[ST] Contos do Espaço Profundo

Stellaris

Contos do Espaço Profundo

Capítulo LXVIII
Mais Piratas…

 Com a vitória, o Horror Dimensional foi banido de volta ao seu universo. Traços de energia residual foram detectados na fenda utilizada pela criatura, e requerem maior estudo.

 Outro grupo de piratas espaciais ataca, desta vez no sistema Ereness. Enquanto a frota mais próxima segue para o sistema, a base estelar se prepara para o confronto.

 O posto avançado em Eychilia foi construído, mas a ISS Beast continua os trabalhos de construção de estações de mineração na região, e posterior avanço a outros sistemas estelares na área.

 O Departamento de Sociedade concluiu estudos sobre transformação atmosférica. Quando aplicados, devem permitir que forcemos uma Restauração Climática em mundo devastados, tornando possível colonizá-los.

 A Nanite Interdictor chegou ao sistema Ereness, infelizmente não antes que a estação espacial caísse ante o ataque pirata. Entretanto, a frota não teve dificuldade em destruir todas as naves piratas e, ao retomar a estação, recuperar parte dos roubos que os piratas causaram nos últimos meses.

 Porém, esse segundo ataque pirata demonstra que, de fato, uma atitude mais enérgica deve ser tomada pela Tecnocracia para proteger nossas rotas comerciais.

 Novos Materiais de Neutrônio, muito mais resistentes que qualquer outro conhecido, foram criados pelo Departamento de Engenharia. Novas armaduras feitas desse material foram desenvolvidas para nossas naves militares.

 A ISS Astute estudou a energia residual em Vha’Zi Maelstrom, descobrindo que a energia utilizada na criação do portal dimensional é diferente de tudo que conhecemos. Alguns cientistas, entretanto, acreditam que podemos replicar essa energia, utilizando esses portais para viagens interestelares. Será?

 Com a crescente demanda de Ligas Metálicas, um grande processo de ampliação foi iniciado em Deomia I, um de nossos Mundos Fornalha. Milhões de desempregados foram enviados ao planeta, que, apesar de começar a ter problemas como a falta de moradias, logo deve ampliar ainda mais sua produção.

 Mas outros planetas também receberam atenção, como Durabbius Prime e sua nova Capital Planetária, novos Distritos de Mineração em Turim Secundus e Itraben Prime, além da especialização de Roolan Prime e Roolan Secundus em Mundos Fornalha, com a construção de novas Fornalhas de Ligas e o envio de milhões de trabalhadores para ambos os planetas.

 Na lua Alioth IIB foi detectado um misterioso campo de energia camaleão, que passou despercebido nas anteriores inspeções do satélite. Logo a ISS Pathfinder deixou os trabalhos em Ashyke e seguiu explorar esse sítio.

 Os novos Propulsores de Plasma desenvolvidos pelo Departamento de Sociedade devem melhorar a velocidade e manobrabilidade de nossas naves espaciais.

 O Governador do Setor Uiafladus, Jie Zhuge, faleceu inesperadamente. Em seu lugar, o intelectual Elgicroon assumiu a administração do setor.

 Com tantos percalços surgindo no caminho da Tecnocracia, cada vez mais fica claro que, se não impusermos nossa vontade sobre os outros, os outros imporão sua vontade sobre nós. Devemos Dominar nosso destino, para não sermos dominados. Começando pelos recursos naturais de nossos planetas.

 Com o avanço da colonização de planetas e o crescimento populacional, três novos setores foram criados para melhor administração: Setor Roolan, Setor Almach e Setor Fidhilam. Entre os administradores locais, foram escolhidos como Governadores, respectivamente, Myrna Lucas, especialista em pesquisa, o resiliente Klaus Bergmeister e Neeraj Poojary, especialista em produção agrária.

 Quando o combate com o Grande Khan se aproximava, com a quase conclusão das novas melhorias em nossas frotas, a Diretora-Geral Julia van Halkett faleceu. Apesar da comoção, logo uma nova eleição teve que ser convocada, para não deixarmos a Tecnocracia sem comando nesse período tão conturbado.

 Entre os candidatos, a Capitão da ISS Wanderer, Vera Kirby, com sua agenda de Aberturas Expansionistas para que a Tecnocracia possa se contrapor às ameaças que nos cercam, foi escolhida pela Diretoria.

 Moz, oficial científico da Wanderer, assumiu o comando da nave científica, enquanto novas decisões começam a ser pensadas pela nova Diretora-Geral.

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É impressão minha ou os diretores estão morrendo de forma bem rápida?

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Tão morrendo de velho mesmo, acho… só um q não passou dos 80 :face_with_hand_over_mouth:

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Capítulo LXIX
Começa o Contra-Ataque

 Uma das primeiras ações da nova Diretora-Geral Vera Kirby foi criar um grupo de frotas para combater a pirataria nas rotas comerciais da Tecnocracia.

 A Strike Force Dragon foi rebatizada de Patrol Force Dragon, e quatro novas frotas, compostas de uma Corveta Classe-Agile e uma Corveta Classe-Lithe cada uma, foram criadas: Griffin, Kraken, Hippogriff e Chimera.

 Enquanto a Dragon patrulhará a região ao redor do sistema Sol, as demais frotas irão patrulhar, cada uma, uma área específica das rotas comerciais terranas.

 Uma nova Doutrina para padronizar a comunicação entre nossas frotas foi desenvolvida pelo Departamento de Sociedade, aprimorando o fluxo de ordens através da cadeia de comando.

 Nossas frotas finalmente chegam ao sistema Eychilia, e logo o contra-ataque à Horda Frubralav tem início.

 Dois acordos são firmados com a União Dinástica Nuurian, um Pacto Comercial e um Acordo de Pesquisa. Um acontecimento sem precedentes nas relações entre nossas civilizações.

 O Programa de Especialização Colonial prossegue inalterado, apesar dos constantes desafios na área militar. Além da remoção de Areias Movediças em Hixam Prime, novos distritos Geradores, Mineratórios e Agrícolas, bem como Armadilhas de Partículas e Fornalhas de Ligas, são construídos nos planetas da Tecnocracia.

 Atualizações no sistema de Matrizes Focadas de nossas armas energéticas foram aperfeiçoadas pelo Departamento de Física, aumentando a concentração dos lasers utilizados nessas armas.

 A equipe da ISS Pathfinder faz a primeira descoberta sobre o “Campo Camaleão” em Alioth IIb. O campo oculta o que parece ser um mausoléu gigantesco, tão antigo quanto se pode calcular. Hieróglifos alienígenas foram encontrados na Primeira Câmara, ao redor de uma porta aparentemente impenetrável. Os trabalhos agora se concentram em tentar decifrar esses hieróglifos.

 Um novo modelo de Torpedos Espaciais, mais devastadores que seus antecessores, foi criado pelo Departamento de Engenharia, tornando essas armas ainda mais mortais.

 Nossas frotas chegam ao primeiro sistema ocupado pela Horda, Gomeisa, encontrando uma poderosa base espacial. O primeiro combate inicia.

 Os escudos energéticos da estação são facilmente rompidos pelos Mega Canhões, tornando a estação um alvo fácil para o restante das naves.

 Em menos de quinze dias o combate é decidido. Uma vitória simples, apesar da perda de uma Corveta, mas a prova de que somos capazes de enfrentar o Grande Khan.

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Esta imagem me faz lembrar da nave Cygnus, de “Abismo Negro” (1979)

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Capítulo LXX
Avanço Rápido

 Chegando ao sistema Moscot, a força combinada de nossas três frotas não deixa nada além de destroços da estação Frubralav que controlava o sistema.

 Seja por qual for o motivo, a Comunalidade Unida enviou uma mensagem – nada mais do que impropérios e ofensas. Se acham que vão nos desestabilizar com ameaças vãs, apenas por estarmos lutando para defender a galáxia da ameaça Frubralav, a resposta é que logo irão se arrepender por mais esse ato covarde.

 Um projeto importante foi concluído pelo Departamento de Engenharia: estudos sobre Integridade Estrutural Aprimorada para nossas Plataformas de Defesa. Com os pontos apresentados, já colocados em prática, nossas defesas deverão suportar muito mais antes de caírem, no caso de um ataque.

 Eltheen também é retomado dos Frubralav. Novamente as defesas inimigas não são páreo para nossas frotas.

 Nossos espiões na Liga de Comércio Triech informaram que eles estão fazendo grandes avanços sobre os Portões-L. Pelo que nós descobrimos sobre esses misteriosos portais, isso pode ser deveras preocupante para toda a galáxia…

 A base espacial em Althir também é destruída. É o quarto sistema estelar retomado da Horda, mas não podemos parar. Devemos continuar avançando, com a maior velocidade possível.

 O que também não pode parar são as diversas construções nos planetas da Tecnocracia. Usinas de Purificação Mineral, Unidades de Cristais Sintéticos, Refinarias de Gases Exóticos, Distritos Geradores, Mineratórios, Holo-Teatros… A cada mês uma nova construção é iniciada, para suprir a crescente demanda de nossa ainda mais crescente população.

 O que também segue sem descanso é o trabalho de nossas Naves Científicas, analisando os destroços inimigos de nossas batalhas anteriores. Muitas descobertas poderão ser feitas com a engenharia reversa desses destroços.

 Dothon e, logo em seguida, Bidtox, são os últimos sistemas livres da ameaça Frubralav. Começamos a perder algumas Corvetas, mas é o preço a se pagar.

 A equipe da ISS Pathfinder finalmente conseguiu traduzir os hieróglifos alienígenas encontrados na Tumba Antiga em Alioth IIb. Uma mensagem enigmática, talvez mesmo desafiadora, com nomes que nunca ouvimos antes, é a mensagem. Após muita procura, um painel escondido foi descoberto, que abriu a porta antes impenetrável. A Primeira Câmara foi vencida, mas a exploração continua…

 Nossas frotas finalmente encontram uma frota inimiga no sistema Reagg, mas eles deixam o sistema antes que consigamos interceptá-los. Inicia-se a perseguição até o sistema Ofeogliea.

 Mais uma vez o inimigo foge, mas a estação espacial é atacada e destruída enquanto decidimos o próximo passo.

 Enquanto isso, um comunicado de nossos aliados Norillga informa que eles firmaram um pacto defensivo com os Triech. Não somos o suficiente, será? Hmmm…

 Imdar e Ginigan têm as bases estelares destruídas também, totalizando dez os sistemas liberados do controle da Horda Frubralav.

 A tecnologia de tecido regenerativo aplicada aos nossos cascos e armaduras tem se mostrado extremamente valiosa, restaurando rupturas e danos enquanto viajamos de um sistema a outro.

 Apenas nossas Corvetas, sem capacidade de suportarem o peso extra desse casco, têm sofrido maiores danos, com quatro naves destruídas nos combates. Novas naves para substituí-las já estão sendo construídas em Eychilia, e logo deverão se juntar ao restante da frota para uma nova onda de ataque.

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Cara… o nome e a nave não me parecem estranhos, bem como a sinopse… mas não lembro de já ter visto :thinking:
Vai pra fila :man_shrugging:

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Depois do sucesso absurdo de Guerra nas Estrelas em 1977, todo mundo desengavetou ou criou planos para filmes de ficção científica. “Abismo Negro” foi a tentativa da Disney, me lembro de ter lido revistas em quadrinhos da versão da história.

http://www.guiadosquadrinhos.com/edicao/edicao-extra-n-114/eex0031/17967

Vi em VHS anos depois, me surpreendi que apenas a parte 1 de 5 dos quadrinhos foi filmada. Bastante dramático, filme desigual, algumas estrelas de peso no elenco. Gostei do robô Maximilian.

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Boa campanha! :+1: Mas esse lance de avançar de sistema em sistema cansa um pouco in game. Saudade dos wormholes desde o começo. Lançar a frota inteira no coração do inimigo.

Tudo bem que dá para flexibilizar a quantidade de buracos naturais, mas as vezes o jogo os joga para locais randomicamente ruins. Deixa o jogo muito cartesiano. Uma grande Batalha do Pacífico em escala estelar. É canseira até o late game, com as novos saltos e techs de buracos.

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Realmente… mas, vamos indo, cfe podemos, rsrs

P.S.: “parei” com os caps pq… er… estive “ocupado” reaprendendo a jogar o EU4 :grimacing: mas logo vai vir uma boa seqüência…

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Capítulo LXXI
Emboscada

 Novos estudos sobre integração ecológica e climas planetários diversos foram realizados pelo Departamento de Sociedade, possibilitando uma grande melhoria nos padrões de vidas em planetas antes considerados hostis.

 Graças aos novos processos de fusão e compressão de matéria, o Departamento de Sociedade apresentou novos padrões de remodelamento planetário, que deverão permitir que áreas de montanhas antes intransponíveis possam ser utilizadas em nossos planetas.

 O constante estudo de nossas naves científicas sobre os restos de nossas batalhas com a Horda possibilitaram a nossos cientistas fazer a engenharia reversa de sensores gravíticos, capazes de localizar corpos no espaço através de suas flutuações gravitacionais.

 Quatro bases Frubralav foram destruídas e os sistemas livres da influência inimiga nesse último ano, com apenas uma Corveta perdida no processo.

 A Tumba Antiga encontrada em Alioth IIb continua surpreendendo a equipe da ISS Pathfinder. Após conseguirem passar pela Primeira Câmara, outra inscrição foi encontrada na Segunda, tão enigmáticos quanto os da Primeira. Uma forma de adentrar a Terceira Câmara continua a ser procurada.

 - Preparando Salto por Hiperestrada para Howling Vortex. Tempo estimado de chegada, 40 dias.

 - Mantenham os sistemas de armas prontos, não sabemos o que podemos encontrar.

 - Almirante! Portal de Hiperestrada detectado. Origem, Seradon.

 - O quê? Como não detectamos antes?

 - Influência da estrela de nêutrons. Nossos sensores não conseguem detectar nada além do sistema.

 - Maldição! Uma emboscada! Todas as naves, preparar para combate. Preparar para combate. Inimigo vindo de Seradon. Preparar para impactos pesados, essa maldita estrela impede nossos escudos energéticos.

 - Mas que merda é aquela?

 - Almirante… É um Galeão inimigo… Não há dúvidas…

 - Olhe o tamanho daquela porcaria… Todas as naves, formação e manobras defensivas. Essa vai ser difícil…

 - Naves inimigas destruídas ou deixando o sistema. Temos ainda seis Corvetas inimigas.

 - Deixe que os Destróieres cuidem delas. O restante das frotas, mirem no monstro!

 - Começando manobra furação ao redor do Galeão.

 - Não podemos deixá-lo escapar. Essa coisa parece indestrutível, mas não parem! Sem disparos desperdiçados!

 - Galeão destruído, Almirante.

 - Finalmente… Nunca pensei que algo pudesse ser tão resistente… Relatório de danos?

 - Uma Corveta destruída. Cinquenta e duas naves com danos moderados na armadura. Dezoito naves com dano crítico na armadura. Doze naves com danos moderados no casco. Seis naves com danos críticos no casco.

 - É, apesar da vitória, escapamos por pouco. Tempo de retorno ao Estaleiro em Eychilia?

 - Calculando… Aproximadamente, dez meses.

 - Tempo demais, tempo demais… Vamos manter posição, e esperar que o casco regenerativo faça seu milagre.

 - Mas, as corvetas…

 - Sim, eu sei… elas terão que agüentar, da forma que estão. Envie o relatório da batalha para a Diretoria.

 - Quem se acha digno de falar ao Grande Khan?

 - Diretora-Geral Vera Kirby, ainda não tivemos o prazer de nos conhecermos.

 - Ah, vocês, terranos, trocam de líderes como trocam de roupa…

 - Nossa vida é curta e por isso fazemos sempre o nosso máximo. Mas não é sobre isso que desejo falar…

 - Pois fale, Diretora…

 - Mais de um terço de seu território foi perdido. Um de seus valorosos Galeões foi reduzido a escombros espaciais. Venho propor uma rendição.

 - Rendição? Isso é muito inteligente. Nós lhe concederemos a rendição, permitiremos que continuem suas vidas, em troca de uma pequena contribuição…

 - Hahaha!

 - Diretora?

 - Ah, perdão, Grande Khan… estou falando da SUA rendição. NÓS permitiremos que sigam suas vidas, e até mesmo mantenham os sistemas que tomaram dos Norillga. Se aceitar acabar com essa guerra agora.

 - Terrana tola! Enfrentaram uma de minhas frotas, venceram por sorte e acham que podem me amedrontar? Ceifaremos até o último de vocês antes que isso aconteça!

 - Essa é sua decisão?

 - Avançaremos com todo nosso poder sobre vocês, e então veremos que ficará amedrontado, Diretora.

 - Pois bem… Não espere outro contato meu, Grande Khan. Seu destino está selado. E será decidido no espaço.

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“Briga! Briga! Briga!” :stuck_out_tongue:

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Essa batalha me lembrou o momento “It’s a trap!” de Star Wars. :smiley: Ainda bem que essa frota inimiga era “pequena”. A nulificação de escudos causa uns danos doloridos.

É nessas campanhas que eu estou curioso para ver como o Juggernaut do Federations muda o “balance”. Claro que é algo lá para frente no mid/late-game, mas um reparo de frota vem bem a calhar em longas distâncias.

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Quer briga? Espere briga, então :stuck_out_tongue_closed_eyes:

Totalmente!

Olha, pelo que eu testei o Federations, eu diria que se esse jogo fosse nele, eu provavelmente estaria ferrado contra a Cevanti Entente, a menos q investisse (ainda mais) pesado em Ancoradouros e Soldados pra aumentar meu Naval Cap, e tbem teria q mudar mta coisa na economia pra manter uma frota dessas. Digamos q as Federações estão menos… hummm… apenas diplomáticas agora.

Enfim, metade do jogo, hora de jogar mais “a sério” :grin:

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Capítulo LXXII
No Coração Inimigo

 Dois novos Setores, Wistral e Meryl, foram criados para administrar essas novas colônias. Como Governadores foram escolhidos, respectivamente, Petals of Red e Liqeerudh.

 Nosso Posto de Observação em Dradim IV detectou um asteróide em rota de colisão com o planeta. Embora seja considerada uma interferência na evolução dos Pyorun (como se o esforço de iluminismo não o fosse) decidiu-se enviar a Patrol Force Hippogriff para interceptar o objeto espacial.

 As duas Corvetas conseguiram, após um intenso ataque ao asteróide, destruí-lo, eliminando a ameaça à civilização do planeta, que observou apenas uma curiosa chuva de meteoros cruzar sua atmosfera.

 O constante estudo dos restos espaciais de nossas batalhas com os Frubralav possibilitou a engenharia reversa de um novo modelo de Mísseis de Fusão.

 O Departamento de Sociedade desenvolveu uma forma de Engenharia de Tecido Neural, tornando possível regenerar os neurônios e ampliar sua capacidade sináptica, em suma tornando nossa espécie mais inteligente.

 O Departamento de Engenharia finalizou os estudos em uma nova escala de naves militares. Batizada simplesmente de Titã, um novo modelo foi desenvolvido utilizando esses preceitos. A nova Classe-Goliath possui um tamanho descomunal, poder de fogo sem precedentes e um gerador de aura ofensiva capaz de enfraquecer escudos energéticos dentro de um sistema solar inteiro. Para construirmos esse gigante, entretanto, precisaremos de grandes melhorias em nossos estaleiros espaciais.

 Após meses aguardando que espantoso Casco Regenerativo restaurasse os cascos e armaduras das naves, e a chegada de novas Corvetas, um novo ataque é lançado contra a Horda Frubralav.

 Mas não seria um ataque qualquer. Nossas frotas atacariam o centro da Horda, Howling Vortex, o sistema natal dos Frubralav. A interferência da estrela de nêutrons não nos permite saber com exatidão o que encontraremos, apenas que há naves inimigas no sistema. Se vencermos, será um duro golpe ao inimigo. Se perdermos, talvez não consigamos nos recuperar a tempo de impedir o avanço da Horda…

 O que encontramos, foi muito além do que poderíamos esperar. Além da já esperada estação espacial e de uma frota inimiga, meia dúzia de estações de mineração e o número impressionante de seis habitats espaciais. Será realmente uma batalha difícil, mas não podemos recuar. Em nome da Tecnocracia Terrana!

 As primeiras estações e habitats já haviam sido destruídos quando a frota inimiga chegou ao alcance. O verdadeiro combate se iniciava, mas ainda mantínhamos a vantagem.

 Um segundo habitat também foi destruído, em meio ao fogo cruzado da batalha. Milhões de Frubralav mortos, mas essa foi a escolha do Grande Khan. Não deixaremos um único inimigo vivo se a outra opção for a morte de terranos ou de outros seres da galáxia!

 Os danos foram pesados, mas a frota inimiga foi derrotada. Mas ainda temos muito trabalho, incluindo naves de transporte de tropas que devem estar tentando invadir algum planeta. Nenhuma estrutura Frubralav restará inteira, reduziremos todas a destroços.

 Quatro meses de combate intenso, treze Corvetas e um Destróier perdidos, além de praticamente todas as naves restantes com pesados danos, mas os Frubralav foram banidos de seu próprio sistema natal.

 Muitas batalhas ainda estão por vir, mas derrotar o inimigo em sua própria casa certamente terá um grande efeito na moral de todos.

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Aê, parabéns!!! Vencer na casa do inimigo sempre é mais gostoso. Era isso que eu queria.

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Em todos esses anos de GSB, essa é a primeira vez que vejo o Corsário ser tão ousado em um jogo.

Parabéns pela vitória! :stuck_out_tongue:

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Vem mais porradaria logo… acho…

Exagerado :stuck_out_tongue:

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Pancadaria boa hein. Até que as perdas foram razoáveis pensando no poder de fogo total dos Fubralav, pena que a frota deles escapou. Só essa destruição dos habs já deveria forçar a rendição da AI.

Agora é estranho pensar em vários habitats pairando ao redor de um buraco negro… Ninguém pode dizer que os aliens aí não tem coragem :smiley:

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Capítulo LXXIII
A Grande Batalha Se Aproxima?

 Enquanto a guerra contra a Horda Frubralav prossegue sem expectativa de um término, a Tecnocracia Terrana atinge a marca de 137 sistemas estelares sob controle, e um total de 26 sistemas colonizados, totalizando 29 planetas habitados e mais de 500 bilhões de habitantes, entre Terranos, Rak’Thalak’Nak, Czyrni, Lavis, Photecianos, Canthari e uma infinidade de Dróides e Robôs de vários modelos.

 Entretanto, o constante crescimento gera uma pressão enorme no governo, com a necessidade sempre presente de enfrentar o desemprego e a criminalidade, além de manter bons níveis de produção.

 Com essa necessidade de melhor administrar nossa grande extensão, um novo Complexo-Capital começou a ser erigido na Terra, um imenso complexo administrativo e de segurança para uma grande civilização.

 Quanto a nossos inimigos, descobrimos que de alguma forma eles conquistaram sistemas estelares do outro lado da galáxia, e que a Entente Cevanti não foi capaz de conter sua expansão. Nem mesmo unidos foram capazes de se defender, de que vale essa Federação deles? Pelo visto, apenas nós poderemos manter a galáxia segura, novamente…

 Com isso em mente, nossas frotas avançam novamente, desta vez rumo ao sistema Cebelrai.

 No sistema, além de uma frota e uma estação de defesa, três habitats e algumas estações de mineração nos aguardavam. Não foi uma batalha tão longa quanto a última e, mesmo com a perda de oito Corvetas, a vitória foi alcançada em pouco mais de um mês.

 Enquanto as frotas se recuperavam da batalha, notícias chegavam à Diretoria. A Terceira Câmara foi alcançada em Alioth IIb, com mais hieróglifos alienígenas descobertos e traduzidos. Tudo tem levado a crer que essa imensa tumba foi construída por uma civilização extremamente religiosa, sob designíos de um profeta ou enviado de seu deus.

 Avanços científicos também ocorreram nesse intervalo de tempo. O Departamento de Sociedade propôs a criação de Mundos Resort, planetas inteiros destinados à diversão dos cidadãos da Tecnocracia.

 E o Departamento de Engenharia apresentou novos métodos de Purificação Mineral Avançada, de forma a aproveitarmos ainda mais os minerais extraídos em nossos planetas.

 A construção do Complexo-Capital na Terra também trouxe um novo paradigma para nosso governo. Dada a aceitação do povo, definiu-se que nossas construções governamentais deverão ser verdadeiros monumentos à Tecnocracia, como forma de demonstrarmos nossa força e desejo de alcançarmos nosso destino.

 Duas batalhas, em Fujeau e Seradon, apesar das vitórias sem contratempos, deixaram a Tecnocracia em um dilema: os sensores de longo alcance de nossas frotas detectaram uma enorme força inimiga em Braddam, o terceiro dos sistemas natais dos Frubralav. Não apenas uma, mas duas frotas inimigas, sendo que a assinatura energética de uma delas não deixa dúvidas de que é a mais poderosa frota inimiga que já encontramos.

 Acreditávamos, pelos dados anteriores de nossas naves científicas e dos Norillga, que a Horda possuía quatro dos monstruosos Galeões. Foi um equívoco. Apenas essa frota em Braddam possui CINCO.

 Não foi simples derrotarmos apenas um desses gigantes inimigos. Estamos preparados para enfrentarmos cinco deles?

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