[PROPOSTA] Criação da Legião Estrangeira Gesebiana

[justify]A despeito de seu título de nobreza, René von Biller adentrou a Câmara dos Comuns de modo a realizar uma proposição.[/align]

- … E com esta proposta, faço o devido endosso de sua aprovação.

[offtopic]Favoráveis:
4 - (Biller, Richard, Henry, Supah)

Contrários:
1 - (Wellington)[/offtopic]

[offtopic]Acho que a ideia é mais ou menos essa… Criar uma força de legião estrangeira, colocá-la no Grande Deserto, em fortes, e enfim. Acho que ela não precisa de um comandante direto, uma vez que, por enquanto, o deserto é inexplorado.

Como podem ver, só o treinamento levará 12 semanas literais. É o início de nosso movimento para explorar e o conquistar para além do Grande Deserto. Não será feito em uma semana, e deve acabar com a treta interna, espero eu :hihi

Se não concordarem, sigam o RP, e votem contra. Dúvidas, perguntem. :wink:[/offtopic]

Me desculpe, mas criarmos uma “Legião Estrangeira” enquanto o voluntariado para servir ao exército não existe é completamente sem nexo. Por quê haveríamos de colocar estrangeiros para servirem à nossa Pátria enquanto há Gesebianos que certamente dariam a vida para defendê-la? A criação de uma Guarda Nacional, ou de um Corpo de Voluntários da Pátria faria muito mais sentido.

Além disso, ao pô-la sob controle do Legislativo, não daríamos à um partido que o detivesse um braço paramilitar financiado pelo governo? Não concordo com a inércia do Chanceler, mas uma proposta como essa pode tornar-se uma pedra no sapato de todos os cidadãos desta Nação.

O Comissário passa na Câmara e apresenta seu voto favorável.

[font=Garamond][size=150]Eis a prova de que o Conde está sedento por sangue. Novamente ele tenta arrastar o Império para um conflito que não é nosso, enquanto Sua Graça almeja a criação de uma legião estrangeira para que os nossos jovens deem as suas vidas por outro povo, eu estou fortalecendo as Forças Armadas e a ampliando como fiz no meu último decreto acerca do orçamento.

O conde me acusa de inércia, mas por que ele não lhes falou dos canhões fornecidos pela minha empresa as forças draconianas para a defesa da mesma, mas que ainda estão parados em Mediolano, ou então por que ele não fala dos testes envolvendo a artilheira costeira implementada na Romania, o Conde também deveria ter falado do fato de eu ter dobrado o contingente dos Fuzileiros e iniciado o processo de modernização da Armada que se arrastava há anos.

Se o senhor quer tanto ver sangue, leve os seus caçadores para o deserto.
[/size][/font]

Senhores, com toda certeza esta proposta e de grande importância para o Império, mas ela necessita ser debatida.

  • Primeiro, eu sou contra o “Modus Operandi” desta proposta que diz que a Legião está baixo ao Poder Legislativo, isso chega a ser estúpido, a Legião deve estar sobre o comando dos Militares e não do Poder Popular, esse poder chega a ser perigoso, pois estaríamos a mercê das decisões dos líderes desta Casa, que não são todos necessariamente militares ativos.

  • Segundo, creio que no momento essa Legião e em certo modo desnecessária, como ja fora dito, no momento a criação de um Corpo de voluntários da Pátria seria melhor.

Saindo do assunto, a fala do Chanceler mostra um pouco do seu descaso para o futuro do Império, em minha opinião e melhor prevenir ajudando os Sunerianos do que esperar por um ataque em massa de nossos “inimigos”.

[font=Palatino Linotype][size=150][justify]Voltando à Câmara dos Comuns no dia seguinte, o Conde René von Biller analisou a súmula com as falas de seus concidadãos e proferiu:

- Senhores. Vamos por partes. A fala do Sr. Henry se mostra equivocada ao falar que o Corpo de Fuzileiros são uma força de recrutados. Pelo contrário, são alistados. Mostra-se ainda contraditória, pois o assunto tratado é sobre uma força militar para permanecer em solo estrangeiro, não em solo gesebiano. Tampouco uma Guarda Nacional ou um Corpo de Voluntários da Pátria, que sabe Deus o que é que ele ou qualquer um de vocês querem dizer com isso, são úteis para a situação proposta. Talvez lhes falte um pouco mais de argúcia nas questões militares, de fato, para deliberar a respeito disso.

Prosseguindo, ele continua:

- A fala do Chanceler deve ser aqui desconsiderada. Como em todas as oportunidades, ele tenta utilizar este debate como um modo de denegrir minha pessoa e se promover. Quando disse da incapacidade da Chancelaria, não ataquei o Chanceler em nível pessoal, como ele o fez aqui. Eu ataquei as medidas que ele adotou. Vejamos… Para que serviu o Estado de Emergência? Qual foi a utilidade prática? As ações executadas pela Armada poderiam ser traçadas em tempos comuns. Mas não… O Chanceler deliberadamente assustou as massas contra inimigos que não chegarão próximos de nossas fronteiras do modo como ele pensa. E é em virtude disso é que temos que tomar o primeiro passo. Temos que adotar uma estratégia de aproximação indireta, ao estabelecer contingentes fortificados para além das fronteiras e, a partir daí, iniciar operações para auxiliar os Sunerianos.

Prosseguindo, ele fala:

- Mas, como sempre, o Chanceler deliberadamente utilizará a situação em favor pessoal. Antes, disse que uma guerra não era a nossa e que não devíamos nos importar com o sofrimento de outros povos. Agora, tenho certeza que iniciará conversações com os sunerianos para realizar a aproximação que ele mesmo é culpado de ter encerrado. No fim, irá proferir discursos heroicos para as massas, dizendo do dever que o cidadão gesébio tem em combater no estrangeiro. Ao contrário dele, não estou utilizando isso como palanque político. Minha intenção tampouco é promover o derramamento de sangue, mas sim uma estratégia para evitar um possível derramemento de sangue. No mais, desconsiderarei a confusão do Chanceler entre a ação de governo e o aproveitamento empresarial de suas empresas, pois, ele cita, abre aspas:

- Que bom que as empresas do Chanceler têm se aproveitado dessa situação! Mas estamos aqui para falar de ações governamentais, não empresariais. Portanto, esse apontamento dele não vem ao caso. Sobre a modernização da Armada e o aumento do contingente dos Fuzileiros… Isso não foi uma admirável obra… Foi mais do que a obrigação dele, em gerir os impostos do povo de uma forma mais aprimorada. Como eu disse, peço para que o mesmo, caso se manifeste novamente, pare de utilizar isto como palco de aparição política. Isto é a Casa do Povo. Respeite-na, por favor. Por fim, não existem “meus caçadores”. Existe o Corpo de Caçadores da Gardenha, uma força militar regional destinada aos interesses da soberania da Gardenha. Se o Senhor tem algum problema com eles, vá até a porta de alguma guarnição e lhes fale o que o Sr. pensa. Garanto que as celas estão a sua espera.

Por fim, o Conde conclui:

[i]- A fala do Comendador William tem lastro de verdade e algumas confusões. Meu caro, todas as Forças Armadas estão a serviço do Povo, e não contra ele. Cuidado, ao temer que o povo saiba disso. Se não confiamos no povo, nosso Império implode em caos e desordem. E, se temes o poder popular, por favor, não mais retorne a esta Casa. Agora, eu não indiquei esta força para estar baixo o Comando da Armada, pois não é minha intenção criar um contingente para “concorrer” com os Fuzileiros. A intenção é criar uma força para o solo estrangeiro. Não poderíamos manter os fuzileiros em solo estrangeiro por tempo indefinido. Mas, podemos manter uma unidade estrangeira lá. Para além disso, o Poder Legislativo detém o controle desta da mesma forma que pode requerer o controle de todas, pois de fato o têm. Para todos os fins, é o Legislativo que aprova as ações da Chancelaria em engajar ou não os fuzileiros. Logo, o controle já repousa nesta Casa. O nosso “corpo de voluntários da Pátria” já existe sobre o nome do Corpo de Fuzileiros Imperiais, uma vez que é uma unidade feita por voluntários.

  • … E eu lhes direi o que é desnecessário… É ficar aqui, dentro das fronteiras, aguardando um ataque em nosso solo… Aguardando que civis morram pela nossa ineficácia… Implodindo a ordem pública com contendas internas, como é que alguns sempre o fizeram. É deixar que o povo sumeriano seja submetido à força de um agressor, e esperar que a Dracônia seja usada como escudo de defesa, como propus um certo Chanceler do Império, que ontem esteve aqui presente. Não podemos conceber que nenhum gesebiano morra por planos de defesa. Se tivermos que derramar nosso sangue e o sangue de nossos filhos, que seja atacando o inimigo em seu próprio solo. Finalizo aqui minhas falas e minha contribuição com o debate público. Não mais acrescentarei ao que já foi dito.[/i][/align][/size][/font]

O Comendador Wladislawski, que passara os últimos dois dias enclausurado em sua residência sob constipação e tosses em virtude da viagem que fizera pela Dracônia, vai até a tribuna e averígua os discursos.

-Senhores presentes, perdoem-me pela demora em manifestar-me. Como podem notar, não estou tão vigoroso quanto pretendia estar. Primeiramente, peço moderação aos nobres di Valeyard e von Biller: as insinuações relativas ao Corpo de Caçadores da Gardenha são inteiramente prescindíveis.

-Em segundo lugar, parabenizo o idealizador da proposta pela importante iniciativa, que há, tenho certeza, de mobilizar as vozes, até agora tão brandas, do Povo. Isso não significa, contudo, que eu não lance algumas dúvidas à Sua Graça, o Conde de Dunnord. O que primordialmente me interessa ser esclarecido é: exige o enfrentamento das forças hostis um reforço militar? Temos informações seguras sobre quantos empunham armas entre os rebeldes sunerianos? Sobre suas tecnologias? Seria um desgaste vão da Fazenda da Gardenha a mobilização de um contingente superior ao que realmente necessita-se.

-Agora, toco em um ponto que, se me lembro bem, foi debatido durante a mais recente Constituinte a partir de uma proposta de Sua Senhoria, o Comendador William D’Mil-Margaridas. Trata-se da utilização de prisioneiros nas fileiras das tropas. Ora, não creio que um criminoso seja capaz de seguir as linhas do “Código de Honra do Legionário”. O Sr. von Biller julga de fato prudente apelar à esta medida?

-E por fim, requiro uma breve explicação da passagem que supostamente livra a Legião Estrangeira da restrição de conter armas caso não haja um estado formal de guerra.

Divilly chama um auxiliar até sua posição e manda-lhe avisar ao senhor d’Athennie que compareça à sede do Partido para discussão da proposta em questão.

O Comissário se aproxima do Comendador:

  • Sua Graça, podemos conversar em particular? Pode ser na sede do partido.

Divilly acena positivamente com a cabeça e acompanha o Sr. Caçador para fora do Plenário.

[font=Palatino Linotype][size=150][justify]Quando saía, o Conde viu o Relator da Representação Comum entrando na Câmara dos Comuns, logo, resolveu voltar. Ouvindo as palavras do Relator, mas observando sua saída súbita, René replicou mesmo assim, de modo que constasse na súmula:

- Eu havia prometido que não mais me manifestaria nesta Câmara de modo a permitir o prosseguimento da proposta para sua aceitação ou negação, mas vejo que mais esclarecimentos são necessários. Primeiramente, como eu afirmei anteriormente, a Legião Estrangeira será a peça-chave para que nós finalmente pacifiquemos quaisquer atividades hostis que nos ameaçam direta ou diretamente e que estejam a oprimir outros povos. Lembro a Vossas Senhorias que a concepção desta proposta tem respaldo em modelos aplicados em potências mundiais, tal qual a França, e, exorto ainda que há seis anos atrás, as potências da Europa dividiram o mundo entre si. Em breve, poderemos ser alvo de sua ambição, se não impusermos nossa supremacia neste continente.

Continuou o Conde:

- Sobre suas perguntas, Vossa Senhoria, devo apenas admoestá-lo que não são os sunerianos que empunham armas contra nós, mas os inimigos destes. O que sabemos é que tanto os sunerianos quanto seus inimigos, e principalmente seus inimigos, dispõem de mosquetes à semelhança dos mosquetes do século XV e XVI. Mas, eles optam preferencialmente por empunhar suas espadas curvas, semelhante às cimitarras árabes. São hábeis guerreiros e podem mesmo vencer soldados com rifles modernos se tiverem a oportunidade. Sobre seu número, não posso afirmar com precisão, mas sei que passa da casa dos milhares, a contar pelas informações de que há cidades tão grandes ou maiores que a cidade de Áquila para além do Deserto. Os inimigos dos sunerianos não estão apenas ao norte, mas também ao sul. São um povo que está sob ameça direta e indireta. E, se os sunerianos sucumbirem, a Dracônia será a próxima.

Prosseguiu então:

- Sobre os prisioneiros a situação aqui esboçada é diferente. Ora, prisioneiros empunhando armas não são cenas desejáveis, entretanto, quando forem enviados para o deserto e sobre a rígida disciplina, terão duas escolhas: servir com obediência ou serem enviados para regimes ainda mais duros de enclausuramento. Lembro que não serão prisioneiros quaisquer… Não serão ladrões de comida ou assaltantes mal sucedidos. Serão homens cruéis, pérfidos, que não queremos que existissem em nosso solo, mas que não podemos atentar contra sua vida pela força da Lei. Na Legião, estes homens terão a chance de se redimir de seus erros, pagar sua dívida com Gesébia de uma forma mais digna e mais honrada. Exorto que os homens mais sanguinários terão seu desejo de carnificina saciado com o sangue de nossos inimgos, certamente. Melhor que estejam no Deserto a lutar do que onerando nossos cofres públicos em celas solitárias.

Por fim, concluiu:

- Creio que o Senhor tenha se equivocado sobre a restrição de conter armas. Não é de conter armas, é de não estar submetidos à situação de uma força militar convencional. Pense da seguinte forma: se um inimigos nos atacar através da Dracônia, somente a Patrulha Draconiana e os fuzileiros da ativa poderão responder ao ataque e isso demanda tempo… Se tivermos fortes militares em solo estrangeiro, os inimigos não terão outra opção a não ser atacar estes fortes antes, ou seja, já teremos uma força de pronta resposta que não sejam os fuzileiros. Como eu afirmei, anteriormente, os fuzileiros não podem ficar em solo estrangeiro indeterminadamente. Olhem para as forças coloniais das grandes potências europeias… Elas são formadas de modo semelhante ao que propus, por nativos, voluntários estrangeiros e oficiais da nacionalidade. São permanentemente aquarteladas na África ou na Ásia. Não basta que vençamos nossos inimigos em campo de batalha… Em breve, teremos que tomar suas cidades e pacificá-los. Para isso, precisamos de forças permanentemente em solo estrangeiro. Creio que eu já me repeti algumas vezes, e já cansa minha voz. Encerro por aqui. Endosso minha proposta inicial.[/align][/size][/font]

Primeiramente, gostaria de dizer que é uma novidade para mim que os fuzileiros são alistados. Enfim. Tenho sérias dúvidas sobre a lealdade de um regimento estrangeiro. Se eles não serviram lealmente à sua própria pátria, por quê cargas d’água haveriam de servir lealmente à Gesébia?

Mas, se esse for o primeiro passo inevitável a ser tomado rumo a uma supremacia colonial Gesebiana, voto favoravelmente.

  • Senhor Henry, nos acompanhe até a sede do Partido.

Logo após o Comissário e o Relator dos Comuns se deslocam até a sede do Partido Democrata.

  • Mesmo tendo algumas dúvidas sobre a funcionalidade desta Legião, dou meu voto Favorável.

Depois de dar seu voto, o Comendador sai do parlamento.

[font=Garamond][size=150]Senhores, ao contrário do que a oposição diz, não uso de subterfúgios para conseguir o que almejo, muito pelo contrário, sou completamente sincero em minhas afirmações no meu “modus operandi.”

Como eu afirmei no passado, reafirmarei agora, o Império não deve se envolver em uma guerra com o intuito de ajudar um povo que viveu nas sombras e veio até nós apenas para nos envolver em sua guerra. O Império só poderá ir a luta com um único propósito, expandir as nossas fronteiras, isso é o que eu apoio e isso é o que a Chancelaria pensa. Quando a notícia desta suposta guerra chegou a Chancelaria eu me vi obrigado a fazer uma escolha, eu podia aceitar o pedido de ajudar dos Sunerianos e arrastar o Império para uma guerra, mas ao fazer isso eu colocaria em risco toda a nação já que naquele momento não estávamos prontos e o Corpo de Fuzileiros não possuia mais do que 3 mil soldados, nas havia uma segunda opção, negar ajuda aos sunerianos, mobilizar as nossas forças e preparar o Império para um possível ataque e isso foi o que eu fiz.

O Conde me questionou sobre o quão útil foi o estado de emergência, pois bem, o estado de emergência não trouxe panico ao povo, ele trouxe a verdade, ele forçou os militares que até então estavam confortáveis em suas casas e gabinetes para a realidade, ele obrigou a Armada a sair dos portos e patrulhar os nossos mares, ele obrigou os comandantes a iniciar o treinamento de suas tropas, por isso eu lhes digo, o Estado de Emergência afugentou os nossos inimigos e nos deu tempo para nos organizarmos.

Mas agora senhores, possuímos mais soldados e as nossas Forças Armadas estão mobilizadas, agora senhores podemos expandir o Império e mostrar aos bárbaros que o Império deve governar este continente, que devemos marchar triunfantemente sobre os nossos inimigos. Eu pretendia me reunir com o Grande Almirante para apresentar um plano de expansão que venho desenvolvendo, mas infelizmente ele partiu para a Dracônia, mas informo a esta casa que enquanto a oposição me acusa e me denigre, eu estou trabalhando para garantir que este Império sobreviva por milênios.

Solicito a todos os cidadãos de bem que rejeitem esta proposta, ela é totalmente desnecessária, temos os Fuzileiros como a nossa força terrestre e eu não os tirarei do campo só por que alguém quer passar por cima da hierarquia militar e propor um curso de ação completamente irresponsável. [/size][/font]

Voltando ao Parlamento, o Comissário manifesta-se:

  • Após debate interno, toda a bancada do Partido Democrata vota a favor da proposta, ou seja, contabiliza-se a favor desta proposta, além do meu voto, os votos dos Comendadores Divilly e Henry, além do senhor Hoken. Este a princípio.

  • Também venho dizer que o Chanceler afirma que as ações tomadas por todos só ocorreram porque ele foi muito sapiente em decretar o Estado de Emergência, contudo, tudo poderia ser feito da mesma forma sem o mencionado decreto. Por isso que digo e repito que este rapaz é apenas um bom governador da Romania mas um péssimo Chanceler.

[font=Garamond][size=150]Caro Comissário, se o decreto não teve nenhuma influência nas ações tomadas, então por que as nossas belonaves só deixaram os portos após a implementação do estado de emergência?
Por que os nossos soldados só deixaram os quartéis após a implementação do Estado de Emergência?

Vossa excelência ainda não percebeu que infelizmente o nosso Almirantado só atua sob pressão, vejam, bastou a situação se acalmar para que o grão almirante deixasse a capital.

Vossa excelência reclama do meu governo, mas fora ele que garantiu o desenvolvimento e o fortalecimento dessa nação, o senhor como comissário deveria saber disso meu caro. [/size][/font]

  • Ora, rapaz… quando deixarás de ser tão narciso. - falou o Comissário numa voz quase melodiosa - Do jeito que falas parece que só tu se preocupas com a nação. Sei que dirás que isso não é verdade. Pelo que sei a Armada não saiu ao trabalho logo após seu decreto mas sim após uma longa e custosa discussão. Por isso que digo que não fez diferença alguma seu decreto visto que a Armada foi morosa da mesma forma.

Após uma breve respirada:

  • Por acaso o senhor mandaria Venezia ou outra cidade romaniana ser evacuada, como fizestes com duas cidades draconianas? O senhor estava disposto a abandonar território gesebiano para quem quisesse vir tomar posse. Ainda não entendeu que Gesébia é maior e que ela não vai somente até as montanhas da Dracônia. Pena mesmo o senhor não ter crescido nestas terras, pois ainda não conhece direito o povo gesebiano. Deverias visitar mais o interior da nossa nação digníssimo Conde.

[font=Garamond][size=150]Eu estaria disposto a evacuar ÁQUILA se isso garantisse a segurança de seus habitantes e a segurança do resto do Império, meu caro, eu não preciso visitar os quatro cantos de Gesébia para conhecer o meu povo, eu o vejo todos os dias, seja em Gardignon, em Áquila, seja na padaria ou no mercado ou em qualquer um dos outros locais que eu vou diariamente.

Pelo menos o senhor admitiu que eu me preocupo com o bem estar da nação, isso já é um progresso meu caro.

Imagine, se com o E.E a Armada demorou a agir então imagine se ele não tivesse sido instaurado. Mas o mais incrível disso tudo é que o senhor critica a minha pessoal e ao meu governo, mas não critica o Grão Almirante.[/size][/font]

  • Com ele já estou me entendendo e eu o critiquei antes se não entendestes. Mas quanto ao senhor, suas ações demonstram fraqueza e não força e o senhor não entende…

O Comendador apresenta-se peremptoriamente na tribuna.

-O povo de Gesébia não pode esperar. Esta proposta deve ser imediatamente dirigida à Câmara Alta visto que o quórum foi atingido.

-Portanto, a Proposta “Criação da Legião Estrangeira Gesebiana” foi aprovada por maioria absoluta sob o seguinte quadro:

6 Votos favoráveis: Divilly Wladislawski, Richard Caçador, Henry d’Athennie, René von Biller, William D’Mil-Margaridas, Hoken Lokisson.
1 Voto contrário: Eduardo di Valeyard

[spoil]

[/spoil]

[right]Divilly A. Wladislawski
Relator da Representação Comum[/align]