelotão de gendarmes e fuzileiros de que realmente havia um problema relativo à nau.

[tab=30]A população ao redor, esconde-se, seja nos navios, adentrando a cidade ou abaixando-se. Poucos ficam estáticos. Antes de também buscar proteção, o oficial atira mais uma vez, agora acertando em cheio um dos marinheiros. Este cai inerte no convés.