[NTW] Allons Enfants de la Patrie

Bem pessoal, já faz um tempo que quero postar uma AAR aqui e resolvi postar esta que eu escrevi a 2 anos e meio e postei na época na boa e velha comunidade de RTW no Orkut (que reunia não só jogadores de Rome). Ela está toda escrita e 100% completada desde aquela época, só vou postá-la aqui novamente, então é certeza de que ela será completada.

Nome: Allons Enfants de la Patrie
Jogo: Napoleon Total War (Campanha da Itália)
Facção: França
Dificuldade: Faz 2 anos e meio que escrevi e joguei, me perdoem mas infelizmente não me lembro :frowning:

Índice:

Capítulo 1 - O Contexto dos Conflitos
Capítulo 2 - Não Podemos Perder Tempo
Capítulo 3 - A Batalha de Coni
Capítulo 4 - Repercussões da Vitória
Capítulo 5 - Uma Chance Para a Rendição
Capítulo 6 - Marcha e Interceptação
Capítulo 7 - A Batalha dos Campos de Torino
Capítulo 8 - Surpresa Durante o Cerco
Capítulo 9 - A Áustria Ataca
Capítulo 10 - A Batalha de Turim
Capítulo 11 - As Negociações
Capítulo 12 - Uma Nova Missão
Capítulo 13 - A Libertação de Modovi
Capítulo 14 - Colocando as Coisas em Ordem
Capítulo 15 - A Batalha de Milão
Capítulo 16 - Desentendimentos?
Capítulo 17 - A Batalha de Lodi
Capítulo 18 - Parando a Áustria
Capítulo 19 - Negociando com Veneza
Capítulo 20 - A Marcha para Klagenfurt
Capítulo 21 - Problemas com a Áustria
Capítulo 22 - A Batalha de Klagenfurt
Capítulo 23 - Enfim a Vitória Chegou (final da AAR)

Obs: Foi mal por alguns capítulos estarem pequenos. Como eu já disse, essa AAR foi originalmente escrita pra ser postada no bom e velho Orkut a muito tempo atrás, lá havia limitação de caracteres e devia-se ter um tamanho adequado de acordo com as regras de lá antes que os capítulos tivessem várias postagens e o povo desistisse de ler. Prometo que se fizer outra AAR aqui os capítulos terão um tamanho de acordo com o método de postagens do GSB :wink:

[center]INTRODUÇÃO[/align]

[justify][size=100]Seria esse um período de luz ou de trevas? A França passara por um período conturbado nos últimos anos. Desde 1789 o país estava vivendo uma intensa revolução. Os últimos acontecimentos estavam ainda marcantes na mente do povo, ou seria melhor dizer na mente dos sobreviventes. As manifestações populares, as Assembléias Constituintes, a execução de Luís XVI sob pena de traição, o processo de revolução radicalizado pelos sans-culottes, a ascensão dos jacobinos ao poder e o período do terror instaurado por Robespierre que mais tarde teve a própria cabeça cortada na guilhotina que ceifara tantas vidas francesas inocentes. Agora o país era governado pelo diretório, sofria ataques de outras monarquias absolutistas europeias que estavam com medo de que a mesma coisa acontecesse em seus países.

Na mente do povo pairava uma dúvida constante, incalável: O que será do futuro do nosso país? Pelo menos havia algo para se vangloriarem, o hino La Marseillaise, que os inspirava a seguir em frente contra os inimigos. A situação atual não era boa: os austríacos, principais rivais da França avançavam pela Península Itálica afim de invadir a França. Para piorar a situação outras pequenas nações como Piemonte apoiava a Áustria nessa guerra contra os franceses e todas as conquistas da revolução[…][/size][/align]

Nice!

[center]Capítulo 1 - O Contexto dos Conflitos[/align]

[justify]Seria esse um período de luz ou de trevas? A França passara por um período conturbado nos últimos anos. Desde 1789 o país estava vivendo uma intensa revolução. Os últimos acontecimentos estavam ainda marcantes na mente do povo, ou seria melhor dizer na mente dos sobreviventes. As manifestações populares, as Assembléias Constituintes, a execução de Luís XVI sob pena de traição, o processo de revolução radicalizado pelos sans-culottes, a ascensão dos jacobinos ao poder e o período do terror instaurado por Robespierre que mais tarde teve a própria cabeça cortada na guilhotina que ceifara tantas vidas francesas inocentes. Agora o país era governado pelo diretório, sofria ataques de outras monarquias absolutistas europeias que estavam com medo de que a mesma coisa acontecesse em seus países.

Na mente do povo pairava uma dúvida constante, incalável: O que será do futuro do nosso país? Pelo menos havia algo para se vangloriarem, o hino La Marseillaise, que os inspirava a seguir em frente contra os inimigos. A situação atual não era boa: os austríacos, principais rivais da França avançavam pela Península Itálica afim de invadir a França. Para piorar a situação outras pequenas nações como Piemonte apoiava a Áustria nessa guerra contra os franceses e todas as conquistas da revolução.

Depois de longas reuniões no governo, foi tomada uma decisão: A Áustria e Piemonte deveriam ser combatidos veementemente! O incumbido dessa tarefa foi o jovem e promissor general Napoleão Bonaparte! Ele junto com um pequeno exército e mais dois generais foram enviados para o norte da Itália, na zona de conflito. Chegando lá, foi lhe dada uma clara missão. Ele deveria tomar a cidade austríaca de Klagenfurt e poderia usar dos meios que achasse necessário para chegar lá, desde que não declarasse guerra a outras nações da península.[/align]

[justify]Klagenfurt não era qualquer cidade. Aquela região era um local estratégico que obrigaria a Áustria a voltar para Viena e não mais nos perturbar pela Itália. O responsável por tomar essa decisão foi o atual presidente francês Louis La Revelliére-Lépaux, o líder do diretório, o incumbido dar ordens diretas a Napoleão.[/align]

[justify]Decisões importantes deveriam ser tomadas. Se a França perdesse a cidade de Nice todo o plano estaria acabado. Para evitar uma eventual revolta na região e facilitar o recrutamento de milícias na região, o diretório gasta parte do dinheiro reservado para essa campanha militar na construção de um novo magistrado em Nice. A cidade não tinha uma guarda considerável para defendê-la e não era qualquer francês que era confiável para o exército nessa época de tensão política e social no país. Para garantir que tudo sairia bem, o diretório junto com Napoleão Bonaparte decidiu que uma unidade de homens leais à revolução, uma unidade de infantaria revolucionária, fosse recrutada na região. Isso poderia assegurar a segurança da cidade por um tempo até que as primeiras expansões fossem realizadas.[/align]

É Matheus… depois daquele nosso tempo discutindo que AAR você iria postar aqui no GSB, a decisão foi NTW hehehe

(Na Steam, a um bom tempo nós falamos disso o.O)

Vou acompanhar o grande mestre Matheus chutando bundas no NTW hahha, você nunca perde.

[center]Capítulo 2 - Não Podemos Perder Tempo[/align]

[justify]Reunido com o seu exército, no início de Abril de 1796, numa noite de primavera, dentro do território inimigo, Napoleão pensava e analisava a situação em que a França se encontrava. O futuro do país estava em jogo! Embora o diretório achasse que ele deveria esperar mais tempo para começar as conquistas, Napoleão sabia que cada dia era precioso. Por um momento, toda a situação em que ele se encontrava passou pela sua cabeça.

Pelo nordeste e pelo leste, a cidade de Nice estava protegida pelo seu exército (ao leste) e pelo exército de Jean Sérurier (a nordeste), pelo sul estava descartada uma hipótese de uma invasão vinda do Mediterrâneo, e pelo Oeste e Nordeste, os Alpes Italianos serviam como proteção provisória. Havia um exército austríaco posicionado a pouca distância dele, que poderia tanto atacá-lo como reforçar Piemote na cidade Coni.[/align]

[justify]Pensando na situação, Napoleão bolou um plano rápido e eficiente para uma expansão segura, que ao mesmo tempo preocupasse a Áustria e Piemonte. Segue-se parte a carta que ele envia a Jean Sérurier, que se localizava a Nordeste da cidade francesa de Nice:

[…] As chances são melhores do que podemos imaginar. A cidade de Coni, assim como Nice, não está bem protegida. Eu recuarei com o meu exército para a fronteira de Nice, perto de onde agora tu se encontras. Lhe envio ordens expressas para cercar e tomar a cidade Sardo-Piemontense de Coni. O teu exército é pequeno e ficará menor na ocasião de uma vitória, porém não te preocupes. Se venceres, na posição onde eu estarei, poderei facilmente proteger Nice e Coni, no caso de ataques austríacos. O mês de Abril não pode terminar sem uma vitória francesa. Se temes, nunca o sucesso é garantido, mas devemos arriscar pelo bem de nossa nação e das conquistas da Revolução. Avance! Confio em suas habilidades de batalha![…]”[/align]

[center]Capítulo 3 - A Batalha de Coni[/align]

[justify]Embora seu espírito estivesse conturbado com medo de uma derrota, Jean Sérurier não poderia desobedecer uma ordem expressa de Napoleão. Mesmo receoso, marcha para a cidade de Coni e em dois dias a alcança, para a surpresa dos Sardo-Piemontenses que não esperavam um ataque.[/align]

[justify]A vantagem numérica dos inimigos era perceptível. As nossas tropas eram formadas por uma unidade de cavalaria armada com mosquetes, um canhão, uma unidade de Chaseaus, duas de infantaria revolucionária e uma de Guarda Nacional. Nossos inimigos tinham além do general Michele Colli, uma unidade de infantaria de linha, um canhão, uma tropa cavalaria pesada (chamados de dragões), uma tropa de milícia e ainda 5 tropas de cidadãos armados, que dariam as suas vidas para defenderem a sua cidade.

Quando os inimigos nos viram eles já se armaram. Pegaram em armas e se posicionaram atrás de algumas construções. Nós estávamos na entrada da cidade. Posicionamos nossos canhões na frente da infantaria e a cavalaria atrás da infantaria, respectivamente. Jean Sérurier dá a ordem para que o canhão começasse a disparar em quem aparecesse pela frente. Os tiros eram ensurdecedores e até mesmo acertaram algumas construções. Pensando que daria um fim rápido em nossa artilharia, o general inimigo ordena que sua cavalaria pesada a ataque. Era tudo que Jean Sérurier esperava. Assim que avistaram a cavalaria, nossos canhões dispararam contra ela, matando muitos.[/align]

[justify]Os sobreviventes até que tentaram continuar, mas assim que ficaram dentro do alcance da nossa infantaria, tomaram muitos tiros e a unidade foi praticamente exterminada e correu da batalha. A cavalaria pesada foi extremamente reduzida. Correr foi a única coisa que lhes restou se quisessem salvar suas vidas.[/align]

[justify]O general inimigo não tinha conhecimento do que havia acontecido com a sua cavalaria pesada, embora tenha ouvido os tiros, gritos e o relinchar de cavalos. As construções estreitavam a sua visão. Pelo seu desconhecimento da situação ele caiu no mesmo erro e tentou atacar nossos canhões que derem um tiro certeiro na sua unidade e a grande bala que saiu da boca de um deles acertou o general, que caiu no chão despedaçado![/align]

[justify]Sem o general e com a cavalaria pesada inimiga correndo, tudo corria melhor que o esperado. Mas os mosquetes das infantarias inimigas ainda poderiam ganhar a batalha pela vantagem numérica. Enquanto toda a nossa atenção estava voltada para os cavalos, uma infantaria se posicionou entre as construções e abriram fogo. Logo uma de nossas tropas teve que combatê-la. A nossa vantagem era que as armas dessa nossa unidade tinham um alcance maior, portanto, matava mais e sofria menos risco de ter perdas maiores.[/align]

[justify]A situação definitivamente não estava dentro de nosso controle. Quando vimos, já estávamos cercados pela infantaria inimiga. Isso obrigou o nosso general a tomar algumas medidas: tínhamos apenas 4 unidades de infantaria. Uma já estava combatendo entre as construções. Havia ainda 2 unidades inimigas mais ao flanco esquerdo e 2 ao flanco direito. Uma de nossas tropas foi enviada para combater as 2 que estavam no flanco direito, enquanto as outras duas nossas foram enviadas para combater outras duas inimigas que se também encontravam no flanco direito. Claramente, nosso general contava com uma vitória da nossa tropa que combatia entre as construções para reforçar o flanco esquerdo.[/align]

[justify]Para ajudar as tropas que combatiam no flanco direito, Jean Sérurier manda a nossa cavalaria abrir fogo naquele local. Ouviam tiros e gritos por todos os lados. O ar cheirava pólvora, mas o espírito dos franceses estava confiante e corajoso. Como a marcha La Marseillaise dizia: “Allons enfants de La Patrie” (avante filhos da pátria), era só não retrocedermos que a vitória seria nossa. Depois de intenso combate, vencemos no flanco direito e foi dada a ordem para que todos fossem reforçar o esquerdo. A batalha se seguiu por mais um tempo.[/align]

[justify]Depois de algum combate, algumas unidades inimigas que estavam combatendo cederam e correram! Covardes! Se lutassem como nós, nós é que estaríamos perdidos. Enquanto recuperávamos o fôlego, fomos surpreendidos por alguns inimigos que correram furiosamente contra os nossos canhões. Se não quiséssemos perdê-los deveríamos atirar, foi o que aconteceu.[/align]

[justify]Os tiros acertaram alguns soldados, mas não foi o suficiente. Se quiséssemos salvar os canhões deveríamos apelar para medidas mais drásticas. Abandonamos os tiros e corremos para combatê-los. A luta foi corporal![/align]

[justify]Lutamos furiosamente! Ouviam-se apenas gritos de inimigos que iam sendo feridos pelas lâminas de nossas baionetas. Os revolucionários lutaram como quando haviam combates em Paris, deram a vida para defender os seus ideais e para a glória da França! O resultado não poderia ser diferente. Os inimigos debandaram! Com a situação controlada, marchamos para dentro da cidade. Achamos apenas uma mísera unidade para nos oferecer resistência! Claro que a vencemos.[/align]

[justify]Andávamos pelas ruas da cidade que breve pertenceria a nós! Allons enfants de la Patrie! Breve a glória estaria em nossas mãos. Mas nunca a glória vem como um presente, a luta sempre existe e também muitas surpresas pelo caminho. Estávamos crentes de que a cavalaria pesada inimiga havia corrido, porém ouvimos o relinchar de cavalos e quando viramos de costas, fomos atingidos por uma carga de cavalaria pesada. Tivemos que pegar nossas armas e lutar corporalmente se quiséssemos salvar nossas vidas e vencer a batalha.[/align]

[justify]Éramos muitos para poucos cavalos. Vencemos, mas sofremos muitas baixas. Haviam apenas mais duas unidades de infantaria e uma tropa de artilharia para os Sardo-Piemontenses. Os canhões dos nossos oponentes não estavam conseguindo atirar. As construções os atrapalhavam e o medo tomara conta de seus corações quando perceberam que estavam perdendo a batalha. Mas tínhamos que ficar em campo aberto para combater as duas infantarias restantes, portanto, na mira dos canhões.

Para resolver esse problema, nossa cavalaria é enviada pelos flancos dos canhões e desfere um ataque mortal, para anular essa arma dos Sardo-Piemontenses.[/align]

[justify]Finalmente, alcançamos os últimos oponentes. Agora apenas tínhamos que ter pontaria ao atirar. Nossas tropas se dividiram ao atirar. Éramos dois por um! Apenas um milagre os salvaria. Confiantemente, atirávamos sem hesitar, nossa bravura e ódio contra os inimigos moviam nossos soldados![/align]

[justify]Mas como nem tudo é perfeito. Nossa guarda nacional teme e corre da batalha, manchando o nome da França. Que eles corram! Nossos revolucionários são leais à causa e aguentam até o final. Uma unidade inimiga corre e só nos resta mais uma. A vitória é eminente, atiramos sem hesitação.[/align]

Os últimos soldados Sardo-Piemontenses correm! Nós os deixamos correr. Nada poderia tirar a glória da França nesse dia. Vencemos! Que grande vitória!

[justify]Coni caiu, o plano de Bonaparte funcionou. Porém tivemos muitas baixas e a cidade dependia de Napoleão no caso de um cerco. O que aconteceria no futuro ninguém poderia prever. Só poderíamos esperar e nos inspirar nos versos de La Marseillaise:[/align]

[center]Allons enfants de la Patrie (Avante filhos da pátria)
Le jour de gloire est arrivé ! (O dia da glória chegou)[/align]

Que a nossa glória fosse o alívio de um país em tensão!

Bah, sorte ter matado o general logo no começo, hehe…

Está excelente, acompanhando!

Só para constar, a dificuldade é M/M

Como o Monsieur disse: Está excelente!
Seguirei acompanhando Math!

[center]Capítulo 4 - Repercussões da Vitória[/align]

[justify]Não demorou muito até que Napoleão soubesse da vitória em Coni. Obviamente ele ficou muito feliz em saber que a cidade havia sido ocupada pelos franceses. Agora, os fundos para a continuação da campanha aumentariam e mais tropas poderiam ser recrutadas para a defesa de cidades e expansões territoriais. Porém, ainda havia uma preocupação na mente de Bonaparte: Os austríacos. Eles com certeza iriam querer vingar a derrota dos aliados e conter o avanço francês. A queda de Coni poderia ser um motivo para que eles atacassem com o exército mais próximo. Porém, Napoleão já estaria preparado se caso um cerco acontecesse.

Na França, o diretório e o povo receberam a notícia com alegria. Ninguém do governo imaginava que uma conquista pudesse fazer parte dessa campanha tão cedo. Mas também todos estavam cientes dos riscos e o presidente Louis La Revelliére-Lépaux, o incumbido de dar ordens a Napoleão, reuniu a cúpula do governo deu uma missão ao general.[/align]

[justify]Cientes de que a cidade estava vulnerável a ataques e que todo o esforço de tomar a cidade poderia ser levado por água abaixo, o diretório mandou uma ordem para que um posto de recomposição de tropas fosse construído na região de Cunco (onde a cidade Coni estava localizada). A recomposição das tropas estava lento na região, pois só havia uma estrutura para recrutar milícias. Era necessário algo um quartel específico para o treinamento de Infantaria Revolucionária e Guarda Nacional. A recomposição das tropas seria feita, porém em ritmo menor. Um posto de recomposição de tropas solucionaria o problema. Mais uma vantagem era que o diretório consentiu em mandar uma tropa de granadeiros assim que a missão fosse cumprida, para ajudar na campanha. Concordando com a ordem do diretório, Napoleão deu ordens para que isso fosse feito imediatamente.

Todos esses acontecimentos ocorreram nas duas primeiras semanas de Abril de 1796. Era só o começo de uma campanha que poderia decidir o futuro da França![/align]

Math, não posta dias seguidos para a AAR não perder o “gostinho”.
Posta de 3 em 3 dias fica melhor.
Mas que fique claro é só uma sugestão.

[center]Capítulo 5 - Uma Chance Para a Rendição[/align]

[justify]Pouco depois da ordem do diretório para a construção de posto de recrutamento. Mais uma carta chega a Napoleão. As notícias eram excelentes, porém a bravura do general iria ser testada! A carta era mais uma missão, uma missão que poderia dar paz a França se realizada com sucesso, pelo menos na região de Piemonte. A carta dizia:

[…] A cidade de Turim é o coração de Piemonte. É dela que partem todas as decisões que se tomam contra nós. É lá que os austríacos são bem recebidos como aliados. Sem Turim Piemonte não é nada! Agora é a nossa oportunidade, chegamos às fronteiras da cidade! Se Turim cair, eles ficarão desnorteados, quebrados, não terão outra coisa a fazer a não ser parar a guerra conosco sob quaisquer termos. É claro que exigiremos que eles se tornem nosso protetorado e nos ajudem contra os austríacos ou então morrerão. Nós do Diretório confiamos em ti Bonaparte. Faça jus à responsabilidade que lhe foi dada e faça com que Piemonte se ajoelhe aos nossos pés! […]”[/align]

[justify]Isso era tudo que a França queria e precisava. Agora a chance de transformar um inimigo em aliado estava nas mãos de Napoleão. É claro que ele pessoalmente se encarregaria de cumprir a missão. Mas para isso precisava de mais tropas. Sendo a cidade mais importante dos Sardo-Piemontenses ela não deveria ter poucas tropas para a sua guarda. Ele precisava de homens leais à França e corajosos para o sucesso. Napoleão sentia que em breve grande glória viria para França e o seu maior desejo era que ele fizesse parte dela, como o protagonista![/align]

Só podemos esperar AAR’s excelentes do grão-mestre dos total wars ehuheuheuheueh, afinal ele é totaltotalwar!

bem legal mesmo, a estoria tá muito massa agora a AAR estruturalmente merecia um melhor trato até pq aqui não é mais o Orkut e temos ferramentas pra deixar ele esteticamente mais arrojada

Edit. Eita que ele agora tá empolgado hein!? Se ligou Matheus? jejejeje ;/

Muito bom capítulo Math!
:cool

[center]Capítulo 6 - Marcha e Interceptação[/align]

[justify]Napoleão já fazia os planos e preparativos para marchar para Turim. Ele tinha total confiança no seu exército, formado pelos mais bravos franceses leais a sua pátria e às causas da revolução. Antes de partir, ele mandou cartas aos generais que estavam encarregados de defender as cidades de Nice e Coni requisitando que fizessem todos os esforços possíveis no caso de um cerco às cidades, pois agora já não contariam mais com o seu apoio. Essa era uma oportunidade única para subjugar Piemonte sob os pés franceses e fazê-los lutar ao nosso lado contra as forças da Áustria.

Apesar de toda a euforia, Napoleão estava ciente dos riscos que poderia correr dentro do território Sardo-Piemontense. Esses riscos foram claramente mostrados após uma manobra de Piemonte sobre uma das nossas principais construções. A cidade de Mondovi, muito próxima de Coni sofreu uma ocupação Piemontense. Ela estava dentro de nosso território, porém ela não tinha nenhuma tropa para guardá-la. Não era uma cidade importante para a nossa defesa, era mais um centro comercial. O pior de tudo é que lá estava sendo construído o posto de recomposição de tropas que o diretório exigiu que fosse construído. Os Sardo-Piemontenses nos acertaram onde nós mais poderíamos estar vulneráveis. A recomposição de tropas seria lenta sem esse posto e nós não poderíamos arriscar tropas que estavam reservadas para a defesa de Coni para expulsar os inimigos de Mondovi. A única solução era subjugar Piemonte.[/align]

[justify]Apesar de todas essas dificuldades, Napoleão Bonaparte partiu para Turim. Os inimigos tinham ocupado Mondovi, porém não havia muito mais com o que se preocupar se não ameaçassem Coni. Napoleão parte para o momento mais decisivo: Se falhasse perderia o maior exército francês e só um milagre salvaria a campanha, se triunfasse ganharia um inimigo a menos e um aliado a mais. Não havia margem para erros.

Porém a guerra nos reserva mais surpresas do que qualquer homem é capaz de imaginar. No início do mês de maio do ano de 1796, as tropas de Napoleão estavam concentradas perto da cidade de Turim faltando poucos dias para alcançá-la, quando se ouvem notícias de que um exército de Piemonte estaria se aproximando com reforços vindos de dentro da cidade que souberam de nossa aproximação. Napoleão reconhece que sair nessa altura era impossível e alerta os homens que ficassem preparados para uma batalha a qualquer momento![/align]

Nessa situação, Napoleão citou aos homens um trecho de La Marseillaise para encorajá-los para uma iminente e difícil batalha que se aproximava:

[center]Amour sacré de la Patrie (Amor Sagrado pela Pátria)
Conduis, soutiens nos bras vengeurs (Conduza, sustente nossos braços vingativos)
Liberté, Liberté chérie (Liberdade, querida liberdade)
Combats avec tes défenseurs! (Combata com teus defensores!)
Sous nos drapeaux, que la victoire (Sob nossas bandeiras, que a vitória)
Accoure à tes mâles accents (Chegue logo às tuas vozes viris!)
Que tes ennemis expirants (Que teus inimigos agonizantes)
Voient ton triomphe et notre gloire! (Vejam teu triunfo e nossa glória)[/align]

Aceito sugestões. Não tenho muita criatividade pra formatar textos xD

Ah as dicas são as de sempre, colocar uma fontezinha diferente, a posição do texto, editar as imagens e talz… A AAR ta muito boa, isso serve apenas para dar um certo toque de qualidade. Dê uma olhada em outras AAR’s aqui do fórum, ou então sai testando algumas coisas ai… te vira xD

Eu de minha parte não tenho nada a apontar, mas claro que ficava mais agradável visualmente. Contudo, a qualidade da AAR é inegável, parabéns! :slight_smile: