O PT aprendeu com Collor a estuprar a intimidade da família do adversário

Na campanha presidencial de 1989, o candidato Fernando Collor estuprou pelo menos duas vezes a intimidade do adversário Luiz Inácio Lula da Silva. Uma das abjeções consumou-se em surdina. Horas antes do último debate debate na TV, Marisa Letícia foi chamada ao telefone para ouvir que o marido havia presenteado com um aparelho de som a namorada que morava em Brasília. O segundo estupro foi testemunhada pelo país inteiro: no horário eleitoral de Collor, Miriam Cordeiro acusou o ex-namorado Lula de tentar forçá-la a praticar um aborto ─ e de repudiar a filha Lurian depois do nascimento.

Até promover o agressor a companheiro e, em seguida, conferir-lhe o título de amigo de infância, o agredido repetiu que devia a Fernando Collor momentos incomparavelmente dramáticos. “Nunca me senti tão deprimido”, ouvi de Lula durante um jantar. “Não há nada mais sujo que envolver a família da gente numa disputa política”. No dia seguinte ao da apresentação de Miriam Cordeiro, Collor foi publicamente censurado pelo senador Fernando Henrique Cardoso e pelo deputado federal José Serra.

Em março de 2008, para livrar o governo da enrascada em que se metera com a gastança dos cartões corporarativos, a ministra Dilma Rousseff foi encarregada de produzir um papelório abjeto que tentava reduzir Fernando Henrique e Ruth Cardoso a perdulários incuráveis, uma dupla decidida a desperdiçar o dinheiro da nação em vinhos caros e futilidades gastronômicas. Por ordem de Lula, Dilma foi a primeira a agredir uma mulher gentil, suave, e também por isso tratada com respeito até por ferozes inimigos do marido.

Acuada pelo noticiário, a chefe da Casa Civil telefonou para Ruth Cardoso e jurou que o dossiê era uma invencionice da imprensa. Atropelada por mais provas e evidências, Dilma tentou transformar em “banco de dados” a fábrica de dossiês cafajestes infiltrada no coração do poder. Lula, claro, recitou que não sabia de nada. Ele sempre diz isso quando fica sabendo de tudo.

A humilhação ensaiada contra Ruth Cardoso não foi menos ultrajante que a imposta em 1989 a Marisa Letícia. Nem existem diferenças essenciais entre a afronta sofrida por Lurian e o estupro do sigilo fiscal de Verônica Serra. Mas Lula não fica tão chocado quando a filha é dos outros. “É um crime grave de falsidade ideológica”, ensinou nesta quinta-feira a usina de reducionismos oportunistas.

O presidente tratou do assunto como se discorresse sobre uma questão técnica. Pareceu tão sincero quanto seria Collor se dissesse, em 1989, que resolvera usar o caso do aborto para mostrar algumas ideias do candidato na área de ginecologia. Serra precisa deixar claro que o Brasil foi controntado com um gravíssimo crime político, um pontapé na Constituição e uma bofetada na face de todos os brasileiros. Os quase 150 estupros localizados no mafuá de Mauá avisam que a invasão da privacidade é coisa rotineira. O direito ao sigilo foi abolido.

As informações obtidas criminosamente no mafuá de Mauá apareceram pela primeira vez no dossiê contra José Serra denunciado por VEJA em maio. Os jornalistas Luiz Lanzetta e Amaury Ribeiro Junior, contratados pelo comitê de Dilma, ainda não revelaram de que forma conseguiram obtê-las ─ e quem encomendou o serviço sujo. A candidata do PT capricha na pose de vítima: “As acusações são falsas, levianas e não têm sustentação jurídica”, voltou a declamar nesta tarde. Dilma faria melhor se saísse à caça de álibis mais convincentes do que os balbuciados para escapar do caso do dossiê contra Ruth Cardoso.

Lula aprendeu o que os sarneys já nascem sabendo: numa disputa eleitoral, só é proibido perder. Foi ele quem sugeriu a Dilma a linha de argumentação: quem a trata como suspeita está cometendo um crime contra a honra. Que honra?

http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nune…-do-adversario/

Serra diz que avisou Lula sobre ataques à filha

O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, tem dito a aliados que alertou pessoalmente, em janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a hipótese de violação de sigilo fiscal de sua filha, Verônica.

Segundo seus relatos, a conversa com Lula aconteceu no dia 25 de janeiro, quando se encontraram na solenidade oficial de comemoração do aniversário da cidade de São Paulo.

Serra conta que, advertido pela própria filha, mostrou a Lula cópias impressas de artigos publicados em blogs de apoio ao PT e à candidatura de Dilma Rousseff.

Como os textos continham dados sobre Veronica, Serra reclamou da exposição de sua família em blogs, segundo ele, “patrocinados pelo governo”. O tucano teria questionado Lula sobre a origem dos dados. Ainda segundo relatos a aliados, o presidente disse que não tinha nada a ver com as publicações.

Em janeiro, Serra era governador de São Paulo e liderava as pesquisas de intenção de voto para presidente. A amigos ele conta que ficou especialmente contrariado ao saber que, dois meses depois da conversa, o governo enviara cumprimentos ao blog pelo aniversário.

Agora, com a confirmação da quebra de sigilo da filha, Serra tem se queixado pelo fato de o governo ter negado qualquer envolvimento.

Ontem, em entrevista, Serra disse que os dados referentes à declaração de bens de sua filha eram usados, desde o ano passado, em blogs que chamou de “semioficiais”.

“Esse pessoal que vem fazendo [os blogs] é da campanha da Dilma”, acusou Serra.

“No ano passado, minha filha disse: ‘meus dados de imposto de renda estão circulando nesses blogs sujos do PT’, inclusive referências feitas em blogs da Dilma, dos amigos do presidente Lula, blogs semioficiais. Há inclusive cartas cumprimentando o blog pelo aniversário. Eram blogs semioficiais.”

Na entrevista, realizada após audiência com o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, Serra acusou o governo de “blindagem” de Dilma. Mas, em nenhum momento, mencionou sua conversa com Lula.

Serra disse que Dilma é a responsável pela violação do sigilo, ainda que afirme desconhecer a quebra. “Ela é a responsável, porque é a responsável pela campanha. O esquema de espionagem foi feito com gente nomeada, reuniões, pessoas contratadas e tudo mais”, afirmou.

Serra acusou a Receita de postergar as investigações, no que chamou de operação “abafa-abafa”. Questionado sobre declarações de Lula, concordou que a Receita “é uma instituição séria e responsável”. “O problema é que o PT está conseguindo desprestigiar a Receita.”

Fonte
http://www1.folha.uol.com.br/poder/793299-…sua-filha.shtml

" … o bicho anda com uma raiva eu não sei de quem. O programa está pesado, está baixando o nível, está rasteiro. É próprio de quem não sabe nadar, cai na água e fica se debatendo até morrer afogado. É possível fazer uma campanha com nível elevado. Ninguém precisa baixar o nível da campanha. Ninguém precisa tentar transformar a família em vítima. Cade esse tal de sigilo que não apareceu até agora? Cade? Cade esse vazamento? Eu aprendi uma coisa na minha vida. Mentira tem perna curta e quando as pessoas começam a mentir descaradamente (…) Quando as pessoas começam a procurar alguém para responsabilizar pelo seu próprio fracasso, é evidente que a campanha não vai bem. A “loucura” dos tucanos é o êxito de um governo liderado por um torneiro mecânico…".

Só sei q a infestação petista na máquina pública vai perdurar por muitos anos… e o fato de ñ terem usado nada da filha do Serra, pra mim, só mostra que lea tá limpa, huauhauhauha.

É muita podridão.

Veja e Folha…

hummmm

Ninguém vai conseguir tirar essa corja ai tão cedo.

A direita quer ganhar no TAPETÃO?

http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_…&id_secao=1

PT-SP consegue provar que Atella nunca foi filiado ao partido
O Jornal Nacional da TV Globo de ontem, trocou email com a assessoria de comunicação do TRE-SP para tentar “provar” que o contador Antônio Carlos Atella Ferreira era filiado ao PT. O tribunal prestou uma informação no mínimo temerosa, ao afirmar a situação de “filiado” ao PT de Ferreira. Pois hoje, através de documentos oficiais, o PT-SP provou que o contador jamais esteve filiado ao Partido.

A informação tortuosa prestada pelo TRE-SP, apesar de ter pouca relevância sem estar acompanhada de outros fatos, foi combustível para o noticiário incendiar o assunto através de ilações e manchetes maliciosas, que foram usadas no programa eleitoral da TV de José Serra (PSDB), na tarde deste sábado. Veja imagem ao lado.

O resultado do coluio mídia-tucanos é que a nota do TRE-SP, a forma que o JN divulgou, e as manchetes que foram produzidas, formaram um conjunto para alimentar o factóide que interessava à campanha de José Serra (PSDB), usando a malandragem do “quem conta um conto, aumenta um ponto”.

Leia, abaixo, nota do PT-SP sobre a suposta filiação de Antonio Carlos Atella Ferreira

Diante das notícias veiculadas por órgãos de imprensa acerca da filiação do Sr. ANTÔNIO CARLOS ATELLA FERREIRA ao Partido dos Trabalhadores (Diretório de Mauá – São Paulo), o DIRETÓRIO ESTADUAL DE SÃO PAULO DO PARTIDO DOS TRABALHADORES vem de público esclarecer que:

  1. Foi apresentada ao Diretório Municipal do PT de Mauá, em outubro de 2003, proposta de filiação do Sr. ANTÔNIO CARLOS ATELLA FERREIRA;

  2. Ocorre, porém, que ao ser escrita ou digitada a solicitação de filiação, o seu nome foi grafado de forma incorreta, encaminhando-se, em decorrência disso, aos órgãos competentes da Justiça Eleitoral, o pedido de registro de filiação em nome de ANTÕNIO CARLOS “ATELKA” FERREIRA;

  3. Em decorrência de não existir compatibilidade entre o nome constante do pedido de registro de filiação e os documentos eleitorais firmados em nome de ANTÔNIO CARLOS ATELLA FERREIRA, a Justiça Eleitoral deixou de efetivar o registro da filiação;

  4. Desde então, o Sr. ANTÔNIO CALOS ATELLA FERREIRA nunca procurou os Dirigentes do Diretório de Mauá para corrigir a situação da sua filiação junto a Justiça Eleitoral. Da mesma forma, ele nunca participou de qualquer órgão de direção partidária, nem de qualquer evento, seminário, reunião ou atividade promovida pelo Diretório, não tendo nunca cumprido quaisquer obrigações estatutárias estabelecidas para os nossos filiados, nem mesmo sequer comparecido para votar em quaisquer dos nossos processos eleitorais internos;

  5. Assim, o Sr. ANTÔNIO CARLOS ATELLA FERREIRA, por não ter tomado qualquer iniciativa para regularizar o registro da sua filiação, acabou por ter o seu nome excluído, pela Justiça Eleitoral, do quadro de filiados do Partido dos Trabalhadores, não tendo ainda em momento algum, ao logo de todos estes anos, participado minimamente da nossa vida partidária. Desse modo, tanto perante a Justiça eleitoral como para o Partido dos Trabalhadores, ele não é considerado como integrante do nosso quadro de filiados.

São Paulo, 3 de 0utubro de 2010

EDINHO SILVA
Presidente Estadual do PT

Em breve mais

http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_…_noticia=136399

César Maia e Bob Jefferson repreendem Serra no Twitter
Quando acessar o microblog Twitter, hoje, o candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, encontrará não apenas as costumeiras críticas e provocações de adversários, mas também de aliados.
Nesta manhã, o ex-prefeito do Rio e candidato ao Senado Cesar Maia (DEM), sem citar Serra, criticou declarações elogiosas do tucano ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, feitas recentemente. “Há que se ter cuidado com as declarações sobre adversários. Foi dito que Mantega era correto e Lula estadista. E agora, José?”, escreveu Maia na internet.

No episódio sobre um suposto dossiê que envolveria a economista e ex-modelo Marina Mantega, filha do ministro, Serra disse que o petista é um “homem correto”. Em maio passado, o candidato do PSDB afirmou que o presidente Lula “está acima do bem e do mal”. Nos últimos dias, Serra foi criticado por Lula pela forma como reagiu à notícia da quebra do sigilo fiscal de sua filha, Verônica. Mantega rejeitou motivações eleitorais no vazamento de dados da Receita Federal.

O presidente do PTB, deputado cassado Roberto Jefferson, é outro aliado que recorreu ao Twitter para reclamar de Serra. Queixou-se dos ataques do tucano ao ex-presidente e hoje senador Fernando Collor (PTB-AL), antigo adversário e agora aliado do PT e de Lula. Collor é candidato ao governo de Alagoas e faz campanha para a petista Dilma Rousseff. Na propaganda de TV, Serra destaca a aliança de Dilma com políticos que estiveram envolvidos em escândalos e denúncias, como Collor e os senadores Renan Calheiros (AL) e José Sarney (MA), do PMDB.

Apesar de vários parlamentares do PTB apoiarem Dilma, o partido está formalmente coligado com o PSDB de Serra. “O Collor em momento algum falou contra o Serra. Para que Serra está falando contra o Collor? Me deixa mal”, protestou Jefferson no Twitter. “Fiz acordo com Collor. Eu não interviria em Alagoas e ele não criaria problemas para a coligação PTB/PSDB. A batida nacional em Collor/PTB afeta nossa campanha em Alagoas. Sé é ruim para meu partido, é para mim”, insistiu o presidente do PTB.

Fonte: Agência Estado

http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_…_noticia=136401

Janio de Freitas: caso do sigilo pode ter culpados dos dois lados
Os fatos e os não-fatos já mencionados, em torno de dados sigilosos de pessoas ligadas a José Serra, não exigem imparcialidade virtuosa para a percepção de que, até agora, tanto poderiam proceder de um lado como de outro na disputa pela Presidência.

por Janio de Freitas (Folha de S.Paulo)
Assim como a petistas seria possível ocorrer a violação e o uso de sigilos para comprometer Serra, aliados de Serra poderiam pensar na montagem de um ardil para incriminar a candidatura de Dilma Rousseff. E, por ora, não se tem indício, com alguma confiabilidade, contra um lado ou outro. O que há, nesse sentido, são preferências infiltradas no noticiário e dando-lhe o tom, ainda que parte delas seja mais por precipitação do que por motivos eleitorais.

A última contribuição desse estranho personagem Antonio Carlos Atella Ferreira, que tanto perde na memória atos inesquecíveis como os recobra com rápida e fácil dubiedade, é ilustrativa do momento indefinido. “Vou fazer a vida com essa historinha”, lema que expôs logo ao ser identificado como parte do embrulho, é uma proclamação de caráter e intenções, para não dizer de objetivo de vida. A curiosidade se oferece: ainda não fez a vida?

A filiação de Atella ao PT traz para o caso mais uma peça amorfa, sujeita a questionamento: a Justiça Eleitoral. Como é possível que só seis anos depois da filiação o Tribunal Regional Eleitoral-SP a tenha “excluído” por incorreção no registro?

No intervalo 2003-2009, houve eleições para prefeito, governo do Estado, presidente da República e ainda para vereadores, deputados estaduais, deputados federais e senadores. Em São Paulo, a maior concentração da Justiça Eleitoral no país não sabia quais filiações partidárias eram corretas ou não? Logo, não seria estranho haver irregulares entre os candidatos e até entre os eleitos.
E quanto a Atella Ferreira, como e por que veio a saber da incorreção, afinal? Descoberta havida em momento tão propício para engrossar o caso, dois meses depois da quebra do sigilo de Verônica Serra em que é coautor, com o próprio nome a indicá-lo na fraude. A Justiça Eleitoral deve explicações.

Desde 1982, quando o SNI, o candidato Moreira Franco, integrantes do departamento de jornalismo da Globo e a empresa de informática Proconsult se uniram para fraudar a eleição no Estado do Rio, as eleições brasileiras são terreno de bandidismo eleitoral, do mais ordinário ao mais grave. Todos os episódios provocaram inquéritos de polícias estaduais e da Federal, do Ministério Público, da Justiça Eleitoral e da Justiça Criminal. Nenhum, jamais, levou a alguma das consequências determinadas pelas leis.

Estamos diante de mais um caso. Cercado de suspeições e hipóteses viáveis, em diferentes sentidos. Com toda a certeza, recheado de crimes graves, inclusive contra preceito da Constituição. Mas não há motivo para supor que das várias investigações resultarão as consequências exigidas pelas leis. Eleições, aqui, misturam-se muito com outros propósitos e atividades.

Em breve mais…

Não sei se entendi o pq dessa matéria… quem é o ser??? Obs.: Acabei de acordar, huauhauha.

Outra coisa… é muito normal vc desfiliar alguém e esse alguém continuar teu agente… já vi em MUITOS filmes, huauhauha

Lula critica os que mentem e diz que Serra está baixando o nível
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje, durante comício realizado em Guarulhos, na Grande São Paulo, que o candidato tucano à Presidência, José Serra, está baixando o nível da campanha e o comparou a quem não sabe nadar e está morrendo afogado. “O bicho anda com uma raiva que eu não sei do quê. O programa dele está pesado, está baixando o nível. Isso é próprio de quem não sabe nadar, cai na água e fica se debatendo até morrer afogado”, afirmou o presidente.

[size=84]O presidente declarou que a oposição está com "raiva," "baixando o nível" com um programa "rasteiro" e, num recado direto ao principal rival, José Serra, perguntou sobre a materialização dos sigilos fiscais violados de pessoa[/size]
De acordo com Lula, Serra está mentindo ao acusar o PT de responsabilidade na violação do sigilo da filha dele, Verônica Allende Serra. “Mentira tem perna curta. Quando começam a procurar alguém para responsabilizar pelo seu próprio fracasso, a coisa fica ruim”, afirmou. Leia também: [url=http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=136346&id_secao=1]Lula arrasa Serra: "tenho mais o que fazer do que censurar blogs"[/url] Lula disse ainda que é possível fazer uma campanha eleitoral com nível elevado, sem a necessidade de tentar transformar parentes dos candidatos em vítimas. “Ninguém precisa ficar dizendo que descobriram o sigilo não sei de quem. Cadê esse tal de sigilo que não apareceu até agora? Cadê o vazamento de informações?”, questionou Lula em discurso para a população.

Durante a semana, a oposição responsabilizou o PT e a candidata Dilma Rousseff pelo vazamento dos dados de sigilo fiscal de Verônica Serra, filha do presidenciável tucano. Pediu, inclusive, pela cassação da candidatura da petista, o que foi negado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O presidente deu a entender que o uso eleitoral do episódio não deve ter grande impacto no desempenho da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, que lidera as pesquisas de intenção de voto. “É bom ele (Serra) lembrar que o povo não gosta de ligar a TV e ver gente nervosa”, discursou Lula.

Lula disse que Dilma vencerá as eleições sem ofender os adversários e que a campanha do partido é tranquila e madura. “A ofensa que nós estamos fazendo para eles é que estamos provando que um torneiro mecânico é capaz de governar melhor do que os doutores que governaram nesse país ao longo da história”. Lula ressaltou que foi o presidente que mais fez universidades públicas, extensões universitárias e escolas técnicas no país.

O presidente disse também que a eleição de Dilma Rousseff será o mais importante passo para a liberdade da mulher brasileira. “Ela vai continuar o que nós estamos fazendo. Ela trabalhou comigo esses oito anos. Eu aprendi com ela e ela aprendeu comigo e certamente ela vai fazer muito mais e melhor”.

A candidata não estava no comício, porque acompanha a filha que está prestes a dar a luz, em Porto Alegre. Lula elogiou a dedicação de Dilma nos momentos finais da gestação de sua filha.

Lula, que estava com uma tipóia no braço esquerdo, devido a uma tendinite, também pediu votos para o candidato a governador do PT, Aloizio Mercadante e para os candidatos ao Senado Marta Suplicy (PT) e Netinho de Paula (PCdoB). Sobre os candidatos ao Senado, Lula pediu votos para “facilitar a vida de Dilma.” “A Dilma não pode passar o que eu passei no Senado,” disse, referindo-se à oposição. “Eles não eram oposição, tinham ódio.”

O presidente chamou a atenção da população para que todos levem o título de eleitor e um documento com foto no dia das eleições, como manda a nova regra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Em breve mais…

Para fechar com chave de ouro:
http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_…&id_secao=1

Agente militar ligado a Yeda (PSDB) espionou petistas no RS
O Ministério Público do Rio Grande do Sul deflagrou nesta semana uma operação que levou à prisão de um sargento lotado na Casa Militar do Governo do Estado. Ele usava uma senha funcional para acessar ilegalmente dados sigilosos de políticos e candidatos gaúchos.
César Rodrigues de Carvalho, que atuava como agente de inteligência na segurança da governadora Yeda Crusius (PSDB), foi preso sob acusação de receber propina de contraventores que exploram caça-níqueis.

Segundo o promotor Amilcar Fagundes Macedo, da Promotoria de Justiça Criminal de Canoas, durante as investigações se descobriu que Carvalho fez mais de 1.200 consultas ao Sistema de Informações Integradas do Estado com senha sigilosa.Entre os investigados pelo militar estão, segundo a Folha apurou, o ex-ministro da Justiça e candidato ao governo Tarso Genro (PT), o senador Sérgio Zambiasi (PTB), diretórios políticos do PT e um oficial da Aeronáutica.

“Isso pode ser usado para muitas finalidades e para arrancar vantagens. Ainda não sabemos exatamente por que ele acessou. A investigação é técnica, mas não se pode ignorar que é um período de eleições”, disse Macedo.

Segundo o promotor, o sistema inclui processos criminais, endereços, telefones, registro de porte de armas e dados sobre veículos. Ainda não se sabe se o militar acessou processos judiciais sob sigilo de Justiça.

As investigações começaram há três meses. A prisão de Carvalho foi pedida em 25 de agosto. Segundo o promotor, o sargento estava realizando uma contra-inteligência com seu acesso aos dados, acompanhando as investigações sobre ele.

A mando de terceiros
Ele afirma que as investigações levam a crer que o sargento recolhia informações a mando de terceiros. “Não acredito que ele fizesse isso por sua livre vontade.”

A Promotoria afirma ainda que Carvalho informava aos contraventores as datas das operações que seriam realizadas para apreender caça-níqueis. Diz também que o sargento usava carros da Casa Militar para coletar dinheiro dos contraventores.

O secretário de Transparência do Rio Grande do Sul, Francisco Luçardo, diz considerar os fatos graves e que o governo está cooperando com a investigações e “quer ver os fatos esclarecidos”.

Luçardo afirma que o ato que nomeou Carvalho para a secretaria vai ser revogado e ele será exonerado. Ele estava no cargo desde 2009 e acessou dados regularmente até a semana passada.
Tarso e Zambiasi não quiseram se manifestar. A Brigada Militar afirmou que, como Carvalho estava lotado na Casa Militar, só pretende se pronunciar após a conclusão do inquérito. O sargento ainda não foi ouvido.

Fonte: Folha de S. Paulo

Foram só algumas que encontrei, acho que mereceriam direito a resposta. Pobre de nós sim. Ultimamente mudei meu partidarismo do PT pro PSOL e estou acompanhando/vendo se valem votos o PCO, PCdoB, entre outros.

Talvez valham discurssões para outros tópicos as noticias desses sites dae, então ficam de ‘acervo’.

Falando em PSOL, cadê aquela Senadora???

Apesar de desviar um pouco do assunto, que Senadora? Andei olhando o site do PSOL e eles só tem quatro parlamentares lá, segue o site pra conferir na parte de baixo. http://psol50.org.br/

[b]

Analista que acessou dados do tucano Eduardo Jorge em Minas é filiado ao PT[/b]

Por Renato Andrate, do Estadão Online

O analista tributário Gilberto Souza Amarante, que trabalha para Receita Federal no interior de Minas Gerais e acessou dez vez os dados fiscais do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, é filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT) desde 2001.

De acordo com os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Amarante é um dos 276 filiados do PT que votam na cidade de Arcos, vizinha ao município mineiro de Formiga, onde o analista acessou, no dia 3 de abril de 2009, o CPF de Eduardo Jorge dez vezes em menos de um minuto.

A identificação de Amarante foi feita pelo Estado com base no número do título de eleitor e do registro no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) do analista tributário. A situação do registro de filiação de Amarante é classificada como “regular” pelo sistema do TSE. O servidor do Fisco vota na 18ª zona eleitoral, na seção 35, que fica na Casa de Cultura de Arcos.

A agência da Receita Federal responsável pela região do município de Arcos é sediada em Formiga e está subordinada à Delegacia de Divinópolis, a 124 quilômetros da capital Belo Horizonte (MG).

Eduardo Jorge, que tem domicílio fiscal no Rio de Janeiro, não tem negócios nem imóveis na cidade mineira de Formiga, o que reforça a suspeita de violação de seus dados pelo analista. Os acessos feitos a partir do computador no interior de Minas aconteceram seis meses antes do início da série de violações de sigilos fiscais de dirigentes tucanos e da filha do candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra.

Os dados fiscais de Verônica foram obtidos pelo contador Antonio Carlos Atella Ferreira, que era filiado ao PT quando usou uma procuração forjada para acessar os dados da filha do ex-governador de São Paulo. O PT afirma que o pedido de filiação de Atella não foi concluído, mas o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) confirmou o registro da filiação.

Os acessos aos dados de EJ pelo analista de Formiga foram identificados pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), que à pedido da Receita fez uma “Apuração Especial”, relacionando todas as consultas envolvendo o CPF do vice-presidente do PSDB no período entre 2 de janeiro e 19 de junho de 2009.

Todas as consultas feitas por Amarante aconteceram em questão de segundos. De acordo com o documento obtido pelo Estado, o primeiro acesso aos dados de Eduardo Jorge aconteceu às 16h32m18s. O último ocorreu às 16h32m59s. Todas as consultas foram feitas pelo mesmo usuário, a partir de um único computador.

Além de EJ e Verônica Serra, os sigilos fiscais de outros tucanos também já foram violados por servidores da Receita. No dia 8 de outubro do ano passado, os dados do economista Luiz Carlos Mendonça de Barros foram acessados, bem como os de Gregorio Marin Preciado (empresário casado com uma prima de Serra) e de Ricardo Sérgio, ex-diretor do Banco do Brasil no governo Fernando Henrique Cardoso.

Fernando Henrique vai direto ao ponto em outro artigo antológico: ‘Democracia é o governo das leis, e não das pessoas’

Neste domingo, a inteligência e a dignidade do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso iluminaram a edição dominical do Estadão. Leiam o que escreveu o chefe de governo que tivemos. Ouçam o que anda dizendo o chefe de governo que temos. Imaginem o que serão quatro anos com Dilma Rousseff ouvindo ordens de Lula e ideias sopradas por dirceus, paloccis, collors e sarneys. Pensem no Brasil. E lutem. Como ensina FHC, eleição se ganha no dia.

Bom domingo. E boa leitura:

Vivemos uma fase de democracia virtual. Não no sentido da utilização dos meios eletrônicos e da web como sucedâneos dos processos diretos, mas no sentido que atribui à palavra “virtual” o dicionário do Aurélio: algo que existe como faculdade, porém sem exercício ou efeito atual. Faz tempo que eu insisto: o edifício da democracia, e mesmo o de muitas instituições econômicas e sociais, está feito no Brasil. A arquitetura é bela, mas quando alguém bate à porta a monumentalidade das formas institucionais se desfaz num eco que indica estar a casa vazia por dentro.

Ainda agora a devassa da privacidade fiscal de tucanos e de outras pessoas mais mostra a vacuidade das leis diante da prática cotidiana. Com a maior desfaçatez do mundo, altos funcionários, tentando elidir a questão política – como se estivessem tratando com um povo de parvos -, proclamam que “não foi nada, não; apenas um balcão de venda de dados…” E fica o dito pelo não dito, com a mídia denunciando, os interessados protestando e buscando socorro no Judiciário, até que o tempo passe e nada aconteça.

Não tem sido assim com tudo mais? O que aconteceu com o “dossiê” contra mim e minha mulher feito na Casa Civil da Presidência da República, misturando dados para fazer crer que também nós nos fartávamos em usar recursos públicos para fins privados? E os gastos da atual Presidência não se transformaram em “secretos” em nome da segurança nacional? E o que aconteceu de prático? Nada. Estamos todos felizes no embalo de uma sensação de bonança que deriva de uma boa conjuntura econômica e da solidez das reformas do governo anterior.

No momento do exercício máximo da soberania popular, o desrespeito ocorre sob a batuta presidencial. Nas democracias é lógico e saudável que os presidentes e altos dirigentes eleitos tomem partido e se manifestem em eleições. Mas é escandalosa a reiteração diária de posturas político-partidárias, dando ao povo a impressão de que o chefe da Nação é chefe de uma facção em guerra para arrasar as outras correntes políticas. Há um abismo entre o legítimo apoio aos partidários e o abuso da utilização do prestígio do presidente, que, além de pessoal, é também institucional, na pugna política diária. Chama a atenção que nenhum procurador da República – nem mesmo candidatos ou partidos – haja pedido o cancelamento das candidaturas beneficiadas, se não para obtê-lo, ao menos para refrear o abuso. Por que não se faz? Porque pouco a pouco nos estamos acostumando a que é assim mesmo.

Na marcha em que vamos, na hipótese de vitória governista – que ainda dá para evitar – incorremos no risco futuro de vivermos uma simulação política ao estilo do Partido Revolucionário Institucional (PRI) mexicano – se o PT conseguir a proeza de ser “hegemônico” – ou do peronismo, se, mais do que a força de um partido, preponderar a figura do líder. Dadas as características da cultura política brasileira, de leniência com a transgressão e criatividade para simular, o jogo pluripartidário pode ser mantido na aparência, enquanto na essência se venha a ter um partido para valer e outro(s) para sempre se opor, como durante o autoritarismo militar.

Pior ainda, com a massificação da propaganda oficial e o caudilhismo renascente, poderá até haver a anuência do povo e a cumplicidade das elites para com essa forma de democracia quase plebiscitária. Aceitação pelas massas na medida em que se beneficiem das políticas econômico-sociais, e das elites porque estas sabem que nesse tipo de regime o que vale mesmo é uma boa ligação com quem manda. O “dirigismo à brasileira”, mesmo na economia, não é tão mau assim para os amigos do rei ou da rainha.

É isto que está em jogo nas eleições de outubro: que forma de democracia teremos, oca por dentro ou plena de conteúdo. Tudo o mais pesará menos. Pode ter havido erros de marketing nas campanhas oposicionistas, assim como é certo que a oposição se opôs menos do que devia à usurpação de seus próprios feitos pelos atuais ocupantes do poder. Esperneou menos diante dos pequenos assassinatos das instituições que vêm sendo perpetrados há muito tempo, como no caso das quebras reiteradas de sigilo. Ainda assim, é preciso tentar impedir que os recursos financeiros, políticos e simbólicos reunidos no Grupão do Poder em formação tenham força para destruir não apenas candidaturas, mas um estilo de atuação política que repudia o personalismo como fundamento da legitimidade do poder e tem a convicção de que a democracia é o governo das leis, e não das pessoas.

Estamos no século 21, mas há valores e práticas propostos no século 18 que se foram transformando em prática política e que devem ser resguardados, embora se mostrem insuficientes para motivar as pessoas. É preciso aumentar a inclusão e ampliar a participação. É positivo se valer de meios eletrônicos para tomar decisões e validar caminhos. É inaceitável, porém, a absorção de tudo isso pela “vontade geral” encapsulada na figura do líder. Isso é qualquer coisa, menos democracia. Se o fosse, não haveria por que criticar Mussolini em seus tempos de glória, ou o Getúlio do Estado Novo (que, diga-se, não exerceu propriamente o personalismo como fator de dominação), e assim por diante. É disso que se trata no Brasil de hoje: estamos decidindo se queremos correr o risco de um retrocesso democrático em nome do personalismo paternal (e, amanhã, quem sabe, maternal). Por mais restrições que alguém possa ter ao encaminhamento das campanhas ou mesmo as características pessoais de um ou outro candidato, uma coisa é certa: o governismo tal como está posto representa um passo atrás no caminho da institucionalização democrática. Há tempo ainda para derrotá-lo. Eleição se ganha no dia.


“Não importa agora ganhar ou perder uma eleição; o que importa é defender as instituições”

No G1:
A oposição anunciou neste sábado (4) que ingressará com dois novos pedidos de investigação em relação à quebra de sigilo da filha do candidato à Presidência da República, José Serra (PSDB), e de outras pessoas ligadas aos tucanos.

O primeiro pedido será feito ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para que se verifique se houve motivação eleitoral no vazamento dos dados de pessoas ligadas aos tucanos.

Em coletiva realizada em São Paulo, o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), o deputado Índio da Costa (DEM-RJ), candidato à vice-presidente na chapa de Serra, o vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, que teve dados fiscais acessados, e o presidente do PPS, Roberto Freire, afirmaram que “fatos novos” reforçam a necessidade de outra investigação.

Eles citaram, como novos elementos, a informação de que contador Antonio Carlos Atella chegou a tentar se filiar ao PT em Mauá (SP) e um assalto ocorrido ao diretório do partido no município. Atella foi a pessoa que retirou, utilizando uma procuração falsa, a cópia da declaração de Imposto de Renda de Veronica Serra na Receita Federal. Ele nega ter falsificado a assinatura da filha de Serra.

A segunda providência anunciada pela oposição foi uma representação à Procuradoria Geral da República (PGR) contra o secretário da Receita Federal, Otacílio Cartaxo, e contra o corregedor-geral do Fisco, Antonio Carlos Costa D’Avila, por improbidade administrativa. A oposição acusa os dois de obstruírem as investigações. O G1 procurou a assessoria da Receita Federal e aguarda resposta.

“É a estratégia do despiste, formulando versões a cada passo. A versão de hoje desmente a versão de ontem e espera a versão de amanhã para ser desmentida. É a visível obstrução da investigação. O corregedor e o secretário estão acobertando aqueles que certamente são os responsáveis por esses crimes”, disse o senador Álvaro Dias.

Na coletiva, por diversas vezes, Dias, Indio e Freire reforçaram que não há um objetivo eleitoral nas ações anunciadas neste sábado. “Não importa agora ganhar ou perder uma eleição. O que importa é defender as instituições públicas do país, é impedir que esse viés autoritário vá deteriorando toda a estrutura da administração pública brasileira. Se cometem crimes para chegar ao poder, certamente crimes praticarão para permanecer no poder”, disse o senador tucano.

É, perder no 1 turno é muito doloroso…

PSDB ta perdendo as estribeiras, e o chilique de seus porta-vozes na mídia tbem machucam nossos ouvidos.

Não faz o menor sentido armar 1001 trambiques contra um psdb de 26% de votos em pesquisas recentes… Tiraria da jogada motivos eleitorais. Mas nao que nao possa ter ocorrido e que nao demande investigação, claro. Mas a chance de ser armação do próprio PSDB, em lastimável estado de desespero, para criar Casus Belli contra o PT é possível tambem.

http://www.patrialatina.com.br/editorias.p…31&cod=6080

Achei agorinha, gostei muito. E de quebra ele consegue descrever meu estado em três linhas: