[Perfil de Aeronave] Supermarine Attacker

[center]Supermarine Attacker FB.1 WA530, camuflagem feita por qqq12378 | download[/align]

O Attacker no War Thunder

Seguindo o caminho após o Sea Fury na linha Fleet Air Arm está o primeiro jato para porta aviões operacional do arsenal da Marinha Real Britânica, o Supermarine Attacker. O Attacker foi o primeiro jato naval britânico e oferece um desempenho bom em todas as áreas para um jato de primeira geração como também em capacidade ataque terrestre como caça bombardeiro com sua carga para uma variedade de situações. Disponível para pesquisa após o Sea Fury, o Attacker possui uma abordagem diferente para caças a jato em comparação com os Meteors, Vampire ou o Venom.

[center]Vista de Raio-X do Attacker FB.Mk 1[/align]

A característica mais única e incomum do Attacker é sua configuração de arrasto de cauda e armamentos montados nas asas. Como as asas e o trem de pouso eram compartilhados com outra aeronave da Supermarine, o Spiteful, o Attacker é o único jato britânico da época a possuir canhões montados nas asas. Diferentemente dos outros caças a jato britânicos que adotam as configurações de montagem no nariz, os 4 canhões Hispanos Mk.V de 20 mm no Attacker necessitam um uso cuidadoso da convergência, como o Sea Fury e o Seafire anteriores como resultado de seu posicionamento.

[center]Supermarine Type 398​[/align]

Montados em pares com dois em cada asa, 624 munições para o Hispano estão disponíveis para os canhões provendo uma capacidade maior que os caças a pistão anteriores. O Attacker pode montar 2 bombas de 500 ou 1000 libras como também 12 foguetes de 76 mm RP-3 com as modificações GLBC Mk 3 e GRC Mk 8 respectivamente. Esta capacidade combinada com as cintas de munição “Universal” ou “Alvos Terrestres” permite o Attacker fazer jus a seu nome, caso pilotos decidam utilizá-lo no papel de caça bombardeiro em ataques terrestres rápidos.

O Attacker na História

O Attacker fez parte da primeira geração de aeronaves a jato a entrar em serviço na Marinha Real Britânica e possuía a distinção de ser o primeiro jato de combate operacional em um porta aviões britânico. Apesar da Real Força Aérea já estar equipada com Meteors e Vampires, a Fleet Air Arm ficou para trás devido às dificuldades de se operar uma nova tecnologia tão radical a partir dos porta aviões existentes da época. Isto fez parte do raciocínio da FAA de se interessar no Sea Fury e nos Griffon Seafires posteriores como uma solução temporária.

[center]Attackers no HMS Eagle[/align]

pós testes com o de Havilland Sea Vampire, a Marinha queria uma aeronave a jato que poderia ser operada a partir dos porta aviões existentes. O fracassado substituto do Spitfire, o Supermarine Spiteful, foi rejeitado por ambos FAA e pela RAF devido ao fato de já possuírem estoques suficientes de aeronaves a pistão. Mas isto levou a um design de um jato incorporando as mesmas asas e trem de pouso do Spiteful, junto à sua configuração de arraste de cauda e como resultado utilizou um motor a jato Rolls Royce Nene.

Este design bastante primitivo e apressado ficou operacional a partir de 1951; mas teve uma carreira extremamente curta - sendo retirado das linhas de frente do serviço em 1954. Isto foi primariamente devido ao fato das limitações da aeronave por ser um arraste de cauda, o que dificultava o uso da aeronave em qualquer outro lugar que não o deque de um porta aviões graças ao escapamento do jato. A roda traseira só dificultava a tarefa já perigosíssima dos pilotos de jatos de operar em um porta aviões.

[center]Supermarine 510[/align]

Attacker rapidamente foi ultrapassado pelos Hawker Sea Hawk e de Haviland Sea Venom, ambos possuíam designs muito mais modernos e refinados com motores mais potentes, trem de pouso estilo triciclo e com desempenho superior. Apesar disso, o Attacker serviu como base do primeiro jato da Supermarine com asas enflechadas da RAF, o Swift, pode se notar as similaridades do nariz e fuselagem. Levaria também ao mais bem sucedido caça a jato naval Supermarine Scimitar na segunda metade da década de 1950.

Apesar do Attacker não ter servido e ter uma vida relativamente curta de um ponto de vista operacional, ele, no entanto, detém a distinção de ser o primeiro de uma raça nova de aeronaves para porta aviões e o primeiro capítulo em uma era de rápido avanço da evolução aérea.

Autor: Scott “Smin1080p” Maynard

Fonte: warthunder.com

[center]Numa das futuras atualizações introduziremos os seguintes decalques ao War Thunder:[/align]

[center]Emblema do No 800 NAS[/align]

[center]Emblema do No 1831 NAS[/align]

[center]Decalques feitos por ‘CharlieFoxtrot’ Ortiz e Colin ‘Fenris’ Muir[/align]

[BBvideo 640,400]http://www.youtube.com/watch?v=UknJox84E3M[/BBvideo]

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