Sobrado de Lucky Luciano - Familia Luciano

5 cavaleiros saem em disparada do bairro se dirigindo a cidade de Firgen.

Uma carruagem para em frente a residência localizada em uma das áreas mais pobres da capital, dela sai a Sra. Hamsom, vestindo um sobretudo preto ela se dirige a porta, um dos moradores o recebe com uma arma em punho, a Sra. Hamsom entrega uma carta, agradece pela educação e se retira.

Após uma boa viajem, Luciano chega em seu sobrado e descansa um pouco antes de resolver algumas pendências.

Enquanto se preparava para deitar um pouco, um de seus companheiros bate a porta.

  • Diga!

  • Don Luciano, creio que o senhor precisa por saber, senhor Darkson morreu, seu corpo está sendo velado na sua casa rural aqui na capital.

  • E como isso aconteceu, eu não dei ordem para isso.

  • Não senhor, não foi nenhum dos nossos, segundo informações ele se matou em sua cela.

  • Então ele não aguentou o golpe que levou, bom um concorrente a menos, mande comprar flores e envie para o velório.

Lucky estava para fechar a porta quando pensa melhor e diz.

  • Melhor, eu irei a Bona Fortuna II e na volta compro e irei eu mesmo levar ao velório.

  • Tem certeza que é uma boa ideia senhor?

  • Bom se está garantindo que não foi nenhum dos nossos que o matou não a por que temer algo.

  • Bom digo pelos acontecimentos recentes.

  • Tranquilo.

  • Senhor tem essa mensagem aqui para o senhor também.

Lucky pega o papel deixado

  • Depois irei ver essa proposta de emprego.

Dizendo isso Lucky fecha a porta de seu quarto e se prepara para um descanso.

Após chegar de Firgen, o Barão de Firgen foi direto a residência dos Salvatore na Pequena Sicília. Ao chegar lá com seu cavalo Dinamite, ele prendeu-o a um poste e falou com um dos seguranças na entrada.

  • Estou a procura de meu amigo Luciano Salvatore, ele está? Diga que o Barão Victtorio Medeiros de Firgen o procura.

  • No momento ele está fora, o senhor gostaria de deixar um recado ou esperar?

  • Bem, o assunto é somente entre nós dois. Ele irá demorar muito?

  • Creio que não senhor.

  • Então irei esperá-lo.

O Barão de Firgen foi dirigido a uma saleta de espera e ficou por lá a espera do senhor Salvatore.

Chegando em seu sobrado, Luciano encontrar Victorio a sua espera.

  • Signore Victorio, como tem passado? Escusa-me se fiz esperar, muitos a fazeres. Um minuto e ja falo com o senhor.

Luciano pega um papel escreve uma mensagem e manda ser entregue na pousada.

Logo após enviar a mensagem Luciano se senta em sua poltrona.

  • O que posso ajuda-lo Victorio?

  • Signore Luciano! Estou bem, fique tranquilo quanto a espera, foi bom para tirar um cochilo hahahaha…

O Barão levantou-se e cumprimentou o anfitrião.

  • Bem, podemos ir para um lugar mais reservado somente com seus homens de confiança ou nós dois?
  • Claro Victorio.

Luciano encaminha seu convidado até o segundo andar do sobrado, e os dois entram em uma sala sem janelas, com apenas sofás e poltronas no centro da mesma. Luciano fecha a porta dizendo para que os dois homens na porta do lado de fora ficassem em prontidão.

  • Pronto Victorio, aqui podemos parlar em segurança.
  • Bem, sua encomenda está a caminho. Provavelmente em um ou dois dias estará aqui.

Victtorio tirou um papel do bolso e mostrou o que fora pedido.

  • O que achou? A Edição Imperial do Made to Kill .45 é para vossa Senhoria.
  • Muito interessante Victorio, melhor do que eu esperava, será de muita ajuda. Será que ainda existe espaço para mais algum favor?
  • Diga oras! Se estiver ao meu alcance…
  • Conseguiria algumas bananas de dinamites?
  • Bem, não é uma coisa a qual fábrico, mas… posso tentar procurar no Império ou importar do estrangeiro.

Uma carta e entregue na casa de Lucky:

Enquanto conversava Luciano escuta uma gritaria no andar de baixo.

  • O que está acontecendo?

  • Nada, só o Beny que chegou com os outros 4.

  • Certo reuna todos que estiverem ai, vamos agir hoje. Já me informaram que ele está na Le Amis. Quero Mayers liderando e Beny como segundo. Victorio, precisamos sair daqui, me acompanhe por favor.

Assim todos saem do Sobrado.

A Noite estava fria, um vendo gélido fazia até o mais corajoso dos marinheiro ficar arrepiado, eis que uma carruagem para em frente a casa dos Salvatore, a janela da carruagem se abre e a ocupante chama um dos guardas que protegia a entrada.

Por favor de isto ao Sr. Salvatore, diga que o Sr. Valeyard precisa dele.

Os investigadores Alfredo e Albino se deslocam até a casa do senhor Luciano e, ao serem parados por alguns homens, pedem para falar com o senhor Luciano, informando que ambos são detetives.

Assim que se apresentam como detetives, são liberados a entrar. Mayers os recepciona e os leva até Luciano.

  • Bom noite senhores a que devo a honra dessa visita?

Diz Luciano sentado em sua poltrona onde havia acabado de escrever um telegrama.