[ST] Contos do Espaço Profundo

Realmente… mas, vamos indo, cfe podemos, rsrs

P.S.: “parei” com os caps pq… er… estive “ocupado” reaprendendo a jogar o EU4 :grimacing: mas logo vai vir uma boa seqüência…

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Stellaris

Contos do Espaço Profundo

Capítulo LXXI
Emboscada

 Novos estudos sobre integração ecológica e climas planetários diversos foram realizados pelo Departamento de Sociedade, possibilitando uma grande melhoria nos padrões de vidas em planetas antes considerados hostis.

 Graças aos novos processos de fusão e compressão de matéria, o Departamento de Sociedade apresentou novos padrões de remodelamento planetário, que deverão permitir que áreas de montanhas antes intransponíveis possam ser utilizadas em nossos planetas.

 O constante estudo de nossas naves científicas sobre os restos de nossas batalhas com a Horda possibilitaram a nossos cientistas fazer a engenharia reversa de sensores gravíticos, capazes de localizar corpos no espaço através de suas flutuações gravitacionais.

 Quatro bases Frubralav foram destruídas e os sistemas livres da influência inimiga nesse último ano, com apenas uma Corveta perdida no processo.

 A Tumba Antiga encontrada em Alioth IIb continua surpreendendo a equipe da ISS Pathfinder. Após conseguirem passar pela Primeira Câmara, outra inscrição foi encontrada na Segunda, tão enigmáticos quanto os da Primeira. Uma forma de adentrar a Terceira Câmara continua a ser procurada.

 - Preparando Salto por Hiperestrada para Howling Vortex. Tempo estimado de chegada, 40 dias.

 - Mantenham os sistemas de armas prontos, não sabemos o que podemos encontrar.

 - Almirante! Portal de Hiperestrada detectado. Origem, Seradon.

 - O quê? Como não detectamos antes?

 - Influência da estrela de nêutrons. Nossos sensores não conseguem detectar nada além do sistema.

 - Maldição! Uma emboscada! Todas as naves, preparar para combate. Preparar para combate. Inimigo vindo de Seradon. Preparar para impactos pesados, essa maldita estrela impede nossos escudos energéticos.

 - Mas que merda é aquela?

 - Almirante… É um Galeão inimigo… Não há dúvidas…

 - Olhe o tamanho daquela porcaria… Todas as naves, formação e manobras defensivas. Essa vai ser difícil…

 - Naves inimigas destruídas ou deixando o sistema. Temos ainda seis Corvetas inimigas.

 - Deixe que os Destróieres cuidem delas. O restante das frotas, mirem no monstro!

 - Começando manobra furação ao redor do Galeão.

 - Não podemos deixá-lo escapar. Essa coisa parece indestrutível, mas não parem! Sem disparos desperdiçados!

 - Galeão destruído, Almirante.

 - Finalmente… Nunca pensei que algo pudesse ser tão resistente… Relatório de danos?

 - Uma Corveta destruída. Cinquenta e duas naves com danos moderados na armadura. Dezoito naves com dano crítico na armadura. Doze naves com danos moderados no casco. Seis naves com danos críticos no casco.

 - É, apesar da vitória, escapamos por pouco. Tempo de retorno ao Estaleiro em Eychilia?

 - Calculando… Aproximadamente, dez meses.

 - Tempo demais, tempo demais… Vamos manter posição, e esperar que o casco regenerativo faça seu milagre.

 - Mas, as corvetas…

 - Sim, eu sei… elas terão que agüentar, da forma que estão. Envie o relatório da batalha para a Diretoria.

 - Quem se acha digno de falar ao Grande Khan?

 - Diretora-Geral Vera Kirby, ainda não tivemos o prazer de nos conhecermos.

 - Ah, vocês, terranos, trocam de líderes como trocam de roupa…

 - Nossa vida é curta e por isso fazemos sempre o nosso máximo. Mas não é sobre isso que desejo falar…

 - Pois fale, Diretora…

 - Mais de um terço de seu território foi perdido. Um de seus valorosos Galeões foi reduzido a escombros espaciais. Venho propor uma rendição.

 - Rendição? Isso é muito inteligente. Nós lhe concederemos a rendição, permitiremos que continuem suas vidas, em troca de uma pequena contribuição…

 - Hahaha!

 - Diretora?

 - Ah, perdão, Grande Khan… estou falando da SUA rendição. NÓS permitiremos que sigam suas vidas, e até mesmo mantenham os sistemas que tomaram dos Norillga. Se aceitar acabar com essa guerra agora.

 - Terrana tola! Enfrentaram uma de minhas frotas, venceram por sorte e acham que podem me amedrontar? Ceifaremos até o último de vocês antes que isso aconteça!

 - Essa é sua decisão?

 - Avançaremos com todo nosso poder sobre vocês, e então veremos que ficará amedrontado, Diretora.

 - Pois bem… Não espere outro contato meu, Grande Khan. Seu destino está selado. E será decidido no espaço.

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“Briga! Briga! Briga!” :stuck_out_tongue:

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Essa batalha me lembrou o momento “It’s a trap!” de Star Wars. :smiley: Ainda bem que essa frota inimiga era “pequena”. A nulificação de escudos causa uns danos doloridos.

É nessas campanhas que eu estou curioso para ver como o Juggernaut do Federations muda o “balance”. Claro que é algo lá para frente no mid/late-game, mas um reparo de frota vem bem a calhar em longas distâncias.

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Quer briga? Espere briga, então :stuck_out_tongue_closed_eyes:

Totalmente!

Olha, pelo que eu testei o Federations, eu diria que se esse jogo fosse nele, eu provavelmente estaria ferrado contra a Cevanti Entente, a menos q investisse (ainda mais) pesado em Ancoradouros e Soldados pra aumentar meu Naval Cap, e tbem teria q mudar mta coisa na economia pra manter uma frota dessas. Digamos q as Federações estão menos… hummm… apenas diplomáticas agora.

Enfim, metade do jogo, hora de jogar mais “a sério” :grin:

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Stellaris

Contos do Espaço Profundo

Capítulo LXXII
No Coração Inimigo

 Dois novos Setores, Wistral e Meryl, foram criados para administrar essas novas colônias. Como Governadores foram escolhidos, respectivamente, Petals of Red e Liqeerudh.

 Nosso Posto de Observação em Dradim IV detectou um asteróide em rota de colisão com o planeta. Embora seja considerada uma interferência na evolução dos Pyorun (como se o esforço de iluminismo não o fosse) decidiu-se enviar a Patrol Force Hippogriff para interceptar o objeto espacial.

 As duas Corvetas conseguiram, após um intenso ataque ao asteróide, destruí-lo, eliminando a ameaça à civilização do planeta, que observou apenas uma curiosa chuva de meteoros cruzar sua atmosfera.

 O constante estudo dos restos espaciais de nossas batalhas com os Frubralav possibilitou a engenharia reversa de um novo modelo de Mísseis de Fusão.

 O Departamento de Sociedade desenvolveu uma forma de Engenharia de Tecido Neural, tornando possível regenerar os neurônios e ampliar sua capacidade sináptica, em suma tornando nossa espécie mais inteligente.

 O Departamento de Engenharia finalizou os estudos em uma nova escala de naves militares. Batizada simplesmente de Titã, um novo modelo foi desenvolvido utilizando esses preceitos. A nova Classe-Goliath possui um tamanho descomunal, poder de fogo sem precedentes e um gerador de aura ofensiva capaz de enfraquecer escudos energéticos dentro de um sistema solar inteiro. Para construirmos esse gigante, entretanto, precisaremos de grandes melhorias em nossos estaleiros espaciais.

 Após meses aguardando que espantoso Casco Regenerativo restaurasse os cascos e armaduras das naves, e a chegada de novas Corvetas, um novo ataque é lançado contra a Horda Frubralav.

 Mas não seria um ataque qualquer. Nossas frotas atacariam o centro da Horda, Howling Vortex, o sistema natal dos Frubralav. A interferência da estrela de nêutrons não nos permite saber com exatidão o que encontraremos, apenas que há naves inimigas no sistema. Se vencermos, será um duro golpe ao inimigo. Se perdermos, talvez não consigamos nos recuperar a tempo de impedir o avanço da Horda…

 O que encontramos, foi muito além do que poderíamos esperar. Além da já esperada estação espacial e de uma frota inimiga, meia dúzia de estações de mineração e o número impressionante de seis habitats espaciais. Será realmente uma batalha difícil, mas não podemos recuar. Em nome da Tecnocracia Terrana!

 As primeiras estações e habitats já haviam sido destruídos quando a frota inimiga chegou ao alcance. O verdadeiro combate se iniciava, mas ainda mantínhamos a vantagem.

 Um segundo habitat também foi destruído, em meio ao fogo cruzado da batalha. Milhões de Frubralav mortos, mas essa foi a escolha do Grande Khan. Não deixaremos um único inimigo vivo se a outra opção for a morte de terranos ou de outros seres da galáxia!

 Os danos foram pesados, mas a frota inimiga foi derrotada. Mas ainda temos muito trabalho, incluindo naves de transporte de tropas que devem estar tentando invadir algum planeta. Nenhuma estrutura Frubralav restará inteira, reduziremos todas a destroços.

 Quatro meses de combate intenso, treze Corvetas e um Destróier perdidos, além de praticamente todas as naves restantes com pesados danos, mas os Frubralav foram banidos de seu próprio sistema natal.

 Muitas batalhas ainda estão por vir, mas derrotar o inimigo em sua própria casa certamente terá um grande efeito na moral de todos.

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Aê, parabéns!!! Vencer na casa do inimigo sempre é mais gostoso. Era isso que eu queria.

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Em todos esses anos de GSB, essa é a primeira vez que vejo o Corsário ser tão ousado em um jogo.

Parabéns pela vitória! :stuck_out_tongue:

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Vem mais porradaria logo… acho…

Exagerado :stuck_out_tongue:

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Pancadaria boa hein. Até que as perdas foram razoáveis pensando no poder de fogo total dos Fubralav, pena que a frota deles escapou. Só essa destruição dos habs já deveria forçar a rendição da AI.

Agora é estranho pensar em vários habitats pairando ao redor de um buraco negro… Ninguém pode dizer que os aliens aí não tem coragem :smiley:

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Stellaris

Contos do Espaço Profundo

Capítulo LXXIII
A Grande Batalha Se Aproxima?

 Enquanto a guerra contra a Horda Frubralav prossegue sem expectativa de um término, a Tecnocracia Terrana atinge a marca de 137 sistemas estelares sob controle, e um total de 26 sistemas colonizados, totalizando 29 planetas habitados e mais de 500 bilhões de habitantes, entre Terranos, Rak’Thalak’Nak, Czyrni, Lavis, Photecianos, Canthari e uma infinidade de Dróides e Robôs de vários modelos.

 Entretanto, o constante crescimento gera uma pressão enorme no governo, com a necessidade sempre presente de enfrentar o desemprego e a criminalidade, além de manter bons níveis de produção.

 Com essa necessidade de melhor administrar nossa grande extensão, um novo Complexo-Capital começou a ser erigido na Terra, um imenso complexo administrativo e de segurança para uma grande civilização.

 Quanto a nossos inimigos, descobrimos que de alguma forma eles conquistaram sistemas estelares do outro lado da galáxia, e que a Entente Cevanti não foi capaz de conter sua expansão. Nem mesmo unidos foram capazes de se defender, de que vale essa Federação deles? Pelo visto, apenas nós poderemos manter a galáxia segura, novamente…

 Com isso em mente, nossas frotas avançam novamente, desta vez rumo ao sistema Cebelrai.

 No sistema, além de uma frota e uma estação de defesa, três habitats e algumas estações de mineração nos aguardavam. Não foi uma batalha tão longa quanto a última e, mesmo com a perda de oito Corvetas, a vitória foi alcançada em pouco mais de um mês.

 Enquanto as frotas se recuperavam da batalha, notícias chegavam à Diretoria. A Terceira Câmara foi alcançada em Alioth IIb, com mais hieróglifos alienígenas descobertos e traduzidos. Tudo tem levado a crer que essa imensa tumba foi construída por uma civilização extremamente religiosa, sob designíos de um profeta ou enviado de seu deus.

 Avanços científicos também ocorreram nesse intervalo de tempo. O Departamento de Sociedade propôs a criação de Mundos Resort, planetas inteiros destinados à diversão dos cidadãos da Tecnocracia.

 E o Departamento de Engenharia apresentou novos métodos de Purificação Mineral Avançada, de forma a aproveitarmos ainda mais os minerais extraídos em nossos planetas.

 A construção do Complexo-Capital na Terra também trouxe um novo paradigma para nosso governo. Dada a aceitação do povo, definiu-se que nossas construções governamentais deverão ser verdadeiros monumentos à Tecnocracia, como forma de demonstrarmos nossa força e desejo de alcançarmos nosso destino.

 Duas batalhas, em Fujeau e Seradon, apesar das vitórias sem contratempos, deixaram a Tecnocracia em um dilema: os sensores de longo alcance de nossas frotas detectaram uma enorme força inimiga em Braddam, o terceiro dos sistemas natais dos Frubralav. Não apenas uma, mas duas frotas inimigas, sendo que a assinatura energética de uma delas não deixa dúvidas de que é a mais poderosa frota inimiga que já encontramos.

 Acreditávamos, pelos dados anteriores de nossas naves científicas e dos Norillga, que a Horda possuía quatro dos monstruosos Galeões. Foi um equívoco. Apenas essa frota em Braddam possui CINCO.

 Não foi simples derrotarmos apenas um desses gigantes inimigos. Estamos preparados para enfrentarmos cinco deles?

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Pena que a Horda nunca se rende… a She-Ra que o diga :face_with_hand_over_mouth:

Tecnologia, tecnologia… rsrs

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5 galeões?!?!?!?!?!
Essa eu quero ver…kkkkk

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Agora a jiripoca vai piar.

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Stellaris

Contos do Espaço Profundo

Capítulo LXXIV
Atalho Encontrado

 Ficou decidido que a melhor opção seria aguardar por reforços, muitos ainda sendo construídos, não apenas em Eychilia, mas também na Terra e em Bregglar. Uma longa espera, mas que poderia decidir o rumo da Tecnocracia nesse embate.

 Ussaldon Prime tem se tornado o centro dos esforços coloniais no momento. Além dos diversos pesquisadores empenhados em estudarem as ruínas antigas no planeta, novas levas de desempregados de toda a Tecnocracia têm chegado quase diariamente ao planeta, com enormes investimentos em infraestrutura programados para os próximos meses.

 Novos métodos de Refrigeração Instantânea para nossas armas energéticas foram criados pelo Departamento de Física, possibilitando maior frequência de disparos sem risco de superaquecimento dos sistemas.

 Ao inspecionar o sistema Reagg, a ISS Wayferer descobriu um Buraco de Minhoca ligando o sistema a Teae, na área ocupada pela Horda próximo ao Estado Gorf. Descobrimos o “atalho” utilizado pelo inimigo para se deslocar até o outro lado da galáxia. Esperamos que não haja mais naves Frubralav naquela região, seria uma inesperada, e ingrata, surpresa aos nossos planos.

 Dois avanços importantes foram realizados em seqüência pelo Departamento de Sociedade. O primeiro, uma nova doutrina de modelos mais fluidos para nossas frotas, possibilitando que mais naves sejam coordenadas em combate. Logo em seguida, um novo sistema de drenagem de áreas pantanosas possibilita maior domínio sobre a xeno-hidráulica e a utilização de mais áreas antes inutilizáveis em nossos planetas.

 A ISS Wayfarer encontrou um asteróide intrigante em Uxfiri. Uma análise interna descobriu uma primitiva rede neural operando através de cristais condutivos. Infelizmente, uma tentativa mais intrusiva de estudar essa rede de cristais acabou por causar microfraturas que inutilizaram a rede neural.

 A equipe da ISS Pathfinder encontrou a alavanca que abriu caminho para a Quinta Câmara da Tumba Antiga. Os escritos encontrados falam de uma “audiência” com esse tal Zarqlan, caso consigamos desvendar como abrir a próxima porta…

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 Kareem Abboud, Almirante da Derelict, faleceu aos 89 anos. Com a Patrol Force Dragon agora operando apenas em missões de patrulha, foi considerado desnecessário apontarmos um Almirante para essa nova função.

 O Departamento de Engenharia concluiu o projeto de expansão de nossas bases estelares para Cidadelas. Com estas imensas estações de batalha, devemos ser capazes de construir os também imensos Titãs…

 Dois novos componentes foram descobertos a partir da engenharia reversa em nossos destroços de combates contra os Frubralav. Os Canhões Automáticos são como uma versão espacial de uma antiga arma terrana, a metralhadora Gatling. Um novo software especializado em combate espacial também pode ser recriado dos destroços.

 Após anos à frente do Departamento de Sociedade, o Cientista-Chefe faleceu. Zidlaxi, responsável por uma das equipes de desenvolvimento interno, foi o escolhido para substituí-lo.

 Logo o novo responsável pelo Departamento apresentou o projeto de um Comando Centralizado para nossas operações militares. Com as novas academias militares, a crescente demanda por oficiais deve ser sanada, aumentando o número de naves que poderão ser tripuladas.

 No começo do mês de Maio de 2348, todos os reforços que estavam em construção nos últimos meses se juntaram à nossa força de ataque, incluindo a I Frota de Transporte, com milhares de soldados prontos para o combate.

 Com nossas frotas prontas para enfrentar a maior batalha que a Tecnocracia já teve que travar, apenas nos resta acreditar em nossa capacidade para vencermos de uma vez a Horda Frubralav.

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Pegando folego para terminar de enchê-los de bordoada.Isso aí.

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Stellaris

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Capítulo LXXV
Sem Descanso

 Com as frotas se preparando para o ataque, novas construções iniciaram na Terra, principalmente uma nova Academia Militar para treinar novos oficiais para nossas forças militares.

 No final de Maio nossas frotas chegam ao sistema Braddam. Felizmente, possuem tempo de se posicionar para o combate antes que as forças inimigas cheguem à distância de ataque.

 A primeira estação e um habitat são destruídos antes que nossas forças se voltem para as naves inimigas. A primeira frota Frubralav é obliterada sem problemas, mas a principal força da Horda já se aproxima.

 As naves menores não se mostram um problema, com os poderosos disparos de longo alcance dos Encouraçados. Mas enfrentar os cinco Galeões inimigos será uma tarefa longa e desgastante. Várias de nossas naves menores são destruídas pelos ataques concentrados, enquanto nossas armas causam danos mínimos aos gigantes inimigos.

 Mesmo com manobras evasivas sendo executadas e ataques de múltiplas direções para confundir o inimigo, continuamos a perder naves. Os dias passam, o combate começa a desgastar tanto as naves quanto as tripulações, mas finalmente o inimigo começa a sucumbir.

 Um a um, os Galões perdem seus escudos e armaduras, e apenas sua resistência insana os permite suportar o ataque total causado pela frota terrana. Os ataques concentrados vencem o quase impenetrável casco, e os descomunais Galeões começam a se desintegrar em destroços de metal retorcido.

 A batalha foi longa, extenuante e custosa. Mais de vinte naves perdidas e milhares de mortos, além de outras tão avariados que parece um milagre ainda estarem inteiras. Mas vencemos. A mais poderosa força inimiga com a qual já nos deparamos foi subjugada e reduzida a cinzas. Um dia glorioso para a Tecnocracia e para todos que desejam uma galáxia livre de ameaças.

 Mas, entre os mortos nessa batalha, um dos mais sentidos foi o do Almirante Jhulaad, decorrente de ferimentos sofridos em combate. Um funeral de honra será realizado em seu nome, mas como o combate não pode parar, o capitão Seedkugh é promovido ao posto de Almirante da Strike Force Scylla.

 Enquanto as frotas aguardam os consertos necessários e a chegada de novos reforços, o Departamento de Sociedade continua seus incansáveis esforços, com um projeto que utiliza sistemas orbitais de espelhos para tornar grandes geleiras em áreas produtivas de nossos planetas.

 Pouco tempo após a batalha de Braddam, nossas frotas interceptaram uma comunicação Frubralav, informando da morte do Grande Khan devido a uma doença relativamente comum entre sua raça. Esse é um fato realmente inesperado, e talvez possamos nos aproveitar do ocorrido para pôr fim à guerra.

 Entretanto, todas as tentativas de comunicação com a Horda foram ignoradas. O pouco que descobrimos é que a morte do Grande Khan reacendeu a rivalidade existente entre as facções Frubralav.

 Essa é uma oportunidade única, e a Diretora-Geral não tardou a enviar a ordem: avançar enquanto estão desunidos e acabar de vez com essa guerra.

 Mesmo sem reforços e sem os reparos estarem concluídos, as frotas iniciam o ataque, mirando vários sistemas ao mesmo tempo, já que, sem a unidade do Grande Khan, não se acredita haver nenhuma força inimiga tão poderosa agora.

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Perdas equilibradas até, mas com vantagem para a Tecnocracia pela vitória sobre os 3 galeões e sem perda dos encouraçados. :+1:

Mas e essa morte do Khan hein. Reviravolta boa, mas uma febre suspeita :thinking:

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Suspeita demais. Lembra algo do M2TW: depois dos Mongóis, os Timuridas.

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Stellaris

Contos do Espaço Profundo

Capítulo LXXVI
A Queda da Horda

 Logo nossas frotas chegam a Nicor, e a base Frubralav logo é reduzida a destroços pelo poder de fogo de nossas naves.

 Descobrimos, então, ao escanear o planeta Bakangi, que se trata de uma colônia Norillga conquistada pela Horda. Logo a I Frota de Transporte é ordenada a invadir o planeta e liberá-lo dos Frubralav.

 Enquanto isso, a ISS Gallant Dawn descobre um conjunto de geradores de gravidade no cinturão de asteróides de Howling Vortex. Um estudo mais aprofundado desses antigos geradores descobriu que eram responsáveis por fornecer gravidade artificial a um grande asteróide no cinturão, mas que algum defeito ou colisão o fragmentou.

 Manter a população feliz é uma tarefa complicada conforme seu número aumenta. Com isso em mente o Departamento de Sociedade criou um projeto para expandir os Holo-Teatros em verdadeiros complexos de entretenimento. Nestes Fóruns de Hiper-Entretenimento, qualquer diversão desejada é possível.

 Com um intervalo de poucos dias, os sistemas de Howoz e Ruqlar são reconquistados pelas frotas terranas.

 A I Frota de Transporte chega à órbita de Bakangi e inicia o desembarque de tropas à superfície.

 Com as tropas posicionadas, a General Kold, Daughter of Sagg, ordena o ataque às posições Frubralav.

 Após o intenso combate, os últimos combatentes inimigos são derrotados e o planeta é liberado. Com a ordem reestabelecida, a Tecnocracia informa os Norillga da libertação de Bakangi, devolvendo o planeta a seu aliado.

 Nossas frotas destróem mais duas bases Frubralav, nos sistemas Elthior e Fijjon.

 Enquanto o avanço terrano prosseguia, interceptamos comunicações dos Frubralav. Nenhum líder inimigo conseguiu se sobrepor a seus rivais, e o caos se instaurou novamente entre as facções internas. A Horda Frubralav caiu, fragmentando-se novamente em grupos dispersos de saqueadores.

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