Salão da Democracia

[justify][size=150][font=Garamond Bold][tab=30]O Salão da Democracia é onde as propostas que visem o bom andamento da Dracônia e o bem do povo são apreciadas e votadas. Qualquer cidadão draconiano possui o direito de apresentar propostas e possui voz ativa nas discussões e votações que ocorrem.

[tab=30]As votações seguem os procedimentos normais do Parlamento, com o proponente abrindo a votação após apresentar o projeto e o explanar, e seguem por 48h, ao final das quais os votos são contabilizados e a proposta é considerada aprovada ou não. Qualquer cidadão pode requerer a prorrogação do prazo por mais 48h, caso ainda não tenha definido seu voto.

[tab=30]Além das votações, neste Salão ocorrem audiências públicas, festividades e eventos que envolvam o corpo diplomático e político da Dracônia.[/font][/size][/align]

[justify][tab=30]Chegando ao Salão, Alexander cumprimenta os presentes e toma posição na Tribuna, iniciando a apresentação de seus projetos.[/align]

[justify][tab=30]Apesar do anúncio em cima da hora, o banquete em recepção ao governador da Sunéria Unida teve início, sendo realizado no Salão da Democracia do Parlamento Draconiano. Todos os grandes nomes políticos, militares, empresariais e governamentais foram convidados, ocupando o salão com boa parte das lideranças do Reino.[/align]

Totalmente sem jeito visto seus trajes rudimentares comparados aos elegantes ternos utilizados pelos Draconianos me acento ao lugar a mim reservado.

Enquanto conversava com seu afilhado, Sir Caçador aproveitava para fazer leituras dos sumerianos, bem como ver se havia algum traidor draconiano.
Em breves momentos olhava para Akemi, percebendo que ela lhe olhava muito discretamente. Contudo não vira ainda o irmão do Visconde e, talvez, seu rival.

[justify][size=150][font=Garamond Bold][tab=30]Em meio ao banquete, Alexander pede a atenção e faz um rápido comentário:

[tab=30]- Bem, meus caros, pode ser surpresa para alguns o motivo desta pequena recepção. Nosso ilustre convidado, o Governador Teach Khan da Sunéria Unida, veio até nós com uma proposta de paz. Embora todos, tanto daqui da Dracônia quanto da Romania e da Dugardenha, saibam que um verdadeiro draconiano nunca foge de um combate - Alexander fala, encarando o governador por alguns instantes -, a paz sempre é preferível que a guerra. Não canso de repetir, a Dracônia sempre receberá de braços abertos aqueles que a procurem em busca de amizade. Portanto, em nome do Reino da Dracônia, que a paz prevaleça entre a Sunéria Unida e a Dracônia, e faremos o possível para que o mesmo ocorra no restante da Ilha, tanto a Leste quanto a Oeste das Montanhas. Assim, peço a todos uma reverência aos nossos convidados sunerianos, bem como ao representante da Dugardenha aqui presente, que além de tudo é um draconiano como nós, Sir Richard Caçador, demonstrando assim que a Dugardenha também é uma nação amiga.

[tab=30]Após o pronunciamento, os dois líderes e o diplomata dugardenho posam para fotos e conversam entre si, até o momento em que o jantar começa a ser servido.[/font][/size][/align]

Após as palavras do rei, levanto minha taça saudando a iniciativa de paz.

  • Caros amigos Draconianos, que seja o inicio de uma era de paz e comercio entre nossos povos.

Enquanto jantávamos em uma mesa privativa, apresento um assunto de muito interesse a ser debatido;

  • Como fomos bem recebidos por tão caloroso povo e como prova de um inicio promissor, ofereço ajudar militar para acabarmos de vez com a rebelião ao sul se assim for necessário. Se Tömörbaatar nos der permissão tenho 50.000 homens prontos para marcharmos e tomarmos o oeste da Suneria do Sul, cortando assim a proximidade deles com os cavaleiros do oeste os enfraquecendo muito.

Após uma breve conversa com sir Caçador, o Conde seguiu para o portão principal, onde recebeu da carruagem, seu irmão, Edward, e sua esposa, a Condessa Katheryn, e todos adentraram juntos ao Salão da Democracia. O Conde assistiu na mesa principal, próximo do Rei, ao discurso do mesmo e logo após o do governador suneriano. Edward observava de forma impercebível a Sir Caçador, que segundo Katheryn, era seu rival; e sempre lançava um olhar misterioso e galanteador para Akemi, que embora mais tímida, o correspondia.

Ao participar do banquete, sentando ao lado do comandante da Patrulha, ao ouvir a ’ cavaleiros do oeste’ me levanto. - O senhor, poderiam nos falar mas sobre esses cavaleiros do oeste?

  • É um povo que mora em uma área com diversificada floresta, são especialistas em cavalaria, cavalgam como fantasma por entres as arvores em uma velocidade incrível, alguns os chamam de cavaleiros da floresta. São ótimos arqueiros também e especialistas em marcenarias. Sabemos que eles vem dando apoio aos rebeldes do Sul.

[justify][size=150][font=Garamond Bold][tab=30]Após o banquete, pequenos grupos se formam e a a conversa segue em tom de murmúrios. Alguns empresários procuram os sunerianos em busca de oportunidades. Outros tentam descobrir suas intenções.

[tab=30]- E esta é minha filha, Excelência. É quem está à frente de minhas empresas. Meu filho a auxiliava, mas ele decidiu seguir a vida militar.
[tab=30]- Esperamos que os Conglomerados possam servir de conexão entre seu povo e o nosso. Ambos teríamos muito o que ganhar, Excelência.[/font][/size][/align]

Enquanto Akemi conversava com o governador suneriano, Sir Richard se aproxima de Ed:

  • Boa noite Ed! Gostaria de conversar em particular contigo.
  • É um prazer senhorita, Conglomerados? O que seria isso?

[font=Palatino Linotype][size=150]- A festa está graciosa, Vitto.

  • Concordo, minha Lady. O Rei tem bons funcionários ao seu serviço para organizarem tudo tão rapidamente. Ed, então é verdade mesmo?
  • O quê, meu irmão?
  • Que vós sois apaixonado pela Princesa? Hahahahahahahahaha

Edward ficou envergonhado mas prosseguiu a conversa e logo mudaram de assunto. Pouco após Sir Caçador chegou a mesa dos Medeiros procurando por ele, e Edward então disse ao Conde que já retornaria e seguiu o diplomata da Dugardenha até um canto com menos pessoas, e enquanto eles se distanciavam, a Condessa comentou com o Conde sobre Richard também ser apaixonado pela Princesa da Dracônia. Logo após, em um canto mais reservado.

  • Pois não, Sir Caçador?[/size][/font]
  • Primeiro os assuntos oficiais: sei, por cima, no que tu trabalhas e gostaria de saber se conseguistes observar algum suspeito dentre os presentes?

[justify][tab=30]- Ah, desculpe-me, Excelência. Os Conglomerados Dragão Azul são o grupo de empresas pertencentes a meu pai, o qual eu administro. Atuamos desde ramos básicos como agropecuária, pesca e mineração até a produção de metais e serviços de construção, e possuímos ativos em empresas ferroviárias, de fabricação de motores e de armamentos. Poderíamos ambos nos beneficiar muito com acordos comerciais entre a Sunéria Unida e nosso grupo.[/align]

- Infelizmente isso é algo que não posso informar-lhe. O que posso dizer-lhe é que se algo fosse suspeito ou fora do normal, eu provavelmente não estaria aqui a conversar convosco agora.

  • Então tu estás distraído ou esgueirando-se de mim. Haha. Veja o filho do barão de Hrimsceald: ele age de modo muito diverso dos outros nobres quanto aos sunerianos, especialmente ao baixinho da esquerda. Alem de que o pai dele se beneficiou com a presença governamental no mar do norte. Contudo, pode ser que tu estejas trabalhando noutra coisa…

“de fabricação de motores e de armamentos.”

A palavra armamentos ressoou como alerta em minha cabeça.

  • Claro senhorita, creio que temos muito como nos cooperar. Não temos matérias primas para os ramos que atuam, a não ser nosso piche, mas podemos sim nos ajudar mutuamente, liberarei espaço para que vendam vossos produtos e instalem fossas indústrias em nosso solo se assim desejarem. Creio que de começo não sentiram confiança em nos visitar, mas antes de partir enviarei mensagens para que nossos comerciantes vos procurem.

Terminando sua fala com a mesma, bato levemente na taça chamando atenção dos presentes.

  • Queridos amigos Draconianos, creio que já posso lhes chamarem assim, acredito que demos um passo importante nos últimos dias, muito me alegra os acordos firmados aqui. A recepção foi a melhor possível e este banquete extraordinário. Mas preciso partir junto de minha caravana, ainda existem trabalhos a realizar junto as demais nações. Agradeço a receptividade e lhes garanto que terão a mesma recepção daqueles que quiserem por nos visitar e nos conhecer. Em breve enviarei guias para lhes guiarem junto ao deserto traiçoeiro.

Viro para o rei Di Draconi levanto minha taça;

  • Longa Vida a Draconia!!! Longa Vida ao Rei Di Draconi.

- Eu conheço à ambos. É somente um garoto que não quer perder seus mimos. O barão lucrou com a presença no mar do norte mas seu foco e investimento econômico está majoritariamente ao sul; se a presença diminuir ao norte, o impacto sobre seu lucro será mínimo. E realmente estou a trabalhar noutra coisa, uma investigação para expandir uma das empresas da família. Tenho que ver onde e com quem devo lidar antes de entrar em negociação hahahahaha… Mas creio que não me tirastes de minha mesa para discorrer sobre a atitude de uns e outros, não é?