Pride of Nations: Dev Diary #1

Pride of Nations - Gênese

Bom, esse é nosso primeiro diário. Com ele, tentaremos contar a história por trás da criação de nosso novo jogo, Pride of Nations.

Nós somos fãs de estratégia histórica e jogamos um monte de jogos nesse estilo durante os anos. Quando lançamos nosso primeiro jogo de sucesso pra PC, o Birth of America, decidimos que seria muito mais legal cobrir mais do que um único conflito com poucos oponentes. Também não queríamos ser só “mais um na multidão” em fazer jogos da Segunda Guerra Mundial, então procuramos um período histórico vivo e atrativo para reproduzir.

Sempre fui apaixonado pelo século XIX (19), e passei vários dias na minha juventude jogando um jogo muito famoso chamado “Colonial Conquest” (e anos depois um outro chamado “Imperialism”), bem como um excelente jogo de tabuleiro, chamado “Pax Britannica”. Esses dois jogos consumiram centenas de horas de meu tempo, e ainda hoje tenho excelentes memórias gravadas.

Então, no final dos anos 90, eu desenhei um jogo de tabuleiro chamado “A Place in the Sun” (da famosa frase de Guilherme II da Alemanha), que foi o espiríto do meu jogo de tabuleiro “Europa Universallis”, mas nunca foi a produção pois o mercado de jogos de tabuleiro desapareceu nos anos seguintes. Mas a pesquisa, idéias, e a excitação ainda estavam presentes…
Além disso, nós sempre achamos que jogos baseados no período Vitoriano fugiam do escopo ou faltavam com realismo histórico, e as vezes, os dois. Então nossa ambição quando decidimos fazer esse título era alcançar o objetivo de uma jogo de grande estratégia épico, histórico, que colocaria os jogadores no lugar de seus ancestrais do século passado. Nós queríamos fazer o máximo de coisas possíveis: eventos aleatórios e históricos; personagens completos, com seus - as vezes - ridículos uniformes; cavalheiros tomando whisky em seus clubes enquanto decidiam o futuro do Mundo; as aventuras do homem branco e suas atrocidades; guerras épicas; valentia sem precedentes…quase um novo unuverso.

Isso era, e ainda é, um objetivo muito ambicioso…mas juntamos froças e, passo-a-passo, estamos indo a frente com esse projeto gigantesco. Nós nunca estivemos tão perto de fim como estamos hoje, e estaremos compartilhando essa aventura regularmente todo mês de agora em diante.
Agora, vamos focar no ponto.

Qual é a essência do Pride of Nations?
O jogo tem tudo a ver com obter o status mais envejado de Grande Potência (a posição “Place Under the Sun”) e alcançar o primeiro lugar dentre todos no jogo. Para fazer isso, você vai precisar de Prestígio (prestige). Ele vem em forma de performance econômica, poderio militar, aura diplomática, impérios coloniais, progresso tecnológico, avanços sociais, equilíbrio nacional, e poder geral sobre o mundo.

Quais países são jogáveis?
Nós decidimos que apenas as Grandes Potências da época serão jogáveis quando o jogo for lançado. Seis das oito são Euripéias - UK, França, Prússia (Alemanha), Piemonte (Itália), Rússia e a Áustria-Hungria, sendo os outros dois os EUA e o Japão. Isso vai dar muitas opções de jogo no começo. Claro, existem centenas de outras nações no jogo. Nós as projetamos de tal maneira que algumas delas, mesmo não estando na lista acima, podem ser feitas jogáveis numa versão mais avançada ou via mods, então para aqueles que sonham jogar com a Bélgia, Países Baixos, Espanha, Império Otomano e até mesmo China podem se animar.

Nós perguntaremos a vocês depois de lançado o jogo qual deveria ser o próximo país a ser feito jogável. Aviso que, mesmo que nosso foco de trabalho seja nesses oito países iniciais, todos os países serão ativos para interação de uma maneira ou outra com as Grandes Potências. De grandes e poderosas forças como o Império Otomano ou os mais humildes Iroquesesm todos tomarão ações, mas sob controle AI.

Quais são as características principais?
Pra começar, temos o sistema diplomático mais original já criado para um jogo de grande estratégia: você vai ver os tratados diplomáticos e opções de sempre, mas incluímos também uma característica muito original qie é o “Gerador de Crises”. Ele simula várias crises diplomáticas que eclodiram na época e isso vai oferecer uma jogabilidade única baseada em se arriscar e negociar, quase como que num jogo de pôquer

O jogo tem uma historcidade e realismo muito fortes, que são combinados com a atmosfera Vitoriana. Por exemplo, nós prestamos muita atenção em quando apareceram certos líderes e unidades. No PoN, você literalmente vai encontrar centenas de fotos de unidades militares com seus respectivos uniformes, e líderes com retratos de época. Outro exemplo seria o Jogo Colonial, que certamente é o mais detalhado já feito para um jogo de computador. De grupos de exploração até avanços nervsos na África Negra, até governadores colonais decidindo que uma demosntração naval perto da costa de nativos hostis é uma boa idéia, você tera amplas coisas a fazer como uma nação colonial.

Por último mas não menos importante, você vai descobrari que cuidamos muito bem da interface e das animações para dar uma senação de porrofundidade maior. Navios a vapor animados saindo de portos, fábricas soltando fumaça nos céus, animações de leões na selva, e até mesmo o som da savana à noite, todas essas pequenas coisas farão você ter a sensação de estar fazendo mais do que apenas jogando um jogo.

Além disso, cada país terá sua própria “personalidade”. Isso é fruto de uma rede de sistemas subjacentes, incluindo economia global com componentes realísticos, como a diferenciação entre patrimônios Estatais e Privados.

O que faz desse jogo único?
Eu diria que, primeiramente, o escopo do jogo: 70 anos da Era Vitoriana, ação completa e eventos. Mas ao mesmo tempo, você também pode aproveitar sessões rápidas e curtas com os battle scenarios incluídos. Os cenários vão permitir que você tome parte nos conflitos mais complicados e esquisitos da época que são raramente, ou até mesmo nunca, cobertos em outros jogo: se você já sonhou em jogar a Revolta dos Cipaios de 1857 ou a Guerra russo-japonesa em 1904, eles estarão no jogo!

Continuem ligados.

Philippe Thibaut