Palacete di Medeiros


[justify][font=Century Gothic]O Palacete di Medeiros é uma das mais belas construções da magnífica cidade de Aquila, sua construção fora encomendada por Sua Graça, o Senhor Wellington di Medeiros, o então Barão de Medeiros, tendo como inspiração as mansões da nobreza britânica. O Palacete di Medeiros, fica próximo ao centro de Áquilia mas ao mesmo tempo afastada o suficiente para garantir uma vida tranquila aos ocupantes, é raro ver Sir Eduardo no palacete devido o seu amplo engajamento na política imperial, que o obriga a permanecer em Gardignon boa parte do tempo, a casa conta com diversos empregados, que vão desde cozinheiras a cocheiros, até um modesto pajem que presta serviços a Sua Graça.
O seu mais fiel e antigo lacaio é o Senhor Daniel Graystone, Sir. Wellington tornara o Sr. Graystone seu fiel mordomo após a Intentona Odinista onde ambos lutaram na Batalha de Gardenne, Sir Wellington também tinha um grande amigo e empregado que é o Senhor Jonathan Archer, seu secretário desde o primeiro mandato de Sua Graça como senador, o Sr. Archer sempre está ao lado de seu digníssimo patrão. Após a morte de Sir. Wellington, o Sr. Graystone jurou lealdade ao seu filho, Eduardo, e o serve até hoje da mais honrada e leal forma possível, com a morte do Sr. Archer, o seu filho

Um dos pontos mais amplos e mais bem reconhecido cômodos da residência é a Biblioteca, contendo diversas edições que vão desde Ciências Humanas e História Gesebiana, até temas como o ocultismo e ideologias como o socialismo, a Biblioteca de Políbio como era chamada pelo Barão de Medeiros ocupa uma parte considerável do térreo do Palacete, além de ser uma vasta fonte de conhecimento literário, também á nela diversos quadros que vão desde as diversas tiranias que antecederam o Segundo Grande Império Gesebiano, até a Intentona Odinista, pinturas que representam diversos momentos da história gesebiana, existe também um retrato do falecida Sir Wellington durante um dos seus mandatos como Presidente do Senado.[/font][/align]

[center]Salão Baker[/align]

[justify]O Salão Baker recebera este nome em homenagem há dois ilustres senhores que Sir Wellington conhecera em sua última visita há Londres, maravilhado pelas habilidades de um dos senhores que se chamava Sherlock Holmes e extremamente agradecido pelos serviços prestados pelo Dr. Watson, que cuidara do Barão durante uma severa febre, Sir Wellington decidira nomear este salão em homenagem aos ilustres moradores do número 221B da Baker Street, o Salão Baker fica localizado no primeiro andar do palacete, o salão é comumente utilizado para receber visitantes ilustres, como membros do Governo e mais frequentemente membros do Partido Nacional, tem em sua decoração vários quadros que retratam a História do Império desde a sua fundação até a Intentona Odinista, no Salão Baker também está o amado piano Pleyel do Conde, dizem que em algumas ocasiões extremamente raras o Visconde de Medeiros dá uma demonstração de suas habilidades musicais.
No Salão Baker também fica uma coleção de armas que foram usadas por Sua Graça ou que foram dadas como um presente, em raras ocasiões se vê pendurado em local de destaque o sabre da cavalaria, que fora dado ao Barão por um oficial da Cavalaria Americana na ocasião de sua visita, para o Barão este sabre era um grande símbolo de honra e força.
Em maio de 1891 a mansão di medeiros passou por uma longa e cara reforma, ela fora visivelmente ampliada, um terreno vizinho a propriedade fora comprado para garantir um amplo e belo espaço para o Palacete, muio fora investido, algumas esculturas forma encomendadas, inclusive um busto de Sir Wellington, o busto fora colocado no jardim principal junto de outras esculturas. O Palacete di Medeiros é uma das maiores e mais antigas propriedades da Romania, pertenceu aos antepassados de Sir Wellington e agora pertence ao seu filho, Eduardo Humberto di Medeiros-Valeyard. O Palacete possui o nome di Medeiros em homenagem a família de Sir Wellington, os di Medeiros.[/align]

[font=Century Gothic]Já era tarde da noite, a maioria dos habitantes da bela Romania já haviam se retirado para suas casas, mas repentinamente começou a se ouvir o som de um considerável número de pessoas andando pelas ruas da cidade, eis que os que abrem suas janelas e portas veem Sir Wellington voltando a Romania junto de sua guarda e criados, o espanto foi geral, muitos acreditavam que o detentor do Brasão dos Medeiros já havia falecido devido ao tempo em que esteve longe.

O Barão ao chegar em sua residência é recepcionado pelos seus criados que aguardavam ansiosamente a sua volta, o Barão informa ao Chefe da Guarda que se prepare pois logo iram para Gardennia.
De forma breve mas gentil o Barão conta á sua criadagem como foi sua viagem ao velho continente e sua visita sigilosa á algumas regiões do Império.[/font]

Quando o relógio estava próximo de dar as últimas badaladas chega a porta da Mansão um mensageiro, ao ser recebido pelo Sr. Graystone o tal mensageiro lhe entrega uma carta e some em meio ao breu

Um mensageiro chega ao cair da noite, entregando uma carta com o selo de Drake:

Após receber a carta Wellington se prontifica em responde la e ordena ao Sr. Graystone que a envie para Sir Hiryuu.

A noite já se iniciava quando ouvia-se um tropel pelo cascalho da estrada que levava à Mansão do Barão. Porém a carruagem que se aproximou encontrava-se vazia, contando apenas com o condutor e um auxiliar. Ao chegarem, inquiriram do Barão e, enquanto o mesmo era chamando, desarreiaram os cavalos da mesma e os selaram, prontos já para seguirem até uma pousada, para retornarem no outro dia de manhã. Quando o Barão surgiu, fizeram uma reverência e entregaram uma carta ao mesmo:

Sir Wellington estava em seu escritório analisando alguns relatórios sobre a situação econômica do Império e o estado da estrutura comercial em Roma quando o Sr. Graystone adentra a sala e lhe da presença de dois senhores enviados por Sir Hiryuu, Wellington se dirige imediatamente á porta quando avista uma coisas mais belas já criadas pelo homem, Sir Wellington então recebe uma carta dos senhores ali presente e com grande alegria a lê.
Após ler a carta e ordenar ao seu cocheiro que coloque os cavalos na nova carruagem e a prepare para a viagem de volta a Gardenne, Sir Wellington decide enviar uma carta á Sir Hiryuu.

Um mensageiro se aproxima de residência e ao tocar a campainha é recebido pelo Sr. Graystone, deixa com o mesmo uma carta e se retira.

O Visconde Wellington recebe a seguinte carta:

A carruagem do Visconde adentra a propriedade e logo é recebido pela criadagem, após adentrar a sua residência e se dirigir ao seu escritório para resolver algumas pendencias ele começa a falar com o seu secretário.

Archer oque estás achando da viagem? está tudo calmo e isso me anima.

O secretário indeciso acaba entregando um bilhete que fora deixado na carruagem antes de chegarem a Romania.

Mas oque é isso meu bom homem? C.N.B? eu não conheço essas iniciais mas seja oque for não me preocupa, existem assuntos de maior importância no momento.
Sr. Archer traga aqueles papeis, vou enviar alguns telegramas, ah pegue os relatórios sobre a Metalúrgica e a mina, quero estar completamente inteirado da situação quando chegarmos em Piemonte.

Após fumar o seu cachimbo e conversar com o seu velho amigo, o Sr. Graystone, o Visconde parti junto de seu secretário para se reunir com a Comitiva Imperial.

A Carruagem do Visconde chegará ao pátio da mansão, logo o Sr. Graystone se dirige para receber o seu patrão mas tem uma surpresa ao ver que era o Sr. Archer que chegara, após uma long conversa o Sr. Archer decide repousar, após algumas horas de descanso ele decide por voltar para Gardignon e defender o seu velho senhor e amigo das possíveis ameaças terroristas.

Já era tarde quando se ouvira sons vindos da rua, o Sr. Graystone fora até a sacada e vira que era mais uma das patrulhas da Guarda, ele estava confuso pois há tempos não via tantos soldados nas ruas e devido a isto ele da algumas ordens.

Senhores, vamos trancar os portões, só abram se for alguma autoridade, deixem as portas e janelas trancadas, vamos até o gabinete do Visconde, ele guarda algumas armas lá, vamos estar preparados por via das dúvidas, o que quer que esteja acontecendo logo chegará a Gardignon, logo teremos notícias do Visconde e das autoridades.

[i]Já era noite quando se ouve um trotar de cavalos próximo ao portão, um dos empregados vai até o mesmo segurando um rifle, ao se aproximar do portão ele vê quer era o Visconde e seu secretário, mas o empregado achou aquela situação estranha pois eles estavam usando uniformes da Guarda Romaniana.
Após entrarem na casa o Visconde pergunta ao Sr. Graystone sobre a situação, o mesmo diz que houve uma espécie de atentado hoje e que muitos prédios foram danificados, bem como fora relatada a morte de alguns cidadães.
O Visconde perplexo tenta compreender a situação e vê que aquilo era maior do que ele pensara ao deixar Gardignon, o Sr. Graystone então lhe informa sobre a Junta Militar que assumiu o Governo do Reino também fala das frequentes patrulhas e do estado de desinformação no qual o povo se encontra.

Após alguns instantes de descanso o Visconde conta ao seu amigo como chegou até ali, lhe falou sobre uma velha trilha que existe próxima a via appia e que ele julgava estar deserta mas infelizmente haviam três soldados patrulhando ela, o Visconde usou de seu conhecimento da Guarda e de sua descendência Romana para enganar os soldados, quando eles se viraram o Sr. Archer os atingiu com o revólver, disse de forma sombria o Visconde.
Daniel a que pontos chegamos? como podemos estar matando irmãos, colegas que lutaram ao nosso lado, esse Governo Provisório deve ser dissolvido, diz o Visconde. [/i]

Archer, prepare os cavalos e pegue os suprimentos, vamos procurar os Fuzileiros, espero que eles tenham sobrevividos.

Então o Visconde e seu secretário voltam a estrada usando os uniformes da Guarda.

Após deixar a Villa Augusta, o Visconde se direciona para sua residência, no caminho ele vê muitas patrulhas, muitas dessas patrulhas estava na Praça onde muitas pessoas estavam sendo revistadas.
O Visconde e seu secretário deixaram as montarias logo após se distanciarem do Palácio, fazendo uso do seu conhecimento das ruas e becos, o visconde consegue chegar a Mansão onde é recepcionado pelo Sr. Graystone.

Daniel temos novidades ótimas, o Imperador escapou.

Senhor eu não sei se essa é uma boa notícia.

Por que meu bom homem?

As Forças Reais estão virando a cidade de ponta cabeça, os empregados já me relataram que soldados vasculharam algumas casas e comércios.

Não á o que temer, se eles aparecerem nos daremos um jeito.
Agora irei me limpar, passei a noite em claro naquele Palácio, aparentemente o Golpe foi orquestrado por militares subordinados ao Comandante Allan.
Pelo que eu pude descobrir eles planejam instaurar uma Ditadura mas usaram como disfarce o Republicanismo, eles estão prontos para a Guerra meu amigo e se o povo não abrir os olhos… teremos uma catástrofe em nossas mãos.

Após dizer isto o Visconde se retira para o seu escritório no segundo andar, ao chegar lá ele tira o seu velho cachimbo do bolso e se dirige a sacada donde começa a fumar e refletir sobre a situação.