O que você está escutando?

Trilha sonora de um jogo antigo, “Rama”, 1997

Musicas mais “atmosféricas e meditativas”. Sem paciencia para escutar tudo? Tente a “Rama Octo Theme” (12m24s), que acho mais bonitinha.

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:open_mouth: :open_mouth:
Caaaaaaaaara, esse jogo eu tinha, veio no meu “kit multimídia” do meu primeiro pc, no pré-histórico ano de 1997… Além desse, veio mais uma meia dúzia de adventures, eu lembro bem desse, do The Dig e do Astronomica, além do Renegade, simulador espacial… Bateu uma nostalgia aqui agora…

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Me lembro de ter comprado esse jogo em setembro de 1997 por 75,00 reais. Os jogos ficaram mais baratos hoje. Comecei em um feriado, 07set e completei em outro, 15nov. Fiquei muito tempo bloqueado em uma pegadinha; era só derrubar um pilar que serviria de escada. Edifícios misteriosos, um mar cilíndrico, quebra cabeças matemáticos, alienígenas simpáticos, prismas coloridos, melões alucinógenos e uma bomba nuclear. É o que acontece quando somos visitados por uma astronave cilindrica de 50 km de comprimento. Baseado em “Encontro com Rama” e “Rama II” de Arthur Clarke. Morgan Freeman estava tentando filmar esta obra, mas o roteiro não o satisfazia, e continua paralisado no “development hell” por década e meia.

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Confesso q lembro de poucas partes… Meu antigos CDs foram pro saco e achar (e rodar) atualmente é difícil… Bons tempos, bons tempos… Sobre comprados, lembro mto bem do primeiro que comprei, Warcraft 2, distribuído (e localizado!) pela saudosa Brasoft… Aiai…

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Tema principal de “Duna”, 1984. Talvez sinta um arrepio aos 1m46s

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Um minuto e meio de progressão bem lenta, depois ZAM! Címbalos e drama. Deu um arrepio sim.
:face_with_monocle:

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A gloriosa Ressurreição de Mahler, que considero sua melhor obra.

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Pessoas dançando de um jeito esquisito, a alguma música repetitiva, parte 1:

Aaron Smith, Dancin’

original
Aaron Smith ft. Luvli - Dancin (Krono Remix) [Official Video]

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Pessoas dançando de um jeito esquisito, a alguma música repetitiva, parte 1:

Heddaway, What is Love

Versão com Jim Carrey, com certeza no Saturday Night Live

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Tua legenda é quase melhor q o clipe :face_with_hand_over_mouth:

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Gosto de ver as pessoas pulando, especialmente o cara do chapéu e terno. Aliás, acho que ele esta em um comercial da TIM.

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Pessoas dançando de um jeito esquisito, a alguma música repetitiva, parte 3:

Snap! - Rhythm is a dancer

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Eu não ando escutando mta coisa ultimamente, mas ando meio nessas…

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Eu não consigo imaginar vc dançando uma musica dessas. hahahaha

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Eu não danço. Never. :upside_down_face:

(Ok, em um passado distante eu até passava alguma vergonha, mas isso faz parte de uma era esquecida…)

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Vindo de vc deve ser a eras mesmo.

Da trilha sonora de “Conan O Barbaro”, por Basil Poledouris
“Battle of the Mounds”

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A bachiana Paixão de Cristo segundo o Evangelho de São João.

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Atenção para o tutorial de “moonwalking” aos 25 segundos. muito útil para aprender dentro do apartamento.

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Queria compartilhar alguns álbuns de artistas aleatórios com vocês. A maioria vai ser relacionado ao jazz, soul, rock e funk.

Isso aqui foi o ápice do Tim Maia. Apesar das letras das canções serem bem esquisitas, que remetem à um culto que o Tim tava seguindo na época (que parece que foi a razão dele ter largado as drogas e a bebida por um curto período), os arranjos são sensacionais. Mostra como o Tim tinha uma bagagem incrível, quando não tinha a voz afetada por bebida e drogas.

Dois álbuns absurdos que botaram o jazz de cabeça pra baixo no final da década de 60 e no início da década de 70. Miles simplesmente conseguiu o que pouca gente na época pensava em fazer: ele fundiu o jazz com o rock.

“In a Silent Way” foi um rompimento calmo e meditativo, mas ainda impressionante, das avenidas mais tradicionais do jazz que o Miles passou explorando até aquele momento. Mas se o “In a Silent Way” foi uma aterrissagem suave em um novo território musical, ele foi apenas um prelúdio para o barulho estridente que ele fez no “Bitches Brew”.

“Bitches Brew” foi um marco colorido por guitarras, baixos, bateria, buzinas, teclados e instrumentos de sopro. É o som da brecha se fechando consideravelmente em dois universos musicais que se pensava-se serem impossível um para o outro. Afinal, o jazz era profundo, emotivo e sofisticado. O rock and roll era selvagem e incorrigível. É uma exibição pirotécnica para os ouvidos e a mente e leva seus pensamentos a muitos lugares. Tá no meu top 10 de álbuns favoritos de todos os tempos.

Álbum delicioso. Uma amálgama de funk, samba, jazz e soul bem gostoso de ouvir.

Uma das maiores parcerias musicais de todos os tempos. Aqui deve ter sido o momento onde a música brasileira chegou no seu grau mais expressivo no exterior. Álbum sensacional. Sinatra interpretando, de forma majestosa, várias canções brasileiras e o Jobim no violão.

Na minha opinião, Sinatra foi o melhor intérprete de Jobim, batendo Elis Regina, Elizete Cardoso e João Gilberto.

Muita gente não sabe, mas o Ronnie Von, na tentativa de sair do estereótipo de “mocinho bonito da Jovem Guarda”, teve uma fase fantástica de rock psicodélico. O cara gravou uma trilogia de álbuns sensacionais.

O “Ronnie Von” de 1969, ele faz uma fusão bem chapante de música clássica, rock, Trópicalia e surrealismo. Um álbum que na sua essência, tinha guitarras fuzzeadas, muita experimentação, arranjos de cordas e delays. Tudo carregado de efeitos, versos surrealistas, vinhetas e diálogos.

No “Ronnie Von - A Misteriosa Luta do Reino de Parassempre Contra o Império de Nunca Mais” ele mantém a proposta psicodélica, só que através de um álbum conceitual de contos-de-fadas e a alucinação visual inerente à psicodelia entrelaçados pelo senso épico da cultura pop. Mas agora, também existia uma volta à proposta romântica em sua interpretação, como na linda “Onde Foi” ou na versão para “My Cherie Amour” de Stevie Wonder e na canção trilíngue “Rose Ann”.

Já no último “Ronnie Von - A Maquina Voadora”, ele reforça essa rebelião musical dos seus dois últimos discos e aparece como um piloto psicodélico de uma máquina alada quase “steampunk”. E o que mais encanta nesse disco é que as músicas parecem girar em torno de um conceito surrealista sobre seres e máquinas que voam, o que resulta em preciosidades como “Viva o Chopp Escuro”, “A Máquina Voadora”, “Verão nos Chama”, “Cidade”, “Baby de Tal” e “Continentes e Civilizações”.

Só que nessa exuberância artística toda, tem um ponto bem triste: todos esses três álbuns foram um fracasso comercialmente. Ninguém entendeu nada na época, nem o público, nem a crítica, nem mesmo a gravadora. Acabou que o Ronnie abandonou esse estilo e voltou com as músicas mais palatáveis comercialmente.

Eu acredito que o fracasso tenha sido relacionado ao tipo de sonoridade que o brasileiro estava acostumado, esse tipo de rock ainda estava muito avançado para o brasileiro da época, que ainda estava na moda do rock da Jovem Guarda. O simples rótulo rock psicodélico não parecia existir no Brasil de então.

Essa estética mais ousada, exploratória e anárquica do rock só seria melhor digerida por volta de 1972, quando Os Mutantes já a tinha empurrado “goela abaixo” dos brasileiros e a “Tropicália” já tinha se consolidado.

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