Palacete Linderhof - Residência da Família Hohenzollern

[center]Palacete Linderhof
Residência da Família Hohenzollern
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[font=Times New Roman][size=100]

[center]Portão de Entrada[/align]

[center]Fachada Norte[/align]

[center]Chafariz da Escadaria, Fachada Norte[/align]

[center]Chafariz da Escadaria[/align]

[center]Jardins König Ludwig II, Fachada Norte[/align]

[center]Jardins König Ludwig II, em sua totalidade, Fachada Norte[/align]

[center]Fachada Sul[/align][/size]

[center]Canaletto, visto de uma das janelas do Palacete, Fachada Sul[/align]

[tab=30][size=150]Com a Independência Romaniana e a nomeação de Ivysson Luz Hohenzollern como Cônsul Real, surgia a necessidade de construção de uma residência no Reino para estabelecimento do sr. Hohenzollern. Com isso, iniciou-se a construção do Palacete.
[tab=30]Inicialmente no local, havia uma pequena construção, que fora demolida para dar espaço a nova residência. Projetada pelos renomados arquitetos romanianos, Leo von Klenze, Eduard Riedel e Georg Dollman em estilo barroco, o Palacete Linderhof possui diversos e amplos quartos, grandes salões, um museu com diversas obras de artes de grandes pintores e escultores europeus. Além disso, no Hall de Entrada do Palacete - o Grande Salão Dourado, há um afresco no teto da construção que em suas laterais toda uma série de detalhes feito à mão.
[tab=30]Já na fachada norte da residência, o Jardim König Ludwig II, decorado pelos franceses Dominique Girard e André Le Nôtre esbanjam beleza e simetria, enquanto na fachada sul, o Canaletto, um grande lago artificial, que proporciona um ótimo e agrádavel ambiente para reflexões e conversas distraídas.

Plantas do Palacete
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[size=150]Dados de Construção
[spoil][i]Vários dias após ter mudado definitivamente para a Romania, Ivysson dá início a construção de uma nova residência.

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[font=Times New Roman][size=150]
[tab=30]Após mais um dia de trabalho, Ivysson finalmente chega em sua nova residência e pode desfrutar plenamente de todo seu luxo e requinte. Atendido pelo seu Vallet, o sr. Affonso, o Cônsul Romaniano bebe algumas taças de vinho enquanto lê as notícias no jornal e redige uma matéria sobre alguns assuntos, que serão enviados ao mesmo. Repentinamente ele para de redigir a matéria e indaga ao seu mordomo:

  • Affonso, você não é casado não?

  • Não sou excelência.

  • Mas caso fosse, e amasse muito sua esposa, o que daria a ela?

  • Bom, daria um pouco mais de mim a ela, tornando-se mais presente e agradaria de outras formas também, com uma joia por exemplo, caso eu tivesse muito dinheiro hahaha

  • Hmmm… Boa ideia, muito obrigado pela sugestão Affonso. Agora pode se retirar…

  • Certo, tenha uma boa noite excelência.

  • Boa noite - Em seguida, Ivysson fica um pouco pensativo e, assim que termina de redigir a matéria para o jornal, começa a observar algumas pinturas antigas de sua família, antes de ir também para seus aposentos.[/size][/font]

[font=Times New Roman][size=150][i]
[tab=30]Era noite quando Ivysson estava reunido com sua noiva na futura residência do novo casal. Ausentando-se dos trabalhos consulares para dedicar-se um pouco mais à sua companheira, passaram o dia juntos conversando, contando histórias e um pouco mais de si.

[tab=30]Quando a noite surgiu e a luz do luar iluminou o grande lago da fachada sul, fazendo com que juntos, desfrutasse da beleza da noite de lua cheia, onde o astro refletia nas calmas águas do lago. Por ali, muito tempo ficaram e conversaram até certo ponto, onde não mais palavras poderiam ser ditas quando apenas o olhar profundo e fixo dos dois diziam tudo e quando os olhares não eram mais capazes de dizerem alguma, o beijo encarregava-se de externar qualquer sentimento que estava entre os dois.

[tab=30]Após ficarem por um longo período abraçados, Ivysson leva sua esposa até a casa de sua prima… [/i][/size][/font]


[tab=30]Ivysson pasa a noite com sua noiva em sua residência. Juntos, os dois conversam e namoram, além de passarem um tempo relembrando as peripécias que cometeram enquanto eram crianças.

[font=Times New Roman][size=150]Após um longo período acamado, sofrendo de tuberculose, Ivysson levanta-se e pega um jornal que estava do lado de sua cama. Abismado, lê as notícias dos rumos que a economia e a política do Reino da Romania, o reino que tanto lutou pela independência, tem tomado. A crise, é grande…

Ao notarem uma movimentação no quarto, seu Vallet, Affonso e sua esposa, Marie, adentram o local, e pedem para que ele volte a deitar e relaxar. Marie, preocupada, indaga - O Reino precisa de você, recuperado desta enfermidade, agora deite meu amor e descanse, quando estiver, de fato, bem, voltará aos poucos à sua atividade.

Atendendo aos pedidos de sua amada, o ex-cônsul volta para cama e lá fica deitado, refletindo em tudo o que se passou neste período.[/size][/font]

[font=Times New Roman][size=150]Era de tarde enquanto Ivysson conversava com alguns engenheiros na sala de estar de seu palacete. Após fazerem um lanche, o antigo cônsul, com um semblante sério, indaga aos homens ali presentes.
[b][i]

  • Pedi para que os senhores viessem pois tenho um projeto em mente, mas não conseguirei dar prosseguimento sem a análise dos senhores.[/b]
    [/i]
    - Mas que projeto sr. Hohenzollern? - Perguntaram os engenheiros com curiosidade e interesse nas ideias que Ivysson sempre tivera. - Trens!! - Respondeu o anfitrião assertivamente, esboçando um leve sorriso ao fitar diretamente nos olhos dos presentes.

- Trens??? - Perguntaram ao mesmo tempo, todos os engenheiros, incrédulos com o que ouviram. Imaginavam de tudo menos isto, pelo menos na situação em que o Reino encontrava-se.
[b]
- Isso mesmo senhores, trens. É inegável que a Kaiser desenvolveu um papel essencial no desenvolvimento e integração econômica tanto da Romania como dos demais Reinos desta ilha. Entretanto, possui suas deficiências… Precisamos recuperar essas deficiências e integrar de fato, todas as cidades do Reino da Romania.

[i]- Mas senhor, isso é muito difícil… É muito território para cobrir, os gastos serão imensos, não temos informações sobre o solo… Tudo está contra nós!

  • Mas mudaremos isso… Ah propósito, deixe eu lhes mostrarem um esboço -[/b][/i] Ivysson levantou-se e pegou vários plantas que estavam em outra mesa, colocando-as na mesa central onde estavam discutindo e explanando o projeto.

[i][b]- Eis aqui senhores, uma série de ferrovias que cortaram todo nosso território, desta vez, integrando tudo, e todos, diminuindo o tempo de locomoção entre as cidades. Entretanto, meu receio é quanto ao trecho de Cuneo, Vercelli, Udine e Bolzano, e também uma linha expressa entre Áquila e Piemonte, que seria construída em parte da encosta voltada para o mar. Este é o motivo desta reunião. Solicito que analisem a possibilidade de que trilhos sejam construídos nas áreas que mencionei.

  • Bom, é um projeto bem grande, irá demandar muitos recursos e tempo. Iremos analisar os terrenos e elaborar um relatório após conclusão dos estudos.

  • Perfeito, não esquecendo que isto é só o começo… Teremos logo em breve, o Metrô nas capitais, e a ideia também é expandir essas linhas ferroviárias para as demais nações, mas isso é um projeto para o futuro. - Ivysson então, retirou do bolso de seu paletó um cheque, no valor de quinze mil áureos e entregou nas mãos de um dos engenheiros - Isto é para custear as passagens e despesas no local, bem como auxiliar nos custos para os estudos. Lembrem-se, vocês possuem todo tempo necessário, mas o tempo é curto!

  • Faremos um ótimo trabalho sr. Hohenzollern. Em breve, estaremos de volta, partiremos amanhã mesmo.[/b]
    [/i]
    Após acordarem mais alguns pontos, os homens voltam a tomar um chá e Ivysson, a refletir sobre suas ações. Está claro em seu olhar que este projeto será a pedra fundamental para a recuperação econômica do Reino.[/size][/font]

[font=Times New Roman][size=150]Logo após o jantar, Ivysson ficou na sala de estar explicando alguns detalhes do projeto ferroviário para Marie. Ela mostrava-se muito interessada em entender como funcionaria um sistema tão grande e complexo, mas com toda a paciência do mundo, o grande empresário do Reino ia, aos poucos, esclarecendo dúvidas e mais dúvidas, até que o seu Vallet, Affonso, adentra ao recinto, portando uma bandeja com um bilhete oriundo do Poder Executivo. Ivysson tomou o mesmo e leu-o calmamente e, em seguida, respondeu:

- Diga que no primeiro dia de setembro, eu, Ivysson Luz von Hohenzollern estarei em Gardignon para tratar o assunto, haja visto que fui nomeado pela V.S. Lorde Wilhelm Friedrich von Steindorff-Bayern como Ministro Plenipotenciário das Relações Exteriores. Transmita a mensagem e pode se recolher por hoje Affonso.

Em seguida, Ivysson e Marie aprontam-se para irem para seus aposentos e finalmente, descansarem, após um longo e exaustivo dia.

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[justify][tab=30]No início da manhã da quinta-feira, um oficial da ERCT apeou do seu cavalo e, ao bater à porta fora recebido pelo mordomo do Palacete, a quem entregou um envelope.[/align]
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[font=Times New Roman][size=150]Depois de uma exaustiva viagem, a comitiva romaniana finalmente volta a sua terra. Ivysson e Marie arrumam alguns detalhes na residência, quando Affonso traz um bilhete sobre uma bandeja para Ivysson.

  • [i][b]Sr. Hohenzollern, uma correspondência do Banco da Romania…

  • Hmm, deixe-me ver Affonso - [/b][/i]Ivysson lê calmamente a correspondência, e diz: - Obrigado Affonso, pode retirar-se, agora tenho que trabalhar.[/size][/font]

[justify][tab=30]Ainda cedo da manhã, um oficial da ERCT realizou a entrega de uma carta, endereçada ao proprietário do Palacete. Informou, ainda, ao mordomo que por não ter encontrado a sede da empresa, mas sabendo a quem pertencia, resolveu trazer até àquele endereço de bom grado. Recebendo uma gorjeta, logo seguiu para a entrega de outras correspondências.[/align]

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[size=150][font=Times New Roman][i]- Sr. Hohenzollern, chegou esta correspondência hoje para o senhor - diz Affonso segurando uma bandeja com a carta.

- Hmm, deixe-me ver… - Ivysson pega a correspondência e lê-a rapidamente. Ele a guarda no bolso de seu paletó e diz [b]- Affonso, mande preparar o coche, irei para a cidade agora mesmo resolver algumas pendências.

  • Irei providenciar isso agora mesmo Sr. Hohenzollern.[/b][/i][/font][/size]

[font=Times New Roman][size=150]Retornando para sua casa após uma exaustante reunião no Banco da Romania, Ivysson é recebido aos beijos por sua esposa, que diz:

[i][b]- Meu amor, como estás? Conseguiu o empréstimo no banco?

  • Sim meu bem, mas para obtê-lo, tive que penhorar alguns bens, inclusive nosso palacete…

  • O que? Mas se não conseguir honrar com este compromisso? O que faremos? - [/b][/i]Indaga, preocupada, a mulher do Ministro.

- Calma meu amor, já passei por diversos problemas, e venci todos, não fique aflita tá bom? - Diz ele, aproximando-se dela e dando um leve beijo em sua testa.

[b][i]- Meu bem, alguns engenheiros e arquitetos estão lhe aguardando na sala de reuniões, disseram que é referente às linhas de trem que você tem em mente de construir…

  • Opa, voltaram! Já era hora… - [/i][/b]Rapidamente, Ivysson segue até a sala de reuniões em seu palacete, onde os engenheiros o aguardava. [b][i] - Senhores, peço desculpas pela minha demora, estava a resolver assuntos pendentes na cidade… Mas digam-me, o que possuem de dados acerca do meu pedido?

  • Sr. Hohenzollern, como já havíamos previsto, o solo na área em questão é alagadiço e um pouco instável. Construir uma linha de trem no local seria um desafio, uma vez que o peso das linhas, acrescido do peso das composições e estações colocaria tudo abaixo! -[/i][/b] Responde o Engenheiro Chefe da equipe de pesquisa.

Preocupadíssimo com as notícias, Ivysson fica sem reação, e um pouco nervoso, diz[b][i] - E não há nenhum método que possamos utilizar para evitarmos tal acontecimento? Não podemos deixar a população do local sem este tipo de transporte…

  • Bom, podemos tentar alguma situação, um tiro no escuro e torcer para que dê certo… Talvez fincar escorar, colunas a uma determinada profundidade de modo a garantir estabilidade.

  • Entendo…

  • Vamos colocar o projeto em andamento Sr. Hohenzollern?[/i][/b]

Ivysson fica sem saber o que responder. Por algum motivo, não sente segurança nas palavras dos engenheiros, mas ao mesmo tempo, possui plena convicção que simplesmente não pode deixar o local “as moscas”, então, responde:

- Colocaremos o projeto em andamento sim, mas antes, irei fazer alguns ajustes e entregar aos senhores. Assim que todas as minhas ressalvas ao projeto original estiverem prontas e é claro, com dinheiro em mãos, prosseguiremos. Obrigado pela presença de todos, até mais.

Ivysson cumprimenta a todos e acompanha-os até a saída. Em seguida, senta-se em sua poltrona e fica a pensar sobre este grandioso projeto. Após descansar um pouco, começa a arrumar-se para voltar ao seu gabinete ministerial.[/size][/font]

Após um jantar calmo e tranquilo com sua esposa, Ivysson recebe, inesperadamente, a visita de seus filhos, que desde de que retornaram da Alemanha, ainda não mudaram definitivamente para a casa do pai. Juntos, passam a noite conversando acerca dos mais variados assuntos e traçando planos para um futuro próximo.

[justify][tab=30]No início da tarde, uma correspondência é entregue ao mordomo do Palacete Linderhof.[/align]

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[tab=30]Após um cansativo dia de trabalho, Ivysson finalmente retorna à sua casa, onde pode desfrutar-se de sua amada e poder relaxar um pouco antes de repousar-se. Após beliscar alguns biscoitos e tomar um copo de leite na cozinha, em companhia da Chef Leopoldo, cozinheiro mor do Palacete, Ivysson finalmente deita em sua cama, apaga as luzes e cai no sono, enquanto Marie ainda lê alguns livros, antes de também ir dormir.

[justify][tab=30]No meio da tarde, três correspondências são entregues ao mordomo do Palacete Linderhof.[/align]

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[tab=30]Após analisar cada um dos despachos, Ivysson escreve algumas cartas e deixa sob sua escrivaninha. Já era tarde para encaminha tais conteúdos os seus respectivos destinatários, o que ele fará amanhã pela manhã.

[tab=30]Próximo ao meio dia, uma carta-telegrama é entregue no Palacete Linderhof.

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[tab=30]Após ler rapidamente a correspondência que havia acabado de chegar, Ivysson escreve outra e pede para que o jovem mensageiro a entregue no mesmo destino, dando-lhe como gorjeta, uma nota de cem áureos.

[font=Times New Roman][size=150][i]
[tab=30]Ivysson havia acabado de terminar de jantar junto a Marie, quando seu vallet, Affonso, trás em uma bandeja, uma carta escrita por Irineu, seu pupilo.

[b]- Excelência, do sr. Irineu.

  • Hmm, deixe-me ver - [/b]Ivysson lê calmamente o conteúdo da carta, esbugalhando seus olhos e ficando, temporariamente, sem reação.

- O que está acontecendo querido, você está bem? - perguntou Marie, já aflita com toda a situação.

[b]- Estou ótimo, melhor agora depois desta notícia! Sua Majestade, Eduardo Humberto recuperou-se, ao que parece, e muito em breve estará de volta ao lugar de onde nunca deveria ter saído! Ademais, a PL das ferrovias foi aprovada!

  • Mas que maravilha! Irá visitá-lo agora meu bem?

  • Não não, é muito tarde, e o velho Eduardo precisa descansar, amanhã irei. Quem precisa descansar agora somos nós -[/b]respondeu Ivysson olhando fixamente nos olhos de Marie e enquanto segura em seu rosto.

[b]- Pode ir Affonso, está dispensado por hoje.

  • Boa noite senhores.[/b]

[tab=30]Em seguida, Ivysson e Marie vão para seu quarto conversar mais um pouco antes de dormirem definitivamente.[/i][/size][/font]