Pátio e Jardins do Palácio

[center]Vista do Jardim central do Palácio[/align]

[center]Vista do jardim interno frontalmente acerca de uma pequena capela mortuária[/align]

[center]Vista da parte Oeste do Jardim do Palácio do Juramento, aonde-se o Imperador costuma caminhar e aonde a Guarda Imperial faz as trocas de Guarda.[/align]

O Imperador caminha entre os canteiros dos jardins, pensativo, e só, visto de longe pelos guardas incumbidos de protegê-lo pelo Sr. Chanceler, o Imperador espera o regresso do Sr. Nero para sua partida à Piemonde, tudo já esta preparado, porém a saúde do Sr. Nero que ainda se recupera de um tiro na perna, não permitiu que a viagem se desse o quanto antes.

Após se arrivar ao jardim, Nero avista o Imperador sentando em um banco mui hermoso frente a capela mortuária e também avistava os Guardas designados pelo Chanceler Alexander de protege-lo há alguns metros de distancia.
Após olhar tais, Nero solicita aos Gendarmes que o acompanhavam que se juntassem a comitiva seguracional do imperador, enquanto conversava com tal.
Ao chegar ao encalço do Imperador, com uma pequena lentidão devido ainda estar se curando dos estilhaços, Nero diz: - Majestade, perdoe-me pelo ocorrido dizia Nero tentando-se ajoelhar com certa dificuldade

  • Oque ocorrera no Theatro é inadmissível… eu falhei em protege-lo e sua corte, lhe entrego meu cargo se assim desejar… Tal "Ordem’ conhece-nos muito bem… mas eu o asseguro que não saíram impunes de seus crimes… Dizia Nero olhando fixamente ao Imperador.

Não se preocupe Sr. Nero, creio que isso não passa da ação de fanáticos, por sorte ninguém mais se feriu com gravidade, o Sr. Tiberius avançou nas investigações?

Após ouvir a resposta do Imperador, Nero se assentava ao seu lado no banco e respondia a sua indagação : - Majestade, ainda estão investigando minuciosamente mas ainda não encontraram absolutamente nada que diga quem são, de onde vieram, quem os mandou… Creio que tais fanáticos tem grandes olhos por trás… Majestade lhe imploro que siga meu conselho, apenas quero o melhor para Sua grande pessoa e toda Coroa.

Pretendo realmente ir a Piemonte, confesso que estas industrias em Gardignon estão poluindo por de mais o ar, preciso do ar fresco do Piemonte.

  • Majestade, isso é ótimo, creio que Leandro já arrumou tudo para sua viagem desde que o solicitei a fazer tal.
    A guarda encarregada pelo Chanceler o acompanhará até Piemonte em direção ao palácio dos Inválidos.
    Eu investigarei a fundo os Ulanos Imperiais e a traição de alguns deles para com a Coroa.

Esta bem, parto pela manhã, irei de carruagem, quero ver os verdes campos da Romania novamente. Espero que o transcorrer das eleições ao Senado se deem bem.

  • Majestade, magnífico… ao dizer tais palavras um gendarme se aproxima dos dois e diz algumas palavras ao pé do ouvido de Nero e logo em seguida se afasta.
    Nero olha novamente para o Imperador e diz: - Majestade, irei lhe acompanhar a Piemonte por durante alguns dias e verificar se tudo transcorrerá bem.
    Após Nero, que estava com o folheto em mãos da edição da Folha Imperial mostra ao Imperador e diz : - Majestade, esses paspalhos da imprensa… Já divulgaram a mais do que deveriam depois de tentar esconder ao máximo do povo tais atentados… Mas enfim… Isso é o ganha pão deles… Notícia é oque interessa… Mais creio que isso ainda nos trará problemas.

Bom, era de se esperar, com vossa licença Sr. Nero, preciso retirar-me a meus aposentos, ahh, por favor, envie um telegrama ao Sr. Tigris, Presidente do Banco, diga-lhe que gostaria de saber quem é o gerente da agencia em Gardignon, preciso tratar alguns assuntos financeiros, caso ainda não aja um gerente, que o providencie o mais rápido possível.
Que convide o administrador das fazendas do Sr. Julio para trabalhar no Banco, embora seja um homem do campo, creio seja um excelente administrador.

Passar bem Sr. Nero.

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Bom senhores, creio que as carruagens estejam todas prontas, creio que podemos começar nossa viagem . . .

O Visconde que acabara de acender o seu cachimbo diz.

Majestade já estou pronto, irei para a minha carruagem e seguirei os senhores.

Nero arriva aos jardins e vê sua Carruagem, e diz: - Majestade, estarei logo ao encalço.
Após adentrava na Carruagem.

Uma grande movimentação se passa nos jardins do palácio, Ulanos imperiais e diversos funcionários andam freneticamente com papeis em mãos,móveis.
Um jardineiro já de idade recém contratado olha tudo de longe e pensa para consigo: - Mais oque diabos está havendo aqui? tudo parecia tão calmo, e faz dias que nem avisto noticias do Imperador." , Então o mesmo se aproxima de um funcionário que carregava uma série de papeis e o indaga: - Meu jovem, oque está havendo? porque toda essa movimentação repentina?
O jovem responde: - São ordens que vieram de cima, do Gabinete da Coroa, parece que Nero retornou de suas longas férias no exterior e está reformulando as coisas novamente no palácio, alguns dizem que ele estará aqui em breve. "
O jardineiro absorve tudo que fora ouvido e pensativo questiona-se para consigo: - Muito estranho, talvez eu devesse compartilhar com meu amigo Sir Supah D’Mil-Margaridas.
Em seguida, ele sai em direção a ala principal do palácio que o levaria a rua.

[font=Palatino Linotype]Leandro, o Sr. Henry já esta pronto? Podemos partir para o velório de papai?

(Sr. Leandro) - Sim Alteza, toda a comitiva Imperial já esta nas carruagens, aguardam somente por vós.

Esta bem, então vamos.[/font]


[center]Ulanos Imperiais de prontidão sob o alerta nos jardins do palácio.[/align]

Eis que a comitiva chega ao palácio e adentra aos jardins, a carruagem estaciona a pedido de Leão XIV que desce apoiado em seu Camerlengo e diz : - Que país quente, esta região deveria se chamar o lar aonde Lúcifer perdeu as botas. Dizia rindo a Di Savóia.
A polícia local que acompanhara a carruagem até o palácio escoltando-a pede a bênção a Sua Santidade que prontamente concede em nome da Santíssima Trindade.
O anfitrião que também acompanhara a comitiva e se auto denominava Presidente do Senado desse país fazia uma reverência simbólica a Leão XIV.

Cerca de instantes Leão prosseguia em meio ao jardim juntamente a Di Savóia em direção ao encontro com o recém aclamado Imperador Gesebiano Leopoldo I.

Leopoldo I, saíra de seu gabinete com pouca pompa e em trajes de oficial Comodoro da Armada, por ser o que continha menos símbolos em alusão a patente na veste, portando somente uma única medalha no peito, jovem, protestante e avesso a protocolos, a não ser quando requisitados por ele, ladeado somente por dois ulanos diz:

Santidade! Não esperava vê-lo tão cedo por aqui, que calor Siciliano temos aqui hoje não é mesmo? Estou certo que sente-se como em casa!

Leão XIV avista Leopoldo I em sua direção e ao encontrá-lo lhe cumprimenta com dois beijos em ambas as bochechas e responde a indagação : - Majestade, soube de vossa Ascenção ao trono com a morte de Stephano I, Monarca qual tive a honra de conhecer, devo lhe admitir que nunca pensei em viver mais que aquele homem qual me parecia tão bem de saúde, eis que o meu papado dura, de fato a linhagem italiana se mostra vitalícia, e de fato creio que em Roma não esteja tão abafado. Dizia rindo.
Acenava para o Camerlengo Di Savóia que se aproximava e então dizia : - Majestade, este é Enzo Di Savóia Camerlengo da Santa Igreja Católica e secretário de estado papal.
O Camerlengo apertava as mãos do Monarca e dizia : - Um prazer conhece-lo.

O prazer é meu Sr. Camerlengo e Santidade, ordenei que preparassem vosso comodo, é da nova ala do palácio, que esta sendo reformada, chama-se Cômodo Mandélia, como sabe, os cômodos do palácio tem nomes em alusão as nomes antigos das regiões do Império, da ultima vez que aqui estiveram, acomodaram-se no La Luna, pelo que consta nos registros do Palácio, ponham-se cômodos, espero fiquem algum tempo, ordenei que se prepare um baile em homenagem a Sua Santidade.