[RTW] O Alvorecer do Império do Deserto

Introdução

Nosso povo nasceu ao sudeste do Mar Cáspio, foi conquistado e incorporado pelos Aquemênidas, fazendo parte de seu grande Império. Então, Alexandre, um conquistador mais novo e com maior ímpeto, de origem Macedônica, conquistou todos os territórios que antes faziam parte do Império Aquemênida. Contudo, como fora sua ascensão, foi sua queda, deixando, assim, quatro Impérios no lugar de um. E, em cada um desses novos Impérios, um antigo general de Alexandre tornou-se o Imperador ou Rei.

Para nós, partos, isso foi um desastre, pois ficamos submetidos aos Selêucidas. E, embora, fossem grandes generais, eram péssimos governantes. Em nada lembravam Alexandre ou os Imperadores Aquemênidas: não respeitavam as crenças locais e eram demasiadamente cruéis e impositivos. Tratavam-nos como seres inferiores e com pouco valor.

Idiotas, acenderam em nós uma chama que estava apagada há tempos. E quando tiveram problemas na fronteira Ocidental de “seu” Império, nós aproveitamos e declaramos nossa independência, bem como os gregos-báctrios.

Com algumas alianças com os povos do norte, bem como com os persas e alguns medos, rapidamente conquistamos grande parte do território, antes dominado pelos Selêucidas. Tomamos Susa como nossa cidade e toda parte oriental do Mar Cáspio nos pertence. Agora é a hora de vingança e de entregarmos às aves carniceiras e às feras os corpos de nossos opressores e de todos os que se aliaram a eles.

Morte ao Selêucidas! Morte aos Armênios! Morte a todos os nossos inimigos e que Aúra-Masda nos proteja!

Índice

Capítulo Um: Primeira Batalha
Capítulo Dois: Ofensiva
Capítulo Três: Reveses
Capítulo Quatro: Tragédia
Capítulo Cinco: Rebeldes

Jogará de Armenia?

Partia. Escolha feita por votação aqui no site ocorrida em torno do mês de junho. Já aviso que não sei jogar muito bem com eles mas no meio da campanha consegui voltar a minha velha forma…

Eles são horríveis em cercos. Mas já em batalhas de campo aberto, destroem qualquer um que for lento suficiente. :slight_smile:

Na espera.

Exatamente o que ocorreu, embora haverá algumas surpresas.

O ruim dos orientais é que dependem muito da Cavalaria, que na maioria das vezes é apenas arqueira (dizendo em base dos que joguei,nunca joguei de Partia) e demora muito para ter as construções que permitem a cavalaria corpo a corpo

Poi é, até eu aprender a mecânica deles sofri nesta campanha.

Nunca joguei com Parthia no RWT, mas no R2 o começo deles parece, não exatamente fácil, mas mais simples…

Acompanharei! :wink:

E eu crente que ia achar um AAR de TW aqui… xD

Desculpe pouco tempo para upar as imagens e escrever os textos. Tenho que entregar uns trabalhos até final do mês.

Amanhã farei um esforço para postar o primeiro capítulo!

Acompanharei. :wink:

[font=monospace][center]Capítulo Um: Primeira Batalha[/align]

[justify][tab=30]Ao findar do primeiro ano de seu reinado, o Rei Arsaces conversa com seu mais próximo conselheiro sobre a situação do Império Parta:

  • Quais são as novidades, Arfexis?

  • Ó Grande Rei e Comandante do povo Parto. Após a paz que vosso pai selaste com nossos inimigos antes de morrer, seu filho Phraotes conseguiu convencer os povos do norte do Cáspio a se aliarem conosco através, majoritariamente, de tratados comerciais. Logo que ele conseguir reunir um número considerável de soldados nos ajudará na luta contra os Armênios.

  • Bom, realmente o caçula tem muita inteligência e tino para o comércio. Creio que ele também conseguirá montar uma boa tropa para auxiliar-nos.

  • Certamente senhor. De Susa, recebemos notícias que as tropas estão quase prontas e que Skunxa já chegou a Seleucia e diz para aguardarmos mais um tempo pois a cidade está com muitas tropas mas há alguns comentários que em breve o contingente será reduzido pela metade.[/align]

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[justify]- Isso é bom desde que não demore muito, precisamos avançar contra os opressores de nosso povo e acabar com eles, mostrando aos demais povos que os partos não são tapetes de ninguém.

  • Sim, senhor, e nossas finanças…

  • Oh, meu filho Ardumanish - levanta-se o Rei Arsaces - Que bom que viestes à reunião.

[tab=30]O primogênito se ajoelha próximo ao pai e logo levanta, sendo recebido com um abraço apertado. Contudo o Rei repara no semblante fechado do filho.

  • O que houve Ardumanish? Que lhe preocupas?

  • Meu pai! Um de nossos aliados medos em Phraaspa nos enviou esta carta que diz ter havido um golpe. - Ardumanish entrega a carta ao pai - Que bandidos mataram o rei local e agora controlam a cidade. As tropas não são muitas e se não fizermos algo nossos outros aliados poderão debandar! Temos que tomar o controle da cidade o quanto antes e mostrar que não somos fracos e que protegemos os nossos!

  • Se isso procede mesmo é muito grave. - concluindo a leitura da carta o Rei rubra e saindo do salão diz ao filho - Vou imediatamente reunir as tropas e atacar esses criminosos, você fique no meu lugar.

  • Príncipe Ardumanish, temos que ver as finanças do Império. - quase sussurra Arfesis…

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[justify][tab=30]Enquanto Arsaces está a caminho de Phraaspa, Ardumanish é informado sobre o começo de uma guerra no oeste, entre os gregos e os romanos e os filhos dos fenícios, talvez aqueles poderiam ser aliados contra os Selêucidas. E, também, que seu diplomata Otanes recebeu um proposta de comércio dos Armênios, o qual foi aceita visto que “não havia mal em negociar com eles em tempos de paz, embora seriam tempos curtos”.[/align]

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[justify][tab=30]Em Phraaspa, o Rei Arsaces observa que suas tropas são bem mais numerosas que as do inimigo, embora opte por uma estratégia mais cautelosa, utilizando-se de ataques à distância.[/align]

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[justify][tab=30]As tropas inimigas não aguentam a pressão e ansiedade e avançam, até seu capitão morrer feito um feto.[/align]

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[justify][tab=30]Contudo mesmo o restante das tropas encurraladas no centro da cidade, causaram muitas baixas nos soldados partos, preocupando o Rei.[/align]

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[justify][tab=30]Ao findar a luta, verificou-se que os bandidos haviam sumido com muitos bens da população, assim, portanto, alguns cidadãos medos desejaram se mudar para Arsakia, o que foi aceito prontamente por Arsaces.[/font][/align]

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Morte aos rebeldes!

Morte aos romanianos! :hihi :mal

Vc escravizou a vila?

Sim, boa percepção. Pus a questão de alguns medos quererem se mudar porquê escolhi essa opção mesmo.

Romanianos não apanham… e nem verei eles por um bommmmmm tempo.

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